Marina Lima apresenta o álbum Novas Famílias no Sesc Santo Amaro

A cantora Marina Lima (e banda) se apresenta no Sesc Santo Amaro nos dias 17 e 18 de agosto. Foto: Rogério Cavalcanti

Cantora faz show com músicas no novo disco e toca sucessos da carreira

Nos dias 17 de agosto, sexta-feira, 21h, e 18 de agosto, sábado, 20h, a cantora e compositora Marina Lima apresenta o show do disco recém-lançado “Novas Famílias”, no Sesc Santo Amaro. Após passar por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Miami, com casas lotadas e shows esgotados, a cantora mostra novas canções e sucessos da carreira ao lado dos músicos Arthur Kunz (bateria), Dustan Gallas (teclado e baixo) e Leo Chermont (guitarra).

Marina Lima acaba de lançar “Novas Famílias”, um álbum de composições inéditas. São duas parcerias novas com seu irmão Antônio Cicero, outras em parceria com Letícia Novaes, Silva, Dustan Gallas e duas canções de sua autoria. Há ainda uma regravação de um samba, ‘Climática”, da paulista Klébi Nori, que Marina considera uma ‘pérola’. O álbum ainda conta com as participações especiais de Marcelo Jeneci, Leo Gandelman e da própria Letícia. No show, Marina estará acompanhada de três músicos no palco: Arthur Kunz e Leo Chermont, que formam o duo eletrônico STROBO de Belém do Pará, e Dustan Gallas, músico piauiense, radicado há muitos anos em São Paulo e que também é produtor musical do disco, junto à Marina.

A cantora e compositora Marina Lima foi lançada em 1979 com o LP “Simples como Fogo” e desde então é trilha sonora dos brasileiros de várias gerações. Com influências que passam pelo pop, rock, blues, samba, bossa-nova e música eletrônica, Marina tem hits como “Pra Começar”, “À Francesa”, “Fullgás”, “Virgem”, “Uma Noite e ½”, “Pessoa”, “Me Chama”, entre tantos outros. Carioca, lançou seu CD “Clímax” em 2011, quando se mudou para São Paulo. Em 2012, publicou seu primeiro livro, “Maneira de Ser”. Em 2015, gravou o disco “No Osso”, ao vivo no Sesc Belenzinho, em São Paulo.

Marina diz que há muito não se sente tão ligada ao Brasil e à sonoridade brasileira, e que São Paulo, com toda a sua diversidade, lhe trouxe este presente. “Novas Famílias promete!”, arremata a cantora.

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Serviço
Marina Lima apresenta o álbum “Novas Famílias” no Sesc Santo Amaro
Quando: Dias 17 e 18/08
Horário: Sexta-feira, às 21h. Sábado, às 20h.
Local: Teatro (1º andar)
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (estudantes, +60 anos e aposentados, pessoas com deficiência e servidores da escola pública) e R$ 9,00 (Credencial Plena válida: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes).

Sesc Santo Amaro
Bilheteria e horário da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505.
Acessibilidade: universal.
Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).
Preço único mediante apresentação de ingresso (a partir das 18h): R$ 7,50 (Credencial Plena) e R$ 15,00 (outros).
Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

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Zé Ramalho: 40 anos do primeiro trabalho solo

Capa do primeiro álbum solo de Zé Ramalho

Lançado há 40 anos, o primeiro disco solo do cantor e compositor Zé Ramalho projetou a carreira do paraibano natural de Brejo da Cruz. Gravado entre novembro e dezembro de 1977 nos Estúdios CBS, no Rio de Janeiro, o álbum foi produzido por Carlos Alberto Sion e saiu pelo selo Epic, da gravadora CBS. Com clássicos absolutos que definiram a sua estética musical, “Zé Ramalho”, o álbum traz em sua sonoridade uma mistura de folk, psicodelia, música nordestina conduzida pela voz cavernosa do nosso “Bob Dylan do sertão”.

Em 1977, Zé Ramalho já estava próximo dos 30 anos e, antes de gravar o seu trabalho solo, já carregava a experiência de cantor há pelo menos uma década. Nesse período, tocou na trilha sonora do filme “Nordeste: Cordel, Repente e Canção”, de Tânia Quaresma, em 1974. Nesse período, ele misturou suas influências que iam do Rock ‘N’ Roll de Bob Dylan ao forró de Luiz Gonzaga, algo mais próximo da linhagem de Raul Seixas.

Em 1975, realizou o seu primeiro registro fonográfico, porém, em duo. O álbum “Peâbirú” foi gravado com Lula Cortês e lançado pela gravadora Rozenblit. E, sem perceber, a dupla lançou um dos melhores discos progressivos oriundo do Brasil. Contudo, as cópias desse do álbum valem muito por serem raras. Aliás, “Peâbirú” ganhou fama internacional, com direito a reedição alemã e inglesa.

Contudo, apesar disso, o trabalho feito com Cortês não trouxe o sucesso almejado por Zé. Assim, em 1976, o paraibano fez o mesmo o que milhares de nordestinos fizeram: migrar para o eixo Rio-São Paulo em busca de maior visibilidade e oportunidade. E foi no estúdio da CBS carioca que Zé Ramalho lançou essa obra-prima.

O disco traz duas participações especialíssimas: Patrick Moraz, ex-tecladista do Yes, na faixa “Avôhai”, e de Sérgio Dias, dos Mutantes, que tocou guitarra no ‘debut’ do cantor paraibano.

O play começa com uma trinca de canções que se tornaram clássicos obrigatórios nos shows de Zé Ramalho. Primeiro aparece “Avôhai”, composta por ele em homenagem ao seu avô, que o adotou após a morte de seu pai por afogamento (na época do falecimento de seu pai, Zé Ramalho tinha apenas dois anos). A inspiração para a canção veio depois de uma experiência com cogumelos alucinógenos em uma fazenda de um amigo. O termo que dá nome à canção é a junção das palavras “avô” e “pai”. Esta foi a primeira de suas músicas que Zé ouviu no rádio e, na ocasião, estava em um táxi. Aliás, o sintetizador tocado por Patrick Moraz é de impressionar. A faixa seguinte, “Vila do Sossego”, mantém o ritmo “alucinógeno” do músico em alta. Posteriormente, a obra segue com a maravilhosa “Chão de Giz”, cuja letra menciona pela primeira vez na MPB à camisinha (“Quem sabe uma camisa de força ou de Vênus”) e, de acordo com o autor, foi inspirada no fim de um relacionamento que teve com uma mulher mais velha. Só essas três já valem a pena o álbum.

A quarta faixa do disco segue com “A Noite Preta”, composta em parceria com outro monstro sagrado da música nordestina, o pernambucano Alceu Valença. Não chegou a fazer o mesmo sucesso das anteriores, mas é uma boa música. O material segue com a excelente “A Dança das Borboletas”, também feita em parceria com Alceu, que mostra um desempenho assombroso de Sérgio Dias, solando de maneira absurda, que faz o seu solo rivalizar com “Ovelha Negra”, de Rita Lee, e com “Revelação”, de Raimundo Fagner, como os melhores já lançados em solo brasileiro. Aliás, vale a pena conferir a performance que Zé Ramalho fez com o pessoal do Sepultura na trilha sonora do filme “Lisbela e o Prisioneiro” (2003) e na apresentação feita no Rock In Rio V, em 2013.

O álbum ainda apresenta a instrumental “Bicho de 7 Cabeças”, composta por Zé Ramalho em parceira com Geraldo Azevedo. Nela, a dupla toca livremente por alucinantes dois minutos e meio. A parceria com o compositor de Petrolina é mantida na seresteira “Adeus Segunda-Feira Cinzenta”, capitaneada pelo violão de sete cordas e o flauteado à Altamiro Carrilho (1924-2012). Enquanto isso, em “Meninas de Albarã”, Zé Ramalho faz uma referência à maconha de forma sutil. E, para finalizar, pelo menos a versão do LP, o forró acelerado de “Voa, Voa”, que coroa de forma digna este excelente disco.

Em 2013, o álbum foi relançado com faixas bônus tocadas apenas no estilo voz e violão de “Avôhai”, “Chão de Giz”, “Vila do Sossego” e “Rato do Porto”, além de mais uma versão de “Bicho de 7 Cabeças”.

E, assim, 40 anos depois, Zé Ramalho presenteia a Música Popular Brasileira com este trabalho atemporal, contudo, que, infelizmente, nos tempos atuais não tem o devido tratamento. Discaço.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist (da versão relançada em 2003) da obra.

Álbum: Zé Ramalho
Intérprete: Zé Ramalho
Lançamento: 1978
Gravadora: Epic (CBS – Sony Music)
Produtor: Carlos Alberto Sion

Participações especiais:
Patrick Moraz:
sintetizador em “Avôhai
Sérgio Dias: guitarras
Chico Julien: baixo

1. Avôhai (Zé Ramalho)
2. Vila do Sossego (Zé Ramalho)
3. Chão de Giz (Zé Ramalho)
4. A Noite Preta (Zé Ramalho / Alceu Valença)
5. A Dança das Borboletas (Zé Ramalho / Alceu Valença)
6. Bicho de 7 Cabeças (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
7. Adeus Segunda-Feira Cinzenta (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
8. Meninas de Albarã (Zé Ramalho)
9. Voa, Voa (Zé Ramalho)
Faixas bônus:
10. Avôhai (Zé Ramalho)
11. Chão de Giz (Zé Ramalho)
12. Bicho de 7 Cabeças (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
13. Vila do Sossego (Zé Ramalho)
14. Rato do Porto (Zé Ramalho)

Por Jorge Almeida

Tabarana Trio leva ao Sesc Santo Amaro ginga, swing e remelexo

Tabanara Trio. Foto: Milton Michida

Tabarana Trio reúne em Telecoteco, Sambalanço e Outras Bossas

Músicos em uma formação pouco usual: violão, trombone, caixa e pratos.

Dia 10 de agosto, sexta-feira, às 19h, o Tabanara Trio apresenta, no Sesc Santo Amaro – dentro do projeto Música ao Cair da Tarde – o show Telecoteco, Sambalanço e Outras Bossas, em que convida o público a um passeio por composições dos mais diversos nomes da música brasileira – como Orlandivo, Marcos Vale, Luiz Melodia, João Donato e Dorival Caymmi -, em gêneros que vão do samba ao xote, da bossa ao bolero e da marcha-rancho ao cha-cha-chá.

Na correnteza da música sempre atual desses mestres, o trio formado por Denilson Oliveira (percussão), Fernando Barros (violão) e Fernando Mumu (trombone) recorre a diferentes ritmos e estilos. Ao mergulhar nessas águas, o Tabarana faz o que gosta: música para dançar.

Denilson Oliveira iniciou a trajetória profissional de instrumentista e professor em Salvador e a estendeu por São Paulo, França, Portugal e Alemanha. Atuou com Johnny Alf, Gerônimo e Jorge Mautner, entre outros artistas. É autor dos livros “Caminhos de ritmos brasileiros” e “Deu samba!”.

Fernando Barros vem da escola dos bailes. Tocou com Peri Ribeiro, Chico e Paulo Caruso, Luiz Fernando Veríssimo e Nestico Aguiar, entre outros. É autor dos livros “Casé – Como toca esse rapaz” e “Do Calypso ao Cha-cha-chá – Músicos em São Paulo na década de 60”.

Fernando Mumu estudou no Conservatório de Tatuí. Entre outros artistas, tocou com Moacyr Luz, Dudu Nobre, Maria Alcina, Monarco, Peri Ribeiro e Orquestra Arruda Brasil. Paralelamente, atua com as bandas Mato Seco e Lamota.

O próximo show do Música ao Cair da Tarde fica por conta de Rodrigo Nassif Trio, dia 17 de agosto. As apresentações são livres e gratuitas para todos os públicos.

SERVIÇOS
MÚSICA AO CAIR DA TARDE
Tabarana Trio
Quando: Dia 10/08. Sexta, às 19h.
Local: Convivência
Duração: 80 minutos | Classificação: Livre
Grátis – sem necessidade de retirada de ingressos/senhas antecipadas

Próxima atração:
Rodrigo Nassif Trio | Quando: Dia 17 de agosto

SESC SANTO AMARO
Horário de funcionamento e bilheteria: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro
Acessibilidade: universal.
Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).
Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

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Péri apresenta canções inéditas do álbum “O Eterno Retorno” no Sesc Santo Amaro

O cantor, compositor e produtor baiano Péri. Foto: João Quesado Filho

Samba e Amor é o show em que Péri interpreta canções de Roberto Carlos, Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso, além das canções inéditas do seu mais recente álbum, O Eterno Retorno

Dia 10 de agosto, sexta-feira, às 20h, o cantor, compositor e produtor baiano Péri apresenta o show ‘Samba e Amor’, no Sesc Santo Amaro com músicas inéditas de seu recente álbum, “O Eterno Retorno”, grátis.

Em uma leitura atual de todo o seu repertório para comemorar os 20 anos de carreira discográfica, Péri caminha pelas interpretações marcantes da obra dos artistas que inspiram também a sua história, como Roberto Carlos, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, entre outros, mesclando com as composições autorais, todas reproduzindo o que há de melhor no samba e amor da sua trajetória musical.

O cantor aproveita ainda para trazer ao público as canções inéditas do álbum O Eterno Retorno, o 8º da carreira do cantor e compositor baiano radicado em terras paulistanas, lançado recentemente.

Péri nasceu em Salvador, migrou para São Paulo e hoje vive na ponte entre as duas cidades. Foi ganhador do Troféu Caymmi e do Rumos Itaú, além de finalista do Prêmio Tim e do Grammy Latino. Passou pelos palcos do John Anson Ford Amphitheatre, em Hollywood, Los Angeles/EUA, Festival de Vic, em Barcelona/ESP, e no Brasil em shows no Teatro Castro Alves, Concha Acústica, Memorial da América Latina, Sesc Pompeia, Biblioteca Mário de Andrade, Museu de Arte Moderna da Bahia, entre outros.

O artista ainda tem músicas gravadas por nomes como Gal Costa, Saulo, Jussara Silveira, Ceumar, Margareth Menezes, Vania Abreu, Eliana Printes, Ione Papas, Bia Góes, Patricia Talen, Denise Melo, Adriana Drê, Diogo Ramos, Carlos Navas, Zé Guilherme, Vanderlei Carvalho, Maíra Baumgarten, Ricardo Chaves e pela banda Pau D’Água.

O álbum O Eterno Retorno

Em cada canção, Péri conta e relembra histórias da sua vida na Bahia, suas influências literárias, musicais e geográficas, o começo da estrada que percorre pelo mundo até chegar na conexão com a cidade onde mora, São Paulo, perpetuando a ponte entre dois universos, tão distintos, mas para ele tão amorosamente próximos.

Mesmo com variações rítmicas e melódicas de lembranças praianas e também do sertão, o samba ainda é a matriz que o compositor usa como expressão máxima da sua identidade.

Dentre 10 músicas inéditas de sua autoria estão “Corre saveiro”, inspirada em Mar Morto de Jorge Amado, “Um dia eu vou m’embora”, “Meu capote sumiu”, ambas em referência aos ditados populares baianos, e “Pequenas lembranças”, leitura de “Grandes Esperanças” de Charles Dickens.

Péri ainda regravou “Senhora dos Prazeres”, composta em parceria com o compositor baiano Beto Pelegrino, canção do álbum “A Cama e a TV” de 1997, de onde também regravou “Eu vim da Bahia” de Gilberto Gil. Por fim, realizou um antigo desejo de gravar “Saudade da Bahia”, canção de 1947 feita por Dorival Caymmi. O novo álbum foi gravado, mixado e masterizado em março e abril de 2016 no estúdio Baticum, em São Paulo, por Bruno Pontalti.

Na produção de “O Eterno Retorno”, no ir e vir sem fim, o passado e o futuro também se encontram na sonoridade do instrumento que Péri usou para gravar: seu antigo violão, um Romeo 3 de 1984.

SERVIÇO
PÉRI
Quando: Dia 10 de agosto de 2018
Horário: Sexta, às 20h.
Local: Praça Coberta
Duração: 75 minutos | Classificação: Livre | Ingressos: Grátis

SESC SANTO AMARO
Bilheteria e horário da unidade:
Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505.
Acessibilidade: universal.
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Por Márcia Marques | Canal Aberto

Exposição “Do Toque ao Clique – A História da Música Automática” no Sesc Vila Mariana

O Sesc Vila Mariana realiza até o próximo domingo, 29 de julho, a mostra “Do Toque ao Clique – A história da Música Automática”, que traz de forma cronológica esta revolução, por meio de um acervo com peças centenárias, oriundas da Europa e dos Estados Unidos. Aproximadamente 70 itens podem ser conferidos.

Exibida no primeiro andar do prédio, a exposição é formada por autômatos, fonógrafos, realejos, caixas de música, vitrolas, gramofones, gravadores de rolo, jukebox, walkman, discman até os recentes MP3, e outros itens que datam de 1820 até os tempos atuais. Além disso, uma cenografia e uma ambientação especial foram criadas para receber a mostra, e também uma paisagem sonora com sons ambientes.

No térreo, ainda há uma espaço dedicado às mídias que deram suporte para permitir que os equipamentos levassem diversão e entretenimento para as pessoas, tais como os rolos de realejo (do século XVIII à década de 1940), os cilindros das caixas de música (de 1796 a 1940), os discos de papel perfurados, os discos de Edson, os discos de vinil, as fitas cassete, os CDs até chegar às memórias flash e os vinildiscs.

A proposta da exposição é mostrar as principais fases que compõem essa revolução tecnológica, iniciada por relojoeiros suíços e alemães às vésperas da Revolução Industrial e aprimorada com a invenção do fonógrafo de Edson, e seu papel dentro da história da humanidade.

Entre os objetos que podem ser conferidos estão uma vitrola Baby Regent Grafonola (1914); um realejo para musicbook, de origem ignorada, mas possivelmente de 1915; um jukebox Rock-Ola (foto), de 1956; e uma pianola R. S. Howard, de cerca de 1915, todos dos Estados Unidos.

SERVIÇO:
Exposição:
Do Toque ao Clique – A História da Música Automática
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Quando: até 29/07/2018; de terça a sexta-feira, das 10h às 21h30; sábado, das 10h às 20h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Cypress Hill realiza mega show no Espaço das Américas

Cypress Hill: apresentação acontece no dia 10 de outubro. Créditos: UTA divulgação

Retorno da banda ao Brasil acontece na quarta-feira, dia 10 de outubro

O multi-platinado grupo de hip-hop Cypress Hill retorna ao Brasil para um mega show na quarta-feira, dia 10 de outubro, no Espaço das Américas. A banda chega em grande estilo com B-Real e Sen Dog acompanhados de Eric Bobo, na percussão e o ilustre DJ Mix Master Mike, presença frequente ao lado dos Beastie Boys em álbuns e shows.

O primeiro álbum do Cypress Hill foi lançado em 1991, e vendeu mais de 2 milhões de cópias. Esse CD homônimo de estreia foi seguido pelo disco ‘Black Sunday’, que faturou três discos de platina e levou o Cypress pra o grande público, graças ao mega-hit ‘Insane in the brain’.

O Cypress Hill é respeitado como um dos mais importantes grupos da história do hip-hop. Eles, que já foram indicados ao Grammy, venderam mais de 18 milhões de álbuns ao redor do mundo e são considerados mentores do rap e hip-hop da Costa Oeste estadunidense.

Partidários da legalização da maconha desde o início da carreira, nos anos 90, eles ainda creem que o debate sobre o tema é relevante. “Procuramos educar as pessoas, além dos benefícios para a saúde, ou até mesmo do uso recreativo, a erva é uma injeção para a economia de qualquer país”, pondera B-Real. Com seu álbum de estreia ainda no topo das paradas, o Cypress Hill se tornou o primeiro grupo de rap a ter dois CDs no top 10 da Billboard, em 1993, quando lançaram ‘Black Sunday’, que chegou ao número um e atualmente estão em turnê de divulgação do álbum “Elephants on Acid”.

Os ingressos já estão à venda e podem ser comprados nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou on-line através do site da Eventim https://goo.gl/a3k823.

Serviço: Cypress Hill | Espaço das Américas
Data: 10 de outubro de 2018 (quarta-feira)
Abertura da casa: 19h30
Início do show: 22h
Censura: 18 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: Pista: R$ 80,00 (meia) e R$ 160,00 (inteira) | Pista Premium: R$ 130,00 (meia) e R$ 260,00 (inteira) | Mezanino: R$ 200,00 (meia) e R$ 400,00 (inteira).
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Eventim https://goo.gl/a3k823
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

Informações a imprensa:
Assessoria Espaço das Américas | Talento Comunicação
Fabiana Villela | (11) 98686-3344 | imprensa@talentocomunicacao.com.br

Estela Lopes | (11) 94022-0303 | imprensa@talentocomunicacao.com.br

Créditos: Assessoria Talento Comunicação

Clube do Balanço e Jorge Ben Jor no Espaço das Américas

Jorge Ben Jor se apresentará no Espaço das Américas no próximo sábado. Créditos: divulgação

Apresentações acontecerão no sábado, dia 23 de junho, e artistas prometem noite cheia de swing, ritmo e muitos hits memoráveis

O cantor Jorge Ben Jor chega ao Espaço das Américas no sábado, dia 23 de junho, com a turnê “Salve Simpatia”. O mestre do carisma, do ritmo dançante e do balanço envolvente vem para uma única apresentação e promete um show repleto de sucessos. Para o show de abertura, outra grande atração foi escolhida para fazer as honras – o Clube do Balanço.

Para abrir essa grande noite de swing e ritimo, o Clube do Balanço chega com um set-list reunindo seus maiores sucessos de carreira. A banda, que originalmente foi criada apenas para animar uma festa, está hoje no seu quarto disco e coleciona memoráveis clássicos. “Vício Perfeito”, “Samba e Arroz”, “Saudades da Preta” são alguns dos hits que estarão no repertório.

A história da banda é realmente muito curiosa. Inicialmente, eles se uniram apenas para fazer um baile como os que aconteciam na periferia de São Paulo nos anos 1970, a diferença era que ao invés de ter um DJ tocando vinis com clássicos do samba rock, haveria uma banda tocando ao vivo estas músicas, respeitando o estilo e a sonoridade da época. A aceitação do público foi tão boa que a brincadeira não parou mais. Desde então a banda já lançou quatro discos e seu último trabalho é o “Menina da Janela”, que consagra o Clube do Balanço e sua trajetória de mais de 15 anos animando os salões de dança do Brasil e do mundo.

O grupo é formado por Marco Mattoli, (guitarra e voz), Edu Salmaso (bateria), Gringo Pirrongelli (baixo), Tiquinho (trombone), Fred Prince (percussão), Marcelo Maita (teclado), Reginaldo Gomes (trompete) e Tereza Gama (voz).

O rei do samba rock

A assinatura de Jorge é marcada pelo inconfundível ritmo do seu violão, que por sinal, transcende toda e qualquer regra de classificação. Seu estilo foge de qualquer rótulo: é samba com maracatu, bossa com rock, baião com funk. Tudo começou com o clássico “Samba Esquema Novo”. Pois bem, era Samba, mas fazendo jus ao nome, tinha um esquema novo já trazendo futuros sucessos como “Mas que Nada” e “Por Causa de Você Menina”.

Ben Jor acabara de revolucionar a música brasileira através de um estilo único, que colocava em comunhão as raízes brasileiras e africanas através de poemas tocantes, repletos de misticismo e energia. Seu talento fez com que ele participasse de dois dos programas musicais mais famosos da época: “O fino da bossa” – comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues – e “Jovem Guarda” de Roberto e Erasmo.

Eis que surge a Tropicália.E junto com ela, as vozes estandartes para a profusão das ideias do carismático compositor e cantor. Caetano, Gilberto Gil e Gal Costa foram os principais intérpretes da obra de Jorge que estava numa ascensão cada vez maior.

Diversos movimentos musicais surgiram e ruíram, e Jorge continuou sendo cada vez mais renomado por suas obras, agora com um novo hino: País Tropical. E não parou por aí. Na sequência lançou “Take it Easy my Brother Charles” junto com a galera do Rappa, e uma forte e tocante homenagem ao seu santo protetor em “Jorge da Capadócia”.

Jorge Menezes, natural do Rio de Janeiro (Madureira), passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga, Ataulfo Alves e João Gilberto, cantava no coro da igreja e gostava de participar de blocos de carnaval.

Assume que jamais lhe passou pela cabeça que seria ele próprio, um dos protagonistas da historia da música popular brasileira. Padroeiro de uma legião de músicos pedem sua benção para produzir um som que carrega em si muita simpatia, emoção, fortes raízes, um estilo único e muita, mas muita história. E agradece todos os dias aos seus fãs e colaboradores por fazerem de um sonho aparentemente tão distante, uma realidade tão bonita.

Serviço – Clube do Balanço e Jorge Ben Jor com “Salve Simpatia” | Espaço das Américas
Show: Clube do Balanço e Jorge Ben Jor com “Salve Simpatia”
Data: 23 de junho de 2018 (sábado)
Abertura da casa: 20h30
Início do show: 22h30
Censura: 16 anos
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Capacidade da casa para este evento: 8.450 lugares
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: Pista 1º Lote: R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira) | Setor A, B, C: R$ 110,00 (meia) e R$ 220,00 (inteira)
Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou Online pelo site
Ticket 360 (https://goo.gl/xgibPV)
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
Call center Ticket360: (11) 2027-0777
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcoólicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

Informações a imprensa:
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