Flamengo: campeão brasileiro sub-17 2019

Jogadores do Flamengo sub-17 posam para a foto oficial. Foto: Gilson Borba

Assim como no primeiro jogo da final do Campeonato Brasileiro Sub-17 2019, o Flamengo voltou a derrotar o Corinthians e sagrou-se campeão nacional da categoria neste sábado no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, no Espírito Santo. O placar de 2 a 1 permitiu ao rubronegro a vitória por 6 a 4 no agregado. Lázaro e Ryan Luka marcaram para os cariocas, enquanto Cauê descontou para os paulistas.

A garotada flamenguista entrou em campo ciente de que o empate lhe bastaria para ficar com o título. Mas, a molecada do Ninho nem quis saber disso e já chegou ao gol logo aos dois minutos. Caio cobrou falta na área e Lázaro, sozinho, testou firme para cabecear e abriu o placar para o Flamengo.

O Corinthians sentiu o gol e, aos poucos, tentou a reação. Aos 10. Julio pegou a sobra e tocou para Matheus Araújo, que adiantou demais e permitiu a chegada do goleiro rubronegro. Mas os flamenguistas, tecnicamente superiores, estavam sedentos em busca do gol. Aos 12, Ryan Luka recebeu cobrança de lateral, tentou cruzar na área pela direita e a bola bateu na defesa e saiu pela lateral. Em seguida, aos 13, Caio foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro para a zaga corinthiana tirar o perigo.

Já aos 16, Cauê fez boa jogada, tocou para David, que acionou Danilo, mas o camisa 7 pegou mal na boa e facilitou a vida do goleiro Bruno. Aos 19, o Timãozinho cobrou falta ensaiada na esquerda para Arthur Neves cruzar na área para Belezi, que subiu alto e cabeceou longe do gol.

O clássico seguiu equilibrado. Aos 21, Lázaro deu um bom passe para Pedro Arthur, que balançou em cima da marcação e puxou para a direita, mas na hora da finalização, a defesa alvinegra deu um bico para longe. Na sequência, aos 23, Cauê fez o pivô e tocou para Matheus Araújo, que chutou firme, mas a redonda bateu em Otávio e evitou o que poderia ser o gol de empate do Timão. O rubronegro, posteriormente, teve duas chances consecutivas. Aos 27, Ryan Luka recebe na esquerda, passou da marcação e cruzou no segundo pau, mas Arthur Neves tirou de cabeça. Na cobrança de escanteio, Caio jogou na primeira trave e Ryan Luka desviou de cabeça e acertou o travessão alvinegro.

A partida precisou dar uma parada para os atletas se hidratarem. E, após a pequena pausa, o Mengão chegou ao segundo gol. aos 33, Lázaro recebeu na direita, tocou para Marcos Felipe, que cruzou na medida para Ryan Luka cabecear no canto direito da meta corinthiana e deixando o rubronegro com a mão na taça: 2 a 0.

O Corinthians ainda esboçou descontar aos 38 com Riquelme, que foi desarmado na “hora H” por Gabriel Noga. Três minutos depois, aos 41, Juio cruzou, Bruno saiu errado do gol e a redonda sobrou para Cauê, que bateu fraco e rasteiro para o gol sem goleiro, mas Otávio evitou que a bola ultrapassasse a linha do gol. E, antes do intervalo, aos 44, Cauê recebeu na entrada da área rubronegra, ajeitou e bateu com a direta, mas não pegou bem na bola e errou o alvo. E o primeiro tempo terminou com a (enorme) vantagem flamenguista: 2 a 0.

A segunda etapa começou mais truncada, com o Flamengo administrando o resultado e o Corinthians encontrando dificuldades para se impor. A equipe paulista voltou do intervalo com mais duas modificações para correr atrás do prejuízo. E quem criou a primeira chance clara de gol no segundo tempo foi o Corinthians. Aos 15, Pedrinho cruzou na segunda trave para Danilo, que chutou em cima do goleiro Bruno, que mandou para escanteio. Três minutos depois, Gustavo Tocantins recebe em velocidade e ficou cara-a-cara com Bruno, mas o goleiro flamenguista conseguiu defender com o peito.

Depois de pressionar, finalmente, o Timãozinho conseguiu descontar. Aos 21, Julio tocou para Danilo, que cruzou para Cauê, que dominou e girou para bater firme no canto alto do goleiro adversário e fazer um belo gol.

E o empate alvinegro só não veio graças a duas ótimas intervenções de Bruno aos 25 minutos. O Timão veio pela direta, a bola ficou para Wendel que chutou forte em cima do goleiro do Flamengo e, no rebote, foi a vez de Cauê encher o pé para o arqueiro defender novamente. Que chance desperdiçada pelo Corinthians! Com o “sol do meio-dia” batendo a pino, o jogo teve uma queda de produção nos minutos seguintes até os atletas se hidratarem novamente.

Após a pausa, o Flamengo esteve muito perto do terceiro gol. Aos 34, Weverton puxou um contragolpe e, quando ficou frente à frente com Donelli, chutou fraco e facilitou o trabalho do goleiro corinthiano. Depois, aos 40, Mangueira cruzou para Cauê, que subiu e cabeceou por cima do gol. No lance seguinte, aos 43, Caio cobrou escanteio, a defesa tirou parcialmente, a redonda voltou para o camisa 6, que alçou a bola na área, ela passou por Weverton e Donelli se esticou todo para espalmar e, em seguida, a defesa aliviar. A partida seguiu até os 50 minutos, quando o árbitro decretou fim de jogo no Kleber Andrade: Flamengo 2, Corinthians 1. O rubronegro é o novo campeão brasileiro sub-17.

O Flamengo entrou em campo com a vantagem adquirida no primeiro jogo, em São Paulo (vitória por 4 a 3), e o gol-relâmpago marcado por Lázaro logo aos dois minutos deu mais tranquilidade para a equipe carioca. Com isso, o rubronegro, tranquilo no jogo, conseguiu chegar ao segundo gol com o Ryan Luka, que só não fez o seu segundo gol no jogo porque o travessão não deixou. No segundo tempo, o Flamengo diminuiu o ritmo e permitiu que o Corinthians crescesse no jogo e chegasse ao seu gol, mas a ótima atuação do goleiro Bruno evitou o empate do alvinegro que, se tivesse conseguido o segundo gol, botaria fogo na decisão. Porém, a garotada do Ninho conseguiu segurar o resultado e ficou com o título. Na comemoração, uma homenagem foi feita para os meninos que morreram no Ninho do Urubu em fevereiro deste ano.

A seguir, o resumo da campanha do campeão e a ficha técnica da decisão.

Primeira Fase (Grupo B):
Data – Jogo – Local:
18/05 – Grêmio (RS) 3×1 Flamengo (RJ) – Airton Ferreira da Silva, Eldorado do Sul (RS)
24/04 – Flamengo (RJ) 2×1 Botafogo (RJ) – Estádio da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
30/04 – Flamengo (RJ) 2×0 Corinthians (SP) – Estádio da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
07/05 – América (MG) 0x0 Flamengo (RJ) – Estádio das Alterosas, Rio de Janeiro (RJ)
15/05 – Flamengo (RJ) 7×0 Vitória (BA) – Estádio da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
21/05 – Flamengo (RJ) 2×2 Internacional (RS) – Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
29/05 – Bahia (BA) 1×3 Flamengo (RJ) – Pituaçu, Salvador (BA)
06/06 – São Paulo (SP) 3×3 Flamengo (RJ) – José Liberatti, Osasco (SP)
12/06 – Flamengo (RJ) 3×0 Chapecoense (SC) – Estádio da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
Quartas-de-final:
19/06 – Athletico (PR) 1×3 Flamengo (RJ) – Estádio do Pinhão, São José dos Pinhais (PR)
28/06 – Flamengo (RJ) 3×0 Athletico (PR) – Estádio da Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
Semifinais:
03/07 – São Paulo (SP) 2×2 Flamengo (RJ) – José Liberatti, Osasco (SP)
09/07 – Flamengo (RJ) (4)0x0(3) São Paulo (SP) – Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Final:
10/08 – Corinthians (SP) 3×4 Flamengo (RJ) – Pacaembu, São Paulo (SP)
17/08 – Flamengo (RJ) 2×1 Corinthians (SP) – Kleber Andrade, Cariacica (ES)

FICHA TÉCNICA: FLAMENGO (RJ) 2×1 CORINTHIANS (SP)
Competição/Fase: Campeonato Brasileiro Sub-17 2019 – final (2º jogo)
Local: Estádio Kleber Andrade, Cariacica (ES)
Data: 17 de agosto de 2019, sábado – 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Dyorgines José Padovani de Andrade (ES)
Auxiliares: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Katiuscia M. Berger Mendonça (ES)
Cartões Amarelos: Ryan Luka, Daniel Cabral, Weverton (Flamengo); Mangueira (Corinthians)
Gols: Lázaro, aos 2 min (1-0) e Ryan Luka, aos 33 min do 1º tempo (2-0); Cauê, aos 21 min do 2º tempo (2-1)
FLAMENGO (RJ): 1.Bruno; 2.Marcos Felipe, 3.Gabriel Noga, 4.Otávio e 6.Caio; 5.Dhouglas, 8.Daniel Cabral, 11.Carlos, 7.Pedro Arthur (19.Weverton) e 10.Lázaro (21.Maycon); 9.Ryan Luka (18.Wiverson). Técnico: Gustavo Almeida
CORINTHIANS (SP): 1.Donelli; 2.Julio (13.Mangueira), 3.Bruno (15.Bryan), 4.Lucas e 6.Arthur; 5.Riquelme (18.Wendel), 7.Danil (20.Kevin) e 8.Pedrinho (19.Arthur Souza); 10.Matheus Araújo, 11.David (25.Gustavo Tocantins) e 9.Cauê. Técnico: Phelipe Leal

Parabéns ao Clube de Regatas Flamengo pelo título.

Por Jorge Almeida

 

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Liverpool: campeão da Supercopa da UEFA 2019

O goleiro espanhol Adrián ergue a taça da UEFA Super Cup conquistada pelo Liverpool. Créditos: uefa.com

O Liverpool derrotou o Chelsea na decisão da Supercopa da UEFA 2019 nesta quarta-feira (14), no Vodafone Park, em Istambul, na Turquia. Os Reds levaram a melhor sobre os Blues na disputa por pênaltis após empate em 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação. Os gols da partida foram marcados por Giroud e Sané (duas vezes) e Jorginho, de pênalti. Nas cobranças penais, destaque para o goleiro Adrián, que defendeu o pênalti batido por Abraham e ajudou o Liverpool a fazer 5 a 4 e conquistar a competição pela quarta vez em sua história. Essa foi a primeira disputa de título europeu oficial a ser apitado por uma mulher. A honra coube a francesa Stéphanie Frappart.

O Liverpool tomou a iniciativa na decisão e, nos primeiros minutos, criou boas chances. Aos quatro minutos, Henderson levantou na área, Mané tentou de bicicleta, a bola tocou na mão de Christensen, mas a arbitragem deu escanteio. Na sequência, Van Dijk cabeceou para o chão e Kepa defendeu. Em seguida, aos oito, Fabinho pegou a sobra da esquerda e mandou para o gol para o arqueiro dos Blues pegar. A equipe londrina chegou pela primeira vez aos 10 com Giroud. Pedro acionou o francês, que avançou e emendou com a esquerda e Adrián acompanhou a bola indo para fora.

O clássico seguiu equilibrado. Aos 15, os Reds partiram em contragolpe, Chamberlain acionou Salah, que atacou e bateu cruzado para Kepa defender. Os Pensioners responderam na sequência outra vez com Giroud. Jorginho lançou Pedro, que deu um ótimo passe para o camisa 18, que bateu cruzado à esquerda de Adrián. Depois da ligeira superioridade do rival, o Chelsea ganhou confiança e criou a melhor chance na primeira parte da etapa inicial aos 22. Pedro tabelou, entrou na área e soltou a pancada, Adrián tocou na bola que bateu na trave.

Depois do susto, o Liverpool também assombrou aos 28. Em escanteio cobrado na área, Kepa não achou nada na saída do gol e Van Dijk desviou por cima. Depois, aos 32, Pedro deu ótimo passe para Kovacic, porém, o substituto de Alisson saiu bem da meta e abafou o lance.

Melhor postado em campo, os Blues chegaram ao gol ainda no primeiro tempo. Aos 36, Pulisic atraiu a marcação e deu um belo passe para Giroud, que bateu de canhota para inaugurar o placar. O Liverpool sentiu o gol sofrido e só não levou o segundo, marcado por Pulisic, porque o norte-americano foi flagrado (corretamente) em impedimento. E, dessa maneira, o primeiro tempo terminou com vitória parcial do Chelsea.

Na volta do intervalo, Klopp colocou Firmino no lugar de Chamberlain. E a troca surtiu efeito e o Liverpool chegou ao empate já aos três minutos. A redonda ficou com Fabinho na entrada da área, o volante deu um toque por cima, Firmino se antecipou a Kepa e deixou Mané livre para completar para as redes. É o empate dos Reds. O Liverpool se empolgou e, em seguida, quase virou. Firmino ajeitou a bola para Fabinho soltar a pancada da entrada da área e mandou a redonda perto. O Chelsea respondeu em seguida aos cinco com Giroud. Emerson invadiu a área e, do fundo, rolou para trás para o francês desviar para fora.

Após o início eletrizante nos primeiros minutos do segundo tempo, as duas equipes diminuíram o ritmo do jogo e fizeram um duelo morno durante boa parte da etapa final. No entanto, aos 29, Salah pegou a sobra do escanteio, chutou rasteiro, Kepa defendeu parcialmente e, no rebote, Van Dijk chutou forte e o camisa 1 fez milagre e a redonda bateu no travessão. Minutos depois, os londrinos responderam com Pedro. O espanhol recebeu de Kanté e finalizou em cima do zagueiro holandês, que apareceu bem no lance. Logo na sequência, aos 37, Mount (substituto de Pulisic) superou Adrián, mas estava em impedimento.

O Liverpool tentou evitar a prorrogação. Aos 40, em uma escapada rápida, Salah acionou Sané, que finalizou para fora na saída de Kepa. O Chelsea ainda teve uma oportunidade antes dos acréscimos com Zouma, que subiu pelo alto e mandou por cima aos 44 minutos. E, no último lance de perigo do tempo normal, Salah bateu cruzado e Firmino chegou atrasado e não conseguiu desviar a pelota. Fim dos 90 minutos em Istambul: Liverpool 1, Chelsea 1. A decisão foi para a prorrogação.

O primeiro tempo da prorrogação começou com os comandados de Jürgen Klopp partindo para cima. Primeiro foi com Gomez batendo com desvio e Kepa defender no minuto inicial. Em seguida, aos três, Firmino foi lançado e rolou para trás na medida para Mané emendar e virar para os Reds. O Chelsea não se abateu e foi para cima. Aos sete, Abraham tentou e Adrián evitou o empate com o pé. Na jogada seguinte, o goleiro do Liverpool derrubou o camisa 9 na área e a árbitra francesa Stéphanie Frappart não teve dúvida: pênalti. Na cobrança, o ítalo-brasileiro Jorginho deslocou Adrián e empatou o clássico inglês: 2 a 2. E, ainda no primeiro tempo extra, aos 13, os Blues quase viraram com Abraham, que aproveitou a ajeitada de Pedro da linha de fundo para o meio da área, mas a finalização saiu por pouco.

Na segunda parte do tempo extra, evidentemente, que as condições físicas das duas equipes estavam no limite. E, com isso, a decisão caiu de produção, mas o que não impediu a criação de oportunidades, principalmente com o Chelsea. Aos quatro minutos, Mount bateu bonito e Adrián fez ótima defesa. Depois, aos oito, foi a vez de Pedro tentar o chute colocado e quase marcou o dele. E a última finalização da prorrogação também foi da equipe de Frank Lampard. Aos 12, Mount arriscou, Adrián espalmou para Abraham finalizar no rebote, mas estava impedido. No entanto, o empate persistiu e o campeão precisou ser definido na disputa por pênaltis.

Na série de cinco cobranças, os batedores estavam com a pontaria calibrada: Firmino, Fabinho, Origi, Alexander-Arnold e Salah marcaram para os Reds, enquanto Jorginho, Barkley, Mount e Emerson anotaram pelos Blues. No entanto, na última cobrança do Chelsea, Abraham parou em Adrián, que defendeu a cobrança com o pé. Fim da disputa por pênaltis no Vodafone Park: Liverpool 5, Chelsea 4. Os Reds conquistam a Supercopa da UEFA pela quarta vez em sua história.

Liverpool e Chelsea fizeram um clássico bem disputado na decisão da Supercopa da UEFA. Apesar de iniciar o duelo mais ofensivo, os Reds saíram em desvantagem no placar com o gol de Giroud no primeiro tempo. Mas, Jürgen Klopp voltou com Firmino para a etapa final e, com o brasileiro em campo, o Liverpool chegou ao empate logo no começo do segundo tempo com o gol de Mané. E a equipe da cidade dos Beatles só não virou no tempo regulamentar porque Kepa fez duas defesas em seguida perto dos 30 minutos e ajudou a levar a final para a prorrogação. No tempo extra, o Liverpool virou com Mané, mas no segundo tempo da prorrogação, Jorginho, de pênalti, mantiveram os Blues na parada e forçou a disputa dos pênaltis. Na série de cinco cobranças, destaque para a eficiência dos batedores, que acertaram quase todas, pois, o jovem Abraham parou em Adrián, que substituiu o lesionado Alisson.

A seguir, a ficha técnica da decisão.

FICHA TÉCNICA: LIVERPOOL (ING) (5)2×2(4) CHELSEA (ING)
Competição/Fase: Supercopa da UEFA (UEFA Super Cup) 2019 – final (jogo único)
Local: Vodafone Park, Istambul (TUR)
Data: 14 de agosto de 2019, quarta-feira – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Stéphanie Frappart (FRA)
Auxiliares: Manuela Nicolosi (FRA) e Michelle O’Neill (IRL)
Cartões Amarelos: Henderson e Alexander-Arnold (Liverpool); Azpilicueta e Emerson (Chelsea)
Gols: Giroud, aos 36 min do 1º tempo (0-1); Mané, aos 3 min do 2º tempo (1-1), e aos 5 min do 1º tempo da prorrogação (2-1); Jorginho, aos 10 min do 1º tempo da prorrogação (2-2)
Pênaltis convertidos: Firmino, Fabinho, Origi, Alexander-Arnold e Salah (Liverpool); Jorginho, Barkley, Mount e Emerson (Chelsea)
Pênalti desperdiçado: Abraham (Chelsea)
LIVERPOOL (ING): 13.Adrián; 12.Gomez, 32.Matip, 4.Van Dijk e 26.Robertson (66.Alexander-Arnold); 3.Fabinho, 14.Henderson e 7.Milner (5.Wijnaldum); 15.Oxlade-Chamberlain (9.Firmino), 10.Mané (27.Origi) e 11.Salah. Técnico: Jürgen Klopp
CHELSEA (ING): 1.Kepa; 28.Azpilicueta, 4.Christensen (29.Tomori), 15.Zouma e 33.Emerson; 7.Kanté, 5.Jorginho e 17.Kovačić (8.Barkley); 11.Pedro, 22.Pulisic (19.Mount) e 18.Giroud (9.Abraham). Técnico: Frank Lampard

Parabéns ao Liverpool Football Club pelo título.

Por Jorge Almeida

Athletico Paranaense: campeão da J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana Championship 2019

Jogadores do Athletico Paranaense erguem a primeira taça intercontinental oficial do Estado do Paraná. Créditos: athletico.com.br

O Athletico Paranaense segue fazendo história em seu processo de “internacionalização”. Dessa vez, o Furacão conquistou a inédita J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana 2019 (antiga Copa Suruga Bank) ao derrotar o Shonan Bellmare, do Japão, por 4 a 0 na manhã desta quarta-feira (7), no Estádio Shonan BMW Hiratsuka, em Kanagawa, no Japão. Os gols da partida foram marcados por Marcelo Cirino, Rony, Thonny Anderson e Braian Romero. Essa foi a segunda vez que o futebol brasileiro faturou a competição intercontinental – a primeira foi conquistada pelo Internacional, em 2009.

Apesar de jogar longe de seu caldeirão, o Athletico Paranaense começou com tudo diante do Shonan Bellmare. Aos cinco minutos, Rony tabelou com Bruno Guimarães, bateu cruzado para boa defesa de Matsubara. Depois, a equipe da casa conseguiu esfriar o jogo e equilibrar as ações. O time japonês tentou pela primeira vez aos dez, mas Yamada recebeu no meio, bateu com força, mas a bola subiu muito e saiu.

O Furacão seguiu bem no jogo e, aos 20, chegou novamente. Aos 20, Marcio Azevedo cobrou escanteio, Rony cabeceou fraco para fácil defesa do goleiro. Depois, aos 28, Santos deu um belo lançamento para Rony, que arrancou em velocidade, ajeitou de cabeça para soltar a bomba para Matsubara espalmar para escanteio. Em seguida, o arqueiro japonês voltou a trabalhar. Depois do escanteio cobrado por Rony, Léo Pereira rolou para trás para Pedro Henrique, que foi travado no momento do chute e o goleiro conseguiu fazer a defesa. No minuto seguinte, Bruno Nazário ajeitou para trás e Wellington mandou à esquerda do gol.

Os japoneses chegaram a balançar as redes aos 36 com um golaço de Tokac, que acertou uma pancada no ângulo, porém, a arbitragem flagrara o camisa 36 em impedimento. Seria um golaço, se tivesse sido válido. Depois do susto, o campeão da Copa Sulamericana abriu o placar aos 40. A redonda foi cruzada na área do Shonan, a defesa tirou parcialmente, Wellington dominou na área e cruzou na medida para Marcelo Cirino cabecear e abrir o placar para o Furacão.

Três minutos após o tento athleticano, o time japonês quase empatou. Após o cruzamento na área, a bola sobrou para Matsuda na entrada da área, ele bateu de primeira e a esférica saiu rente à trave. O Athletico deu o troco em seguida. Aos 45, Bruno Guimarães recebeu de Marcelo Cirino e ajeitou para Jonathan cruzar para Marco Ruben que, atrapalhado pela marcação, mandou para fora. E, antes do fim do primeiro tempo, aos 46, Rony passou por dois adversários, cruzou rasteiro e o camisa 9 desviou no primeiro pau, mas a bola saiu por cima do gol.

Na volta para o segundo tempo, o Shonan Bellmare promoveu três alterações. Mas o panorama não mudou: o Athletico seguiu superior, e não demorou muito para chegar ao segundo gol. Aos dez, Bruno Nazário lançou para Rony, que dominou no peito, ajeitou e acertou o ângulo. Um golaço: 2 a 0 para o rubronegro.

Após o gol, a partida deu uma esfriada por conta das substituições dos dois lados. Mas, a equipe brasileira estava mais próxima do terceiro gol do que o adversário diminuir. E, de fato, foi o isso que aconteceu. Aos 17, Nikão tocou para Cirino na área, o camisa 7 ajeitou para Thonny Anderson que bateu no canto: 3 a 0 e Athletico com a mão na taça.

Logo depois de ter sofrido o terceiro gol, o Shonan Bellmare ainda tentou descontar. Aos 19, Matsuda aproveitou o corte parcial da zaga, dominou na entrada da área e chutou forte para Santos fazer a defesa em dois tempos. No entanto, o Athletico seguiu tranquilo no jogão, cadenciando a partida e, à medida do possível, se aventurando em busca do quarto gol. Aos 27, Madson acionou Nikão por cima, o atacante bateu cruzado e a bola passou rente à trave.

A decisão precisou ser paralisada por alguns minutos para que os atletas pudessem ser hidratados. Após a pequena pausa, o Furacão promoveu duas alterações: saíram Pedro Henrique e Wellington e entraram Lucas Halter e Lucho González.

O Athletico seguiu controlando o jogo e ficou à espera do apito final para comemorar o título, embora o Shonan tenha esboçado uma pressão para descontar o placar, mas sem sucesso. Até que, aos 38 minutos, Braian Romero foi lançado em profundidade, livrou-se da marcação e bateu na saída do goleiro para sacramentar a goleada do Furacão: 4 a 0. Com o resultado consolidado, restou apenas à espera do fim da partida e, por conta do forte calor, os minutos restantes foram apenas para concluir o tempo regulamentar, já que o time japonês não oferecia qualquer chance de reagir. Mas, aos 48 minutos, o árbitro de Singapura, Muhammad Taqi, decretou o fim de jogo em Kanagawa: Shonan Bellmare 0, Athletico Paranaense 4. O Furacão é o novo campeão da .League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana Championship.

O Athletico Paranaense não tomou conhecimento de seu adversário. O time comandado por Tiago Nunes foi superior, criou mais chances de gol e abriu o placar aos 40 minutos da etapa inicial com Marcelo Cirino. Com uma boa atuação, Rony foi um dos principais nomes da partida, pois o camisa 7 incomodou muito a marcação japonesa pelo lado esquerdo. No segundo tempo, o Furacão manteve-se ofensivo e conseguiu construir a goleada através de Rony, Thonny Anderson e com o argentino Braian Romero. Em 12 edições disputadas até agora, o time brasileiro registrou a maior goleada da história do torneio intercontinental. Com o título, o Athletico levará US$ 900 mil (cerca de R$ 3,5 milhões na cotação atual) em premiação, enquanto o Shonan Bellmare ficará com US$ 770 mil (R$ 3 milhões).

Mas, convenhamos, depois de ver o arquirrival ganhar os dois primeiros títulos internacionais oficiais para o futebol paranaense, não deve estar sendo fácil ser torcedor do Coritiba.

A seguir, a ficha técnica da decisão.

FICHA TÉCNICA: SHONAN BELLMARE (JAP) 0x4 ATHLETICO PARANAENSE (BRA)
Competição/Fase: J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana Championship 2019 (antiga Copa Suruga Bank) – final (jogo único)
Local: Estádio Shonan BMW Hiratsuka, em Kanagawa, Japão
Data: 7 de agosto de 2019, quarta-feira – 7h (horário de Brasília)
Árbitro: Muhammad Taqi (SIN)
Auxiliares: Abdul Hannan Bin Abdul Hasim (SIN) e Ong Chai Lee (SIN)
Cartão Amarelo: não houve
Gols: Marcelo Cirino, aos 40 min do 1º tempo (0-1); Rony, aos 10 min (0-2), Thonny Anderson, aos 17 min (0-3) e Braian Romero, aos 39 min do 2º tempo (0-4)
SHONAN BELLMARE (JAP): 25.Matsubara; 6.Okamoto (50.Kobayashi), 3.Freire e 36.Tokaç (7.Umesaki); 44.Mori, 19.Kaneko, 23.Onoda, 28.Suzuki (16.Mitsuki), 18.Matsuda (33.Yamato) e 10.Yamada (5.Sugioka); 9.Ibusuki (20.Crislan). Técnico: Cho Kwi-jea
ATHLETICO PARANAENSE (BRA): 1.Santos; 2.Jonathan (23.Anderson), 34.Pedro Henrique (21.Lucas Halter), 4.Léo Pereira, e 6.Márcio Azevedo; 5.Wellington (3.Lucho González), 39.Bruno Guimarães e 77.Bruno Nazário (11.Nikão); 10.Marcelo Cirino, 7.Rony (17.Braian Romero) e 9.Marco Ruben (38.Thonny Anderson). Técnico: Tiago Nunes

Parabéns ao Clube Athletico Paranaense pelo título.

Por Jorge Almeida

Barcelona: campeão do Troféu Joan Gamper 2019

Jogadores do Barcelona posam para a “foto oficial” no duelo pelo Troféu Joan Gamper contra o Arsenal. Foto: http://www.fcbarcelona.com

Com direito a um golaço e um gol contra inusitado, o Barcelona venceu de virada o Arsenal neste domingo (4), em seu estádio, o Camp Nou, em partida válida pela disputa do troféu amistoso Joan Gamper 2019. Os Gunners saíram na frente com Aubameyang, mas Maitland-Niles (contra) e Suárez garantiram a vitória dos blaugranas, que ficaram com o caneco pela 42ª vez.

O amistoso começou com o Barcelona atacando. Mas a primeira finalização com perigo veio aos 12 com Rakitić. Griezmann recebeu e rolou para trás para o croata finalizar, mas errou o alvo. Depois, aos 25, Dembélé tocou para Puid na altura da meia-lua, o camisa 28 dominou e chutou com a direita para o goleiro Leno defender em dois tempos.

Os Gunners só chegaram de forma mais aguda a partir dos 26 minutos. A bola foi levantada da direita na área do Barça por Maitland Niles, Aubameyang deu um mergulho e não alcançou a redonda. No minuto seguinte, o lateral fez jogada pela direita e tentou cruzar rasteiro para o meio da área, mas Neto esteve atento e pegou a redonda.

No entanto, aos 29, Alba avançou pela esquerda, puxou para dentro e tentou de direita, mas parou no goleiro. Na sequência, Dembélé tentou tocar para Griezmann na área, mas a bola praticamente bateu no camisa 17 e saiu. Aos 32, Griezmann recebeu na área, tentou girar, a bola bateu no defensor londrino e saiu pela linha de fundo, quase um gol contra.

Até que, aos 36, Aubameyang recebeu, teve espaço, girou para dentro da marcação do Alba e bateu firme para colocar os visitantes na frente do placar. Os blaugranas tentaram empatar em dois lances de perigo em ataques pelas laterais, porém, Leno interceptou em ambas jogadas. E o primeiro tempo encerrou com vitória parcial do clube de Londres.

No segundo tempo, logo aos três minutos, Chambers se atrapalhou com a bola, Aleña tirou proveito e bateu cruzado para defesa de Leno. Já aos dez, Dembélé arriscou da entrada da área e mandou por cima.

O clube azul-grená seguiu na pressão. Aos 14, Griezmann tocou para Aleñá, que chutou forte e Leno espalmou por cima. Em seguida, Sergio Roberto lançou Alba por cima, o camisa 18 ajeitou para o meio da área e a defesa do Arsenal salvou em cima da linha. Os Gunners assustaram aos 21 com Ceballos, que tentou bater colocado e mandou por cima.

Mas, em um lance incrivelmente bizarro, o Barcelona chegou ao empate aos 24 minutos. Suárez errou um passe no ataque, Maitland-Niles foi recuar para Leno, mas não percebeu onde estava o goleiro e mandou para as próprias redes. Empate catalão no Camp Nou. O Arsenal tentou responder aos 25. Gabriel Martinelli cruzou para Aubameyang, que deu uma bonita finalização, mas pegou fraco para defesa do goleiro.

E, com Suárez em campo, o Barcelona quase marcou aos 27. Em jogada individual na área, Luisito tentou encobrir o goleiro, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Depois, aos 30, o camisa 9 blaugrana tentou cruzar, a bola desviou e, por pouco, não surpreendeu Leno, que estava atento e fez a defesa.

O Arsenal ainda tentou o segundo gol em dois lances perigosos. Aos 32, Saka cruzou para Aubameyang, que chegou alguns segundos atrasado e não conseguiu completar. Três minutos depois, em outra jogada pela esqueda, Saka cruzou na altura da marca penal e Martinelli emendou de primeira e mandou para fora. Seria um golaço se tivesse entrado.

E, quando tudo conspirava para que o jogo fosse para os pênaltis, Suárez fez um golaço. Aos 44, Sergi Roberto mandou na área e Luisito acertou um belo voleio e virou a partida para o Barça. Golaço!

Com o resultado, a equipe da Catalunha só tratou de administrar o placar e esperar o apito final para comemorar o título amistoso. Final de jogo no Camp Nou: Barcelona 2, Arsenal 1.

Os clubes protagonistas da decisão da UEFA Champions League 2005/2006 não fizeram um “baita jogo”. Afinal, amistoso, começo de temporada e com Ernesto Valverde e Unai Emery mexendo muito ao longo dos 90 minutos, os quase cem mil torcedores que compareceram no Camp Nou viram um bom jogo. Aubameyang abriu o placar com um belo gol no primeiro tempo. No segundo, a pressão dos donos da casa resultou na virada. Primeiro, graças ao gol contra bizarro de Maitland-Niles, e, no finalzinho um belo voleio de Suárez, colaboraram para o 42º título do Troféu Joan Gamper para o Barcelona em 54 edições disputadas. Detalhe importante: o melhor jogador dos catalães, Messi, assistiu tudo do banco de reservas.

A seguir, a ficha técnica do jogo.

FICHA TÉCNICA: BARCELONA (ESP) 2×1 ARSENAL (ING)
Competição/Fase: Troféu Joan Gamper 2019 – amistoso (jogo único)
Local: Estádio Camp Nou, Barcelona, Espanha
Data: 4 de agosto de 2019, domingo – 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Juan Martínez Munuera (ESP)
Cartões Amarelos: Alba, Wagué e Lenglet (Barcelona); Sokratis e Guendouzi (Arsenal)
Gols: Aubameyang, aos 36 min do 1º tempo (0-1); Maitland-Niles (contra), aos 14 min (1-1) e Suárez, aos 45 min do 2º tempo (2-1)
BARCELONA (ESP): 13.Neto (1.Ter Stegen); 2.Semedo (16.Wagué), 3.Piqué (15.Lenglet), 23.Umtiti (6.Todibo) e 18.Alba (26.Miranda); 4.Rakitić (19.Aleñá), 21.De Jong (5.Busquets) e 28.Riqui Puig (20.Sergi Roberto); 11.Dembélé (9.Suárez), 17.Griezmann e 27.Pérez (12.Rafinha). Técnico: Ernesto Valverde
ARSENAL (ING): 1.Leno; 15.Maitland-Niles, 21.Chambers, 5.Sokratis (20.Mustafi) e 18.Monreal (31.Kolašinac); 28.Willock (8.Ceballos), 34.Xhaka, 7.Mkhitaryan (77.Saka) e 10.Özil (35.Martinelli); 24.Nelson (29.Guendouzi) e 14.Aubameyang (30.Nketiah). Técnico: Unai Emery

Parabéns ao Futbol Club Barcelona pelo título.

Por Jorge Almeida

Manchester City: campeão da Supercopa da Inglaterra

Jogadores do Manchester City comemoram mais um título dos Blues na Inglaterra. Foto: REUTERS/Dylan Martinez

O Manchester City começa a temporada 2019/2020 igualmente a anterior na Inglaterra: campeão. Isso porque os Citizens derrotaram nos pênaltis o Liverpool por 5 a 4 a decisão da Supercopa da Inglaterra após empate em 1 a 1 no tempo normal, no Wembley Stadium, em Londres, neste domingo (4). Sterling abriu o placar para a equipe de Pep Guardiola, enquanto Matip empatou para os Reds. Na disputa de pênaltis, o goleiro Claudio Bravo pegou a cobrança do meia Wijnaldum e ajudou o clube de Manchester a ficar com o troféu. Gabriel Jesus converteu a última cobrança da série de cinco.

O jogo começou com o Manchester City dando as primeiras investidas enquanto o Liverpool se fechou bem na marcação. Antes dos cinco minutos, os Citizens criaram a primeira chance. Sterling acionou Sané na esquerda, e ele chutou na rede pelo lado de fora. Os Reds tentou responder com Roberto Firmino. O brasileiro chutou colocado, no meio do gol, para defesa tranquila de Bravo. Pouco tempo depois, o Liverpool puxou contra-ataque, Firmino rolou para Salah, o egípcio bateu no cantinho e a bola saiu por pouco.

A situação mudou para os Sky Blues nos momentos iniciais. Sané recebeu falta, ficou caído no gramado, não conseguiu seguir na partida e precisou sair para a entrada de Gabriel Jesus. Mas, coincidentemente, só bastou o atacante brasileiro entrar em campo, que o City chegou ao gol. Aos 11, a bola foi cruzada na área e sobrou para Sterling finalizar para o gol, por baixo das pernas de Alisson e abriu o placar para o Manchester City. Festa azul em Wembley.

Depois do gol sofrido, o Liverpool tentou responder de imediatamente com Salah aos 15. Em jogada individual pela esquerda, o egípcio finalizou e mandou à esquerda de Bravo. Depois o City deu o troco aos 21 minutos, mas Alisson fez mais uma boa defesa.

O Manchester City mostrou mais controle do jogo, marcando mais presença no ataque, enquanto isso, Firmino e Salah se responsabilizaram pelas boas jogadas pelo Liverpool. Depois, aos 27, Origi em jogada pela esquerda, a zaga do City afastou mal e sobrou para Salah, que mandou por cima do travessão.

O duelo seguiu equilibrado com os dois times alternando a posse de bola. Aos 39, De Bruyne chegou a vazar a rede de Alisson, mas foi flagrado em impedimento. Dois minutos depois, em uma disputa mais ríspida, Gomez entrou firme em David Silva, o árbitro não marcou falta para desespero de Pep Guardiola, que reclamou bastante e recebeu o cartão amarelo.

Antes do término do primeiro tempo, os Citizens chegaram com perigo aos 45. David Silva cruzou, a bola passou por todo mundo e Gabriel Jesus tentou completar para o gol e não conseguiu a finalização. Mas, o jogo terminou a etapa inicial com a vitória parcial do Manchester City.

A segunda etapa começou com tudo. Antes de o relógio completar a primeira volta completa, Gabriel Jesus tentou dominar a bola, mas sobrou para David Silva, que pegou de primeira e mandou por cima do gol de Alisson. O Liverpool respondeu em seguida: após troca de passes, Origi recebeu na entrada da área e chutou para Bravo fazer a defesa. Na sequência, aos dois minutos, Gabriel Jesus, impedido, saiu da jogada, Sterling apareceu livre e tocou na saída do goleiro brasileiro, a redonda tocou na trave e não entrou.

Os Reds mostraram-se mais ofensivos no segundo tempo. Aos 11, depois de cruzamento na área, Van Dijk pegou de primeira, a esférica bateu no travessão, na linha do gol, e a zaga tirou, enquanto os jogadores do Liverpool pediram gol. No minuto seguinte, Salah fez boa jogada, se livrou de dois e mandou a bola na trave.

No entanto, aos 16, Sterling teve a chance que poderia liquidar o jogo. Completamente livre, o camisa 7 carregou a bola, mas Alisson saiu do gol e ficou com a redonda. Sete minutos depois, Salah fez outra grande jogada individual, cortou para dentro e soltou a pancada para Bravo voar e fazer a defesa. E, por conta da atmosfera favorável, aos 32, o Liverpool chegou ao empate. Depois da cobrança de falta na área, Van Dijk pegou a sobra, dominou e cruzou na medida para Matip (substituto de Alexander-Arnold) cabecear e empatar a partida. Tudo igual em Wembley: 1 a 1.

O empate incendiou a torcida dos Reds e empolgou o time. Aos 37, o Liverpool chegou novamente e Keïta pegou de primeira na área e Bravo fez mais uma defesa. Em seguida, aos 39, Salah avançou pela direita, abriu e soltou a bomba, a bola desviou em Zinchenko e quase “matou” Bravo no lance. Na sequência, o egícpio arriscou de fora da área, mas o goleiro chileno pegou sem dificuldades. Aos 41, o City errou na saída, Salah recebeu na área, finalizou, mas Bravo saiu do gol e fez a defesa.

O Liverpool seguiu na pressão e não cansou de perder gols. Aos 41, Salah entrou no meio, abriu e chutou. A bola bateu em Stones, voltou, o egípcio tocou de cabeça, a redonda ia entrando, mas Walker salvou o City. E, no último lance do tempo regulamentar, Shaqiri bateu no canto, Bravo voou, defendeu e evitou a virada do Liverpool aos 48 minutos. Mas, o empate foi mantido. Fim do tempo normal no Wembley Stadium: Liverpool 1, Manchester City 1. A decisão foi para os pênaltis.

Nas cobranças, Shaqiri converteu para os Reds, Gündoğan empatou para os Citizens, mas Wijnaldum parou em Bravo, que defendeu o pênalti batido pelo camisa 5. Na sequência, todos os batedores dos times converteram: Bernardo Silva, Lallana, Foden, Oxlade-Chamberlain, Zinchenko, Salah e Gabriel Jesus. Com isso, o Manchester City fez 5 a 4 na disputa por pênaltis e conquistou o título pela sexta vez.

O Manchester City dominou o primeiro tempo e chegou ao seu gol. No entanto, na etapa final, o Liverpool mandou na partida e conseguiu o empate. O empate, pelo que apresentaram as duas equipes, foi justo. Mas, os Reds desperdiçaram mais oportunidades, inclusive, com Walker salvando a bola em cima da linha, além de uma boa atuação do goleiro Bravo. Mas, na disputa por pênaltis, méritos aos batedores dos dois times, que acertaram quase todas, exceção feita a Wijnaldum, que parou no goleiro chileno.

A seguir, a ficha técnica da decisão.

FICHA TÉCNICA: LIVERPOOL (4)1×1(5) MANCHESTER CITY
Competição/Fase: Supercopa da Inglaterra (The FA Community Shield) 2019 – final (jogo único)
Local: Wembley Stadium, Londres, Inglaterra
Data: 4 de agosto de 2019, domingo – 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Martin Atkinson (ING)
Auxiliares: Sian Massey-Ellis (ING) e Dan Cook (ING)
Cartões Amarelos: De Bruyne e Pep Guardiola (Manchester City)
Gols: Sterling, aos 12 min do 1º tempo (0-1); Matip, aos 32 min do 2º tempo (1-1)
Pênaltis convertidos: Shaqiri, Lallanna, Oxlade-Chamberlain e Salah (Liverpool); Gündoğan, Bernardo Silva, Foden, Zinchenko e Gabriel Jesus (Manchester City)
Pênalti desperdiçado: Wijnaudum (Liverpool)
LIVERPOOL: 1.Alisson; 66.Alexander-Arnold (32.Matip), 12.Gomez, 4.Van Dijk e 26.Robertson; 14.Henderson (20.Lallana), 3.Fabinho (8.Keïta) e 5.Wijnaudum; 27.Origi (15.Oxlade-Chamberlain), 11.Salah e 9.Roberto Firmino (23.Shaqiri). Técnico: Jürgen Klopp
MANCHESTER CITY: 1.Bravo; 2.Walker, 5.Stones, 30.Otamendi e 11.Zinchenko; 17.De Bruyne (47.Foden), 16.Rodri e 21.David Silva (8.Gündoğan); 20.Bernardo Silva, 19.Sané (9.Gabriel Jesus) e 7.Sterling. Técnico: Pep Guardiola

Parabéns ao Manchester City Football Club pela conquista.

Por Jorge Almeida

Borussia Dortmund: campeão da Supercopa da Alemanha 2019

Jogadores do Borussia Dortmund comemoram o primeiro título da temporada do futebol alemão. Créditos: divulgação/www.bvb.de

Com gols de Alcácer e Sancho no segundo tempo, o Borussia Dortmund derrotou o Bayern de Munique por 2 a 0 neste sábado (3), na decisão da Supercopa da Alemanha 2019, no Iduna Signal Park, em Dortmund. Essa foi a primeira conquista dos aurinegros na temporada e o sexto título da competição que reúne o campeão da Bundesliga e o da Copa da Alemanha da temporada anterior (na verdade, o Borussia disputou na condição de vice-campeão alemão, uma vez que os bávaros levaram as taças do campeonato e da copa do país).

O atual maior clássico alemão começou com tudo. Com menos de um minuto, Neuer trabalhou. Süle vacilou na defesa, foi roubado e Alcáncer avançou pela esquerda, rolou para trás na altura da marca penal e Reus finalizou para o goleiro bávaro fazer grande defesa. Depois do susto, aos poucos, o Bayern de Munique conseguiu equilibrar a partida. Aos 17, Lewandowski recebeu na entrada da área, ajeitou e limpou, mas o chute foi desviado para escanteio.

O Bayern cresceu no jogo. Aos 24, Coman recebeu na esquerda, acionou Alaba na pequena área, o camisa 27 ajeitou para trás, a defesa aurinegra tentou afastar e, no bate-rebate, a bola bateu na cabeça do camisa 9 bávaro e ficou com Hitz. O Gigante da Baviera seguiu a valorizar a posse de bola e, aos poucos, chegando à área do time da casa. Aos 35, Kimmich cruzou na área, Goretzka disputou com Hitz pelo alto, a bola seguiu “viva”, Coman cabeceou e a redonda ficou nas mãos do goleiro que, na sequência, sofreu falta por conta da “trombada” sofrida pelo camisa 18 do clube de Munique.

No entanto, apesar de ter sofrido um susto no começo e ter ficado ligeiramente mais com a bola e no campo do adversário, o Bayern de Munique encontrou muitas dificuldades de superar o bem posicionado time do Borussia Dortmund e, graças a isso, a decisão terminou os seus primeiros 45 minutos com o placar em branco.

No começo da etapa final, logo aos quatro minutos, Thiago Alcántara errou o passe, Sancho “agradeceu” e avançou pela direita, fez boa jogada individual e rolou para Alcácer, que estava na altura da meia-lua, bater rasteiro e firme no canto esquerdo de Neuer, que não conseguiu alcançar e colocar o Dortmund à frente da decisão. Depois do gol, o Bayern de Munique foi para cima. Aos nove, Goretzka aproveitou um erro na saída do Dortmund no meio-de-campo, avançou, acionou Müller, que devolveu de primeira para o camisa 18 na área, e bateu de bate-pronto, mas Hitz deu um leve toque por cima e evitou o empate.

Aos 13, Lewandowski tocou para Kimmich, que cruzou na área, Coman cabeceou à queima-roupa, Hitz fez um milagre, o camisa 29, caído, ainda rolou para trás na pequena área para Thomas Müller finalizar, Akanji salvou, a esférica ficou na área de perigo, o goleiro tirou com o pé direito para a lateral e, na sequência, Lewandowski chegou duro no arqueiro e fez a falta que lhe rendeu o cartão amarelo. Que chance perdeu o Bayern.

A equipe da Baviera mantivera mais posse de bola e ataca mais no duelo, ficando exposto aos contragolpes dos Die Schwarzgelben. E, em uma dessas situações que, aos 24 minutos, o Borussia partiu com tudo. O ataque bávaro foi desarmado e Sancho recebeu pela direita, o camisa 7 conduziu a bola em direção ao gol, entrou na área e bateu firme para aumentar a vantagem dos aurinegros. A redonda ainda passou por baixo das pernas de Neuer.

Com o segundo gol, alguns jogadores do Bayern de Munique pareceram demonstrar um certo nervosismo. Como em um lance, aos 30 minutos, fora de campo, em que o lateral Kimmich deu um pisão no tornozelo de Sancho e recebeu apenas o cartão amarelo. Um vermelho para o camisa 32 não teria sido nenhum exagero por parte do árbitro Daniel Siebert.

O segundo tento dos anfitriões praticamente jogou um balde de água fria nos comandados de Niko Kovač, que não esboçaram nenhum poder de reação e só restou a lamentação pela perda do título e ver que nessa temporada o Borussia será o seu potencial adversário na busca da Bundesliga 2019/2020. E, assim, a partida no Iduna Signal Park terminou com Borussia Dortmund 2, Bayern de Munique 0. Os aurinegros abocanham a Supercopa da Alemanha pela sexta vez, ficando a um título do Bayern de Munique, maior vencedor do torneio, com sete taças.

A final da Supercopa da Alemanha colocou frente a frente as duas maiores equipe do país atualmente. Por ser começo de temporada, os dois times praticamente entraram equilibrados, ou seja, nada daquela hegemonia costumeira do Bayern de Munique na Alemanha. No duelo, o Dortmund começou com tudo, mas a equipe de Niko Kovač, aos poucos, foi equilibrando as ações e passou a atacar mais o adversário, mesmo sendo fora de casa. No entanto, a boa atuação do goleiro suíço Marwin Hitz colaborou para que os bávaros não conseguissem ao êxito e, enquanto isso, o inglês Jadon Sancho desequilibrou lá na frente. Além de ter feito uma jogadaça no primeiro gol, que terminou com sua assistência para Paco Alcácer e sacramentou o título ao fazer o segundo gol. Com a perda do primeiro título da temporada, o croata Niko Kovač, que nunca foi unanimidade na Baviera, terá muito trabalho pela frente para manter o Bayern de Munique na soberania na terra dos tetracampeões mundiais.

A seguir, a ficha técnica da decisão.

FICHA TÉCNICA: BORUSSIA DORTMUND 2×0 BAYERN DE MUNIQUE
Competição/Fase: Supercopa da Alemanha (DFL-Supercup) 2019 – final (jogo único)
Local: Signal Iduna Park, Dortmund, Alemanha
Data: 3 de agosto de 2019, sábado – 15h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Daniel Siebert (ALE)
Auxiliares: Rafael Foltyn (ALE) e Jan Seidel (ALE)
Cartões Amarelos: Lewandowski e Kimmich (Bayern de Munique)
Gols: Alcácer, aos 3 min (1-0) e Sancho, aos 24 min do 2º tempo (2-0)
BORUSSIA DORTMUND: 35.Hitz; 26.Piszczek (27.Wolf), 36.Toprak, 16.Akanji e 14.Schilz; 28.Witsel, 33.Weigl, 7.Sancho (34.Larsen), 11.Guerreiro (5.Hakimi) e 11.Reus; 9.Alcácer. Técnico: Lucien Favre
BAYERN DE MUNIQUE: 1.Neuer; 32.Kimmich, 4.Süle, 17.Boateng e 27.Alaba (35.Renato Sanches); 6.Thiago Alcántara (5.Pavard), 18.Goretzka, 24.Tolisso, 29.Coman e 25.Müller (19.Davies); 9.Lewandowski. Técnico: Niko Kovač

Parabéns ao Ballspiel-Verein Borussia 1909 e. V. Dortmund pela conquista.

Por Jorge Almeida

Paris Saint-Germain: campeão da Supercopa da França 2019

Jogadores do PSG comemoram o 40º título do clube parisiense em 49 anos de existência. Foto: C.Gavelle/PSG

Com dois gols marcados no segundo tempo, o Paris Saint-Germain derrotou, de virada, o Rennes por 2 a 1 pela decisão da Supercopa da França (também conhecida como Trophée des Champions) neste sábado (3), no Shenzhen Universiade Sports Centre, em Shenzhen, na China, e, ainda, conseguiu a revanche diante do seu algoz na decisão da última Copa da França. Os bretões marcaram com Hunou, na etapa inicial, mas Mbappé e Di María viraram para os parisienses.

O Paris Saint-Germain teve a iniciativa e criou a primeira boa oportunidade da partida. Aos 11, em cobrança de falta da esquerda, Kehrer cabeceou firme e acertou o travessão. Contudo, na sequência, aos 12, Bourigeaud cruzou e Hunou aproveitou-se e deu um leve desvio para o gol, o suficiente para tirar do alcance de Aréola, e abriu o placar para o Rennes.

O PSG tentou dar o troco aos 15, com Sarabia arriscando de fora da área. No lance seguinte, aos 16, Meunier acionou o camisa 9 na área e, da linha de fundo, Sarabia tentou o passe para trás, mas Koubek interceptou e cedeu o escanteio. No minuto seguinte, foi a vez de Verratti arricar de fora da área e o goleiro do Rennes espalmar.

Os parisienses dominaram a partida com posse de bola no restante da etapa inicial, mas mostraram-se pouco efetivos no ataque, uma vez que erravam sempre o último passe ou eram impedidos pela marcação da defesa e pelo bom Koubek. Com isso, o PSG foi para o intervalo atrás do placar.

O segundo tempo começou agitado e, logo aos 12 minutos, o clube da capital francesa chegou ao empate. Marquinhos deu um passe por cima magistral para Sarabia pela direita e o espanhol ajeitou de primeira para a pequena área para Mbappé completar para o gol e empatar o duelo: 1 a  1.

Com a igualdade no placar, o técnico Thomas Tuchel tratou de buscar a virada e colocou o argentino De María em campo e manteve o time na ofensiva. Aos 14, Bernat cruzou da esquerda à meia altura, a redonda passou por Cavani e bateu em Sarabia e subiu por cima do gol. Aos 22, depois do escanteio, a defesa tirou parcialmente e, na sobra, Di María deu um tapa com a canhota, mas Koubek desviou para o escanteio.

A virada do Paris Saint-Germain estava a amadurecer e ela veio aos 27 minutos. Di María bateu falta com perfeição e colocou a bola no ângulo de Koubek, que sequer se mexeu. Um golaço do camisa 11. Virada do PSG na China.

O Rennes ainda tentou, mas não conseguiu buscar o empate e viu os adversários levantando mais uma taça para sua coleção, a nona da competição, sendo a sétima de forma consecutiva.

Com o primeiro título oficial da temporada 2019/2020, o Paris Saint-Germain estreará no Campeonato Francês no próximo domingo (11) contra o Nîmes em casa e dará o início da luta pela defesa do título nacional. No dia anterior, o Rennes jogará fora de casa contra o Montpellier na abertura do Francesão 2019/2020.

Na França, o PSG praticamente tem a obrigação de vencer tudo o que disputar por lá, pois, tem o melhor (e mais caro) elenco de todo aquele país. Então, para manter a hegemonia, os parisienses não estavam dispostos a fazer a repetir a “frustrada” temporada 2018/2019, quando ficou apenas com o Campeonato Francês e a Supercopa da França, perdendo as outras competições locais. Com isso, o técnico Thomas Tuchel colocou alguns reforços para a temporada em campo, como Dialla, recém-chegado do Borussia Dortmund; Ander Herrera (ex-Manchester United) e Pablo Sarabia, vindo do Sevilla, como titulares. Enquanto isso, Marquinhos assumira a faixa de capitão, pois Thiago Silva começou a decisão no banco de reservas. Além disso, o Paris Saint-Germain disputou a Supercopa da França sem Neymar, que cumpriu suspensão por conta de um incidente contra um torcedor na final da Copa da França da temporada passada. Assim, o tricolore de Paris, apesar do favoritismo, encontrou dificuldades contra o Rennes que, inclusive, saiu na frente em sua primeira investida ao ataque. No entanto, o PSG tentou arrancar o empate, mas terminou a etapa inicial derrotado. Situação que mudou ao longo do segundo tempo, quando Mbappé, que buscou o jogo o tempo todo, empatou e, depois, Di María, com uma bela cobrança de falta, virou a partida. Mas, se o clube da Cidade-Luz quer ambições maiores fora da França, como a tão sonhada UEFA Champions League, terá que fazer muito mais em relação ao que foi apresentado diante do modesto Rennes. Pois, dos titulares, apenas Marquinhos (que jogou de volante) e Mbappé mostraram-se estarem acima dos demais na qualidade técnica.

A seguir, a ficha técnica da decisão da Supercopa da França.

FICHA TÉCNICA: PARIS SAINT-GERMAIN 2×1 RENNES
Competição/Fase: Supercopa da França (Trophée des Champions) 2019 – final (jogo único)
Local: Shenzhen Universiade Sports Centre, Shenzhen (China)
Data: 3 de agosto de 2019, sábado – 8h35 (horário de Brasília)
Árbitro: Benoît Bastien (FRA)
Auxiliares: Frédéric Haquette (FRA) e Hicham Zakrani (FRA)
Cartões Amarelos: Meunier, Bernat, Di María, Sarábia e Mbappé (Paris Saint-Germain); Bourigeaud e Lea Siliki (Rennes)
Gols: Hunou, aos 13 min do 1º tempo (0-1); Mbappé, aos 12 min (1-1), e Di María, aos 28 min do 2º tempo (2-1)
PARIS SAINT-GERMAIN: 16.Aréola; 12.Meunier (2.Thiago Silva), 4.Kehrer, 22.Diallo e 14.Bernat; 5.Marquinhos (8.Paredes), 21.Ander Herrera (11.Di María) e 6.Verratti; 19.Pablo Sarabia 7.Mbappé e 9.Cavani. Técnico: Thomas Tuchel
RENNES: 40.Koubek; 14.Bourigeaud (34.Gboho), 3.Da Silva, 26.Gelin, 21.Morel e 17.Maouassa; 12.Lea Siliki (22.Del Castillo), 18.Carnavinga e 8.Grenier; 20.Tait e 23.Hunou (31.Boey). Técnico: Julien Stéphan

Parabéns ao Paris Saint-Germain Football Club pelo título.

Por Jorge Almeida