“Semana Marrocos” chega à Avenida Paulista

Evento no Conjunto Nacional promove os mistérios e belezas dessa joia africana. Créditos: Turismo do Marrocos

Entre os dias 27 de abril e 2 de maio, o Turismo do Marrocos estará em São Paulo, no Conjunto Nacional, mostrando a enorme riqueza que esse país oferece aos seus visitantes.

A “Semana do Marrocos” será um evento cultural gratuito que contará com com diversas atrações da cultura marroquina: apresentações de música e dança, exposição de artesanato, demonstrações da arte de pintura corporal de hena, caligrafia árabe, a tradicional cerimônia do chá de menta e um desfile de cafetãs (peça emblemática do vestuário marroquino).

“O Marrocos está estrategicamente localizado entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, o que lhe confere uma geografia peculiar, formada por vales e montanhas que encantam turistas com paisagens arrebatadoras”, afirma Abdellatif Achachi, Diretor Geral do Turismo do Marrocos para Portugal e Brasil. “Europa, África e Oriente Médio se misturam, formando um mosaico encantador entre o passado e o presente e reunindo uma incrível diversidade de pessoas”, completa.

Confira abaixo a programação completa do evento:

Orquestra de música marroquina

A música andaluza, pilar da identidade cultural marroquina, é um gênero musical secular com raízes na música de Portugal e Espanha antes da Reconquista. A sua composição atual, com as transcrições dos cantos e da música, permanece idêntica há 600 anos.

Cerimônia de chá

O chá de menta, uma das tradições do país, é um verdadeiro ritual, símbolo de convívio, hospitalidade e generosidade do acolhimento marroquino. A bebida é obtida com a infusão de folhas de chá verde e menta verde.

Tatuagens de hena

As tatuagens em hena são uma tradição e um ritual amplamente difundido. A hena tem uma grande importância simbólica no país.

Demonstração da arte da caligrafia árabe

A caligrafia árabe, considerada uma arte estética de grande importância, reflete o espírito dessa civilização.

28/04 e 29/04
14h, 17h e 19h – Desfiles de Cafetãs

Fruto de um trabalho meticuloso e do saber fazer do costureiro tradicional, o cafetã é um dos trajes tradicionais mais antigos no mundo e uma peça emblemática do vestuário marroquino, símbolo de uma cultura popular fortemente enraizada. Atualmente, com os novos estilistas, o cafetã adquiriu mais força, tornando-se o traje de festa por excelência, usado sobretudo nos casamentos e festas religiosas.

Serviço
Semana do Marrocos
Data: 27 de abril a 2 de maio
Horário: 10h às 20h
Local: Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Consolação, São Paulo)

Mais informações à imprensa:
Luciana Paulino
AFT Comunicação Integrada
Rua Haddock Lobo,1421, conj. 52
Jardins | São Paulo – SP | Brasil
Tel. 55 11 2729 8870 | 2729 8871
luciana@aftcomunicacao.com.br
http://www.aftcomunicacao.com.br

Por Luciana Paulino | AFT Comunicação Integrada

Anúncios

Exposição “Sem Medo de Ser Utilitário” no Conjunto Nacional

Obras de cerâmicas produzidas por Márcia Limmanii no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até a próxima segunda-feira, 22 de abril, a exposição “Sem Medo de Ser Utilitário”, que reúne cerca de 100 objetos de 30 ceramistas. Objetos variados como pratos, potes, vasilhas, panelas, copos, canecas, vasos, peças de escritórios e adornos são exibidos.

Nomes consagrados, como Márcia Limmanii, Joana Alveal, Regina Esher e o japonês Mestre Ikoma Seisei participam da mostra. O evento ainda traz a monitoria dos artistas participantes, além de oficinas e demonstrações que ocorrem ao longo da programação.

A cerâmica é uma prática artística milenar que marca presença na cultura brasileira, sendo que esta atividade sempre acompanhou a nossa história. O Brasil é apontado como uma referência mundial na produção da cerâmica artística, pois contém inúmeras comunidades produtoras, oficinas e ateliês que trabalham com as mais variadas técnicas e processos de queima.

A arte de produzir com cerâmica é repartida de duas maneiras: a contemplativa, ou seja, as peças elaboradas como obras de arte ou decorativas – como esculturas, painéis, totens de parede, por exemplo – e a utilitária, feita para a confecção de objetos de utilidade predefinida, como pratos, potes e canecas.

Os índios brasileiros e os povos orientais sempre acreditaram que a cerâmica utilitária servira como expressão máxima artística, pois alia forma, função e beleza, mas, devido aos “princípios” mercadológicos de arte, o utilitário ficou caracterizado como arte de pouca importância.

A cerâmica, seja natural, atóxica ou orgânica, é o material mais apropriado para preparar e servir alimentos. Os utilitários são queimados em temperaturas muito altas, garantindo a solidez do barro, permitindo que se possa ser usado em diversos suportes domésticos: forno elétrico, forno a gás, geladeira, microondas, freezer, lava-louças, etc.

SERVIÇO:
Exposição:
Sem Medo de Ser Utilitário
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 22/04/2018; de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados e domingos, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Waldecy de Deus” no Conjunto Nacional

Uma das obras da artista Waldecy de Deus em exposição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até a próxima quinta-feira, 12 de abril, a exposição “Waldecy de Deus”, que reúne cerca de 50 obras da artista autodidata baiana, em que são retratadas pinturas que remetem a acontecimentos vivenciados durante a sua infância.

Ao migrar com a família para São Paulo, aos 15 anos de idade, Waldecy sentiu os primeiros contrastes: as lembranças da infância da pacata Boa Nova deram lugar à dura realidade da cidade grande. A artista começou a pintar no final da década de 1960 e, em 1969, ganhou o seu primeiro prêmio ao participar de uma mostra coletiva e, no ano seguinte, realizou a sua primeira individual, dando o início para dezenas de exposições em espaços culturais, galerias, museus pelo mundo afora.

Após passar por um momento em que pintava eventos ocorridos na infância, como casamentos, procissões e enterros, mesclando com situações do imaginário popular habitado por elementos do folclore popular, como sacis, lobisomens e mulas-sem-cabeça, Waldecy de Deus passou a recuperar as lembranças felizes de sua infância ao ilustrar crianças andando a cavalo, pescando, preparando armadilhas para capturar passarinhos e festas típicas do interior com crianças correndo, soltando balões, participando de bailes, além de imagens campestres com rios, lagoas e animais silvestres.

Em suma, a artista é irmã do icônico Waldomiro de Deus, um dos principais nomes da arte naïf.

SERVIÇO:
Exposição: Waldecy de Deus
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 12/04/2018; de segunda a sábado, das 10h às 19h; domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Paulista Cultural” no Conjunto Nacional

Corredor de ônibus da Avenida 9 de Julho fotografado por Malu Mesquita. Créditos: divulgação

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta a seus frequentadores e visitantes a exposição “Paulista Cultural” até a próxima quarta-feira, 28 de março. Com cerca de 30 registros fotográficos, a mostra celebra a criação do evento que dá nome à mostra.

Desde o final da década de 1960, a Avenida Paulista surgiu com a vocação concentrada para acolher os principais eventos culturais, a qual se solidificou ao alcance em que variados espaços destinados à cultura e ao entretenimento foram surgindo. A “mais paulista das avenidas”, logo, tornou-se um dos principais corredores culturais da cidade de São Paulo.

A criação do Paulista Cultural amplia ainda mais o importante espaço urbano e cultural paulistano ao indicar o intercâmbio de programações entre as principais instituições culturais sediadas na via, além de entrada franca ou a preços promocionais. A medida, inédita até então, tem o apoio de instituições como o próprio Conjunto Nacional e a Associação Paulista Viva, cujo objetivo é valorizar e cultivar a amada Avenida Paulista.

Para celebrar a edição inaugural do evento, foram preparadas duas exposições fotográficas (uma na fachada e a outra na galeria do Conjunto Nacional) com o intuito de mostrar um cenário iconográfico representativo do papel desses equipamentos e da própria Avenida Paulista na enérgica de uma urbe por vezes excludente, mas, ao mesmo tempo, interessada em permitir novas rotas culturais com vasto acesso a todos os interessados.

Aos interessados, além das apresentações de dança e música urbana com desempenho no asfalto onde se integra alinhadamente com o já tradicional fluxo livre de pedestres aos domingos.

A esse público, oferecemos ainda apresentações especiais de dança e música urbana com performances em pleno asfalto que se integram perfeitamente ao livre trânsito de pedestres no tradicional domingo paulistano.

Em meio aos destaques estão os registros das fotógrafas Andréia Tarelow, que captou com maestria o edifício da FIESP, a imagem da Casa das Rosas clicada por Aryanne Valgas, e a Avenida 9 de Julho (foto) registrado por Malu Mesquita.

SERVIÇO:
Exposição:
Paulista Cultural
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 28/03/2018; de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Dog.Art” no Conjunto Nacional

Escultura de Regina F. Helou em exibição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional realiza até a próxima quinta-feira, 30 de novembro, a exposição “Dog.Art”, que reúne cerca de 90 esculturas caninas e felinas pintadas por artistas plásticos e personalidades. O evento, criado pelo Sciacco Studio, foi realizado em parceria com a R2B Produções Culturais e a Unidéias Captação & Conteúdo e tem o patrocínio da Petz.

A mostra tem esculturas de cachorros que variam entre bulldogs, pitbulls, dachshunds, goldens e até os simpáticos vira-latas, além de alguns gatos em tamanho natural, confeccionados em fibra de vidro e customizados que permitem a interação do público com os pets.

O intuito da exposição é instigar participantes e visitantes a apreciarem a arte em um novo suporte, de maneira lúdica e divertida, e chamar a atenção da sociedade, por meio da arte, para distribuir amor e respeito para com os animais que, infelizmente, ainda são maltratados, abandonados e “trocados” pelos aparatos tecnológicos.

O projeto foi inspirado em movimentos de artes vinculados à customização de esculturas de objetos e/ou animais como elefantes em Milão, flamingos em Miami, leões e vacas na Suíça, galos em Portugal e por aí vai, tudo com o intuito de aliar o amor pelos animais e ligar esse sentimento com a arte.

Entre os destaques estão um gato, de Fabiana Trevisan; um cão de Regina F. Helou (foto), além do cachorro customizado de anjo, de Erica Melo; e a homenagem que a artista Fabiana Duarte fez para o saudoso David Bowie, por exemplo.

SERVIÇO:
Exposição:
Dog.Art
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/11/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Correspondência” no Conjunto Nacional

“Sant’ana e Iemanjá, Rio Vermelha, BA”, obra de João Galera em exibição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até o próximo domingo, 30 de julho, a exposição “Correspondência”, que traz cerca de 30 obras, entre desenhos, aquarelas e cartas dos artistas João Galera e Julia Malta, que são expostos em um formato de troca poética de contrapartidas, que procedem em relatos visuais de viagens, apresentando lugares em locais afastados ou dentro de si próprios.

João Galera é formado em agronomia e cursou doutorado em atropologia na Espanha e elaborou a tese em uma comunidade indígena no México. Suas atribuições são múltiplas: desenho, costura, colagem e pintura.

Enquanto Julio Malta aplica-se à construção de narrativas visuais autobiográficas, lançado textos, desenhos, pequenos objetos e esculturas. Para esta exposição, exibe aquarelas sobre papel que, definida pela própria, como correspondências poéticas.

Entre os destaques estão “Sant’Ana e Iemanjá, Rio Vermelho, Salvador” (foto), de João Galera, obra feita em caneta nanquim sobre papel em 2017; “Burrico da Ilha de Boipeba, Bahia” (2017), outra obra de João composta por nanquim e aquarela sobre papel; e “Primavera” (2017), de Julia Malta, constituída por caneta/pincel sobre Canson.

SERVIÇO:
Exposição:
Correspondências
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/07/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Exposição “Piauí – A Mão Livre Que Elabora” no Conjunto Nacional

Vista parcial da exposição no Espaço Cultural do Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

A mostra “Piauí – A Mão Livre Que Elabora” está em cartaz até o próximo sábado, 1º de julho, e reúne cerca de 20 esculturas de madeira. A exposição é organizada pela CAMEDE (Cooperativa de Artesanato Mestre Dezinho).

As esculturas propõem um olhar de maneira histórica para os grandes criadores, os geniais que o tempo coube de se consagrar, paralelamente em que apresenta novos artistas, cuja produção dirige para a esperança de futuros criadores, hoje evoluindo com a mesma engenhosidade dos que os ensinaram a operar. A arte piauiense reinventa-se no tempo, surpreendendo o olhar apurado de críticos, colecionadores e entusiastas da expressão popular pura.

Os artistas do Nordeste não se suprimem em criatividade e rigor técnico. Transitam pela arte popular com excelência e habilidade, com uma pulsão de formosura nobre, em representações só plausíveis quando saídas de mãos excepcionais como a do Mestre Dezinho, Mestre Expedito e Mestre Cornélio, para citar apenas três expoentes que abriram caminho para outros artistas.

SERVIÇO:
Exposição:
Piauí – A Mão Livre Que Elabora
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/06/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22; domingo, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita