Exposição aborda os 200 anos de Uberaba na Estação Largo Treze

Os totens da Estação Largo 13 que homenageia Uberaba. Foto: Jorge Almeida

A Estação Largo Treze, da Linha 5-Lilás de metrô, apresenta uma exposição até o dia 31 de julho de 2020 que celebra os 200 anos da cidade de Uberaba (MG), a capital do Triângulo Mineiro. Promovida pelo jornalista e promotor cultural uberabense Fábio Augusto de Brito Ávila, a mostra trata um pouco dos dois séculos do município mineiro.

Com dez totens com fotos e breves textos, a mostra apresenta Uberaba, terra de Chico Xavier, para quem passa pela estação ter a oportunidade de conhecer um pouco de detalhes que marca a cidade, que vai desde imagens do cotidiano até registros da maior feira do zebu do mundo, a EXPO Zebu. Além disso, a exposição apresenta preciosidades como o Museu do Dinossauro, no Sítio Paleontológico Peirópolis.

A mostra apresenta também a religiosidade, as tradições, o folclore, a arquitetura, a fauna e até os botecos da cidade e também vale mencionar que a Academia de Letras do Triângulo Mineiro (ALTM), que completará 60 anos em 2020, é destacada por sua importância cultural e as obras literárias de seus membros.

Para o produtor cultural, a beleza da cidade se faz presente em cada detalhes. A intenção é levá-la a Uberaba para que todos possam apreciar, relembrar e reforçar a importância de se preservar o patrimônio histórico do município.

Em agosto, a exposição estará em cartaz na Linha 4-Amarela de metrô.

SERVIÇO:
Exposição: Uberaba – Terra de Gigantes
Onde: Estação Largo Treze (Linha 5-Lilás de metrô) – Av. Padre José Maria com R​. Barão do Rio Branco (acesso também pelo Terminal Santo Amaro)
Quando: até 31/07/2020; diariamente, das 4h40 à meia-noite
Quanto: visitação gratuita (a mostra está instalada fora da área tarifada da estação)

Lembrando que o uso de máscara na estação é obrigatório.

Por Jorge Almeida

Cine Drive-In chega à Zona Leste de São Paulo

Cinesystem, em parceria com a Lavvi Empreendimentos e agência Mais Family At Home, vai levar entretenimento para região com escassez de ofertas culturais

A Cinesystem, uma das cinco maiores exibidoras do país, vai proporcionar uma nova opção de entretenimento para o público da Zona Leste de São Paulo. Em parceria com a Lavvi Empreendimentos e a agência Mais Family At Home, a empresa inaugura nesta quarta (08), o Praças da Cidade Cine Drive-in, no Brás. Com segurança, opções de filmes recentes e pipoca quentinha de cinema, o projeto fica em local de fácil acesso, próximo ao centro, e comporta quase 100 veículos por sessão. Os ingressos são cobrados por pessoa e o preço promocional de estreia (com 50% de desconto) é R$ 20,00 de segunda a quinta, e R$ 25,00 de sexta a domingo.

A Rede, a primeira a inaugurar um cinema ao ar livre no Brasil, no dia 04 de maio, na Praia Grande/SP, promete levar para o novo complexo todo o know-how adquirido na operação do primeiro drive-in, e somá-lo a mais de 17 anos de experiência em exibição, para atender os cinéfilos de São Paulo. A iniciativa vai oferecer lazer e diversão para todas as regiões da cidade, mas em especial para os bairros do Brás, Tatuapé, Mooca, Belenzinho, Vila Prudente, Vila Formosa, Penha, Jardim Anália Franco.

“Em nosso primeiro projeto, no litoral de São Paulo, fomos surpreendidos positivamente, com uma aceitação muito grande, o que nos fez entender que proporcionar entretenimento com segurança, neste momento, é algo necessário e que deveríamos expandir para outros locais. Como esse modelo é todo baseado em entretenimento familiar, nada mais justo do que inaugurá-lo em uma região da capital carente de opções culturais e, assim, proporcionar uma nova experiência para os moradores da zona leste”, conta Sherlon Adley, diretor Comercial e de Marketing da Cinesystem.

Para Thiago Marcondes, sócio-fundador da Mais Family At Home, o drive-in surgiu como uma alternativa para o período, mas tem potencial para se manter em evidência mesmo após o fim do distanciamento social. “Acreditamos no modelo como opção estratégica no portfólio de serviços do setor de entretenimento. Um negócio complementar e permanente que pode comportar, além de cinemas, teatros e shows”, considera.

“O investimento da Lavvi no Brás passa pela decisão de ajudar na revitalização daquela região. E, agora, ocupar o terreno de um importante empreendimento com uma atividade cultural significa, para nós, oferecer um papel de empoderamento social, por meio da cultura. Instigar e propor novas percepções de um local tão estratégico, fluxo de entrada e saída para a Zona Leste da cidade”, diz a Gerente de Marketing da Lavvi, Tricia Meyer Junqueira Franco.

A programação do Praças da Cidade Cine Drive-in dará prioridade aos longas recém-lançados, que estavam em cartaz no período de fechamento, e aos clássicos modernos. O drive-in conta com uma tela de 122m² e 94 vagas marcadas para que os veículos mantenham uma distância mínima de 2m sem perder o melhor ângulo de visão. Além da telona, os clientes podem também matar a saudade das pipocas e guloseimas. Estão à disposição para venda os carros-chefe da bomboniere da Cinesystem: pipocas doces e salgadas, chocolates e refrigerantes.

Os pedidos são todos feitos pelo WhatsApp e entregues em embalagens especiais, acompanhados de um sachê de álcool em gel para redobrar a segurança. Além disso, a equipe de atendimento recebeu um treinamento especial e utilizará máscaras, luvas e protetor facial. Também é disponibilizado álcool em gel para funcionários e clientes.

A limitação será de até cinco pessoas por veículo para que casais com dois ou três filhos possam também participar. Porém, a orientação principal é que estejam juntas dentro do carro apenas quem já está em contato durante todo o período de distanciamento social, e que resida na mesma casa.

Os ingressos são vendidos antecipadamente pelo site http://www.cinesystem.com.br e no local. Para compras online, basta apresentar o QR Code ou ingresso impresso para os funcionários de atendimento na entrada. O áudio é reproduzido pelo próprio aparelho de som do carro do cliente, por meio de uma frequência de rádio. Por fim, o espectador que desejar falar com algum dos funcionários deve ligar o pisca-alerta e a luz interna do automóvel, como um sinal para que a equipe possa se locomover até ele.

Confira a programação de 08 de julho:
18h30 – Corgi: Top Dog
Dublado / Classificação: Livre

20h20 – Parasita
Legendado / Classificação: 16 anos

22h55 – A Hora da Sua Morte
Dublado / Classificação: 14 anos

Serviço – Praças da Cidade Drive-In
Endereço: Praças da Cidade – Rua Visconde de Parnaíba, s/n, Brás – SP
Preço: R$ 20,00 de segunda a quinta, R$ 25,00 de sexta a domingo.

Créditos: Carol Cortez | Conteúdo Empresarial

Artigo: Somos protagonistas da nossa realidade, por William Sanches*

Capa do livro “Desperte a Sua Vitória”. Créditos: Divulgação/Luz da Serra Editora

Uma vida bem-sucedida envolve você estar feliz e em paz em todas as áreas: saúde, relacionamentos, profissão. Com todos os campos fluindo em harmonia. Esse é o desejo de todos nós, mas nem sempre isso acontece. E, quando você percebe que pode ir além do lugar em que está agora, é aí que se abre a chave para a transformação.

Quando você muda sua postura, percebe as oportunidades e agradece tudo o que tem, passa a confiar em si mesmo e cria à sua volta o verdadeiro círculo da vitória. Mas como destravar suas crenças limitantes e criar uma nova realidade? Como se livrar das correntes que te prendem e o impedem de avançar?

É preciso refletir, repensar a sua vida, e aprender a fazer diferente a partir de agora. Você deve focar no seu desenvolvimento e assumir o compromisso real com a sua própria felicidade. Agindo dessa maneira, você também passa a contagiar mais os que estão a sua volta (as pessoas que fazem parte da sua vida) do que ser contagiado. Essa é a sua vibração, de mais ninguém.

Como explico no meu livro Desperte a sua Vitória, você é exatamente aquilo que pede. Não o que pede em palavras, mas com a sua própria energia. Ela é a responsável pela atração, tanto das coisas boas, como ruins. Ao elevar a sua energia, você passa a cocriar a realidade fantástica que merece. Lembre-se: nós sempre recebemos na medida exata do que damos.

Podemos escolher o que plantar, mas quando não sabemos muito bem o que estamos semeando, a colheita vira um ponto de interrogação. E quem pode transformar uma dúvida em certeza é você mesmo. A mudança começa com pensamentos e atitudes, no dia a dia.

Agradeça, comemore, alegre-se com as pequenas conquistas, com o que você tem hoje. Essa vibração vai te contagiar e se elevar mais e mais, criando sentimentos de otimismo, convicção e entusiasmo. Comece hoje mesmo, vibre na sua melhor energia e construa seu caminho rumo à prosperidade. Afinal, quem tem dor, tem pressa.

*William Sanches é autor de 17 livros no Brasil, América Latina e Europa e do lançamento “Desperte a sua Vitória”, pela Luz da Serra Editora.

Esse artigo foi publicado com exclusividade no Estadão, veja aqui.

Agradecimentos: Genielli Rodrigues | LC Agência de Comunicação

A sobrevivência Geek na pandemia

O escritor AT Sergio. Créditos: divulgação

Cinemas fechados, incertezas sobre a CCXP e muitos cancelamentos de filmes, séries e lançamentos de livros. Com tanto acontecendo ao mesmo tempo, o escritor de terror e amante da cultura geek AT Sergio fala sobre a sobrevivência desse universo durante a pandemia.

Segundo AT Sergio, escritor pernambucano que circula pelos universos do terror e da ficção desde sempre, já participou de várias antologias, acaba de lançar seu primeiro romance infanto juvenil e de ser indicado, com Eles, para o Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica, 2020 poderia ser o roteiro de algumas das maiores feras das catástrofes apocalíticas.

Além da pandemia pelo novo Coronavírus, vendavais, nuvens de gafanhotos fazem parte do pacote. Tudo bem que muitos desses considerados desastres naturais sempre fizeram parte da nossa história, mas vamos combinar que, especificamente em 2020, está tudo parecendo partes de um mesmo roteiro, que provoca incerteza e medo a cada momento. Ou seja, dos bons.

AT lembra que, por causa da pandemia, teremos que esperar mais tempo por 007 – Sem tempo para morrer, Um lugar silencioso 2, Novos Mutantes, The Batman, Viúva Negra, Os Eternos, e outros. O ano, agora, promete ser 2021. Que os bons ventos da cultura Geek nos protejam até lá.

Entre os cancelamentos, Stranger Things, Carnival Row, Riverdale, Wandavision, Falcão e o Soldado Invernal, O Senhor dos Anéis, entre outras, simplesmente não tem mais data para voltar. “O quanto apocalítico isso pode ser?”, brinca AT. Na questão literária, não teremos Bienal do Livro, nem FLIP, e as premiações, como é o caso da Odisseia, vão acontecer de forma online.

“Ok, estamos encontrando novas saídas para tudo”, lembra o autor, que também enfatiza: “o mundo digital nunca teve tanta força e é nele que precisamos nos concentrar no momento, seja com lançamentos, que por enquanto estão acontecendo apenas dessa forma, ou mesmo com a revisão de títulos mais antigos, para reforçar nossa cultura nesses tempos sombrios”.

AT lembra que entre as escolhas dos autores que não querem cair no esquecimento estão: mais exposição nas redes, lives e parcerias para vendas online. O próprio autor trocou o lançamento de um novo livro inédito, que aconteceria por causa da Bienal do Livro, pela coletânea As 13: Histórias Diversas, que traz dois contos inéditos, no começo deste ano, e que está disponível ainda apenas em versão online, na Amazon.

Onde comprar
https://luvaeditora.com.br/loja/
https://www.atsergio.com.br/loja

Sobre o autor
A.T. Sergio é um escritor pernambucano, romancista, organizador e participante de antologias nos gêneros terror, suspense, mistério e policial, publicado por diversas editoras nacionais e através da plataforma independente da Amazon. Autor Hardcover, plataforma de aperfeiçoamento da escrita desenvolvida pela Vivendo de Inventar, depois de publicar contos em mais de 25 antologias, estreia em romances com essa publicação, “Eles”, após ter sido finalista no prêmio SweekStars, edição 2018. Redator da revista eletrônica “A Arte do Terror”, é também colunista do portal literário “Literanima”, onde publica textos periódicos sobre criatividade e forma de escrita.

Créditos: Katiuscia Zanatta | Planta e Cresce

Obra “Narrativa dos Ratos” expõe as fraquezas humanas

Obra “Narrativa dos Ratos”
Editora Lumen et Virtus. Créditos: divulgação

Enredo aborda a tomada de poder pelos roedores a partir da queda da humanidade

Você já parou para pensar o que seria do planeta Terra se ele fosse dominado por ratos? Tal cenário, provavelmente, causaria temor em muitos, já que os pequenos roedores não despertam sentimentos agradáveis em muita gente. Além disso, o animal pode transmitir centenas de doenças letais e está associado a alguns momentos trágicos da história, como a peste negra, que dizimou cerca de um terço da população europeia, equivalente a um número de 75 a 200 milhões de mortes. Acredita-se que a peste tenha sido causada por uma bactéria encontrada em pulgas de ratos.

Apesar de tudo isso, o autor Edney Firmino Abrantes em sua obra Narrativa dos Ratos: a epopeia da tomada de poder da Editora Lumen et Virtus nos apresenta uma nova percepção imagética dos pequenos roedores. Esqueça, por um momento, aquela imagem asquerosa dos ratos para adentrar em um novo universo que mistura ficção e realidade, com o intuito de narrar a queda da humanidade e como esta sucumbe aos animais que, nesta obra se demonstram pequenos apenas no tamanho, mas grandiosos em sua genialidade.

Tudo começa com os ratos de laboratório influenciando os demais roedores a planejarem uma grande revolução. No decorrer do livro, o autor expõe, por meio dos personagens roedores, as fragilidades humanas, como a ganância pelo poder e pela riqueza, a falta de empatia, a arrogância, o preconceito, entre muitos outros aspectos que provocarão uma série de reflexões no leitor sobre quem, realmente, é o ser que provoca asco.

Conforme os ratos vão delineando e concretizando seu plano, o público acaba simpatizando-se com os pequenos protagonistas, que descontroem o mundo de aparências humano ao revelarem suas fraquezas, e até torce para que eles tenham êxito em sua missão.

Trata-se de uma obra distópica que tem o intuito de incomodar e provocar o leitor sobre a situação da humanidade e sobre o possível futuro que ela está construindo. Será mesmo, então, que os ratos são os grandes responsáveis pelos diversos males da humanidade? Descubra por meio desta obra que, certamente, mudará a nossa percepção imagética sobre as relações humanas.

Sobre o autor: Edney Firmino Abrantes é advogado, cientista político e doutorando em Comunicação Social pela Metodista

Livro: Narrativa dos Ratos: a epopeia da tomada de poder
No. de páginas: 236
Preço: R$ 45
Mais informações: http://www.editoralumenetvirtus.com.br/pages/livros/_narrativa_ratos1.html

Créditos: Mariana | Ecoar Assessoria

SISEM-SP disponibiliza Edital de chamamento e Regimento do processo eleitoral das Representações Regionais

Diretor do Grupo técnico de coordenação do SISEM-SP, Davidson Kaseker. Créditos: divulgação

Modelos da carta de anuência institucional também estão disponíveis aos candidatos

De 21 de setembro a 02 de outubro, o Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), instância da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do estado, realizará a votação on-line para a eleição de 35 Representantes Regionais (RR) titulares e 35 RR suplentes para o biênio 2020-2022. O processo eleitoral obedece ao Regimento Eleitoral que está disponível na íntegra no link https://www.sisemsp.org.br/eleicoes/, assim como o Edital de chamamento/cronograma e os modelos das cartas de anuência institucional.

O número de representantes eleitos será de acordo com a proporcionalidade de museus por região. As Representações Regionais da Capital, de Campinas, de Piracicaba, do Vale do Paraíba, de Sorocaba, de Ribeirão Preto, da Região Central, de São José do Rio Preto, de Presidente Prudente e Dracena, de Bauru e da Baixada Santista elegerão dois representantes titulares e dois suplentes cada. As RRs do Alto Tietê, do ABCD, do Oeste SP, do Circuito das Águas, de Rio Pardo, do Litoral Norte, de Tupã e Marília, do Vale do Paranapanema, de Franca, de Barretos, do Noroeste, de Itapeva e do Vale do Ribeira elegerão um representante titular e um suplente cada.

Inscrições
O cadastramento de eleitores poderá ser feito até as 18h do dia 11 de setembro, por meio de formulário disponível aqui. Estarão aptos a votar um gestor ou dirigente cultural por município indicado formalmente pelo prefeito e um representante de cada instituição museológica inscrita no Cadastro Estadual de Museus de São Paulo (CEM-SP), exceto aquelas que tenham sido indeferidas pelo COSISEM-SP. São consideradas instituições museológicas inscritas no CEM-SP todas as que estiverem com seus dados de inscrição e de usuário responsável completos, incluindo documentação do responsável legal pela instituição.

Serão considerados eleitores, os responsáveis pelo preenchimento das informações na plataforma do CEM-SP, tanto das instituições inscritas, quanto das já cadastradas no SISEM-SP. O diretor do Grupo técnico de coordenação do SISEM-SP, Davidson Kaseker explica que “o procedimento de inscrição da instituição na Plataforma ADA não implica em cadastramento automático no CEM-SP, o que só ocorrerá após a submissão do Instrumento de Qualificação Cadastral (IQC) e a sua apreciação e deliberação do COSISEM-SP”.

Um link de acesso ao formulário eletrônico será enviado aos eleitores cadastrados para que possam votar. Cada RR terá um formulário de votação específico.

Chapas
Os candidatos interessados em concorrer à Representação de sua região deverão cadastrar previamente suas chapas clicando aqui, de 1º a 31 de agosto. Para se candidatar os interessados devem ter mais de 18 anos, morar em uma das cidades da respectiva RR de interesse e atuar direta ou indiretamente na área museológica, seja como integrante de quadro pessoal de museu ou como agente cultural.

Os candidatos precisam se inscrever em uma chapa, conforme distribuição das RRs, que pode ser composta por quatro membros, sendo dois titulares e dois suplentes, ou por dois membros, sendo um titular e um suplente, preferencialmente de municípios distintos.

Cada candidato deve apresentar carta de anuência da instituição à qual está vinculado. Cabe à chapa apresentar breve depoimento explicitando sua proposta de atuação e uma súmula curricular de seus integrantes.

A apuração de votos será instalada na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo entre 05 e 09 de outubro. Os trabalhos de apuração serão dirigidos e executados por delegação da Comissão Eleitoral, podendo ser acompanhados por fiscais devidamente credenciados.

Em caso de dúvidas, entre em contato com sua Representação Regional ou pelos canais de comunicação do SISEM-SP na internet (www.sisemsp.org.br) e e-mail (sisem@sp.gov.br).

Cronograma eleitoral
Confira abaixo as datas e horários de todo o processo eleitoral das Representações Regionais:
Até 11/09, às 18h: inscrições de eleitores – representantes de instituições inscritas na Plataforma Ada, dirigentes e gestores culturais;
De 01/08 até as 18h do dia 31/08: inscrições das chapas;
De 01/09 a 11/09: homologação e divulgação das chapas aptas à eleição;
De 16/09 a 17/09: prazo para impugnação das chapas;
Dia 18/09: divulgação das chapas aptas à eleição, após julgamento de impugnação;
De 21/09 até as 18h do dia 02/10: votação. Seção eleitoral: links de direcionamento ao formulário eletrônico encaminhado aos e-mails dos eleitores previamente cadastrados conforme Regimento Eleitoral;
De 05/10 a 09/10: apuração dos votos pela Comissão Eleitoral;
Dia 13/10: divulgação das chapas eleitas;
De 14/10 a 18/10: prazo para impugnação da eleição;

A posse dos eleitos ocorrerá após a proclamação do resultado das eleições e a publicação de Resolução no Diário Oficial do Estado com a designação assinada pelo Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa.

A transmissão de cargos dos eleitos poderá ocorrer em data a ser fixada pelo GTC SISEM-SP, observado as disposições do Regimento Eleitoral.

Atendimento à imprensa:
Assessoria de imprensa – SISEM-SP
Outras Palavras – (16) 3610-2554
http://www.outras.com.br
Ana Cândida Tofeti – (16) 99128-9419
anacandida@outras.com.br
Lisiane Marques – (16) 99762-4010
lisiane@outras.com.br

Assessoria de imprensa – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado
Stephanie Gomes – (11) 3339-8243/9-9240-5718
Davi Franzon – (11) 9-3411-6428
imprensaculturasp@sp.gov.br

Créditos: Lisiane Marques

Pré-selecionados – 2ª edição do mOno_festival

A 2ª edição do mOno_festival recebeu 208 inscrições de 14 estados do Brasil e uma do exterior. Créditos: divulgação

O coletivo teatral 28 Patas Furiosas selecionou 15 trabalhos para integrar a 2ª edição do mOno_festival, realizado por meio do Prêmio de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo – 34ª Edição. A seleção aconteceu a partir das 208 inscrições recebidas em uma convocatória lançada pelo grupo em abril de 2020. Os trabalhos correspondem a uma residência artística, seis espetáculos solos de performance/dança/teatro que serão apresentados individualmente, em dias diferentes; e sete números artísticos que irão compor o cabaré de variedades – uma apresentação única, feita à distância, com cada artista apresentando um número de sua casa. O mOno_festival está programado para acontecer a partir do dia 20 de agosto, em formato virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do youtube do 28 Patas Furiosas.

Sofia Botelho, uma das integrantes e fundadora do 28 Patas Furiosas, conta que no processo de seleção dos projetos contemplados, o grupo destacou a relevância de se pensar diversidade étnica, racial, de gênero e geográfica; excelência artística e também a conexão dos trabalhos com a proposta do edital, que é pensar na produção artística criada a partir do mínimo necessário para que a ação cênica aconteça. A curadoria foi composta por três integrantes do coletivo 28 Patas Furiosas (Isabel Wolfenson, Sofia Botelho e Valéria Rocha) e por mais três artistas para compor a curadoria do mOno_festival: Ave Terrena, Pedro Galiza e Verônica Santos.

Uma das integrantes do núcleo curatorial, Ave Terrena conta que os critérios surgiram espontaneamente após se darem conta de que os nomes pinçados se repetiam na pré-seleção de cada curador/curadora: “Tivemos uma grande liberdade para pensar curadoria em um formato que não fosse comercial ou que priorizasse apenas artistas reconhecidos/reconhecidas”, conta. Ave complementa que também estão agendadas lives e a programação será divulgada em breve.

As apresentações dos solos e a residência irão acontecer no Espaço 28, sede do 28 Patas Furiosas, unindo o mínimo possível de equipe técnica e respeitando as recomendações de segurança para evitar o contágio pela COVID-19. As apresentações terão sessões únicas veiculadas ao vivo pelo Youtube. Já o cabaré será realizado também por meio do Youtube, mas com cada artista em sua casa apresentando um número artístico – a mediação será do ator Fredy Allan.

A segunda edição do festival é voltada a trabalhos de artistas residentes no Brasil, produzidos e/ou estreados entre os anos de 2013 e 2019, e selecionou solos que reflitam o período de instabilidade na recente História brasileira. Os trabalhos selecionados focaram na potência que vem da própria fragilidade do contexto cultural atual, da precariedade e da rusticidade, princípios seminais na pesquisa permanente do 28 Patas Furiosas. Importa ao grupo apresentar à sociedade um debate sobre as formas de produção atuais, assim como a ética/estética do período.

Artistas pré- selecionados
As 208 inscrições recebidas vieram da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal, além de uma inscrição de Nova Iorque (EUA). Há um representante do Ceará (Jamal) e um de Minas Gerais (Suellen Sampaio) – o restante é do estado de São Paulo.

A artista residente selecionada foi GUM4 com o projeto (r)_e-c0L3t4. Os seis solos são Birita Procura-se, de Ariadne Antico; MACACOS, de Clayton Nascimento | Cia do Sal; Gênera, de Flow Kountouriotis; CARDINAL, de Jamal; Zona Provisória, de Rubia Braga; e Marcapasso de Suellen Sampaio.

No cabaré, foram escolhidos os números Graxa – Voz e Violão, de Alê Vianna; semana de arte baderna, um manifesto (uma hora dessas?), de Daniel Minchoni; AMATEUR: o espetáculo de um palhaço amador, de Daniel Satin; Bagã, de Ingrid Taveira; A Instabilidade Perpétua, de Matheus Moreira; Outra Direção, de Natália Nery e Mapulu, de Rocio Walls.

O artista plástico Yago Goya foi selecionado excepcionalmente para realizar a sua exposição Uma Bixa: Olhar Dissidente, ao longo do mOno_festival.

Suplentes
Entre as residências, os projetos na suplência são Exercícios de transgredir: a candidatura Presidencial como prática de liberdade, de Caio; e Platô, de Alexandra Tavares. Entre os espetáculos solo, estão A Coreógrafa, de Clarissa Sacchelli; Depoimentos para Fissurar a Pele, de Djalma Moura; Antílope, de Flavia Pinheiro; e O Canto de Odé, de Yago Micall. Já os suplentes para o cabaré de variedades são Xarabemba Chicken – o monstro telepático, de Gustavo Saulle; Dramorgias, de Maria Cecília Mansur e Truques da Mente; de Rogerio Hideo.

Curadoria
Representando o 28 Patas Furiosas, Isabel Wolfenson, Sofia Botelho e Valéria Rocha formaram a equipe curatorial, juntamente com Ave Terrena, dramaturga, poeta, professora e escritora, Pedro Galiza, artista transmídia e Verônica Santos, bailarina e integrante da Corpórea Companhia de Corpos.

Minibios
Ave Terrena é dramaturga, poeta, diretora, atriz e professora da Escola Livre de Teatro de Santo André. Autora das peças “as 3 uiaras de SP City” (2018), “Máquina Branca” (2019), “O Corpo que o Rio levou”, (2017) e “Lugar da Chuva” (2018), além do livro de poesias, que ganhou versão em formato de espetáculo poético-musical. Atriz do longa “Para onde voam as feiticeiras”, com estreia em 2020. Participa de rodas de debate, mesas, e conduz oficinas e práticas formativas em diversas instituições, além de participar de projetos independentes com coletivos autônomos. Integrante do grupo de teatro LABTD (Laboratório de Técnica Dramática) desde 2015.

Pedro Galiza é artista transmídia residente na zona norte de São Paulo. Pedro é uma pessoa não binária, e seu trabalho como artista do corpo engatilha propostas de criações que se estendem em diversos fenômenos artísticos – seja na arte da ação, performance arte, música, cinema, dança, nas demais realidades audiovisuais, no teatro, na moda. Suas pesquisas têm como foco de investigação a autonomia; a cultura do remix; a pulsão de morte; e essencialmente a transfiguração (acessar e permitir ser aquilo que não sou, ou que desconheço).

Verônica Santos, natural de Belo Horizonte (MG), é bailarina intérprete, coreógrafa, preparadora corporal, diretora de movimento, atriz, arte-educadora. Sócia – fundadora e diretora da Corpórea Companhia de Corpos, fundada em 2016 na cidade de São Paulo, núcleo de pesquisa do corpo negro na cena artística. É diretora geral do espetáculo “RÉS”, premiado no projeto “Rumos Itaú Cultural” 2018/2019, com a “Ocupação RÉS” MULHERES EM CÁRCERE.

Integrantes do 28 Patas Furiosas
Isabel Wolfenson é atriz, produtora e artista-orientadora. Graduada no Bacharelado em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena, dedica-se à pesquisa da linguagem teatral e desenvolvimento de ações formativas junto ao coletivo teatral 28 Patas Furiosas desde 2013 na cidade de São Paulo. Em 2018 integrou a curadoria e realizou a assistência de coordenação da primeira edição do mOno_festival.

Sofia Botelho é atriz, produtora, diretora e dramaturga. Atuou em espetáculos de companhias como Cia. Elevador Panorâmico de Teatro, mundana companhia, Cia. Livre e LABTD. Sofia é uma das integrantes e fundadoras do coletivo teatral 28 Patas Furiosas, e uma das idealizadoras do mOno_festival, atuando em sua Coordenação Geral desde a primeira edição em 2018.

Valéria Rocha é atriz e artista-educadora. Formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) no curso de Licenciatura em Artes Cênicas, e no curso de Formação de Atores da Escola Livre de Teatro de Santo André. É atriz e cofundadora do 28 Patas Furiosas e do Coletivo Quizumba – grupo no qual atuou por 10 anos – e do Núcleo Atômico, grupo de pesquisa de práticas artísticas e pedagógicas.

A 1ª edição do mOno_festival em 2018
Com o apoio do PROAC – FESTIVAIS, foi realizada em setembro de 2018 a primeira edição do mOno_festival. A partir da pergunta Qual o mínimo necessário para que uma ação artística aconteça?, foram apresentados 10 espetáculos solos (em dança, música, teatro e performance), um Mini-Cabaré, uma roda de conversa com as artistas e os artistas participantes, além de oferecidas ações formativas para a Escola Estadual Rui Bloem, localizada nos arredores do Espaço 28, parceira do grupo.

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Criança pode ser DJ? Luciano Vianna, criador da Festa Ploc, orienta e conta como o filho, de 12 anos, tem feito sucesso nas lives da ‘Ploquinho’

DJ Tutu Vianna, de 12 anos. Créditos: Divulgação / Festa Ploc

“O investimento de um equipamento para DJ vai de R$ 2 mil a R$ 10 mil, mas a primeira coisa é ver se a criança gosta e tem conhecimento de música. Incentivo é sempre muito importante”, diz o DJ Dom LV, papai do pequeno DJ Tutu Vianna.

Sucesso também na quarentena entre a criançada, a Ploquinho, festa infantil da Ploc, vem se destacando com as lives comandadas pelo DJ Tutu Vianna, de apenas 12 anos. Luciano Vianna, criador do projeto e pai coruja do jovem DJ residente do evento infantil, incentiva o filho a aprender mais sobre a carreira, e dá dicas para quem também tem em casa um jovem apaixonado por música e que sente o desejo de comandar as carrapetas nas mais animadas festas.

“Cultura tem um poder transformador, independente de ser pela música, leitura ou vídeos. Minha filha de 4 anos já foi em dois ‘Rock in Rio’ comigo, por exemplo. Meu outro filho foi a seu primeiro show com dois anos, no Lollapalooza Chile. Crio meus filhos para serem globais, gostarem de tudo, de música, museu, leitura, filmes. Essa é a melhor contribuição que posso dar aos meus quatro filhos. O Tutu Vianna quis ser DJ desde que fui dar uma aula de discotecagem em sua escola, e eu incentivo muito. Ele já tem um equipamento completo de DJ igual ao meu”, revela Luciano Vianna, o DJ Dom LV, com todo orgulho.

O DJ experiente orienta outros pais que têm pequenos aspirantes na carreira em casa: “A primeira coisa é ver se a criança realmente gosta de música e tem interesse em conhecer do assunto cada vez mais. O pai pode ajudar incentivando e o ajudando a escolher cada música, mostrando cada banda, revelando histórias. Os pais podem levar conhecimento e mostrar o caminho. Se for o momento de investir, vale lembrar que um equipamento para DJ custa de R$ 2 mil a R$ 10 mil, mas a primeira coisa é levar para a criança todo o conhecimento sobre música. Meu filho toca violão, piano e guitarra, além de ser DJ.”

Repertório aprovado pelos pais e psicólogos
A Ploquinho, festa voltada para crianças do projeto Ploc, surgiu no carnaval de 2018 como um bailinho infantil. Em 2019 ela cresceu e virou um bloco infantil e, mais recentemente, está se transformando numa festa também para papais e crianças.

Luciano Vianna explica que a Ploquinho toca tudo que as crianças gostam de ouvir, mas que uma regra é importante: “Só toca o que eu deixo meus filhos escutarem. Além do Tutu, eu tenho duas gêmeas de 5 anos e uma caçula de 4 anos. No repertório estão clássicos interpretados por grupos como Palavra Cantada, Galinha Pintadinha, Mundo Bita, entre outros. Todas as músicas estão sob a supervisão de uma psicóloga que aprova ou não o que será tocado.”

Saiba mais sobre a Ploc:
Referência quando se trata dos anos 80, a Festa Ploc cresceu e hoje abrange muito mais que apenas uma década. De acordo com os sócios e também DJ’s Pillar Gama (Menina Veneno) e Luciano Vianna (Dom LV), entende-se como retrô tudo que passa de 10 anos atrás e agora, a viagem no tempo vai da década de ouro aos clássicos dos anos 2000. Com 16 anos de história, PLOC vai muito além de uma festa e tornou-se uma marca nos mais diversos nichos, como a Ploc Beer, cerveja própria da marca, consultoria para empresas, agenciamento de artistas retrô, playlist no Spotify e edições do evento marcadas em Portugal, Espanha e Estados Unidos.

Mais informações sobre Festa Ploc:
https://www.youtube.com/PlocTv
https://www.facebook.com/FESTAPLOC/
https://festaploc.com.br
https://www.instagram.com/festaploc/

Créditos: Lucas Pasin | Nobre Assessoria

“Será que ele me ama?” Livro de neurocientista esclarece os sentimentos do melhor amigo do homem

Créditos: Divulgação | Citadel Editora

A ex-BBB Vanessa Mesquita, do Instituto Pet Van, está à frente da campanha #MEUCÃONACAPA que promete espalhar histórias de amor pelo Brasil

“O que meu CÃO sente por mim?” Essa é uma das perguntas que os apaixonados pelos cachorros sempre fazem. Para Gregory Berns, neurocientista da Emory University, em Atlanta, EUA, a dúvida se transformou na pesquisa científica The Dog Project.

Berns não só transcreveu suas descobertas no livro Será que ele me ama? , que chega agora no Brasil pela Citadel Editora, como transformou o resultado em uma genuína causa de amor.

O editor André Fonseca, que é um apaixonado por cães desde a infância, decidiu fazer algo diferente para o lançamento do livro. Em vez de publicar a capa do livro com fotos de cães dos tradicionais bancos de imagens, ele, junto com a equipe da Citadel Editora e sua agência de marketing, decidiram lançar a campanha #MeuCãonaCapa.

O projeto vai compartilhar esse amor de todas as formas possíveis!

A primeira novidade desse lançamento é que parte das vendas dos exemplares será revertida para o Instituto de Apoio e Defesa Animal Pet Van, criado pela médica veterinária, modelo e ex-BBB Vanessa Mesquita, que também prefacia a obra.

A segunda e mais esperada novidade é: todos que postarem no seu próprio perfil do Instagram um relato que “prova” que seu cão te ama, com o uso da hashtag #MEUCÃONACAPA, vão concorrer a ter a imagem do seu amado cãozinho na CAPA do livro “Será que ele me ama?”.

Como funcionará a campanha?
Para concorrer à foto do cachorrinho na capa do livro Será que ele me ama?, será preciso publicar no Instagram a imagem do seu companheiro de quatro patas com a história que mostre a relação entre você e seu pet.

Para validar a participação na campanha, deve-se usar as hashtags #seraquelemeama e #meucaonacapa.

A Campanha começa dia 06 de julho (segunda-feira) e vai até 27 de julho (segunda-feira), e serão selecionados 22 ganhadores. Siga o perfil da @citadeleditora no Instagram para não perder a divulgação dos cãezinhos selecionados.

Agora, se ele te ama? A resposta você sabe, descubra cientificamente e conheça mais sobre esse incrível projeto: http://seraqueelemeama.com.br/
Confira também com exclusividade os primeiros capítulo do livro: https://adobe.ly/2VH6d7M

Ficha Técnica
Título: Será que ele me ama? Um neurocientista decifra o cérebro emocional canino
Editora: Citadel
Edição: 1ª Edição 2020
ISBN: 978-65-5047-054-8
Preço: R$ 44,90
Páginas: 256
Onde comprar: Amazon

Sobre o livro: Em Será que ele me ama? o neurocientista americano Gregory Berns descreve em detalhes os anos de sua pesquisa científica The Dog Project, em que decifrou o cérebro canino por meio de estudos de ressonância magnéticas. Detalha todos os processos que levaram às descobertas fascinantes de sua pesquisa na Emory University. Além de seu projeto, Gregory nos presenteia com inúmeras outras pesquisas de pessoas que já dedicaram tempo ao estudo das emoções caninas, como Charles Darwin em “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais” ou o fisiologista russo Ivan Pavlov, ganhador do Prêmio Nobel de 1904.

Sobre o autor: Gregory Berns, M.D., Ph.D., é o Professor Distinto de Neuroeconomia da Emory University. Sua pesquisa foi apresentada no New York Times, no Wall Street Journal, na Forbes, no Los Angeles Times, Nature, Money, New Scientist, Psychology Today e na CNN, NPR, ABC e BBC. Ele mora em Atlanta, na Geórgia, com sua esposa, dois filhos e três cães.

Créditos: Gabriela Cuerba | LC Agência de Comunicação

Clube de Autores lançará livro “Crônicas de Quarentena” em evento virtual dia 07.07

Créditos: divulgação

Lucro obtido pela venda da obra será doado para a entidade Missão Covid

O Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, realizará uma live no dia 7 de julho às 19h em seu instagram para anunciar o lançamento da obra “Crônicas de Quarentena”. A publicação traz 39 histórias, escritas por autores em formato de crônica, que revelam sentimentos individuais sobre a quarentena imposta ao mundo todo por conta da pandemia da Covid-19. Todo o lucro das vendas será revertido para a Missão Covid, plataforma que conecta gratuitamente médicos voluntários a pessoas com sintomas de coronavírus.

O evento virtual de lançamento do livro será realizado pelo Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, e ainda contará com a participação do Dr. Leandro Rubio, fundador do Missão Covid.

Toda renda obtida com a venda do livro será doado para a Missão Covid. “Entendemos que neste momento deve haver mais empatia e solidariedade, estamos todos enfrentando essa pandemia juntos”, diz Ricardo. “Ao receber tantos relatos, percebemos a necessidade de se documentar essa parte da história da humanidade e ainda de ajudar de alguma forma aqueles que precisam”, continua.

A Missão Covid é um projeto reconhecido pelos Ministérios da Saúde e Economia, está em atividade desde 23 de março e conta com 1.300 médicos voluntários cadastrados e 130 mil pacientes entre já atendidos e agendados. A startup ainda acaba de disponibilizar a plataforma de atendimento médico gratuito a indígenas.

“A doação para a Missão Covid ajudará para que otimizemos a plataforma de atendimento por telemedicina e ajudará no custeio do armazenamento dos dados na nuvem AWS. Essa contribuição do Clube de Autores nos ajudará a atender ainda mais pacientes no nosso país”, diz Dr. Leandro Rubio.

Sobre o livro
“Crônicas de Quarentena” é resultado do desafio homônimo lançado no final de março de 2020 pelo Clube de Autores, em que, como uma das formas de incentivo aos escritores, leitores e parceiros, a plataforma abriu espaço para que seus autores contassem suas próprias histórias. Foram mais de 830 crônicas recebidas pelo Clube.

Dor, medo, esperança, solidão e até mesmo alegria são sentimentos narrados de forma única por cada um dos escritores. “Não foi fácil avaliar todas as histórias e escolher as 39 que foram publicadas no livro. Não sabemos como será o mundo quando tudo isso terminar, mas sabemos que aqui temos boas histórias para contar. Algumas nos fizeram chorar, pois nos identificamos com as angústias, e outras nos fizeram sorrir com a esperança de que tudo isso acabaria logo”, diz Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

Médicos, professores, escritores em tempo integral, filhos preocupados com os pais idosos, idosos entediados e donos de casa com filhos para cuidar tomaram o controle da narrativa e se tornaram protagonistas ao dividirem suas experiências com a quarentena.

“É uma obra feita a muitas mãos e com muito carinho, que certamente servirá como uma memória de tudo que vivenciamos neste período. É um momento histórico, que ficará marcado na vida de todos nós e certamente interessará às gerações futuras. Para muitas pessoas, a perspectiva de deixar esse registro é também uma motivação para escrever”, finaliza Ricardo.

Crônicas de Quarentena” já está disponível na plataforma do Clube de Autores em formato digital e impresso.

Sobre os participantes da Live
Ricardo Almeida
Ricardo Almeida é CEO do Clube de Autores. Possui mais de 30 anos de experiência com planejamento digital. Antes de co-fundar a empresa em 2009, atuou na I-Group e Agência A2C como Diretor Geral e Diretor de Planejamento e Inovação respectivamente. É criador e coordenador do MBA em Marketing Digital da FECAP, criou também a metodologia Moebius de Planejamento Estratégico Digital. Em 2014 ganhou o YCE (Young Creative Entrepreneur) com o case do Clube de Autores. Ricardo é formado em Propaganda e Marketing na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

Dr. Leandro Rubio
Leandro Rubio é cardiologista com especialização em cardiologia intervencionista pelo instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. É apaixonado por gestão,liderança e inovação, com formação na FGV, Stanford Business School e passagem pelo Vale do Silício. Atuou como coordenador da cardiologia do Hospital Samaritano 2019-2020. Fundador do Missão Covid e Médico do Futuro.

Sobre o Clube de Autores
O Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand, representa cerca de 23% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura. A empresa, comandada por Ricardo Almeida, fechou o ano de 2019 com uma rentabilidade 50% maior do que no ano anterior.

Sobre o Missão Covid
O Missão Covid é uma startup reconhecida pelo Ministério da Saúde e da Economia como solução em saúde no combate à pandemia de Covid-19. Fundada pelos médicos Leandro Rubio (cardiologista), Raphael Brandão (oncologista), e pelos especialistas Cristiano Kanashiro em inovação digital (da consultoria GO.K) e Carlos Franchi Júnior (Vice Presidente da Multi Nacional Americana de Tecnologia da Informação) a plataforma Missão Covid conecta gratuitamente médicos voluntários a pessoas com sintomas de coronavírus. O projeto sem fins lucrativos surgiu no dia 23 de março, e hoje conta com 1300 médicos voluntários e mais de 100 mil atendimentos. A plataforma também está disponível para a população indígena pelo endereço http://www.missaocovid.com.br/indigena Para conhecer mais sobre o Missão Covid acesse https://linktr.ee/MissaoCovid

Créditos: Natasha Kubala | Vinícius Cordoni Relações Públicas