Exposição “A Alma da Ilha” no Metrô Clínicas

“Visual Paradisíaco da Praia da Fome”, foto de Lailson Santos, em exibição no Metrô Clínicas. Créditos: divulgação

Com aproximadamente 20 registros do fotógrafo Lailson Santos, a exposição “A Alma da Ilha” está em exibição aos usuários do Metrô até o próximo domingo, 30 de junho, na Estação Clínicas da Linha 2-Verde.

As lentes de Lailson registraram as contemplações do povo abençoado por uma exuberante natureza, que zela pela terra e mar, e tira o seu sustento por meio da pesca, colheita, da produção da própria farinha, seja no fogo ou a lenha, e ainda se dão ao luxo de apreciar horizontes.

Uma população que faz a história da ilha, que mantém as tradições, a cultura a natureza, e creem na expectativa de um futuro melhor sem perder suas raízes. Bons em transformar a realidade em arte, tornando a vida mais bela e alegre, a cristalinidade da alma desse povo resulta sempre numa admirável fotografia.

Entre os destaques estão: “Mergulho na Ilha das Cabras”, “Visual Paradisíaco da Praia da Fome” (foto), “O Colorido das Canoas Caiçaras” e “Perequê, o Paraíso dos Esportes Aquáticos”.

SERVIÇO:
Exposição: A Alma da Ilha
Onde: Estação Clínicas do Metrô (Linha 2-Verde) – Avenida Dr. Arnaldo, 555
Quando: até 30/06/2019; de domingo a sexta-feira, das 4h40 à 0h18; sábado, das 4h40 à 1h
Quanto: entrada gratuita (a mostra está instalada antes das catracas da estação)

Por Jorge Almeida com colaboração de Marcos Santos

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Exposição “Lado B: O Disco de Vinil na Arte Contemporânea Brasileira” no Sesc Belenzinho

A obra “Radiola Pêndulo” (2017), de O Grivo, em exibição no Sesc Belenzinho. Foto: Marcos Santos

O Sesc Belenzinho está com a exposição “Lado B: O Disco de Vinil na Arte Contemporânea Brasileira” em cartaz até o próximo dia 30 de junho, domingo. A mostra exibe um conjunto destoando de obras de artistas brasileiros que ressignificam criativamente as formas e as funções dos dispositivos associados ao universo do vinil.

A produção das obras tem o disco de vinil e o toca-disco como ponto de ignição de pesquisa e experimentação. Os trabalhos são compostos por instalações sonoras e interativas, quadros, esculturas, vídeos, fotografias, discos conceituais, manipulações sônicas e objetos-instrumentos que, de várias formas, expressam de forma criativa o mundo do LP ou, se preferir, “bolacha”.

Os trabalhos reunidos na exposição investigam o disco como objeto e conceito, que provocam debates a respeito dos desenvolvimentos tecnológicos atuais. A mostra apresenta comentários de cunho político, gambiarras tecnológicas, reflexões sobre a morte, orgulho da propriedade ou, ainda, o disco como retrato da individualidade.

Conforme o curador da exposição, Chico Dub, a exposição “realiza um importante papel na aproximação da música com as artes contemporâneas” e deixa claro a importância do disco de vinil como matéria-prima referência.

O disco de vinil já passou por diversas fases em sua história. Mesmo que volte a entrar em desuso, principalmente por causa dos downloads e outras mídias físicas, o seu espaço no imaginário coletivo como figura da fisicalidade sonora e musical permanecerá sempre virtuoso.

Entre os destaques estão: “Radiola Pêndulo” (foto), instalação sonora de 2017, de O Grivo; “Objeto Mídia 3026” (2017), um laminado de madeira, marcheteria sobre toca-discos, disco de vinil e orelhão telefônico, de Thomas Jeferson; o vídeo digital de 14 minutos “A Última Aventura: Suíte Transbrasil” (2011), de Romy Pocztaruk; e “Playlist” (2014), obra de Chelpa Ferro composta por fita cassete e cola.

SERVIÇO:
Exposição: Lado B: O Disco de Vinil na Arte Contemporânea Brasileira
Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000 – Belenzinho
Quando: de terça a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 10h às 19h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “O Início, O Fim, O Meio Ambiente” no Metrô Santa Cecília

Uma das ilustrações de Levi Ciobotariu na Estação Santa Cecília do Metrô. Foto: Jorge Almeida

O artista plástico paulistano Levi Ciobotariu apresenta aé o próximo domingo, 30 de junho, na Estação Santa Cecília (Linha 3-Verde do Metrô), a exposição “O Início, O Fim, O Meio Ambiente”, que traz 15 trabalhos ilustrativos com paisagens imaginárias de Levi, que é arquiteto por formação.

Os trabalhos sintetizam a ideia de dois ambientes que nem sempre estão em harmonia entre si: o urbano e a natureza. A imagem da árvore tem lugar de destaque em suas obras, apesar de ter sempre vivido no ambiente urbano, caótico e conturbado de São Paulo, onde a maioria das referências visuais são ruas, asfalto, carros, prédios e multidões.

Obras como “Jardim”, “Resquícios da Maré”, “Catedral” e “A Cidade da Interpretação” merecem atenção quem passar pela estação.

SERVIÇO:
Exposição: O Início, O Fim, O Meio Ambiente
Onde: Estação Santa Cecília (Linha 3-Vermelha do Metrô) – Largo Santa Cecília, s/nº
Quando: até 30/06/2019; de domingo a sexta-feira, das 4h40 à 0h23; sábados, das 4h40 à 1h
Quanto: R$ 4,30 (valor da tarifa integral do Metrô-SP)

Por Jorge Almeida

Exposição “Solfejo” no Centro Cultural FIESP

A instalação interativa “Composição Aleatória”, de Felippe Moraes, em exibição no Centro Cultural da FIESP. Foto: Jorge Almeida

A mostra “Solfejo” segue em exibição até o próximo domingo, 30 de junho, no Centro Cultural FIESP. A exposição apresenta um conjunto com 29 peças, entre obras e instalações, sendo 13 inéditas e criadas especialmente para a ocasião do artista Felippe Moraes.

Considerado um dos representantes da nova arte contemporânea brasileira, Felippe Moraes apresenta seu trabalho sobre música, ciência e composição musical como uma experiência coletiva. As obras, produzidas desde 2014, compreendendo o lúdico e o sensorial como maneira de expressão, o visitante é instigado a usar as instalações.

Em meio a fotografias de grande escala, vídeos, neons e instalações presentes no espaço expositivo, as obras com grande porte e estruturas de aço e processos técnicos, permitem que os visitantes componham coletivamente suas próprias músicas através do movimento de seus corpos.

Entre fotografias de grande escala, neons, vídeos e instalações presentes na exposição, o artista Felippe Moraes convida o público a fazer música com o corpo e a percebê-la em situações inusitadas.

Entre os destaques estão “Composição Aleatória” (foto), de 2019, que permite aos espectadores deitarem-se e balançarem em oito redes, acionando um mecanismo que emite notas musicais. Enquanto em “Intervalo Atômico” (2019), instalação constituída por metal escovado tecido e acrílico, é disponibilizado três camas em que, ao deitarmos, é possível escutar trechos harmônicos de notas musicais emitidos analogicamente por tubos sonoros. Além das oito fotografias que dá o nome à exposição de 2014.

SERVIÇO:
Exposição: Solfejo
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 30/06/2019; de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Portas de Portugal” no Metrô Sé

“Santa Comba Dão – Beira Alta”, uma das fotos de Catarina Machado feita em Portugal. Créditos: divulgação

A Estação Sé do Metrô (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha) está com a mostra “Portas de Portugal” em cartaz até o próximo domingo, 30 de junho, e traz 18 registros da fotógrafa Catarina Machado, captadas em Portugal no inverno de 2017.

Uma porta é, costumeiramente, compreendida como uma abertura em um elemento de vedação arquitetônica, possibilitando o acesso de pessoas de um ambiente para o outro. Com este contexto, as lentes de Catarina Machado registraram centenas de portas e suas fechaduras como parte representativa e única de acesso à alma dos nossos patrícios, seus hábitos, da sua particularidade e da sua maneira de ser e de estar.

O olhar silencioso da câmera de Catarina mostra a abundância dos traços, dos estilos e da destreza da arte de carpinteiros e marceneiros, o desenvolvimento das técnicas com o passar do tempo, a importância estética e de segurança.

As imagens farão parte do calendário cultural da cidade de São Paulo e que inaugurou justamente no “Dia de Portugal”.
Em meio aos destaques estão: “Extremoz – Alantejo”, “Santa Comba Dão – Beira Alta” (foto), “Portimão – Algarve” e “Trancoso – Beira Alta”.

SERVIÇO:
Exposição: Portas de Portugal
Onde: Estação Sé do Metrô (Linhas 1-Azul e 3-Vermelha) – Praça da Sé, s/nº
Quando: até 30/06/2019; de domingo a sexta-feira, das 4h40 à 0h29; sábados, das 4h40 à 1h
Quanto: R$ 4,30 (valor da tarifa integral do Metrô-SP)

Por Jorge Almeida

Exposição “O Valor do Mar” no Metrô Luz

Foto de Sergio Furtado que mostra o Porto de Santos em exibição na Estação Luz do Metrô. Créditos: divulgação

A Estação Luz do Metrô (Linha 1-Azul) realiza até o próximo dia 30 de junho, domingo, a mostra “O Valor do Mar”, que contém cerca de 20 fotografias, que incluem textos, que foi inspirada no livro de mesmo nome.

A exposição enaltece a importância de atividades econômicas feitas no setor marítimo, como logística e transportes, energia, indústria naval, petróleo e gás, pesca, aquicultura e biotecnologia, além dos impactos ambientais no mar, e como ele marca presença nas artes, cultura, religiosidade, turismo, culinária, esportes e no cotidiano.

Nos painéis da mostra, há um QR Code em cada que contém um link para mais informações, com novas imagens e vídeos explicativos.

Destaques para “A Amazônia Azul, o Mar do Brasileiro – Parque Nacional dos Abrolhos”, de Enrico Marcovaldi, do Instituto Baleia Jubarte; “Portos e Transportes no Mar do Brasil – Porto de Santos e Região” (foto), de Sergio Furtado, do Estúdio 58 Multimídia; e “A Vida no Mar dos Brasileiros”, foto de Andrey Isuyzu.

SERVIÇO:
Exposição: O Valor do Mar
Onde: Estação Luz do Metrô (Linha 1-Azul, acesso também pelas linhas 4-Amarela, 7-Rubi e 11-Coral) – Avenida Prestes Maia, 925
Quando: até 30/06/2019; de domingo a sexta-feira, das 4h40 à 0h30; sábados, das 4h40 à 1h
Quanto: R$ 4,30 (valor da tarifa integral do Metrô-SP)

Por Jorge Almeida

 

Exposição “Anônimos do Metrô” na Estação Santana

Uma das ilustrações com “anônimos do Metrô” na Estação Santana. Foto: Jorge Almeida

Com 15 obras do artista Paulo H. Vieira, a exposição “Anônimos do Metrô” segue à disposição do usuário do Metropolitano até o dia 30 de junho de 2019, domingo, na Estação Santana do Metrô (Linha 1-Azul).

Os desconhecidos personagens representados na mostra são de pessoas reais que circularam nos vagões do Metrô entre as estações Brigadeiro e Sacomã, na Linha 2-Verde) e foram fontes de inspiração para o artista.

Os retratados, em sua maioria, estavam distraídos como seus celulares (coisa mais normal do que se imagina no transporte público das grandes cidades), lendo ou batendo aquele cochilo, e sequer notaram que foram desenhados. As ilustrações de observação foram feitas na hora e chamadas de “urban sketchers”, ou seja, elaboradas por artistas que retratam as cidades onde vivem ou viajam.

Os desenhos são esboços rápidos, sem acabamento mesmo, pois já que havia possibilidade de os “homenageados” mudarem de posição ou simplesmente saírem do vagão antes da conclusão do desenho.

SERVIÇO:
Exposição: Anônimos do Metrô
Onde: Estação Santana do Metrô (Linha 1-Azul) – Avenida Cruzeiro do Sul, 3173
Quando: até 30/06/2019; de domingo a sexta-feira, das 4h40 à 0h20; sábados, das 4h40 à 1h
Quanto: R$ 4,30 (valor da tarifa integral do Metrô-SP)

Por Jorge Almeida