Exposição “Ainda Há Noite (Nos Queda La Noche)” no Itaú Cultural

O trabalho de Yael Martínez no Itaú Cultural. Créditos: divulgação

O Itaú Cultural promove até o próximo domingo, 11 de agosto, a exposição “Ainda Há Noite (Nos Queda La Noche)”, que reúne cerca de 200 registros que recorrem às hras noturnas com obras produzidas por dez artistas e duplas de oito países da América Latina, além de Espanha e Reino Unido.

A mostra, que tem a curadora de Claudi Carreras e Iatã Cannabrava, faz parte da 5ª edição do Fórum Latino Americano de Fotografia, realizada a cada três anos pelo Itaú Cultural, que apresenta vasta programação de palestras e debates sobre o suporte.
Indagando o conceito de que o dia faz as coisas mais claras, enquanto a noite recobre como um véu, a exposição propões que exista aspectos das afinidades e dos fatos da América Latina que só são revelados ou vistos com preciosidade nos momentos em que a luz natural se ausenta. Assuntos como violência, as marcas dos processos de colonização e os atuais movimentos de negação dos conhecimentos histórico e científico são abordados na mostra.

Em meio aos destaques estão “Lucérnaga” (foto), de Yael Martínez; “História Natural do Silêncio” (2019), de Jorge Panchoaga; e “Purgatório” (2014-2017), de Ignacio Iturrioz.

Vale destacar que a exposição contém videoguia em LIBRAS e audiodescrição com relação às obras.

SERVIÇO:
Exposição: Ainda Há Noite (Nos Queda La Noche)
Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Cerqueira César
Quando: até 11/08/2019; de terça a sexta, das 9h às 20h; sábados e domingos, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

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Exposição “FILE São Paulo 2019” no Centro Cultural FIESP

A obra interativa “A Sense Of Gravity” no Centro Cultural FIESP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural FIESP realiza até o próximo domingo o “FILE São Paulo 2019”, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que completa 20 anos em 2019 e reúne cerca de 250 obras que reúne arte e tecnologia. A novidade da atual edição é a homenagem aos 500 de Leonardo da Vinci e 100 anos da Escola de Bauhaus, criada na Alemanha.

Ao longo dessas duas décadas do festival, sendo 15 deles no Centro Cultural da FIESP, mais de oito mil artistas apresentaram obras de arte interativa, videoarte, robótica, animações de arte, gifs, inteligência artificial, performances, LED show, e outras técnicas. Além da capital paulista, o FILE passou por sete cidades (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e São Luís) e foi visto por mais de um milhão de pessoas.

Evidentemente que a edição 2019 do FILE não poderia deixar de ter interatividade, que é marca do evento. E a interação se faz presente em obras como “Into The Wind”, do tailandês Witaya Junma, composta por uma imensa caixa em que o sopro se transforma em bolhas de sabão. E também “Scope”, da norte-americana Kristin McWarther, que pode ser apreciada em dupla, uma vez que é feita por um móvel de madeira que conecta dois óculos e fones de ouvido de realidade virtual. Os movimentos de um influencia o que o outro vê e vice-versa. Além de “A Sense Of Gravity” (foto), instalação que possibilita a alteração da percepção da gravidade.

Quanto aos homenageados, o mestre do Renascimento é lembrado através da videoinstalação “The Last Supper Alive”, obra em que o compatriota de Da Vinci, Rino Tagliaferro, faz movimento das figuras da “Última Ceia” com uma técnica que mistura softwares de imagem com a da célebre obra de Leonardo, como uma espécie de restauro na clássica obra.

Já o tributo a Bauhaus se dá pelo coletivo alemão Interactive Media Foudation & Artificial Rome através da obra “Das Total Tanz Theater”, que refaz os experimentos do movimento artístico surgidos com a Bauhaus em um espetáculo que envolve o visitante na performance.

SERVIÇO:
Exposição: FILE 2019
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 11/08/2019; de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Centro Cultural Coreano é inaugurado na Avenida Paulista, neste domingo

Centro Cultural Coreano, novo espaço cultural da Avenida Paulista que será inaugurado no próximo domingo. Créditos: divulgação

Programação aberta ao público conta com shows de artistas coreanos, performances e exposições, com destaque para a banda Namsadangpae e a cantora Minzy

De endereço e “cara” novos, o Centro Cultural Coreano será reinaugurado neste domingo, dia 4 de agosto, em São Paulo. A programação conta com apresentações e shows gratuitos, acrobacias em cordas e performance inédita da artista coreana Mukwon Kim. O evento acontece na nova sede do Centro, que foi realocado para Avenida Paulista, 460, em uma construção inovadora, assinada pelo premiado designer coreano Kira Kim, que trouxe para o projeto elementos que simbolizam a arquitetura tradicional coreana. A obra foi executada pela Empresa Temon Serviços.

Entre os convidados com presença confirmada no evento está o vice-ministro da Cultura, Esportes e Turismo da República da Coréia, Roh Tae Kang.  No domingo, dia da abertura, será instalado um palco externo em uma travessa da Avenida Paulista, com apresentações musicais das 12h às 15h. O tradicional grupo Namsadangpae realizará apresentações de “Pungmul”, música folclórica coreana e acrobacias em cordas. A programação contará ainda apresentações de música clássica do Ensemble de Cordas, da Orquestra Jovem do Estado, e a cantora Minzy. Para Alegria dos fãs de K-pop.

Dentro do Centro Cultural Coreano haverá uma performance de “Live Drawing” da artista Mukwon Kim. Ela realizará apresentação com jogos de luzes ao ritmo de música tradicional coreana. No primeiro andar, os visitantes poderão ver a exposição “A verdadeira DMZ”, realizada pela primeira vez fora da Coréia. São instalações, fotos, vídeo artes, entre outras obras de artistas renomados como Hyosang Seung e Gyeong-a Ham.

Sobre o Centro Cultural Coreano

Fundado em 2013, o Centro Cultural é um importante elo cultural entre Brasil e Coréia. Para o diretor da instituição no Brasil, Young Sang Kwon, a mudança de endereço, no ano em que se comemoram 60 anos de relações diplomáticas entre Brasil e Coréia, é uma afirmação da existência de um estreitamento de laços entre os dois países.

Sobre a construção

O Centro Cultural Coreano que ocupa área aproximada de 900m2. Contou com a participação do premiado designer coreano Kira Kim, cujo projeto traz elementos que simbolizam a arquitetura tradicional coreana. Em parceria, os escritórios Padovani Arquitetos e Oliveira Cotta Arquitetura venceram o concurso para a sede do Centro Cultural Coreano do Brasil. A empresa Temon Serviços foi responsável pela execução da obra.

O primeiro andar tem capacidade para 100 lugares, um salão de exposições e a cozinha na qual serão realizadas as aulas de culinária coreana. No local, estão instaladas telas de alta tecnologia para exposições de artes digitais, na qual serão mostradas obras de artistas coreanos e brasileiros, tais como recriações de clássicos da era Joseon, paisagens naturais brasileiras feitas em estilo coreano e muitas outras.

O segundo andar, além da biblioteca e das salas de aula, conta com uma estrutura digital na qual os visitantes poderão aprender sobre a cultura coreana. Está instalada uma mesa com uma biblioteca digital composta por filmes, webtoons, vídeos de k-pop, entre outros. O visitante poderá tirar fotos com roupas tradicionais e também aprender sobre as casas e a escrita coreanas. Tudo por meio de telas touch screen.

Mesmo sem viajar para a Coréia, será possível visitar alguns dos locais turísticos mais famosos e ter uma experiência única com os óculos de realidade virtual disponíveis no lobby do segundo andar. Todas estas instalações digitais fazem parte da área experimental digital da cultura coreana, que foram feitas na Coréia com tecnologia ICT, e enviadas para o Brasil para que as pessoas tenham a oportunidade de “vivenciar” a cultura coreana de uma forma totalmente nova.

Serviço:
Inauguração
Dia 04: A partir das 12 horas
Local: Avenida Paulista, 460
Evento gratuito

Apresentações:
12h30: Apresentação tradicional do grupo Namsadangpae da cidade de Anseong, acrobacias em cordas, dança tradicional.
13h10: Orquestra jovem do Estado de São Paulo- Concerto de música clássica
13h50: Apresentação do grupo Clareira e do pianista Benjamin Taubkin, Música popular brasileira.
14h30 : Apresentação da cantora Minzy
Exposição inédita: A verdadeira DMZ (instalações, fotos, vídeo artes de artistas renomados como Hyosang Seung e Gyeong-a Ham)

Créditos: Jaqueline da Mata | Link Comunicação

Exposição “Da Indonésia à Amazônia – Expedições de Jean-Michel Costeau” no Centro Cultural FIESP

Registro de Carrie Vonderhaar em exposição no Centro Cultural FIESP. Créditos: divulgação31

O Centro Cultural FIESP realiza até o próximo domingo, 4 de agosto ,a exposição “Da Indonésia à Amazônia – Expedições de Jean-Michel Costeau”, que reúne cerca de 60 fotografias do antropólogo francês que captam suas expedições da vida marinha ao redor do mundo.

Organizada em cinco temas – “Gigantes do Mar”, “Hábitos”, “Sem Ossos”, “Sexto Sentido” e “Florestas do Mar” -, a mostra, que é inédita no Brasil, mostram diversos cantos do mundo e trazem imagens e cenários registrados pela equipe da Ocean Futures Society, uma ONG criada por Jean-Michel, para difundir o legado Costeau.

Por mais de seis décadas, a família Cousteau empreendeu o maior trabalho de exploração oceânica de toda a história, com o intuito de documentar toda a vida marinha e o vínculo entre o homem e a natureza.

Em meio aos destaques estão “Água-Viva de Cabeça para Baixo, Caribe” (2012), do Dr. Richard Murphy; o vídeo “Nossa Esperança do Oceano”, com 6’15” de duração, do próprio Jean-Michel Costeau; “Preguiça-de-Coleira, Amazônia Brasileira” (2005), de Carrie Vonderhaar; e “Close de Tartaruga Marinha, Havaí” (foto), também de Carrie Vonderhaar, captado em 2005.

SERVIÇO:
Exposição: Da Indonésia à Amazônia – Expedições de Jean-Michel Costeau
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 31/07/2019; de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

 

Exposição “Tarsila Popular” no MASP

“Pescador”: uma das obras de Tarsila do Amaral em exibição no MASP. Foto: Jorge Almeida

Com 92 obras, a ótima exposição “Tarsila Popular” ficará em cartaz até o próximo domingo, 28 de julho, no MASP. A mostra permite uma nova interpretação referente a personagens, narrativas e temas marcantes no trabalho de Tarsila do Amaral (1886-1973), especialmente no que se refere a temas de cunhos políticos, raciais e sociais, entre pinturas e desenhos da artista modernista.

Tarsila desenvolveu sua produção tendo com base sua vivência e estudos feitos em Paris a partir de 1923. Através das aulas feitas com André Lhote (1885-1962) e Fernand Léger (1881-1955), aprendeu com devoção os estilos modernos da pintura europeia, como o cubismo e, de forma antropofágica, a produzir algo semelhante.

O enfoque da exposição é o “popular”, que Tarsila explorou de diferentes modos em seus trabalhos ao longo de toda a sua carreira. O notório está associado aos debates sobre uma arte ou identidade nacional e a invenção ou construção de uma brasilidade. Em Tarsila, o popular se manifesta através das paisagens do interior ou do subúrbio, da fazenda ou da favela, povoadas por indígenas ou negros, personagens de lendas e mitos, repletas de animais e plantas, reais ou fantásticos.

Considerada uma das maiores artistas brasileiras do século XX, Tarsila do Amaral foi uma das principais figuras do modernismo e, devidamente, merece essa que é considerada a mais ampla exposição já dedicada à artista.

Em meio aos destaques, obras como “Retrato de Mário de Andrade” (1922), “Pescador” (circa de 1925), a ilustração original feita em grafite e nanquim sobre papel para o livro Pau Brasil (1925), a clássica “Abaporu” (1928), entre outros, merecem atenção.

Aliás, a obra “Operários” foi devolvida para o Palácio Boa Vista, do Governo do Estado, e “Vendedor de Frutas”, que foi devolvida para o MAM-RJ.

Aliás, como esta é a última semana da mostra em cartaz e, por conta da grande demanda dos últimos dias, o MASP, excepcionalmente, ficará aberto na terça-feira (23) até à meia-noite com entrada gratuita. Além dessa, o visitante poderá conferir outras mostras do museu, como “Lina Bo Bardi: Habitat”, que recebeu mais de 350 mil visitantes, sendo oito mil somente na terça-feira passada, dia 16 de julho. Só é necessário encarar (e ter paciência) a fila.

SERVIÇO:
Exposição: Tarsila Popular
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 28/07/2019; terça, quarta, sexta, sábado e domingo, das 10h às 18h; quinta-feira, das 10h às 20h (excepcionalmente, o MASP terá os horários de visitação ampliados: terça e sábado, até à 0h, quarta, quinta e sexta-feira até às 19h, e domingo até às 20h)
Quanto: R$ 30,00 / R$ 15,00 (meia-entrada) / entrada gratuita às terças-feiras e para menores de 10 anos

Por Jorge Almeida

Exposição “Lina Bo Bardi: Habitat” no MASP

Projeto do então futuro prédio do MASP em exibição na mostra que homenageia Lina Bo Bardi. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) realiza até o próximo domingo, 28 de julho, a exposição “Lina Bo Bardi: Habitat”, que traz o legado da arquiteta, design, curadora, cenógrafa e pensadora ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992) e que projetou o museu e outras instituições como o Sesc Pompeia.

Casada com Pietro Maria Bardi (1900-1999), Lina chegou ao Brasil em 1946, aos 31 anos, e se aprofundou nas mais variadas culturas que o país proporciona, fazendo de seu habitat sulamericano a atmosfera propícia para seu estilo único e absoluto.

O título da mostra é emprestado da revista Habitat, criada por Lina e Pietro, e editada pelo casal entre 1950 e 1953, uma publicação que marcou o design gráfico e a crítica de arte e arquitetura no Brasil. A exposição visa estabelecer Bo Bardi como uma sábia multifacetada e multidisciplinar e uma autêntica pensadora da cultura de seu tempo.

A mostra está organizada em três seções expostas na galeria do primeiro subsolo do museu: “O habitat de Lina Bo Bardi”, “Da Casa de Vidro à cabana” e “Representando o museu”. A homenageada tem forte vínculo com o MASP, pois fora a autora do projeto do edifício, inaugurado em 1968, e idealizou expografias na antiga sede do museu à Rua 7 de Abril, desde sua fundação, em 1947. Além de ter organizado algumas das mais representativas mostras no MASP, como “A Mão do Povo Brasileiro” (1969) e “África Negra” (1988).

Aliás, como esta é a última semana da mostra em cartaz e, por conta da grande demanda dos últimos dias, o MASP, excepcionalmente, ficará aberto na terça-feira (23) até à meia-noite com entrada gratuita. Além dessa, o visitante poderá conferir outras mostras do museu, como “Tarsila Popular”, que recebeu mais de 350 mil visitantes, sendo oito mil somente na terça-feira passada, dia 16 de julho.

Entre os itens expostos estão fotos e projetos de Lina, como o próprio MASP, o Teatro Castro Alves, em Salvador (1960), além de objetos, como as cadeiras “Poltrona Bardi’s Bowl” (1951), uma estrutura tubular de ferro e couro, e a “Cadeira Beira de Estrada” (1967), feita de madeira corda e ferro.

SERVIÇO:
Exposição: Lina Bo Bardi: Habitat
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 28/07/2019; terça, quarta, sexta, sábado e domingo, das 10h às 18h; quinta-feira, das 10h às 20h (excepcionalmente, o MASP terá os horários de visitação ampliados: terça e sábado, até à 0h, quarta, quinta e sexta-feira até às 19h, e domingo até às 20h)
Quanto: R$ 30,00 / R$ 15,00 (meia-entrada) / entrada gratuita às terças-feiras e para menores de 10 anos

Por Jorge Almeida

Exposição “Japão 47 Artesãos” na Japan House São Paulo

“Akita”, obra de cerâmica, de Hayime Tamura, em exibição na Japan House São Paulo. Foto: Jorge Almeida

Com curadoria do designer japonês Kenmei Nagaoka, do D&Department Project, a exposição “Japão 47 Artesãos” está em cartaz até o próximo dia 25 de julho, na Japan House São Paulo, e faz um vasto panorama do fazer manual do Japão atual, com acessórios que mostram histórias e peculiaridades das províncias e se usufruem de designs típicos.

A primeira impressão do visitante ao conferir as 47 obras é a de que os objetos podem aparentar ser longíquos da regionalidade típica, mas, o ponto inicial dos artesãos em suas produções são, em diversas vezes, as lembranças de sua terra natal, os materiais e as técnicas herdadas nos muitos séculos de sabedoria.

Instalada no segundo andar da instituição, a mostra proporciona um cenário de descobertas oriundas de um Japão que, embora contemporâneo, não abdica de suas tradições, a ser exposto em suas características, sensibilidades e habilidades, através de obras confeccionadas por artesãos das 47 províncias que constituem o país do Sol nascente.

O curador Kenmei Nagaoka explica que “tendo como pano de fundo a história e a atmosfera de cada região, incluindo o artesanato tradicional e a indústria local, esses artesãos misturam a própria criatividade e as necessidades da sociedade de forma equilibrada, expressando a si mesmos na forma de recipientes e utensílios”.

A seleção das peças salienta que o design não está vinculado ao consumo descontrolado, mas sim, no enaltecimentosi dos objetos de qualidade, que contam uma história. Para ajudar a alcançar as características e contar estas histórias, as peças da mostra estão divididas em cinco núcleos que formam as áreas geográficas do país nipônico: Hokkaido, Honshu, Shikoku, Kyushu e Okinawa.

Em meio aos destaques estão as obras “Nara”, escultura de madeira feita por Naomi Yamamoto; “Akita” (foto), uma cerâmica de Hayime Tamura; “Kagawa”, obra em metal, de Akira Ishii; e Koshi, composta de washi (papel tradicional japonês), de Maki Morisawa.

SERVIÇO:
Exposição: Japão 47 Artesãos
Onde: Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 – Bela Vista
Quando: até 25/07/2019; de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida