ÚLTIMOS DIAS: “Ocupação Laura Cardoso” no Itaú Cultural

A atriz Laura Cardoso foi a homenageada pelo projeto Ocupação do Itaú Cultural. Foto: divulgação

O Itaú Cultural realiza até o próximo domingo, 30 de abril, a “Ocupação Laura Cardoso”, que presta um tributo à atriz, que é considerada uma das pioneiras da televisão brasileira com atuação em teleteatros, séries, minisséries e novelas desde a década de 1950.

Laura Cardoso nasceu em São Paulo a 13 de setembro de 1927 e estreou na extinta TV Tupi em 1952 e, desde então, atuou em mais de 70 novelas e cerca de 30 longa-metragens, além de algumas peças de teatro. Ao longo de sua vasta carreira, a atriz recebeu diversos prêmios, como Troféu Roquette-Pinto, Troféu Imprensa, Prêmio Shell, Troféu APCA, além da Ordem do Mérito Cultural, recebido em 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva por sua contribuição à cultura brasileira. Laura Cardoso é viúva do ator, roteirista, diretor e produtor de TV Fernando Baleroni (1922-1980), com quem teve duas filhas: Fátima e Fernanda.

A exposição relembra personagens marcantes interpretados pela atriz e explora fotografias e documentos originais que revelam sua trajetória. A mostra traz ainda reproduções fac-similares de textos dramatúrgicos, roteiros, publicações, críticas e reportagens relacionadas a Laura Cardoso.

Destaques também para as instalações audiovisuais com trechos de atuações da homenageada e depoimentos de colegas que enaltecem a sua importância na teledramaturgia brasileira.

Vale reforçar que, ao longo de 2017, a programação da Ocupação será dedica às mulheres importantes para a história e a cultura brasileira, como parte das comemorações dos 30 anos do Itaú Cultural.

SERVIÇO:
Exposição: Ocupação Laura Cardoso
Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Paraíso
Quando: até 30/04/2017; de terça a sexta-feira, das 9h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Corte & Recorte” no Conjunto Nacional

Vista parcial da exposição “Corte & Recorte” no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até o próximo dia 22 de abril, domingo, a exposição “Corte & Recorte – Olhar Empreendedor”, que traz cerca de 30 fotografias que mistura arte e entretenimento. A mostra traz imagens de jovens formados em 2016 do Instituto Reciclar, ONG que atua no desenvolvimento de adolescentes de comunidade na Zona Oeste de São Paulo.

Atendidos pelo Reciclar no ano passado, cerca de 30 jovens fizeram parte do projeto, que iniciou em novembro. Ao longo de dois meses, os participantes marcaram presenças em palestras, visitaram exposições e discutiram sobre assuntos relacionados ao eixo central da exposição: empreendedorismo.

A formação dos jovens foi realizada na Foto Conceito – Escola de Fotografia. Divididos em cinco grupos, eles buscaram histórias de empreendedores de sucesso, estudaram os casos e os transformaram nas fotografias da exposição, com acompanhamento do fotógrafo Arthur Rampazzo Roessle e direção de fotografia de Carina Zaratin.

A exposição é contemplada com seis esculturas da artista Liria Varne, que produziu em papel esculturas que ‘lincam’ arte e empreendedorismo, por exemplo, em obras como “A Conquista da Liberdade” (2016), confeccionada em papel, cola, madeira, fibra de vidro, tinta acrílica e aço.

Sobre o Instiuto Reciclar

O Instituto Reciclar é uma organização sem fins lucrativos que atua há 21 anos na formação socioenomocional dos jovens da zona Oeste de São Paulo. Com o propósito de “Desenvolver potenciais. Inspirar transformações sociais” e um modelo de atuação inovador, baseado no aprendizado na prática, o Reciclar já beneficiou mais de 500 jovens, tendo inserido 80% deles no mercado de trabalho.

SERVIÇO:
Exposição:
Corte & Reciclar
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 22/04/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Waldecy de Deus – 47 Anos” no Conjunto Nacional

Uma das obras de Waldecy de Deus em exposição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até o próximo dia 16 de abril, domingo, 53 obras da artista plástica autodidata Waldecy de Deus, cuja produção traduz a visão pessoal do folclore e do cotidiano brasileiro.

Waldecy de Deus começou sua carreira no final da década de 1960 e ganhou o seu primeiro prêmio em 1969 ao participar de uma mostra coletiva. No ano seguinte realizou a sua primeira individual. Desde então, participou de várias exposições em museus, galerias e espaços culturais, assim como de coletivas de arte naïf pela Europa e Estados Unidos.

Após passar por um período em que retratava em suas telas os fatos vivenciados em sua infância, como procissões, casamentos e enterros mesclando com cenas do imaginário popular povoado por saci, mulas-sem-cabeça e lobisomens. Além disso, Waldecy resgatou memórias alegres de sua juventude ao registrar crianças pescando, preparando armadilhas para capturar pássaros, andando a cavalo, as festas do interior cheias de crianças brincando, soltando balões, além de paisagens bucólicas, como lagoas, rios e animais silvestres.

Em suma, a artista é irmã do icônico Waldomiro de Deus, um dos principais nomes da arte naïf.

SERVIÇO:
Exposição: Waldecy de Deus – 47 anos
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 16/04/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo” no MASP

“Pacaembu” (1995), óleo sobre tela, de Agostinho Batista de Freitas. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) apresenta até o próximo domingo, 9 de agosto, a mostra “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo”, que traz 74 trabalhos do artista paulista Agostinho Batista de Freitas (1927-1997) que retratam cenas urbanas da capital paulista e revelam algumas das principais pontos arquitetônicos.

As obras foram criadas entre as décadas de 1950 e 1990, incluindo cinco telas recentemente doadas ao acervo do MASP, fazendo com que, pela primeira vez, a obra de Batista de Freitas esteja presente na coleção do Museu, corrigindo um vazio histórico.

A cidade de São Paulo é o foco das representações que Batista de Freitas se ocupou durante a sua trajetória. Nesse caso, não há apenas uma quantidade admirável de telas sobre a megalópole, mas da qualidade e da variedade de pinturas, diversificadas e surpreendentes.

Na exposição, a relação do artista com São Paulo se faz presente mediante diversos agrupamentos de obras, distribuídas em fileiras, que vão desde a representação do próprio MASP, da Avenida Paulista, até imagens aéreas do centro de São Paulo. Além de registro de locais da Zona Norte, onde o artista vivia, e ocasiões de diversas naturezas, que incluem as viagens, os divertimentos, as manifestações religiosas e populares.

Entre os destaques estão a “Antiga Rodoviária” (1987), “Praça da Bandeira” (1989), “Avenida Paulista” (1986) e “Pacaembu” (1995), ambas óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Agostinho Batista de Freitas, São Paulo
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 09/04/2017; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Velocult 2017 – 8ª edição” no Centro Cultural

Maverick, um dos destaques da Velocult 2017 no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até o próximo dia 1º de abril, sábado, a exposição “Velocult 2017 – 8ª edição”, que apresenta dez modelos de veículos que fizeram história do automobilismo nacional. Além dos carros, a mostra é complementada com dez painéis que contam a história do Autódromo de Interlagos.

A exposição, que já faz parte do calendário oficial de eventos da Cidade de São Paulo, apresenta como novidade neste ano, os fabulosos Opalas que originaram a Stock Car nas décadas de 1970 e 1980, agora com avanços em segurança e potência, associada a nostalgia dos clássicos motores seis cilindros da Old Stock Race.

A mostra reúne os carros que disputaram a temporada de estreia em 2016 e que já estão prontos para o início da temporada 2017, que deve contar com mais de 30 carros e 60 pilotos no grid. “Nesta edição, com a presença dos opalas da Old Stock Race, esperamos que a nação opaleira, que esteve em todas as etapas lotando as arquibancadas de Interlagos, prestigie a exposição, única no Brasil e que resgata a memória dos anos dourados do automobilismo nacional”, afirma Paulo Soláriz, idealizador e curador da Velocult e também um dos criadores da Old Stock Race.

Um dos destaques da mostra é o clássico Maverick (foto).

SERVIÇO:
Exposição: Velocult 2017 – 8ª edição
Onde: Espaço Cultural Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073 – Cerqueira Cesar
Quando: até 1º/04/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Cia LaMínima completa 20 anos e celebra com estreia teatral, mostra de repertório e exposição no Sesi SP

Elenco de Pagliacci. Créditos: divulgação

Aos vinte anos, a maioridade já está batendo à porta. O caráter já está formado e ao mesmo tempo que há uma trajetória anterior, um grande caminho ainda está apontado à frente. Assim é com a LaMínima, companhia que completa, em 2017, duas décadas de intenso trabalho na área circense e teatral.

O projeto LaMínima 20 anos tem realização do Sesi São Paulo, e conta com várias ações para a comemoração dessa data: a estreia do espetáculo Pagliacci, uma mostra de repertório com apresentações de montagens marcantes da carreira do grupo (À La Carte, Luna Parke, Reprise, A Noite dos Palhaços Mudos, Rádio Variété e Classificados) e uma exposição com fotos, objetos e figurinos. Pagliacci também faz circulação pelos bairros da cidade, nos CEUS, por intermédio do edital Prêmio Zé Renato de Teatro, da Prefeitura Municipal de São Paulo.

A concepção do projeto LaMínima 20 anos é de Domingos Montagner e Fernando Sampaio. Pagliacci, baseado na obra de Ruggero Leoncavallo, tem a direção artística de Chico Pelúcio e reúne uma ficha técnica ímpar, que alia profissionalismo e afeto: Luís Alberto de Abreu assina o texto e a adaptação, os atores Alexandre Roit, Carla Candiotto, Fernando Sampaio, Fernando Paz, Filipe Bregantim e Keila Bueno se juntam em cena para dar vida a uma trupe de palhaços e suas histórias de ciúme, traições e vilanias. Marcelo Pellegrini fez a direção musical, Marcio Medina criou a cenografia, Inês Sacay os figurinos, e Wagner Freire, a iluminação.

Histórico do grupo
O Grupo La Mínima, criado em 1997, é uma dupla de palhaços, com origem circense cujo princípio é pesquisar o repertório clássico do palhaço, adaptá-lo e aplicá-lo a diversos suportes dramatúrgicos.

O palhaço está nas ruas e nas feiras, nos parques de diversão, nas histórias em quadrinhos, no cinema mudo ou falado, nos espetáculos de variedades e nos textos clássicos. O palhaço vai existir sempre. Ele nos possibilita perceber limites, diferenças e semelhanças através de um universo fantasioso, mas não menos objetivo. É ele que nos permite rir de nós mesmos. De Homero a Bocaccio, de Carlitos a Oscarito, de Leonardo da Vinci a Laerte, a humanidade há pelo menos 28 séculos registra o humor e ri dela mesma.

Os 20 anos do LaMínima
O ano de 2016 já deixava vislumbrar, para os atores do LaMínima, que as duas décadas de estrada poderiam ser comemoradas no ano seguinte com uma estreia acalentada há tempos por Domingos Montagner e Fernando Sampaio, seu parceiro de grupo: Pagliacci. Em uma sinopse escrita no ano passado por Domingos para apresentar o projeto LaMínima 20 anos, seu texto acabava com a  palavra “generosidade” para conceituar a arte do palhaço, “ (…) uma arte exigente, que pede vocabulário e apuro técnico dos seus intérpretes, anos de prática, um profundo conhecimento da alma humana e acima de tudo, generosidade”.

É essa generosidade que permeia os 14 trabalhos estreados pela companhia até hoje e se materializa ao dar a chance ao público de fruir uma nova estreia teatral, uma exposição com fotos, figurinos e objetos e fazer circular pela cidade de São Paulo seis espetáculos de seu repertório.

Domingos Montagner
O ano de 2016 trouxe surpresas para o LaMínima. A dupla de palhaços Agenor e Padoca, nascida em 1997, fruto do encontro de Fernando Sampaio e Domingos Montagner no final dos anos 1980 no Circo Escola Picadeiro, não existiria mais. A parceria desses dois grandes atores circenses chegava ao fim, com a morte acidental de Domingos no Rio São Francisco, em setembro. Aos 54 anos, o ator que dividia as criações do LaMínima com Fernando saiu de cena, deixando um legado de 14 “filhos”, 20 anos de história e um exemplo de generosidade como artista e ser humano.

Luciana Lima, produtora da companhia desde 2001, nunca racionalizou se o projeto deveria ou não continuar. “Nunca pensei em desistir da comemoração dos 20 anos do grupo. Não foi uma escolha racional [prosseguir], porque é uma forma de termos, continuamente, a ‘presença’ do Domingos, ponderando a todo momento de como ele agiria nas situações, das grandes decisões até aos mínimos detalhes. O LaMínima 20 anos é uma consequência dessas duas décadas de trabalho, é mais que uma homenagem, é a constatação da evolução da linguagem da companhia, a sua relação com a arte e sua fidelidade aos princípios que a norteia desde sempre”, pondera Luciana que além de produtora, é atriz e esposa de Domingos.

Ela ainda lembra que o trabalho foi todo desenhado e conceituado em 2016, inclusive com a escolha da equipe de criação e elenco: “Tivemos duas reuniões com todos sobre como seria essa nova montagem, quais caminhos cênicos seriam possíveis, inclusive desenhos foram feitos por Domingos – ele costumava traduzir em ilustrações todas suas ideias, de cenas a figurinos e cenários.

Assim o LaMínima caminha e continua sua trajetória. No mesmo texto escrito por Domingos sobre os 20 anos do grupo, ele dizia “queremos comemorar [essa história], apresentando espetáculos que percorreram muita estrada, realizando uma exposição com fotos, figurinos, objetos que andaram conosco e estrear Pagliacci, um novo companheiro para nos ajudar a construir mais um trecho deste caminho, que ainda não sabemos onde é o fim”.

Que antes do fim, se houver, o LaMínima possa seguir adiante comemorando 20, 25, 30, 50 anos de trabalho, oferecendo ao público o melhor da arte circense, fazendo rir e se emocionar a cada nova montagem.

Texto e direção de Pagliacci
Pagliacci é, originalmente, uma ópera em dois atos, com música e libreto compostos por Ruggero Leoncavallo e representada pela primeira vez no Teatro dal Verme de Milão, em 21 de maio de 1892. Obra mundialmente conhecida, é um melodrama de um amor fracassado e traído envolvendo atores de uma companhia circense.

O Pagliacci, dirigido por Chico Pelúcio e escrito por Luís Alberto de Abreu, coloca em cena os personagens Canio (Alexandre Roit), chefe da companhia de saltimbancos e Nedda (Keila Bueno),  esposa de Canio e foco do amor de Silvio (Fernando Sampaio), ator da companhia circense. Tonio (Filipe Bregantim), com sua índole questionável, namora a sedutora e voluptuosa Strompa (Carla Candiotto) e Peppe (Fernando Paz) é o dramaturgo da companhia, o bufão.

Nessa estreia do LaMínima, da ópera de Leoncavallo há apenas o título e os personagens. Para Abreu, autor desse texto escrito ineditamente para o grupo, a questão era beber na fonte do “[mote original] sério, pesado, melodramático e prisioneiro da moral do século XIX” e buscar os elementos da dramaturgia “na própria linguagem teatral e circense: a narrativa, a farsa, o melodrama, o metateatro, a eliminação da linearidade, tão característica da linguagem circense e do teatro de variedades”.

O diretor Chico Pelúcio considera que essa montagem, aliada à sólida linguagem teatral construída pelo LaMínima, será um “encontro dos primórdios da encenação do I Pagliacci, no tempo em que a ópera era apresentada para grandes públicos, populares em sua maioria, que encontravam ali uma comunicação forte, direta e reveladora. As óperas não eram para elites mas para a grande população”. E complementa que, “entrelaçar o circo, a música, a palhaçaria e a adaptação do dramaturgo Luís Alberto de Abreu, em uma obra, permitirá pesquisar um Brasil que transforma antropofagicamente suas influências”.

Serviço:
Pagliacci
Temporada: de 30 de março a 2 de julho de 2017
Datas e horários: quinta à sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Apresentações extras: 12 de abril, às 20h | 7, 14 e 21 de junho, às 20h
Classificação Indicativa: 14 anos
Local: Teatro do SESI-SP, Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Grátis. As reservas antecipadas de ingressos podem ser realizadas on-line pelo sistema Meu Sesi (www.sesisp.org.br/meu-sesi). Os ingressos remanescentes serão distribuídos nos dias do espetáculo, conforme horário de funcionamento da bilheteria (quarta a sábado, das 13h às 20h30, e aos domingos, das 11h às 19h30).
Mais informações em http://www.centroculturalfiesp.com.br.

Mostra Repertório LaMínima
Todas as apresentações têm entrada gratuita.

À LA CARTE
Classificação Indicativa: 10 anos
Sem a utilização de um texto como base narrativa, mas através de um roteiro baseado em magias, técnicas circenses e números musicais, o LaMínima utiliza a arte do palhaço em prosaicos números de forte gestualidade. Queremos que o público não deixe de desfrutar do prazer de rir de si próprio.
12 de abril, quarta, às 15h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
19 de abril, quarta, às 20h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
26 de abril, quarta, às 20h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313).

A NOITE DOS PALHAÇOS MUDOS
Classificação Indicativa: 10 anos
Dois palhaços mudos são perseguidos por uma seita que os considera uma ameaça e pretende extingui-los. Caçados numa noite, os palhaços conseguem escapar, mas um deles é mutilado, perdendo o nariz. Solidário, seu parceiro parte com ele para um ousado “resgate nasal”. Perseguições em meio às sombras misturam-se a truques de magia, números musicais e outros absurdos cômicos que evocam os conflitos entre as intolerâncias contemporâneas e a lógica do palhaço… se é que ela existe.
10 de maio, quarta, às 20h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
17 de maio, quarta, às 20h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
24 de maio, quarta, às 20h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313).

LUNA PARKE
Classificação Indicativa: Livre
Um parque ambulante apresenta aos visitantes um acervo com as mais fantásticas atrações: Monga, a mulher-gorila; Jhonny, o homem-bala; e muitas outras surpresas, todas patrocinadas pelo poderoso “Elixir Luna Parke, a vida num instante! ”. A companhia encerra o espetáculo encenando uma farsa, talvez a mais bizarra das atrações.
04 de junho, domingo, às 14h – palco externo do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313);
17 de junho, sábado, às 14h – Sesi Osasco (Av. Getúlio Vargas, 401 – Piratininga, Osasco);
18 de junho, domingo, às 14h – no Sesi Osasco (Av. Getúlio Vargas, 401 – Piratininga, Osasco).

CLASSIFICADOS
Classificação Indicativa: Livre
Depois que o Circo é impedido de ter animais entre suas atrações, um Leão e um Urso são postos na rua e fazem o impossível para sobreviver no mundo dos Homens.
Agora, em meio a Ratos de Laboratório, Macacos Humanizados e Gente Maluca, os amigos terão que recorrer a todo o seu talento para viver a maior aventura de suas vidas: conquistar um emprego que lhes garanta um prato de comida e um lugar para dormir.
“Classificados” é uma comédia infantil que homenageia todos os artistas – humanos ou não – que fazem de tudo para colocar mais alegria no mundo.
07 de junho, quarta, às 15h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
14 de junho, quarta, às 15h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313);
21 de junho, quarta, às 15h – Teatro do SESI-SP (Avenida Paulista, 1313).

RÁDIO VARIÉTÉ
Classificação Indicativa: 10 anos
Três artistas do teatro de variedades num local público, começam a instalar uma parafernália “um tanto” tecnológica, porém aparentemente obsoleta. Aos poucos, este conjunto toma forma de um estúdio de “rádio-circo-teatro”, onde desfilarão atrações jornalísticas-dramático-musicais.
02 de abril, domingo, às 14h – palco externo do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313);
27 de abril, quinta, às 13h – Sesi Santana do Parnaíba (Av. Conselheiro Ramalho, 264 – Cidade São Pedro – Gleba A, Santana de Parnaíba);
28 de abril, sexta, às 13h – Sesi Cotia (Rua Mesopotâmia, 300 – Jardim Passargada I, Cotia).

REPRISE
Classificação Indicativa: Livre
Ao chegarem no local de apresentação, dois palhaços descobrem que foram contratados para o mesmo local, no mesmo horário, pela mesma pessoa. Depois de infrutíferas tentativas de provarem um ao outro sua prioridade no picadeiro, decidem realizar este trabalho juntos.
07 de maio, domingo, às 14h – palco externo do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313);
18 de maio, quinta, às 11h – Sesi Diadema (Av. Paranapanema, 1500 – Taboão, Diadema);
19 de maio, sexta, às 13h – Sesi São Caetano do Sul (Rua Santo André, 810 – Bela Vista, São Caetano do Sul).

Exposição Lamínima 20 Anos
Período: de 11 de abril 9 de julho de 2017
Datas e horários: diariamente, das 10h às 20h (entrada permitida até 19h40)
Classificação indicativa: Livre
Local: Espaço de Exposições do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô).
Grátis. Mais informações em http://www.centroculturalfiesp.com.br.

Assessoria de Imprensa Sesi-SP | http://www.sesisp.org.br/cultura/
Raisa Scandovieri: raisa.scandovieri@fiesp.com.br
Telefone: (11) 3549-4846

Informações à imprensa
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Márcia Marques | Daniele Valério
Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425
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Por Márcia Marques | Canal Aberto

Exposição de ilustrações de Lorena Kaz no Conjunto Nacional

Uma das ilustrações de Lorena Kraz em exposição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional está com exposição de “Ilustrações de Lorena Kaz” em cartaz até o próximo dia 28 de março (terça-feira), que reúne história em quadrinhos da ilustradora Lorena Kaz. Os desenhos fazem parte do livro “Morrer de Amor e Continuar Vivendo”, da Amora Editora.

O livro nasceu do projeto criado por Lorena há quatro anos – uma série de quadrinhos sobre dependência emocional, cotidiano e pressões sociais – retratadas a partir de sua própria experiência.

O projeto cresceu e deu origem a uma página no Facebook, com foco em apoio emocional, que hoje conta com cerca de 160 mil seguidores (www.morrerdeamor.com.br).

SERVIÇO:
Exposição:
Ilustrações de Lorena Kaz
Onde: Espaço Cultural Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 28/03/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita