Exposição “Las Caras de Cervantes” no Instituto Cervantes

Obra de Jesús Varela que homenageia Miguel de Cervantes em exibição no Instituto Cervantes. Foto: Jorge Almeida

O Instituto Cervantes apresenta até o próximo dia 29 de julho, sábado, a exposição “Las Caras de Cervantes”, que traz cerca de 30 trabalhos inspirados no célebre escritor espanhol Miguel de Cervantes Saavedra (1547-1616). Os artistas que participam da mostra estão apadrinhados pelo indivíduo que imaginaram desde o presente e que, talvez, tenha sido Cervantes.

As obras apresentadas por meio de aquarelas, pinturas, grafites, fotomontagens, mosaicos e bordados confeccionados por artistas brasileiros, espanhóis e latino-americanos vem acompanhada de um poema do escritor.

A Língua espanhola, a História e a Arte deixaram reunir e desvendar novos talentos, visões clássicas e ao mesmo tempo inovadoras, coloridas, inspiradoras e divertidas, mas sem deixar de representar a grandiosidade que vem atrelada à ideia de recriar o grande mestre da Literatura espanhola.

Entre os destaques estão a pintura de Bruna Gusmão, de 2017, feita com guache; o mosaico “Cervantes” (2017), da dupla Simone Berton e Regina Shahini; e “Las Diversas Caras de D. Miguel de Cervantes” (foto), de 2017, um óleo sobre tela, de Jesús Varela.

SERVIÇO:
Exposição: Las Caras de Cervantes
Onde: Instituto Cervantes – Avenida Paulista, 2439 – Cerqueira César
Quando: até 29/07/2017; de terça a sexta-feira, das 14h às 21h30; sábados, das 9h às 15h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “LaMínima 20 Anos” no Centro Cultural FIESP

Instalação circense celebra 20 anos da companhia LaMínima no Centro Cultural FiIESP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural FIESP promove até o próximo dia 9 de julho, domingo, a exposição “LaMínima 20 Anos”, que visa retratar a trajetória da companhia teatral por meio de imagens, textos, vídeos e objetos que constituem a memória viva da LaMínima.

A mostra não se preocupa com a linha do tempo e sim, em congregar os diversos espetáculos de uma maneira aberta, mas tomando o cuidado de perceber as coerências entre os diferentes projetos.

Em “LaMínima 20 Anos”, o público poderá conferir os baús do passando e compreender um pouco sobre a saga dos atores Domingos Montagner e Fernando Sampaio ao montarem uma das principais companhias teatrais do Brasil.

Itens como figurinos, adereços, vídeos, fotografias, prêmios e cenários revisitam as produções e relatam a história da dupla, da amizade e parceria profissional até o surgimento dos palhaços Agenor e Padoca.

A mostra exibe uma reprodução de um picadeiro e destaca também os bastidores de um espetáculo circense, desde a preparação do enredo até a concepção dos personagens e seus figurinos.

SERVIÇO:
Exposição: LaMínima 20 Anos
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 09/07/2017; diariamente, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Bambu – História de Um Japão” no Japan House São Paulo

Shinai e bogu em exposição na primeira exposição do Japan House São Paulo. Foto: Jorge Almeida

A mostra “Bambu – História de Um Japão” está em cartaz até o próximo dia 9 de julho, domingo, no Japan House São Paulo. A exposição, que é a primeira do novo espaço cultural, traz um conjunto de obras que tem como matéria-prima principal o bambu, a planta da família das gramíneas, e que se faz presente nas mais diversas manifestações da cultura japonesa.

Países possuem elementos que articulam a sua identidade, mesmo que, às vezes, de forma explícita ou silenciosa. Esse elemento de identidade nacional, por exemplo, pode ser um animal, uma planta ou algum aspecto geográfico, enfim, que sintetizam a elemento cultural de um povo, seus valores e sua visão de mundo. O Canadá tem a árvore de Maple; os norte-americanos têm a águia; a Rússia tem o urso; a Austrália tem o canguru; e aqui no Brasil temos, inclusive, esses elementos locais, como o chimarrão dos gaúchos; o frevo de Pernambuco; o chapéu de cangaceiro dos sertanejos nordestinos e, por aí vai.

Porém, o bambu não foi escolhido como símbolo do Japão, e, de acordo com o curador Marcello Dantas, o bambu “é uma espécie de ingrediente secreto, que se manifesta de diferentes formas de tecido cultural do país” e que, de tão onipresente, “tornou-se imperceptível aos japoneses”.

Embora seja bastante conhecido no Brasil, o bambu tem mais de 200 espécies no país, sendo que a maior floresta nativa da planta no mundo está no Acre. Apesar desse importante dado, poucos sabem aproveitar desse material. Em todo o globo, existem mais de cinco mil usos de bambu registrado, sendo os japoneses impressionantes fontes de técnicas com relação ao uso do material e de algumas expressões criativas.

A exposição visa manifestar no contraste entre o caule fibroso e o oco interior um espaço para os potenciais, para a criação e a tradição. Com ela, celebra-se o encontro de duas culturas que possuem uma riquíssima história de contato.

A presença do bambu na cultura japonesa, ainda de acordo com Dantas, “se estende da cerimônia do chá às artes marciais, da música à arquitetura, das artes visuais aos utilitários rurais, dos ritos religiosos às brincadeiras de criança, da literatura à inovação e à tecnologia”.

A mostra destaca os “takegaki” (cercas) que, em áreas externas, são a forma mais comum de delimitar espaços no Japão. O espaço ainda tem um sala que conta a história do bambu, que tem início na pré-história e o seu uso no Japão remonta ao chamado Período Jómon.

Chamam atenção as doze obras, como cestos, funis e peneiras, produzidas por Kazuo Hiroshima (1915-2013), considerado um mestre do artesanato rural com bambu; também uma vitrine que traz a arte em bambu, com 17 objetos, cuja prática artística começou na segunda metade do século XIX no Japão; outro destaque são o shinai e bogu (foto), uma espada de bambu usada em Kendo e uma armadura de quatro peças.

E, ainda, no segundo andar da instituição duas esculturas: “Ponte em Círculo” (2017), feito de bambu cana-da-índia, de Shigeo Kawashima; e “Conexão” (2017), obra composta de bambu tigre (torachiku) e trançado aberto hexagonal, de Chikuunsai IV Tanabe.

SERVIÇO:
Exposição:
Bambu – História de Um Japão
Onde: Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 – Cerqueira César
Quando: até 09/07/2017; de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Cia LaMínima faz últimas apresentações do espetáculo Pagliacci

Cena de Pagliacci. Foto de Paulo Barbuto

Depois de uma temporada de sucesso de crítica e público, termina no próximo dia 02 de julho de 2017 a temporada do espetáculo Pagliacci, da LaMínima Cia de Teatro. Baseado na obra de Ruggero Leoncavallo, com direção artística de Chico Pelúcio e texto de Luís Alberto de Abreu, os atores Alexandre Roit, Carla Candiotto, Fernando Sampaio, Fernando Paz, Filipe Bregantim e Keila Bueno dão um ‘até breve’ para os personagens vividos na história de Pagliacci, uma trupe de palhaços com suas histórias de ciúme, traições e vilanias. O espetáculo faz parte do projeto LaMinima 20 anos que tem a realização do Sesi São Paulo e contou com várias ações para a comemoração dos 20 anos da cia.  A concepção do projeto é de Domingos Montagner e Fernando Sampaio.

O espetáculo, dirigido por Chico Pelúcio e escrito por Luís Alberto de Abreu, coloca em cena os personagens Canio (Alexandre Roit), chefe da companhia de saltimbancos e Nedda (Keila Bueno),  esposa de Canio e foco do amor de Silvio (Fernando Sampaio), ator da companhia circense. Tonio (Filipe Bregantim), com sua índole questionável, namora a sedutora e voluptuosa Strompa (Carla Candiotto) e Peppe (Fernando Paz) é o dramaturgo da companhia, o bufão.

Pagliacci é, originalmente, uma ópera em dois atos, com música e libreto compostos por Ruggero Leoncavallo e representada pela primeira vez no Teatro dal Verme de Milão, em 21 de maio de 1892. Obra mundialmente conhecida, é um melodrama de um amor fracassado e traído envolvendo atores de uma companhia circense.

Nessa estreia do LaMínima, da ópera de Leoncavallo há apenas o título e os personagens. Para Abreu, autor desse texto escrito ineditamente para o grupo, a questão era beber na fonte do “[mote original] sério, pesado, melodramático e prisioneiro da moral do século XIX” e buscar os elementos da dramaturgia “na própria linguagem teatral e circense: a narrativa, a farsa, o melodrama, o metateatro, a eliminação da linearidade, tão característica da linguagem circense e do teatro de variedades”.

O diretor Chico Pelúcio considera que essa montagem, aliada à sólida linguagem teatral construída pelo LaMínima, será um “encontro dos primórdios da encenação do I Pagliacci, no tempo em que a ópera era apresentada para grandes públicos, populares em sua maioria, que encontravam ali uma comunicação forte, direta e reveladora. As óperas não eram para elites mas para a grande população”. E complementa que, “entrelaçar o circo, a música, a palhaçaria e a adaptação do dramaturgo Luís Alberto de Abreu, em uma obra, permitirá pesquisar um Brasil que transforma antropofagicamente suas influências”.

Histórico do grupo
O Grupo La Mínima, criado em 1997, é uma dupla de palhaços, com origem circense cujo princípio é pesquisar o repertório clássico do palhaço, adaptá-lo e aplicá-lo a diversos suportes dramatúrgicos.

O palhaço está nas ruas e nas feiras, nos parques de diversão, nas histórias em quadrinhos, no cinema mudo ou falado, nos espetáculos de variedades e nos textos clássicos. O palhaço vai existir sempre. Ele nos possibilita perceber limites, diferenças e semelhanças através de um universo fantasioso, mas não menos objetivo. É ele que nos permite rir de nós mesmos. De Homero a Bocaccio, de Carlitos a Oscarito, de Leonardo da Vinci a Laerte, a humanidade há pelo menos 28 séculos registra o humor e ri dela mesma.

Os 20 anos do LaMínima
O ano de 2016 já deixava vislumbrar, para os atores do LaMínima, que as duas décadas de estrada poderiam ser comemoradas no ano seguinte com uma estreia acalentada há tempos por Domingos Montagner e Fernando Sampaio, seu parceiro de grupo: Pagliacci. Em uma sinopse escrita no ano passado por Domingos para apresentar o projeto LaMínima 20 anos, seu texto acabava com a  palavra “generosidade” para conceituar a arte do palhaço, “ (…) uma arte exigente, que pede vocabulário e apuro técnico dos seus intérpretes, anos de prática, um profundo conhecimento da alma humana e acima de tudo, generosidade”.

É essa generosidade que permeia os 14 trabalhos estreados pela companhia até hoje e se materializa ao dar a chance ao público de fruir uma nova estreia teatral, uma exposição com fotos, figurinos e objetos e fazer circular pela cidade de São Paulo seis espetáculos de seu repertório.

Ficha Técnica
Concepção: Domingos Montagner e Fernando Sampaio/ Texto e adaptação: Luís Alberto de Abreu/ Direção: Chico Pelúcio/ Diretor assistente: Fabio Caniatto/ Direção musical e música original: Marcelo Pellegrini/ Elenco: Alexandre Roit (Canio), Carla Candiotto (Strompa), Fernando Paz (Peppe), Fernando Sampaio (Silvio), Filipe Bregantim (Tonio) e Keila Bueno (Nedda)/ Iluminação: Wagner Freire/ Cenografia: Marcio Medina e Maristela Tetzlaf/ Figurino: Inês Sacay/ Adereços: Cecília Meyer/ Visagismo: Simone Batata/ Pintura artística dos telões: Fernando Monteiro de Barros/ Assistente de pintura: Jonathas Souza Braga/ Costureiras: Benê Calistro, Célia Calistro e Cidinha Calistro/ Direção de Produção: Luciana Lima/ Produção executiva: Priscila Cha/ Administração: José Maria (Nia Teatro)/ Assistência de produção e de administração: Chai Rodrigues/ Assistência de produção: Karen Furbino/ Assessoria de imprensa: Márcia Marques (Canal Aberto)/ Programação visual: Sato Brasil  e Murilo Thaveira (Casa Da Lapa)/ Fotos: Carlos Gueller e Paulo Barbuto/ Supervisão geral: Fernando Sampaio e Luciana Lima.

Ficha Técnica Musical
Música originalmente composta e arranjada por Marcelo Pellegrini/ Produção musical: Surdina/ Músicos: Gabriel Levy (Acordeon), Luiz Amato (Violino), Adriana Holtz (Violoncelo), Maria Beraldo Bastos (Clarinete), Rubinho Antunes (Trompete), Paulo Malheiros (Trombone), Tuto Ferraz (Bateria), Pedro Pastoriz (Banjo), Ronem Altman (Bandolim) e Leonardo Mendes (Guitarra)/ Projeto de sonorização: Bruno Pinho/ Músicas incidentais adicionais: “Intermezzo” e “Vesti la Giubba” da ópera “Pagliacci” (Rugero Leoncavallo), “Preludio – Ato I” da ópera “La Traviata” (G. Verdi), “Coro di zingari” da ópera “II Trovatore” (G. Verdi), “Preludio – Ato I” da ópera “Carmen” (G. Bizet), “Valsa – Ato I” de “Coppélia” (L. Delibes) e “Minha Vontade” (Chatim)/ Alexandre Roit (Flauta, Trombone, Piano de Garrafa e Percussão), Carla Candiotto (Acordeon e Percussão), Fernando Paz (Serrote, Trompete e Acordeon), Fernando Sampaio (Sousafone, Concertina, Piano de Garrafa, Teclado de Buzina e Percussão), Filipe Bregantim (Saxofone, Piano de Garrafa e Percussão) e Keila Bueno (Voz e Percussão)

Serviço
Pagliacci
Até 2 de julho de 2017
Datas e horários: quinta à sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 80 Minutos
Local: Teatro do SESI-SP, Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Grátis. As reservas antecipadas de ingressos podem ser realizadas on-line pelo sistema Meu Sesi (www.sesisp.org.br/meu-sesi). Os ingressos remanescentes serão distribuídos nos dias do espetáculo, conforme horário de funcionamento da bilheteria (quarta a sábado, das 13h às 20h30, e aos domingos, das 11h às 19h30).
Mais informações em http://www.centroculturalfiesp.com.br.

Assessoria de Imprensa Sesi-SP | http://www.sesisp.org.br/cultura/
Raisa Scandovieri: raisa.scandovieri@fiesp.com.br
Telefone: (11) 3549-4846

Informações à imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques | Daniele Valério
Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425
Email: marcia@canalaberto.com.br | http://www.canalaberto.com.br

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Exposição “Piauí – A Mão Livre Que Elabora” no Conjunto Nacional

Vista parcial da exposição no Espaço Cultural do Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

A mostra “Piauí – A Mão Livre Que Elabora” está em cartaz até o próximo sábado, 1º de julho, e reúne cerca de 20 esculturas de madeira. A exposição é organizada pela CAMEDE (Cooperativa de Artesanato Mestre Dezinho).

As esculturas propõem um olhar de maneira histórica para os grandes criadores, os geniais que o tempo coube de se consagrar, paralelamente em que apresenta novos artistas, cuja produção dirige para a esperança de futuros criadores, hoje evoluindo com a mesma engenhosidade dos que os ensinaram a operar. A arte piauiense reinventa-se no tempo, surpreendendo o olhar apurado de críticos, colecionadores e entusiastas da expressão popular pura.

Os artistas do Nordeste não se suprimem em criatividade e rigor técnico. Transitam pela arte popular com excelência e habilidade, com uma pulsão de formosura nobre, em representações só plausíveis quando saídas de mãos excepcionais como a do Mestre Dezinho, Mestre Expedito e Mestre Cornélio, para citar apenas três expoentes que abriram caminho para outros artistas.

SERVIÇO:
Exposição:
Piauí – A Mão Livre Que Elabora
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/06/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22; domingo, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Exposição “Ser Urbano” no Conjunto Nacional

Foto de Fernanda Borges em exibição no Conjunto Nacional. Créditos: divulgação

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até a próxima sexta-feira, 30 de junho, a mostra “Ser Urbano”, que traz cerca de 40 fotografias da cidade de São Paulo elaboradas por diversos fotógrafos.

De acordo com o curador Marcos Varanda, “em São Paulo, na Avenida Paulista, dentro do Conjunto Nacional, a diversidade das imagens busca dialogar com milhares de pessoas que transitam no edifício diariamente, evidenciando toda a dinâmica do que é Ser Urbano”.

Entre os participantes da exposição estão os fotógrafos Daniel Schneider, Walter Firmo, Fernanda Burgos, Victor Dragonetti (Drago), Gal Oppido, Marcia Ulls, Mariana Seber, Marcos Monteiro, entre outros.

Em meio aos destaques estão os registros de Fernanda Borges (foto), do lisboeta Luis Pereira e Ricardo Rojas, que captou imagens do Metrô de São Paulo.

SERVIÇO:
Exposição:
Ser Urbano
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/06/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22; domingo, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “O Trabalho e Os Trabalhadores” na Passagem Literária da Consolação

“Mundos Distintos”, Belo Horizonte (MG), foto de Marcelo Santos em exibição na Passagem Literária. Créditos: divulgação

A Passagem Literária da Consolação exibe até a próxima sexta-feira, 30 de junho, a mostra “O Trabalho e Os Trabalhadores”, que reúne 42 fotografias selecionadas pelo Coletivo Olhar Plural, por meio de convocatória.

Com curadoria do artista visual Pedro Clash, a exposição surgiu da vontade em fazer um tributo aos trabalhadores no mês do trabalho (maio), cedendo oportunidade aos fotógrafos de exibirem seus olhares e trabalhos.

Trabalhadores como barbeiros, sapateiros, recepcionistas, seguranças, vendedores ambulantes, entre outros são homenageados.

Em meio aos destaques estão “Seu Bahia, Salvador, Bahia”, fotografia de Urbano Neto que clicou o barbeiro que atua na capital soteropolitana; “Mundos Distintos, Belo Horizonte, Minas Gerais” (foto), imagem de Marcelo Santos; e “Músico, São Paulo – SP”, que captou um músico de rua através das lentes de Samuel Kassapian.

SERVIÇO:
Exposição: O Trabalho E Os Trabalhadores
Onde: Passagem Literária da Consolação – Avenida Paulista x Rua da Consolação
Quando: até 30/06/2017*; de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h; sábados, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

* Sujeito a alteração

Por Jorge Almeida