Chico Teixeira lança novo disco e show: Ciranda de Destino

Capa do CD – Ciranda De Destinos. Créditos: Elifas Andreato

Clássicos da MPB gravados no álbum embalam o repertório do espetáculo que acontece dia 13/03, às 20h, no Blue Note em SP com participações especiais de Renato Teixeira e Zé Geraldo

O cantor, compositor e violonista Chico Teixeira lança Ciranda De Destinos, sexto álbum da carreira, segundo pela Kuarup Produtora. No projeto atual o artista traz clássicos da música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio público resgatadas das regiões sul, sudeste e nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas. No show que tem duração de 1h30 Chico é acompanhado por um duo de violões, formado por João Oliveira e Helton Fagundes, músicos, multi-instrumentistas e arranjadores do Vale do Paraíba.

O álbum que dá nome ao show tem 10 faixas e conta com a produção musical do próprio Chico Teixeira tem participações muito especiais, são elas: Yamandu Costa, Almir Sater, Roberto Mendes e Renato Teixeira, seu pai. Além dos arranjadores João Oliveira (produtor musical e multi-instrumentista do Vale do Paraíba), Mauricio Novaes (multi-instrumentista e criador de conceituados jingles), Márcio Werneck (flautista que acompanha há anos o cantor e compositor Renato Teixeira) e Crispin Del Cistia (guitarrista e pianista do projeto Falso Brilhante, de Elis Regina). “A escolha das participações foi bem natural, são todos meus amigos. Não fui eu que escolhi, as coisas foram clareando, as canções pertenciam a eles”.

Repertório Show:
1) Três Nascentes (João Pacífico);
2) Riacho de Areia (Domínio Público do Vale do Jequitinhonha);
3) Correnteza (Tom Jobim/Luiz Bonfá);
4) Rancho Fundo (Lamartine Babo/Ary Barroso);
5) Cio da Terra (Chico Buarque/Milton Nascimento);
6) Nau Sertaneja (Renato Teixeira);
7) Linda Morena (Riachão);
8) Cabecinha no Ombro (Paulo Borges);
9) As Rosas Não Falam (Cartola);
10) Gestos (Roberto Mendes);
11) Rio Doce (Zé Geraldo);
12) Negrinho do Pastoreio (Barbosa Lessa);
13) Meu Canto (Paulinho Pedra Azul/Chico Teixeira);
14) Roda Ciranda (Martinho da Vila);
15) Aprendendo a Viver (Renato Teixeira);
16) Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense);
17) Trenzinho do Caipira (Heitor Villa-Lobos/ Letra: Ferreira Gullar);
18) Romaria (Renato Teixeira);
19) Se Eu Quiser Falar com Deus (Gilberto Gil).

Links Redes Sociais:
Site: http://www.chicoteixeira.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/ChicoTeixeiraOficial
Youtube: http://www.youtube.com/ChicoTeixeira

Sobre Chico Teixeira
Quando descobriu o violão, aos 7 anos, nem imaginava um dia vir a tocar ao lado de grandes nomes da música brasileira. Foram 15 anos na banda de seu pai Renato Teixeira e outros tantos ao lado de Pena Branca (Pena Branca e Xavantinho), Almir Sater e Sérgio Reis. Sua primeira participação musical registrada em CD foi em 1996, no álbum Aguaraterra, de Xangai e Renato Teixeira. Representante da sexta geração de músicos da família Teixeira, Chico começou a carreira em 2002 com o lançamento do álbum homônimo gravado apenas em voz e violão. Em 2011 lançou Mais que o Viajante, trazendo acordes suaves de Dominguinhos, com quem tinha um vínculo afetivo familiar, em Mochileira, canção do cantor e compositor carioca radicado no Mato Grosso do Sul, Geraldo Roca. Em 2017 foi a vez de Saturno, terceiro disco de sua carreira, com músicas em parceria com Roberta Campos, João Carreiro e Rodrigo Hid. Logo em seguida, em 2018, lançou Raízes Sertanejas – Ao Vivo através da gravadora Kuarup.

Sobre a Kuarup
Especializada em música brasileira de alta qualidade, o seu acervo concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Serviço:
Local: Blue Note São Paulo
Endereço: Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 (2° andar)
Data: 13 de março (sexta-feira)
Horário: 20:00h
Abertura da casa: 19:00h
Informações/Reservas: https://bluenotesp.com/
Ingressos online: https://checkout.tudus.com.br/blue-note-sao-paulo-chico-teixeira–ciranda-de-destinos-/selecione-seus-ingressos
Valor: Premium – R$100 inteira // R$50 meia-entrada // Lounge – R$80 Inteira // R$40 meia-entrada
Horário de Funcionamento Bilheteria oficial Blue Note São Paulo:
Segunda: das 11h às 19h
Terça à sábado: das 11h às 22h
Domingos: das 14h às 22h30
Central de vendas: (11) 945451511 (sem taxa de conveniência)
De segunda à sábado das 9h às 20h30
Domingos e feriados das 12h às 17h30
Formas de pagamento: dinheiro; cartão de crédito e débito
Capacidade da casa: 336 lugares
Ar Condicionado
Acesso a deficientes

ASSESSORIA DE IMPRENSA, RÁDIO E TV:
TEMPERO CULTURAL
http://www.temperocultural.com.br
Telefones: (11) 2537-6977-8920 e (11) 99664-3441
Daniela Ribeiro – daniela@temperocultural.com.br

KUARUP MÚSICA
Rádio, Imprensa e TV
http://www.kuarup.com.br
Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577
Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

Créditos: Daniela Ribeiro | Tempero Cultural

Monja Coen realizará sessão de autógrafos e bate-papo sobre o livro O que aprendi com o silêncio na Livraria Cultura do Conjunto Nacional

Créditos: divulgação

Em sua autobiografia, a fundadora da Comunidade Zen-Budista Zendo Brasil compartilha com o leitor detalhes sobre sua vida e trajetória

Aos 72 anos, a Monja Coen, uma das principais referências nacionais do budismo, realizará um bate-papo seguido de sessão de autógrafos de seu mais novo livro, O que aprendi com o silêncio, às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, no dia 18 de dezembro (quarta-feira). Na obra, publicada pelo selo Academia, da Editora Planeta, Coen Roshi divide com o leitor memórias de uma vida de intensa transformação.

A pensadora revela detalhes de sua conversão ao zen-budismo, de sua trajetória monástica, além de todas as mudanças que viveu. A Monja Coen conta que aprendeu o valor do silêncio em meio a muitas histórias barulhentas e dissonantes, como alguns episódios que evolvem sua infância, seus pais e avós, sua carreira de jornalista durante o período de Ditadura Militar, abuso sexual, voto de castidade, drogas e tentativa de suicídio.

Em O que aprendi com o silêncio, a Monja mostra sua capacidade de fazer de um instante o infinito e do infinito um instante. Não à toa, ela é seguida por uma multidão de pessoas, de diferentes crenças e classes sociais.

Serviço do evento
Lançamento: obra “O que aprendi com o silêncio”
Bate-papo e sessão de autógrafos com a Monja Coen
Data: 18 de dezembro (quarta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01311-940

Sinopse de “O que aprendi com o silêncio”: Sem o objetivo de compor uma autobiografia propriamente dita, Cláudia Dias Baptista de Souza, conhecida como Monja Coen, compartilha com o leitor memórias de alguns dos momentos mais marcantes de sua história, detalhes de sua conversão ao zen-budismo, de sua trajetória monástica, além de toda transformação que viveu aprendendo a silenciar a mente. Entre o que a autora chama de “retalhos da memória”, episódios marcados por intensa transformação são apresentados ao leitor. Desde sua infância em São Paulo, rodeada de livros e música em uma família católica, ao seu primeiro divórcio e gravidez aos 17 anos, Coen, que significa “um só círculo” em japonês, faz reflexões resultantes de uma vida e de quase 45 anos no Caminho Zen.

Ficha Técnica:
O que aprendi com o silêncio – uma autobiografia
Autora: Monja Coen
Páginas: 232
Preço: R$ 44,90
Selo Academia
Editora Planeta

Mais informações:
LC – Agência de Comunicação
Fernanda Baruffaldi – fernanda@lcagencia.com.br
Gabriela Cuerba – redacao4@lcagencia.com.br
Jônatas Marques – redacao1@lcagencia.com.br
(11) 2275-6787

Créditos: Fernanda Baruffaldi | LC Agência de Comunicação

Exposição “Projeto Artemisa” no Conjunto Nacional

Duas das 13 mulheres clicadas por Márcio Scavone para o projeto Aremisa em exposição no Conjunto Nacional. Créditos: divulgação

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até a próxima quinta-feira, 31 de outubro, a exposição “Projeto Artemisa”, que contém 14 registros fotográficos de Márcio Scavone de 13 mulheres e um homem em tratamento oncológico em que se prestaram a um exercício de pose, mesclando fotografia e artes plásticas, justamente para conscientizar a importância do diagnóstico e a prevenção do câncer de mama protagonizada com a campanha do Outubro Rosa.

Com curadoria do crítico de arte Paulo Klein, a exposição teve também o trabalho da artista Sandra Martinelli, que pesquisou e relacionou as histórias das pessoas à paleta de cores do fotógrafo e espécies botânicas com propriedades medicinais para criar uma intervenção artística, com tinta a óleo, sobre as imagens impressas.

Ao diagnosticar o câncer de mama não é nada fácil, tanto para quem foi acometido com a doença quanto para as pessoas que o amam. Depois do choque inicial, é possível que a mulher (e homens em menores proporções) se redescubram, e passem a sentir-se bela, mesmo durante a tempestade. E foi justamente essa a intenção de Scavone.

O projeto Artemisa foi idealizado por Igor Cayres, mestre em gestão cultural e artística e filho da produtora cultural e antropóloga Beth Cayres, criadora do Panorama Percussivo Mundial (PercPan), que faleceu de câncer em abril.

SERVIÇO:
Exposição: Projeto Artemisa
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 31/10/2019; de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Cine Mu(n)do” no Conjunto Nacional

“Cine São Roque”. Créditos: Sergio Poroger/Divulgação

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional realiza até a próxima terça-feira, 29 de outubro, a mostra “Cine Mu(n)do”, que reúne 18 registros fotográficos de Sérgio Poroger, que mostra pessoas anônimas e comuns que são responsáveis por fazer toda a magia do cinema acontecer, ou seja, desde o vendedor de pipoca até o projetista responsável por colocar o filme na telona.

Com curadoria de Bob Wolfenson, a mostra é justamente um tributo a essas pessoas: o que vende os ingressos, o que troca os letreiros das fachadas e os cartazes dos últimos lançamentos, enfim, todo o staff que atua por trás das salas de cinema.
A ideia foi transformar esses personagens marcantes em verdadeiros protagonistas. O senso coletivo que o cinema promove – aquela comunhão dentro da sala – cresce quando inserido no espaço público, fora da clausura dos shoppings.

A mostra é uma sequência do livro fotográfico de Poroger – “Cold Hot”, lançado no Brasil e nos Estados Unidos em 2017, em que são retratados paisagens e locais que vão desde o Sul dos Estados Unidos a São Roque, interior de São Paulo.

As imagens para a exposição foram selecionadas entre as mais de três mil captadas para o projeto e contém fotografias feitas nos Estados Unidos, Holanda e no Brasil – interior de São Paulo, Rio de Janeiro e, em Fortaleza, Ceará.

As imagens foram clicadas por Sergio Poroger em locais não convencionais, ou seja, longe de Hollywood e dos estúdios de Los Angeles, mas sim regiões inusitadas como a costa leste norte-americana e São Roque, interior paulista, por exemplo.

Entre os demais locais retratados estão Miami e Nova York (Estados Unidos), o “Sonhos Tropicais”, localizado em Fortaleza, o “Cine São Roque” (foto), em São Roque/SP, entre outras localidades..

SERVIÇO:
Exposição: Cine Mu(n)do
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 29/10/2019; de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

“Semana Marrocos” chega à Avenida Paulista

Evento no Conjunto Nacional promove os mistérios e belezas dessa joia africana. Créditos: Turismo do Marrocos

Entre os dias 27 de abril e 2 de maio, o Turismo do Marrocos estará em São Paulo, no Conjunto Nacional, mostrando a enorme riqueza que esse país oferece aos seus visitantes.

A “Semana do Marrocos” será um evento cultural gratuito que contará com com diversas atrações da cultura marroquina: apresentações de música e dança, exposição de artesanato, demonstrações da arte de pintura corporal de hena, caligrafia árabe, a tradicional cerimônia do chá de menta e um desfile de cafetãs (peça emblemática do vestuário marroquino).

“O Marrocos está estrategicamente localizado entre o Oceano Atlântico e o Mar Mediterrâneo, o que lhe confere uma geografia peculiar, formada por vales e montanhas que encantam turistas com paisagens arrebatadoras”, afirma Abdellatif Achachi, Diretor Geral do Turismo do Marrocos para Portugal e Brasil. “Europa, África e Oriente Médio se misturam, formando um mosaico encantador entre o passado e o presente e reunindo uma incrível diversidade de pessoas”, completa.

Confira abaixo a programação completa do evento:

Orquestra de música marroquina

A música andaluza, pilar da identidade cultural marroquina, é um gênero musical secular com raízes na música de Portugal e Espanha antes da Reconquista. A sua composição atual, com as transcrições dos cantos e da música, permanece idêntica há 600 anos.

Cerimônia de chá

O chá de menta, uma das tradições do país, é um verdadeiro ritual, símbolo de convívio, hospitalidade e generosidade do acolhimento marroquino. A bebida é obtida com a infusão de folhas de chá verde e menta verde.

Tatuagens de hena

As tatuagens em hena são uma tradição e um ritual amplamente difundido. A hena tem uma grande importância simbólica no país.

Demonstração da arte da caligrafia árabe

A caligrafia árabe, considerada uma arte estética de grande importância, reflete o espírito dessa civilização.

28/04 e 29/04
14h, 17h e 19h – Desfiles de Cafetãs

Fruto de um trabalho meticuloso e do saber fazer do costureiro tradicional, o cafetã é um dos trajes tradicionais mais antigos no mundo e uma peça emblemática do vestuário marroquino, símbolo de uma cultura popular fortemente enraizada. Atualmente, com os novos estilistas, o cafetã adquiriu mais força, tornando-se o traje de festa por excelência, usado sobretudo nos casamentos e festas religiosas.

Serviço
Semana do Marrocos
Data: 27 de abril a 2 de maio
Horário: 10h às 20h
Local: Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – Consolação, São Paulo)

Mais informações à imprensa:
Luciana Paulino
AFT Comunicação Integrada
Rua Haddock Lobo,1421, conj. 52
Jardins | São Paulo – SP | Brasil
Tel. 55 11 2729 8870 | 2729 8871
luciana@aftcomunicacao.com.br
http://www.aftcomunicacao.com.br

Por Luciana Paulino | AFT Comunicação Integrada

Exposição “Sem Medo de Ser Utilitário” no Conjunto Nacional

Obras de cerâmicas produzidas por Márcia Limmanii no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até a próxima segunda-feira, 22 de abril, a exposição “Sem Medo de Ser Utilitário”, que reúne cerca de 100 objetos de 30 ceramistas. Objetos variados como pratos, potes, vasilhas, panelas, copos, canecas, vasos, peças de escritórios e adornos são exibidos.

Nomes consagrados, como Márcia Limmanii, Joana Alveal, Regina Esher e o japonês Mestre Ikoma Seisei participam da mostra. O evento ainda traz a monitoria dos artistas participantes, além de oficinas e demonstrações que ocorrem ao longo da programação.

A cerâmica é uma prática artística milenar que marca presença na cultura brasileira, sendo que esta atividade sempre acompanhou a nossa história. O Brasil é apontado como uma referência mundial na produção da cerâmica artística, pois contém inúmeras comunidades produtoras, oficinas e ateliês que trabalham com as mais variadas técnicas e processos de queima.

A arte de produzir com cerâmica é repartida de duas maneiras: a contemplativa, ou seja, as peças elaboradas como obras de arte ou decorativas – como esculturas, painéis, totens de parede, por exemplo – e a utilitária, feita para a confecção de objetos de utilidade predefinida, como pratos, potes e canecas.

Os índios brasileiros e os povos orientais sempre acreditaram que a cerâmica utilitária servira como expressão máxima artística, pois alia forma, função e beleza, mas, devido aos “princípios” mercadológicos de arte, o utilitário ficou caracterizado como arte de pouca importância.

A cerâmica, seja natural, atóxica ou orgânica, é o material mais apropriado para preparar e servir alimentos. Os utilitários são queimados em temperaturas muito altas, garantindo a solidez do barro, permitindo que se possa ser usado em diversos suportes domésticos: forno elétrico, forno a gás, geladeira, microondas, freezer, lava-louças, etc.

SERVIÇO:
Exposição:
Sem Medo de Ser Utilitário
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 22/04/2018; de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados e domingos, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Waldecy de Deus” no Conjunto Nacional

Uma das obras da artista Waldecy de Deus em exposição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até a próxima quinta-feira, 12 de abril, a exposição “Waldecy de Deus”, que reúne cerca de 50 obras da artista autodidata baiana, em que são retratadas pinturas que remetem a acontecimentos vivenciados durante a sua infância.

Ao migrar com a família para São Paulo, aos 15 anos de idade, Waldecy sentiu os primeiros contrastes: as lembranças da infância da pacata Boa Nova deram lugar à dura realidade da cidade grande. A artista começou a pintar no final da década de 1960 e, em 1969, ganhou o seu primeiro prêmio ao participar de uma mostra coletiva e, no ano seguinte, realizou a sua primeira individual, dando o início para dezenas de exposições em espaços culturais, galerias, museus pelo mundo afora.

Após passar por um momento em que pintava eventos ocorridos na infância, como casamentos, procissões e enterros, mesclando com situações do imaginário popular habitado por elementos do folclore popular, como sacis, lobisomens e mulas-sem-cabeça, Waldecy de Deus passou a recuperar as lembranças felizes de sua infância ao ilustrar crianças andando a cavalo, pescando, preparando armadilhas para capturar passarinhos e festas típicas do interior com crianças correndo, soltando balões, participando de bailes, além de imagens campestres com rios, lagoas e animais silvestres.

Em suma, a artista é irmã do icônico Waldomiro de Deus, um dos principais nomes da arte naïf.

SERVIÇO:
Exposição: Waldecy de Deus
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 12/04/2018; de segunda a sábado, das 10h às 19h; domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Paulista Cultural” no Conjunto Nacional

Corredor de ônibus da Avenida 9 de Julho fotografado por Malu Mesquita. Créditos: divulgação

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta a seus frequentadores e visitantes a exposição “Paulista Cultural” até a próxima quarta-feira, 28 de março. Com cerca de 30 registros fotográficos, a mostra celebra a criação do evento que dá nome à mostra.

Desde o final da década de 1960, a Avenida Paulista surgiu com a vocação concentrada para acolher os principais eventos culturais, a qual se solidificou ao alcance em que variados espaços destinados à cultura e ao entretenimento foram surgindo. A “mais paulista das avenidas”, logo, tornou-se um dos principais corredores culturais da cidade de São Paulo.

A criação do Paulista Cultural amplia ainda mais o importante espaço urbano e cultural paulistano ao indicar o intercâmbio de programações entre as principais instituições culturais sediadas na via, além de entrada franca ou a preços promocionais. A medida, inédita até então, tem o apoio de instituições como o próprio Conjunto Nacional e a Associação Paulista Viva, cujo objetivo é valorizar e cultivar a amada Avenida Paulista.

Para celebrar a edição inaugural do evento, foram preparadas duas exposições fotográficas (uma na fachada e a outra na galeria do Conjunto Nacional) com o intuito de mostrar um cenário iconográfico representativo do papel desses equipamentos e da própria Avenida Paulista na enérgica de uma urbe por vezes excludente, mas, ao mesmo tempo, interessada em permitir novas rotas culturais com vasto acesso a todos os interessados.

Aos interessados, além das apresentações de dança e música urbana com desempenho no asfalto onde se integra alinhadamente com o já tradicional fluxo livre de pedestres aos domingos.

A esse público, oferecemos ainda apresentações especiais de dança e música urbana com performances em pleno asfalto que se integram perfeitamente ao livre trânsito de pedestres no tradicional domingo paulistano.

Em meio aos destaques estão os registros das fotógrafas Andréia Tarelow, que captou com maestria o edifício da FIESP, a imagem da Casa das Rosas clicada por Aryanne Valgas, e a Avenida 9 de Julho (foto) registrado por Malu Mesquita.

SERVIÇO:
Exposição:
Paulista Cultural
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 28/03/2018; de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Dog.Art” no Conjunto Nacional

Escultura de Regina F. Helou em exibição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional realiza até a próxima quinta-feira, 30 de novembro, a exposição “Dog.Art”, que reúne cerca de 90 esculturas caninas e felinas pintadas por artistas plásticos e personalidades. O evento, criado pelo Sciacco Studio, foi realizado em parceria com a R2B Produções Culturais e a Unidéias Captação & Conteúdo e tem o patrocínio da Petz.

A mostra tem esculturas de cachorros que variam entre bulldogs, pitbulls, dachshunds, goldens e até os simpáticos vira-latas, além de alguns gatos em tamanho natural, confeccionados em fibra de vidro e customizados que permitem a interação do público com os pets.

O intuito da exposição é instigar participantes e visitantes a apreciarem a arte em um novo suporte, de maneira lúdica e divertida, e chamar a atenção da sociedade, por meio da arte, para distribuir amor e respeito para com os animais que, infelizmente, ainda são maltratados, abandonados e “trocados” pelos aparatos tecnológicos.

O projeto foi inspirado em movimentos de artes vinculados à customização de esculturas de objetos e/ou animais como elefantes em Milão, flamingos em Miami, leões e vacas na Suíça, galos em Portugal e por aí vai, tudo com o intuito de aliar o amor pelos animais e ligar esse sentimento com a arte.

Entre os destaques estão um gato, de Fabiana Trevisan; um cão de Regina F. Helou (foto), além do cachorro customizado de anjo, de Erica Melo; e a homenagem que a artista Fabiana Duarte fez para o saudoso David Bowie, por exemplo.

SERVIÇO:
Exposição:
Dog.Art
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/11/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Correspondência” no Conjunto Nacional

“Sant’ana e Iemanjá, Rio Vermelha, BA”, obra de João Galera em exibição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional promove até o próximo domingo, 30 de julho, a exposição “Correspondência”, que traz cerca de 30 obras, entre desenhos, aquarelas e cartas dos artistas João Galera e Julia Malta, que são expostos em um formato de troca poética de contrapartidas, que procedem em relatos visuais de viagens, apresentando lugares em locais afastados ou dentro de si próprios.

João Galera é formado em agronomia e cursou doutorado em atropologia na Espanha e elaborou a tese em uma comunidade indígena no México. Suas atribuições são múltiplas: desenho, costura, colagem e pintura.

Enquanto Julio Malta aplica-se à construção de narrativas visuais autobiográficas, lançado textos, desenhos, pequenos objetos e esculturas. Para esta exposição, exibe aquarelas sobre papel que, definida pela própria, como correspondências poéticas.

Entre os destaques estão “Sant’Ana e Iemanjá, Rio Vermelho, Salvador” (foto), de João Galera, obra feita em caneta nanquim sobre papel em 2017; “Burrico da Ilha de Boipeba, Bahia” (2017), outra obra de João composta por nanquim e aquarela sobre papel; e “Primavera” (2017), de Julia Malta, constituída por caneta/pincel sobre Canson.

SERVIÇO:
Exposição:
Correspondências
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 30/07/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita