Sesc Campo Limpo Recebe a Ação em Rede “Semana Modos de Acessar”

Cena do filme “Luzes da Cidade”, que será exibido no dia 4, no Sesc Campo Limpo. Créditos: divulgação

Na programação: ballet, música, literatura, grafite, filme e cartoon

Do dia 1 ao 8 de dezembro, terça, quarta e domingo, em diversos horários, o Sesc Campo Limpo recebe “Semana Modos de Acessar”, ação que compõe uma série de atividades com viés educativo acerca dos mecanismos de acessibilidade na prática, que incentivam o protagonismo das pessoas com deficiência, com condições para sua inclusão em todos os aspectos – cultural, esportivo, educativo e cidadão. Programação gratuita, voltada para pessoas com e sem deficiência.

No dia 1 de dezembro, domingo, às 17h, Billy Saga apresenta o show com repertório dos seus dois primeiros discos, “Me jogue aos lobos…” e “As ruas estão olhando”. Billy, atualmente, pode ser considerado um dos mais autênticos e combativos rappers a abordar, nas entrelinhas de músicas com temas variados, o direito das pessoas com deficiência.

Dia 3 de dezembro, terça, teremos três programações: Arte Surda: Desenho e Cartoon, Grafite Sem Barreiras e LiteraCampo com LiteraSurdas.

Das 14h às 17h, Arte Surda: Desenho e Cartoon, oficina em libras com o cartunista surdo Lucas Ramos, mais conhecido como Tikinho. Serão apresentadas técnicas de desenho em papel para iniciantes e os fundamentos da criação de personagens de histórias em quadrinhos.

Grafite Sem Barreiras, das 14h às 17h. Oficina de grafite em painel de madeira para surdas/os e ouvintes apresentando técnicas e conceitos que balizam o trabalho do artista autodidata surdo Ralph ODRUS. Artista visual e grafiteiro, ODRUS nasceu com surdez profunda e atua profissionalmente em projetos de inclusão social de pessoas com deficiência. Atividade com interpretação em libras.

Às 19h, LiteraCampo com LiteraSurdas. Clube de leitura para surdas/os e ouvintes que queiram compartilhar e ampliar discussões sobre a produção literária visual de forma livre e descontraída. Nesta edição os artistas ODRUS e Tikinho são convidados para bater um papo sobre como suas produções transbordam e habitam outros lugares que nem os livros convencionais. Com mediação de Erika Mota e Sylvia Sato do projeto LiteraSurda.

Exibição do Filme Luzes na Cidade de Charles Chaplin com música ao vivo. Dia 4 de dezembro, quarta, às 19h. Um vagabundo se interessa por uma florista cega, a quem tenta ajudar a pagar o aluguel atrasado e a restaurar a visão. Encantada, a florista imagina que o benfeitor é um milionário. Exibição com audiodescrição.

Para fechar a programação com chave de ouro, dia 08 de dezembro, domingo, às 17h, Olhando para as Estrelas – Ballet de Cegos, com Cia. Ballet de Cegos Fernanda Bianchini. Bailarinas cegas e videntes apresentam coreografias clássicas e vivências onde o público é convidado a dançar sem enxergar. A Associação Fernanda Bianchini, fundada em 1995, é reconhecida mundialmente por um método desenvolvido pela bailarina e fisioterapeuta Fernanda Bianchini Por esse método, pessoas com deficiência visual aprendem a dançar balé clássico, sapateado, dança de salão, entre outros ritmos. Apresentação com audiodescrição.

O endereço do Sesc Campo Limpo é Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Mais informações pelo telefone 5510-2700 ou pelo portal http://www.sescsp.org.br.

Serviço
“Billy Saga”
Dia 01 de dezembro, domingo, das 17h às 18h
Grátis
Livre
Local: Tenda de Convivência
Sem retirada de ingresso
Capacidade: 600 pessoas

“Arte Surda: Desenho e Cartoon”
Dia 3 de dezembro, terça, das 14h às 17h
Grátis
Livre
Local: Tenda de Convivência
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência
Capacidade: 30 pessoas

“Grafite Sem Barreiras”
Dia 3 de dezembro, terça, das 14h às 17h
Grátis
Livre
Local: Tenda de Convivência
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência
Capacidade: 30 pessoas

“LiteraCampo com LiteraSurdas”
Dia 3 de dezembro, terça, das 19h às 21h30
Grátis
Livre
Local: Tenda Multiuso
Entrega de senhas no local com 30 minutos de antecedência
Capacidade: 60 pessoas

“Luzes da Cidade”
Dia 4 de dezembro, terça, das 19h30 às 21h30
Grátis
Livre
Local: Tenda Multiuso
Retirada de ingresso com 1 hora de antecedência na Central de Atendimento
Capacidade: 80 pessoas

“Olhando para as Estrelas – Ballet de Cegos”
Dia 08 de dezembro, domingo, das 17h às 18h
Grátis
Livre
Local: Tenda de Convivência
Sem retirada de ingresso
Capacidade: 150 pessoas

Sesc Campo Limpo
Endereço: Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Campo Limpo, São Paulo/SP
Horários de funcionamento: Terça a sábado, das 13h às 22h. Domingos, das 11h às 20h
Tel: (11) 5510-2700

Atendimento à Imprensa:
Dayane Chagas
Tel: (11) 5510-2734
dayane@campolimpo.sescsp.org.br
Renato Pereira (MTB 28.417)
Tel: (11) 5510-2730
Cel: (11) 95856-6358
renato@campolimpo.sescsp.org.br

Créditos: Renato Pereira

Eliana Pittman lança novo trabalho que reúne álbum com clássicos da MPB e como bônus um disco com show dos anos 70 em Paris com sucessos da Bossa Nova

Chega ao mercado, pela Kuarup Produtora, “Ontem, Hoje e Sempre”, novo trabalho da cantora Eliana Pittman. O álbum, gravado em formato acústico com violão e percussão, reúne dez regravações de músicas de autores como: Vinicius de Moraes, Martinho da Vila, Fito Paez, Caetano Veloso, Chico Cesar, Candeia, Cazuza e Gilberto Gil entre outros. Como bônus há mais oito faixas ao vivo de um show gravado em 1970, em Paris, na boate Dom Camillo, com repertório de clássicos da Bossa Nova. “Com este trabalho, festejo com orgulho e gratidão o meu ontem e o meu hoje, que vem a ser o meu sempre”, afirma a cantora.

Trata-se de uma das mais versáteis cantoras da música brasileira, tendo sido a única brasileira a figurar a capa da revista norte-americana Ebony (principal revista daquele país destinada ao público negro). No imaginário musical de quem viveu os anos 1970, a cantora carioca é a vivaz intérprete de sambas e carimbós que lhe deram fama nacional naquela década áurea, porém a verve internacional herdada por seu pai, o extraordinário saxofonista americano Booker Pittman, fez dela uma das nossas principais cantoras de jazz. Eliana, que gravou dezenas de discos e se apresentou em mais de 30 países, continua sua carreira em plena forma se apresentando em shows solos e de formatos diversificados em projetos especiais paralelos como Divas do Sambalanço (ao lado de Claudette Soares e Dóris Monteiro) E 100 anos de Dalva de Oliveira.

Eliana é filha de Booker Pittman, importante saxofonista e clarinetista de jazz nascido em Dallas (EUA), que migrou para o Brasil a partir dos anos 1930, sendo carinhosamente apelidado de Buca por ninguém menos do que Pixinguinha (1897–1973), que também tocava saxofone, entre outros múltiplos atributos artísticos.

E agora a cantora lança Eliana Pittman Hoje, Ontem e Sempre, disco produzido por Thiago Marques Luiz, que traz como bônus um álbum ao vivo com registros de um espetáculo em Paris, que foi viabilizado quando Marques Luiz soube por Eliana que a cantora tinha no seu acervo particular de fitas de rolo gravações de shows feitos dentro e fora do Brasil nos anos 1960 e 1970. Uma dessas fitas reproduzia o áudio do show feito por Eliana na Cidade Luz. “Este disco é uma dívida que Eliana tem com seu público que não vê um disco inédito desde 1991 e é também uma dívida de seu público para com ela”, relata o produtor Thiago Marques Luiz. “Que eu possa realizar coisas bonitas na minha vida, ajudar as pessoas através do meu canto, trazendo esperança, paz e amor para cada um que escuta o som da minha voz”, finaliza.

Faixa a Faixa:
1 – O Morro Não Tem Vez (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes / Tom Jobim); 2 – Gamei (Délcio Luiz / André Renato); 3 – Ex-Amor (Martinho da Vila); 4 – Drão (Gilberto Gil); 5 – Onde Estará O Meu Amor (Chico César); 6 – Até A Lua (Tião Carvalho); 7 – Preciso Dizer Que Te Amo (Dê / Cazuza / Bebel Gilberto); 8 – Preciso Me Encontrar (Candeia); 9 – Yo Vengo A Ofrecer Mi Corazón (Fito Paez); 10 – Tributo à Vaidade (Café / Iran Silva / Carlinhos Madureira).

Bônus – Show Paris 1970 Boate Don Camillo
11 – Aquele Abraço (Gilberto Gil); 12 – Garoto De Ipanema (Tom Jobim / Vinicius de Moraes); 13 – O Pato (Jaime Silva / Neuza Teixeira); 14 – Desafinado (Tom Jobim / Newton Mendonça); 15 – Big Spender (Cy Coleman / Dorothy Fields); 16 – Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá / Antônio Maria); 17 – Ponteio (Edu Lobo / Capinan); 18 – Felicidade (Tom Jobim / Vinicius de Moraes).

Sobre a Kuarup:
A gravadora Kuarup foi fundada no Rio de Janeiro em 1977 pelo produtor Mario de Aratanha e o saudoso fagotista Airton Barbosa, do Quinteto Villa-Lobos. Hoje, é uma das principais gravadoras independentes do país. Especializada em música brasileira, possui mais de 200 títulos em seu acervo, além de ter a maior coleção de obras de Villa-Lobos em catálogo no Brasil. O repertório traz choro, música nordestina, caipira, sertaneja, MPB, samba e instrumental, entre outros gêneros. A gravadora passou a atuar na edição de músicas e no mercado editorial de livros.

Informações à imprensa:
TEMPERO CULTURAL
http://www.temperocultural.com.br
Telefones: (11) 2537-6977-8920 e (11) 99664-3441
Daniela Ribeiro – daniela@temperocultural.com.br

Créditos: Daniela Ribeiro

Sesc Campo Limpo recebe Larissa Luz em show do álbum “Trovão”

A cantora Larissa Luz. Foto: Breno Galtier

Sinestesia, ancestralidade e música eletrônica em uma só apresentação

No dia 22 de novembro, sexta, às 20h, o Sesc Campo Limpo recebe a cantora Larissa Luz com o álbum “Trovão”. O show é gratuito, livre e não há necessidade de retirada de ingresso.

Sinestesia, ancestralidade e música eletrônica. Em seu novo trabalho Larissa constrói um ritual Baile que propõe conexão do sublime com o terreno, atualizando mitos yorubás e conduzindo um encontro entre som e movimento na pista. Músicas inéditas que soam como Pontos cantados para rezar dançando.

Um disco sobre fé, espiritualidade, magia, rituais, conexão com a natureza e com a nossa essência. Tudo sob uma perspectiva negra, atual e cotidiana.

Cantora, compositora e atriz, Larissa Luz vem se tornando uma grande representante da música negra contemporânea da Bahia. Depois de ficar em cartaz vivendo Elza Soares no musical “ELZA”, que estreou em 2018.

O endereço do Sesc Campo Limpo é Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Mais informações pelo telefone 5510-2700 ou pelo portal http://www.sescsp.org.br.

Serviço
“Larissa Luz”
Dia 22 de novembro, sexta, às 20h
Grátis
Livre
Retirada de ingresso com 1h de antecedência na Central de Atendimento
Capacidade: 1.000 pessoas
Sesc Campo Limpo
Endereço: Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Campo Limpo, São Paulo/SP
Horários de funcionamento: Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 19h.
Tel: (11) 5510-2700

Atendimento à Imprensa:
Dayane Chagas
Tel: (11) 5510-2734
dayane@campolimpo.sescsp.org.br
Renato Pereira (MTB 28.417)
Tel: (11) 5510-2730
Cel: (11) 95856-6358
renato@campolimpo.sescsp.org.br

Créditos: Renato Pereira

Exposição “Luiz Gonzaga, na Eternidade dos 30!” no Centro Cultural Santo Amaro

Alguns discos de Luiz Gonzaga presente na exposição em sua homenagem, em Santo Amaro. Foto: Marcos Santos

A exposição “Luiz Gonzaga, na Eternidade dos 30!” está em cartaz até a próxima quinta-feira, 7 de novembro, no Centro Cultural Santo Amaro* e, dividida, em sete núcleos – com fotos, discos, textos, entre outros itens, homenageia o cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga, que morrera aos 76 anos em 1989 deixando um legado imenso artístico e cultural.

A mostra está dividida em sete estações e mais duas outras seções, que expõem partituras de época, discos, livros, revistas e fotos pertencentes ao acervo do Instituto Memória Brasil. O centro do espaço é ocupado por uma grande instalação, uma alusão ao Juazeiro e a força do povo sertanejo.

Na Estação Rádio, o visitante encontra uma instalação que reproduz uma cabine radiofônica e apresenta ao público uma vertente musical não muito conhecida do Rei do Baião: os jingles comerciais e políticos.

Enquanto a Estação Vitrola exibe aos visitantes os diversos cantores que gravaram música de Luiz Gonzaga. Compõem este ambiente uma vitrola antiga, um disco da cantora Peggy Lee, um painel com imagens e fones de ouvido, com os quais é possível ouvir raridades musicais como a própria Peggy Lee cantando “Juazeiro, Keiko Ikuta, “Baião de Dois e Paraíba”, e David Byrne e Forró in the Dark, “Asa Branca”.

Uma sanfona em tamanho gigante diz ao visitante que ele acabou de pisar na Estação Sanfona. Neste espaço estão expostos alguns dos diversos livros que tratam sobre a vida e a obra do artista. Entre os quais: “O Nordeste nas canções de Luiz Gonzaga”; “Luiz Gonzaga, muito além de um sanfoneiro”; e Luiz Gonzaga, o matuto que conquistou o mundo”. Ainda abordando a literatura a respeito do músico, a Estação Cordel traz alguns dos mais de 120 cordéis que já foram escritos inspirados no Rei do Baião. Gonzagão é um dos artistas mais biografados do Brasil.

Painéis divertidos e coloridos com curiosidades sobre a obra de Luiz Gonzaga compõem a Estação Você Sabia e letras de música que retratam os principais temas da obra de Luiz Gonzaga, como a terra, família, amor, saudade, crença, fauna, natureza e festa, fazem parte da Estação Panôs. Com o objetivo de aumentar o envolvimento do público com a mostra e fazer com que ele guarde uma lembrança da exposição, é possível fazer uma foto no universo do cordel na Estação Interativa.

No espaço destinado aos álbuns gravados pelo Rei do Baião, os visitantes encontrarão expostos 32 LPs, entre os quais: Missa do vaqueiro; O homem da Terra; Sangue de nordestino; Danado de bom; São João Quente; Sanfoneiro macho; e 70 anos de sanfona e simpatia. Já o ambiente Móvel Antigo traz, além de fotos, partituras e raridades como o disco de forró de Mané Vito; a revista Rolling Stones, de abril de 1972, intitulada “O Rei do Baião”; e assinatura original de Luiz Gonzaga, datada de 1967, na contracapa do livro “O Sanfoneiro do Riacho da Brígida”.

Com direção geral da jornalista Sylvia Jardim e cenografia de Celso Rorato, a mostra tem curadoria do pesquisador de cultura popular, o jornalista Assis Ângelo.

Luiz Gonzaga gravou 627 músicas em discos de 78 RPM, compactos simples e duplos de 33 RPM e de 45 RPM e dezenas de LPs de 10 e de 12 polegadas espalhadas também em inúmeras coletâneas levadas à praça nos formatos de LPs e CDs e em trilhas de filmes e documentários. Ao se instalar no Rio de Janeiro no final dos anos 30, para expandir sua obra, o artista pernambucano teve o cuidado de fazer um planejamento antes de confiar ao grupo cearense Quatro Ases e um Coringa o novo gênero musical que criou junto com Humberto Teixeira: o baião.

Primeiro trocou a vestimenta social e os ternos e gravatas e se vestiu dos pés à cabeça de couro, aos modos dos vaqueiros. Em seguida, com linguajar característico e sem rodeios, cantou os personagens da sua paisagem familiar, rasteira e cheia de cactos. Luiz Gonzaga é até hoje o maior representante da música nordestina e o artista da música popular mais biografado na história do Brasil. Em 2012, o filme Gonzaga – de Pai para Filho, mostrou a força deste ídolo popular levando aos cinemas mais de 2 milhões de pessoas. O Rei do Baião, um pernambucano de Exu, foi o artista que melhor representou a região onde nasceu e que tem o maior número de estados do País. “A obra construída por Luiz Gonzaga retrata com fidelidade o sertão nordestino e o próprio Nordeste, nas suas diversas facetas”, ressaltam os organizadores da exposição.

SERVIÇO:
Exposição: Luiz Gonzaga, na Eternidade dos 30!
Onde: Centro Cultural Santo Amaro – Avenida João Dias, 822 – Santo Amaro
Quando: até 07/11/2019; de segunda a domingo, das 10h às 17h
Quanto: entrada gratuita

* A instalação da mostra está na Biblioteca Prestes Maia, em frente ao CCSA

Créditos: Patrícia Jimenez / Edição de texto: Jorge Almeida

Exposição reúne ilustrações de Elifas Andreato no Museu Afro Brasil

“História da Música Brasileira – Luiz Gonzaga”, obra de 1976, de Elifas Andreato, em exibição no Museu Afro Brasil. Foto: Jorge Almeida

O Museu Afro Brasil apresenta até o próximo sábado, 5 de outubro, a mostra “A Arte de Elifas Andreato na Música Brasileira – Um Tributo à Clementina de Jesus”, que reúne cerca de 40 trabalhos do artista que é um dos mairs importantes em produzir obras iconográficas das principais referências da música brasileira: Elifas Andrelato.

O artista plástico ao longo de seus mais de 50 anos de carreira possui uma intensa produção e, na mostra, há uma seleção de obras originais e algumas que nunca foram expostas.

Com curadoria de Emanoel Araújo, a mostra reúne retrato de nomes como Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Tim Maia, Cartola, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Milton Nascimento, entre outros, e, em especial, para Clementina de Jesus, que ganhou um espaço de destaque na exposição.

Entre as reproduções expostas, destaque para a antológica capa do disco “Clementina e Convidados” (1979) – que completa 40 anos em 2019, e também algumas telas como as capas dos álbuns “Nação” (1978), de Clara Nunes; “História da Música Brasileira – Luiz Gonzaga” (foto), de 1976; “Canta Canta Minha Gente” (1974), de Martinho da Vila; e “Nervos de Aço” (1973), de Paulinho da Viola, entre outros.

SERVIÇO:
Exposição: A Arte de Elifas Andreato na Música Brasileira – Um Tributo à Clementina de Jesus
Onde: Museu Afro Brasil – Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3 – Parque Ibirapuera
Quando: até 05/10/2019; de terça a domingo, das 10h às 17h (com permanência até às 18h)
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (meia-entrada); Gratuidade aos sábados

Por Jorge Almeida

Som Imaginário homenageia os 45 anos do LP “Milagre dos Peixes” no Sesc Campo Limpo

A banda Som Imaginário. Créditos: divulgação

O show resgatará a formação com os quatro integrantes originais do grupo

No dia 04 de outubro, sexta, às 20h, o Sesc Campo Limpo recebe a banda Som Imaginário com o álbum “Milagre dos Peixes”, de 1974. O show é gratuito, livre e não há necessidade de retirada de ingresso.

A mistura entre o erudito, jazz, regional e o rock progressivo pode classificar as músicas do Som Imaginário. O grupo abriu um novo conceito musical no Brasil e deu características peculiares a discos importantes do Milton Nascimento, como o “Milagre dos Peixes”.

Criada inicialmente por Wagner Tiso para acompanhar o trabalho do Milton Nascimento, a banda teve várias formações ao longo da sua trajetória, mas sempre foi reconhecida como um dos símbolos artísticos nacionais da contracultura dos anos 70.

A formação do Som Imaginário com Wagner Tiso, Robertinho Silva, Luiz Alves e Nivaldo Ornelas pode ser considerada uma das mais importantes da história do grupo, pois os três primeiros participaram dos quatro Lps da banda e, junto com Nivaldo Ornelas, também foram os integrantes que fizeram as gravações dos principais trabalhos.

No repertório, músicas como “Cais”, “Milagre dos Peixes”, “Outubro” e “Viola Violar”. No final da apresentação, o Som Imaginário também homenageará o cantor e compositor Tavito, integrante da primeira fase do grupo, que faleceu em março de 2019.

O endereço do Sesc Campo Limpo é Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Mais informações pelo telefone 5510-2700 ou pelo portal http://www.sescsp.org.br.

Serviço
“Som Imaginário”
Grátis
Dia 04 de outubro, sexta, às 20h
Livre
Capacidade: 500 pessoas
Local: Tenda da Comedoria
Sem Retirada de Ingresso

Sesc Campo Limpo
Endereço: Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Campo Limpo, São Paulo/SP
Horários de funcionamento: Terça a sexta, das 13h às 22h. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 19h.
Tel: (11) 5510-2700

Atendimento à Imprensa:
Dayane Chagas
Tel: (11) 5510-2734
dayane@campolimpo.sescsp.org.br

Renato Pereira (MTB 28.417)
tel: (11) 5510-2730
Cel: (11) 95856-6358
renato@campolimpo.sescsp.org.br
Créditos: Renato Pereira

Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro recebe inscrições para selecionar novos integrantes da temporada 2020

Inscrições para Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro
acontece entre os dias 1º a 30 de setembro de 2019. Créditos: divulgação

Músicos podem se inscrever de 1 a 30 de setembro de 2019; Menores de 18 anos devem ser emancipados

Com renovação anual, a Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro (OAMB) recebe inscrições de músicos para a temporada 2020 do grupo. Serão selecionados cerca de 50 músicos para os instrumentos violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta (piccolo), clarinete (clarone), oboé (corne inglês), fagote (contrafagote), trompa, trompete, trombone e trombone baixo, tuba, harpa, tímpano e percussão. Os interessados devem se inscrever de 1 a 30 de setembro pelo site do Mozarteum Brasileiro: http://www.mozarteum.org.br, que também traz o regulamento completo. A avaliação será realizada por uma comissão determinada pelo Mozarteum, e o resultado divulgado a partir de 4 de novembro de 2019.

Todos os selecionados para a OAMB recebem bolsas para estudar e participar da programação do Mozarteum Brasileiro. Os ensaios começam em março de 2020, em São Paulo, e a estreia da nova formação será durante a nona edição do festival Música em Trancoso, na Bahia, que ocorrerá de 14 a 21 de março (para o evento no sul da Bahia, a bolsa contempla passagem aérea, transporte terrestre, alimentação e hospedagem em Trancoso). Além de apresentações no Teatro L’Occitante, os selecionados viverão uma rica e intensa troca de experiências com renomados músicos, solistas e maestros do Brasil e do exterior, em masterclasses exclusivas e ensaios. Os integrantes da OAMB ainda participam de atividades socioeducativas com a comunidade local, que envolvem aulas de iniciação musical nas escolas e concertos gratuitos ao ar livre.

O Mozarteum também propicia aos jovens músicos a oportunidade única de se apresentarem, anualmente, ao lado de alguns dos maiores nomes do cenário musical erudito, que vêm ao Brasil para participar dos concertos promovidos pela instituição. No currículo da OAMB já constam espetáculos com Elina Garanca (2019), Anna Netrebko (2018) e Diana Damrau (2017). “Poucas orquestras brasileiras têm uma chance como essa. Queremos colocar nossos músicos em destaque nesse universo. A maioria está estudando e se profissionalizando cada vez mais, e participar de concertos de grande porte é, sem dúvida alguma, uma oportunidade excepcional para eles”, comenta Carlos Moreno, maestro titular da OAMB.

Em um ambiente acadêmico, os bolsistas selecionados integram a orquestra ao lado de músicos profissionais, que atuam como tutores dos mais jovens. “Nosso objetivo é promover essa troca de experiência constante entre os bolsistas, permitindo que eles se aperfeiçoem cada vez mais. Como nossa orquestra é acadêmica, que se reúne para preparar concertos específicos, essa formação é importante para cumprir o papel socioeducativo do conjunto”, explica Sabine Lovatelli, presidente do Mozarteum Brasileiro e diretora artística da OAMB.

Inscrições para Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro
Período: 1º a 30 de setembro, para candidatos de todo o Brasil. Gratuita.
Perfil: Não há limite de idade, mas os menores de idade devem ser emancipados. Cerca de 50 vagas para violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta (piccolo), clarinete (clarone), oboé (corne inglês), fagote (contrafagote), trompa, trompete, trombone e trombone baixo, tuba, harpa, tímpano e percussão.
Audição: o candidato deve enviar um vídeo executando o movimento de uma obra de livre escolha, de preferência com acompanhamento de piano. A música não pode ser autoral.
Regulamento e inscrição:

Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro abre inscrições para a temporada de 2020

Realização:
Apoio: Grupo L’OCCITANE, Estadão
Realização: Mozarteum Brasileiro, Ministério da Cidadania e Governo Federal

O Mozarteum
Fundado por Sabine Lovatelli e Claude Sanguszko, é uma das mais conceituadas associações culturais do país e tem como objetivo valorizar e difundir a cultura musical. Por meio da organização e promoção de espetáculos de música erudita e da manutenção de uma série de atividades educativas em São Paulo e Trancoso, sul da Bahia, fomenta a inclusão social e estende o acesso ao melhor da música para o maior número de pessoas. Desde 1981, início de suas atividades, vem atuando para cumprir dois grandes objetivos: trazer a excelência musical internacional para o público brasileiro e, ao mesmo tempo, incentivar o desenvolvimento pessoal e social por meio de várias iniciativas de cunho cultural e educativo. Traz ao Brasil algumas das maiores orquestras do mundo e abre espaço em sua programação para a apresentação de orquestras jovens e novos talentos brasileiros. Em sua trajetória, realizou mais de 1.500 concertos, que foram vistos por mais de dois milhões de espectadores, em salas de concertos e locais públicos. Mais de nove mil alunos passaram pelas masterclasses e 240 jovens talentos foram encaminhados às melhores instituições musicais nacionais e europeias, por meio de bolsas de estudos concedidas pela instituição.

Contatos de imprensa
Marco Dabus e Marina Pape
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