Copa do Brasil 2019: confrontos da quarta fase definidos

Auditório da CBF, no Rio de Janeiro, local do sorteio dos confrontos da quarta fase da Copa do Brasil 2019. Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizou em sua sede, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (12), o sorteio que definiu os confrontos válidos pela quarta fase da Copa do Brasil 2019. Ao todo, dez clubes disputarão cinco vagas para dar continuidade no certame.

Com a presença de Manoel Flores, diretor de competições da entidade, como cerimonialista, o evento se deu início com ele explicando que, de acordo com o regulamento da competição (artigo nono, parágrafo quarto), que prevê a realização do sorteio para os duelos da quarta, assim como para a quinta e sexta fase, posteriormente. O diretor reforçou que o Bragantino, do Pará, e o Vila Nova, de Goiás, farão duas partidas que serão válidas pela terceira fase.

O sorteio deu início com as duas assistentes auxiliando Flores no sorteio das bolinhas, que tiveram a seguinte sequência: Juventude, Fluminense, Corinthians, Santos e Londrina e seus respectivos adversários: o vencedor do duelo entre Bragantino (PA) e Vila Nova, Santa Cruz, Chapecoense, Vasco e Bahia.

Após a definição dos duelos, o evento teve uma pausa de cerca de 20 minutos e, na volta, Manoel Flores justificou o motivo da pausa e destacou que é devido ao artigo 14 do regulamento do torneio que trata justamente sobre o mando de todos os jogos da quarta fase.

Conforme o sorteio que definiu os mandos de campo, ficou acertado de que Santos, Fluminense, Chapecoense, Bahia e Juventude abrem a série dos confrontos jogando em casa. Com isso, Vasco, Santa Cruz, Corinthians, Londrina e Bragantino (PA) ou Vila Nova decidirão os embates diante de suas torcidas.

Lembrando que os vencedores desta fase, seguirão para as oitavas-de-final e se juntarão às equipes que se classificaram para a Taça Libertadores da América (Grêmio, Internacional, Flamengo, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Athletico Paranaense, Palmeiras e São Paulo), ao campeão brasileiro da Série B de 2018 (Fortaleza), ao vencedor da Copa do Nordeste do ano passado (Sampaio Corrêa) e ao último ganhador da Copa Verde (Paysandu).

A seguir, a relação dos confrontos válidos pela quarta fase da Copa do Brasil 2019.

Ida: Juventude (RS) x Bragantino (PA) ou Vila Nova (GO)
Volta: Bragantino (PA) ou Vila Nova (GO) x Juventude (RS)

Ida: Fluminense (RJ) x Santa Cruz (PE)
Volta: Santa Cruz (PE) x Fluminense (RJ)

Ida: Chapecoense (SC) x Corinthians (SP)
Volta: Corinthians (SP) x Chapecoense (SC)

Ida: Santos (SP) x Vasco (RJ)
Volta: Vasco (RJ) x Santos (SP)

Ida: Bahia (BA) x Londrina (PR)
Volta: Londrina (PR) x Bahia (BA)

Por Jorge Almeida

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Vasco da Gama: campeão da Taça Guanabara 2019

Jogadores do Vasco comemoram a conquista da Taça Guanabara 2019 no Maracanã. Créditos: André Durão/Globoesporte.com

Com o gol de Danilo Barcelos, aos 35 minutos do segundo tempo, o Vasco derrotou o Fluminense por 1 a 0 no Maracanã na tarde deste domingo (17), e conquistou a Taça Guanabara 2019, o primeiro turno do campeonato estadual do Rio de Janeiro. A equipe de São Januário ergueu o troféu com uma campanha impecável: sete vitórias em sete jogos. No entanto, a decisão foi marcada por problemas extra-campo envolvendo as diretorias dos dois clubes sobre quem deveria ocupar o Setor Sul do estádio, o que deixou o local da partida sem torcedores durante boa parte do primeiro tempo em virtude de uma decisão judicial.

O clássico começou sem torcida por conta de um impasse judicial. A primeira oportunidade da partida aconteceu aos seis minutos. Yony González recebeu na entrada da área e chutou rasteiro e saiu à direita de Fernando Miguel. O Vasco respondeu aos 10. Pikachu cobrou escanteio fechado, Yony afastou de cabeça e, na sequência, Everaldo chutou no adversário para ganhar o tiro de meta. Quatro minutos depois, os cruzmaltinos assustaram com o cruzamento de Danilo Barcelos para Marrony, que ajeitou de cabeça para o meio da área, mas o goleiro Rodolfo se antecipou a Maxi López.

O Flu tentou aos 17. Marlon cobrou falta em direção à área, a defesa vascaína afastou e, na sobra, Everaldo arriscou para Fernando Miguel fazer a defesa no canto direito. Depois do lance da equipe das Laranjeiras, a partida teve uma queda de ritmo e, na metade do primeiro tempo, houve a parada técnica para a hidratação dos jogadores e, seis minutos depois, os portões do Maracanã foram abertos aos torcedores que, aos montes, iam preenchendo os espaços do estádio, sendo a maioria composta por vascaínos.

Aos 30, na entrada da área, Marrony tocou de calcanhar para Bruno César, que limpou e finalizou, porém, a bola foi por cima do gol de Rodolfo. Minutos depois, aos 39, foi a vez do Flu arriscar: Luciano deixou Yony González em boas condições na pequena área, o camisa 11 soltou a bomba e a redonda atingiu em cheio o goleiro vascaíno, que precisou ser atendido. Essa foi a última chance de gol do primeiro tempo, que terminou em 0 a 0.

Na volta do intervalo, os dois times voltaram com alterações. Pelo lado do Vasco, saiu Bruno César e entrou Rossi, enquanto isso, Dodi substituiu Daniel. Com a bola rolando, o Fluminense continuou com mais posse e a desperdiçar chances. Aos três minutos, Yony González recebeu na direita e tocou para Everaldo, que mandou por cima do travessão. Destaque diante do Flamengo pela semifinal da Taça Guanabara, Luciano, aos sete, avançou pelo meio, arriscou da intermediária e a esférica saiu ao lado esquerdo da meta de Fernando Miguel.

Aos 17, o Flu chegou outra vez com perigo através de Luciano. Everaldo cruzou da esquerda na medida para o camisa 18 que, incrivelmente, cabeceou para fora. Mais tarde, aos 22, Yago Pikachu dominou no peito e, sem deixar a pelota cair, mandou de longe para fácil defesa de Rodolfo.

Com o Fluminense mantendo mais posse de bola e o Vasco acuado, tudo levava a crer que a Taça Guanabara seria decidida nos pênaltis. Até que, aos 35 minutos, Danilo Barcelos cobrou falta do lado direito, a bola cruzou a área, ninguém tocou e foi parar nas redes de Rodolfo. Gol do Vasco no Maraca: 1 a 0.

Depois do gol vascaíno, os nervos se afloraram no gramado, com os jogadores dos dois times tensos, especialmente os do tricolor carioca, e sobrou até para o gandula, que foi alvo de reclamação do banco de reserva do Fluminense e acabou expulso pelo árbitro. No gramado, mais cinco minutos de acréscimos.

Nos minutos finais, troca de empurrões entre os jogadores dos dois clubes, enquanto isso, nas arquibancas, os vascaínos, que eram a maioria, estavam em contagem regressiva para o fim do jogo. No entanto, o árbitro consultou o VAR e, depois de ver as imagens, expulsou Luciano por ter empurrado Andrey, que recebeu cartão amarelo. Com isso, o clássico foi até os 56 minutos, mas o placar manteve-se inalterado. Fim de jogo no Maracanã: Vasco 1, Fluminense 0. O time de São Januário é campeão da Taça Guanabara de 2019 com 100% de aproveitamento, com sete jogos e sete vitórias.

A final da Taça Guanabara começou antes mesmo de a bola rolar no Maracanã. Isso porque as diretorias de Vasco e Fluminense travaram um duelo nos bastidores para saber qual torcida deveria ocupar o Setor Sul do estádio. Pelo lado cruzmaltino, o direito ao local se dava por conta do sorteio feito na sede da federação de futebol do Rio de Janeiro, que determinou o Vasco como mandante da partida. Enquanto isso, os representantes tricolores se achavam no direito de ocupar o espaço por conta do contrato assinado com o Consórcio Maracanã, que administra o estádio. Com esse impasse, uma decisão judicial fez com que os portões do Maraca não fossem abertos ao público. Contudo, com a partida em andamento, o desembargador André Emílio Ribeiro liberou a entrada das torcidas após confusão generalizada no entorno do estádio. No campo, o Fluminense controlou a posse de bola e teve uma grande chance aos 39 com Yony González, mas que parou em uma heroica defesa de Fernando Miguel. No segundo tempo, o Vasco voltou com Rossi no lugar do Bruno César, mas encontrava dificuldades na criação. O Tricolor das Laranjeiras perdeu algumas boas chances que poderiam decidir o clássico, como a cabeçada de Luciano. No entanto, um lance de bola parada decidiu o jogo: Danilo Barcelos cobrou falta do lado direito em direção ao gol, ninguém conseguiu tocar na redonda e foi direto para as redes. Praticamente na única oportunidade que os comandados de Alberto Valentim tiveram na etapa final. Com isso, o Vasco faturou a sua 13ª Taça Guanabara.

A seguir, o resumo da campanha e a ficha técnica da decisão.

Primeira Fase (grupo B):
19/01 – Madureira 0x1 Vasco – Conselheiro Galvão, Rio de Janeiro (RJ)
23/01 – Vasco 5×2 Volta Redonda – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
27/01 – Vasco 1×0 Americano – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
30/01 – Portuguesa (RJ) 0x1 Vasco – Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
02/02 – Vasco 1×0 Fluminense – Mané Garrincha, Brasília (DF)
Semifinal:
13/02 – Vasco 3×0 Resende – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Final:
17/02 – Vasco 1×0 Fluminense – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

FICHA TÉCNICA: VASCO 1×0 FLUMINENSE
Competição/Fase: Campeonato Estadual do Rio de Janeiro (Taça Guanabara 2019) – final (primeiro turno – jogo único)
Local: Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) – Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de fevereiro de 2019, domingo – 17h (horário de Brasília)
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Corrêa e Luiz Cláudio Regazone
Cartão Amarelos: Leandro Castán, Danilo Barcelos, Maxi López, Yago Pikachu, Ribamar e Andrey (Vasco); Digão, Ezequiel e Bruno Silva (Fluminense)
Cartões Vermelhos: Luciano e Airton (Fluminense)
Gol: Danilo Barcelos, aos 35 min do 2º tempo (1-0)
VASCO: 1.Fernando Miguel; 2.Raul Cáceres, 34.Werley, 5.Leandro Castán e 14.Danilo Barcelos; 31.Raul (9.Ribamar), 18.Lucas Mineiro e 10.Bruno César (7.Rossi); 22.Yago Pikachu, 11.Maxi López e 38.Marrony (15.Andrey). Técnico: Alberto Valentim
FLUMINENSE: 39.Rodolfo; 6.Ezequiel, 26.Digão, 3.Matheus Ferraz e 12.Marlon (30.Marcos Calazans); 5.Airton, 8.Bruno Silva (19.Caio Henrique) e 20.Daniel (15.Dodi); 18.Luciano, 11.Yony González e 37.Everaldo. Técnico: Fernando Diniz

Parabéns ao Clube de Regatas Vasco da Gama pelo título.

Por Jorge Almeida

Flamengo: campeão da Copa do Brasil Sub-17 2018

O Flamengo comemora o título inédito da Copa do Brasil Sub-17. Foto: André Durão

Com gol de Reinier, o Flamengo derrotou o Fluminense por 1 a 0 na noite desta sexta-feira (21), no Maracanã, e conquistou a Copa do Brasil Sub-17 2018. Como o primeiro jogo havia terminado em 1 a 1, o rubronegro fez 2 a 1 no placar agregado e ficou com o título inédito.

Mesmo desfalcado de boa parte do time titular em virtude de um surto de caxumba, o Flamengo começou pressionando o Fluminense. Aos dois minutos, Ítalo arriscou de longe e o goleiro Marcelo ficou com a pelota. Os garotos de Xerém conseguiram equilibrar o jogo e, aos oito, Wallace cobrou falta no segundo pau, Luan cabeceou para o meio, o goleiro Pedro Victor defendeu parcialmente, a bola bateu na defesa e, na sobra, o camisa 3 tricolor finalizou por cima do gol. Aos 12, Calegari acionou João Pedro na área, que não conseguiu o domínio e a redonda voltou para o lateral do Flu, que cruzou para Marcos Paulo, que cabeceou por cima do gol.

E, justamente quando o Fluminense estava melhor na partida, a molecada do Ninho chegou ao gol. Aos 14, João Gabriel atacou pela esquerda, cruzou rasteiro para a área, Marcos Pedro falhou ao não conseguir interceptar, a bola sobrou para Marcos Felipe, que rolou para Reinier que, frente a frente com Marcelo, bateu, tirou do alcance do goleiro tricolor e colocou o rubronegro na frente do placar no Maracanã.

O gol melhorou a postura do Mengão, que esteve perto do segundo gol aos 20 minutos. Lucas Gabriel tocou para Daniel Cabral na direita. O camisa 5 levantou na área e Rhyan cabeceou para baixo, Marcelo tocou na bola, que foi parar no travessão. Quatro minutos depois, foi a vez de João Gabriel arriscar um chute colocado para Marcelo espalmar.

Depois de tomar o gol, o Tricolor das Laranjeiras não apresentou mais a mesma tranquilidade do começo do jogo e passou a errar passes e a investir em lançamentos longos sem sucesso. Aos 37, Marcos Pedro arriscou um chute de fora da área para Pedro Victor defender no meio do gol. Dois minutos depois, Luiz Henrique limpou e finalizou no canto rasteiro do goleiro rubronegro, mas a redonda tirou tinta de trave e saiu. Nos acréscimos do primeiro tempo, aos 47, Martinelli recebeu na área e tocou para Wallace, que dominou e chutou forte para grande defesa de Pedro Victor. Contudo, a etapa inicial terminou com vitória parcial do Flamengo.

O segundo tempo começou com o Fluminense investindo nas jogadas ofensivas, mas errando o último passe, enquanto o Flamengo passou a jogar em contra-ataques. E foi assim, aos oito, que o Mengão quase fez o segundo. O lateral-direito Brayan cruzou e Reinier cabeceou firme e mandou à esquerda do gol. Pouco tempo depois, aos 14, o Flu chegou com perigo ao pegar a defesa do Fla desprevinida. Wallace tocou para João Pedro pela esquerda e o camisa 9 tricolor tentou encobrir o goleiro, mas Pedro Victor conseguiu fazer a defesa.

O Fluminense tentou investir novamente aos 26. Martinelli tocou para Wallace, que mandou na cabeça de João Pedro, que buscou o lado esquerdo do goleiro flamenguista, que espalmou, mas, na sequência da jogada, a defesa rubronegra conseguiu afastar. Nove minuto depois, Wallace desceu pela esquerda, entrou na área, passou pela marcação e cruzou rasteiro para Miguel Silveira, que chutou na trave direita de Pedro Victor.

Enquanto o Fluminense possuía mais a posse de bola e cria oportunidades, o Flamengo não consegue encaixar os contragolpes. E, nas poucas vezes que chegou ao ataque, aos 38, Rodrigo Muniz ganhou da marcação, mas pecou na finalização e permitiu a defesa do goleiro Marcelo. O Tricolor respondeu dois minutos depois com Gabriel Teixeira, que tocou para trás para Calegari soltar uma pancada e a esférica desviar e sair próximo da trave de Pedro Victor.

No entanto, apesar de estar ligeiramente superior ao adversário na parte ofensiva, os garotos do Fluminense se deixaram levar pelo nervosismo e, nos momentos finais da decisão, perderam a cabeça e o time ficou com dois jogadores a menos com as expulsões do capitão André e do artilheiro João Pedro. Assim, o jogo foi até os 52 minutos, mas o placar manteve a vitória rubronegra. Final de partida no Maracanã: Flamengo 1, Fluminense 0. O rubronegro conquista a Copa do Brasil Sub-17 pela primeira vez na história.

O clássico Fla-Flu na decisão da Copa do Brasil Sub-17 ficou marcado pela “Copa da caxumba”. A partida derradeira seria disputada no dia 11 de dezembro, mas um surto de caxumba afetou a equipe rubronegra, que ficou desfalcada de nove jogadores, entre titulares e reservas. Com isso, o Tricolor, até então dono de uma campanha espetacular, entrou com um ligeiro favoritismo. Mas, o jogo foi muito disputado no Maraca, com os rubronegros indo para cima desde o início e tirando proveito dos erros do rival e, em uma dessas falhas, o zagueiro Marcos Pedro furou e isso terminou com o gol de Reinier no primeiro tempo. O Flu até equilibrou a partida e tentou buscar o empate, mas o adversário se segurou bem e investiu em contragolpes. No segundo tempo, os garotos de Xerém pressionaram de forma desorganizada, mas a trave e o goleiro Pedro Victor impediram que o Flu chegasse ao empate. Mas, certamente, o principal nome dessa final foi o camisa 10 flamenguista, Reinier, que marcou dois gols nos 180 minutos de decisão. E, assim, na raça, que o Flamengo conquistou a sua primeira Copa do Brasil da categoria e de forma merecida.

A seguir, o resumo da campanha e a ficha técnica da final.

Primeira Fase:
02/10 – Londrina (PR) 1×0 Flamengo (RJ) – Estádio do Café, Londrina (PR)
09/10 – Flamengo (RJ) 4×1 Londrina (PR) – Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
Oitavas-de-final:
17/10 – América (MG) 1×1 Flamengo (RJ) – Estádio das Alterosas, Belo Horizonte (MG)
25/10 – Flamengo (RJ) 3×0 América Mineiro (MG) – Gávea, Rio de Janeiro (RJ)
Quartas-de-final:
31/10 – São Paulo (SP) 0x2 Flamengo (RJ) – Morumbi, São Paulo (SP)
08/11 – Flamengo (RJ) 2×2 São Paulo (SP) – Raulino de Oliveira, Volta Redonda (RJ)
Semifinais:
15/11 – Santos (SP) 1×1 Flamengo (RJ) – Distrital do Inamar, Diadema (SP)
22/11 – Flamengo (4)1×1(2) Santos (SP) – Laranjão, Nova Iguaçu (RJ)
Final:
07/12 – Fluminense (RJ) 1×1 Flamengo (RJ) – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
21/12 – Flamengo (RJ) 1×0 Fluminense (RJ) – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

FICHA TÉCNICA: FLAMENGO (RJ) x FLUMINENSE (RJ)
Competição/Fase: Copa do Brasil Sub-17 2018 – final (2º jogo)
Local: Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) – Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de dezembro de 2018, sexta-feira – 20h (horário de Brasília)
Árbitro: Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ)
Auxiliares: Daniel de Oliveira Alves Pereira (RJ) e Lilian da Silva Fernandes Bruno (RJ)
Cartões Amarelos: Reinier, Daniel Cabral e Lucas (Flamengo); Wallace e Marcos Paulo (Fluminense)
Cartões Vermelhos: André e João Pedro (Fluminense)
Gol: Reinier, aos 14 min do 1º tempo (1-0)
FLAMENGO (RJ): 1.Pedro Victor; 2.Braian (13.Jhonata), 3.Otavio (14.Hugo), 4.Lucas Freitas e 6.Ítalo; 5.Daniel Cabral, 8.Lucas Gabriel (15.Dhouglas), 7.Marcos Felipe, 11.João Gabriel (16.Caio Alves) e 10.Reinier; 9.Rhyan (19.Rodrigo Muniz). Técnico: Phelipe Leal
FLUMINENSE (RJ): 1.Marcelo; 2.Calegari, 3.Luan, 4.Davi e 6.Marcos Pedro (16.Gabriel Teixeira); 5.André, 7.Wallace (17.Yago) e 8.Martinelli; 10.Marcos Paulo (15.Miguel Silveira), 11.Luiz Henrique e 9.João Pedro. Técnico: Eduardo Oliveira

Parabéns ao Clube de Regatas Flamengo pelo título.

Por Jorge Almeida

Atlético Mineiro: campeão da Taça BH de Futebol Júnior 2018

Jogadores do Galinho comemoram o título da Taça BH de Futebol Júnior. Créditos: divulgação

De virada, o Atlético Mineiro derrotou o Fluminense por 3 a 1 na noite desta terça-feira (31), no Estádio Independência, em Belo Horizonte, na decisão da Taça BH de Futebol Júnior 2018. Os gols da partida foram marcados por Marcos Paulo, para o Flu, mas com dois gols do artilheiro Guilherme, sendo um de pênalti, e de Mário, o Galinho conquistou o sexto titulo do torneio sub-17 de sua história, o que faz dele o maior vencedor do certame, deixando o arquirrival Cruzeiro com cinco e quebrando a hegemonia dos paulistas, que ficaram com as últimas três edições.

O primeiro lance de perigo foi protagonizado pelo Fluminense. Aos dois minutos, João Pedro fez jogada pela esquerda e cruzou na medida para Luiz Henrique, que soltou a bomba e mandou no travessão. No rebote, Wallace cabeceou para boa defesa do goleiro Junior. Dos minutos depois, o camisa 8 tricolor roubou a bola no ataque, entrou na área e chutou para outra defesa do arqueiro atleticano e, na sequência, o jogador do Flu cruzou para Marcos Paulo, que não conseguiu finalizar. Começo eletrizante do time carioca.

O Fluminense manteve a pressão e, aos 11, fez o primeiro gol do jogo. Wallace deu um belo passe para Marcos Paulo, que ficou em boas condições, avançou e, ao entrar na área, deu um tapa no canto esquerdo do goleiro.

Mas o Galo não deixou o adversário comemorar direito e buscou o empate. Aos 14 minutos, Neto cobrou falta na barreira. No rebote, Gabriel chutou e a bola bateu no braço de Davi na área. Pênalti. Na cobrança, Guilherme bateu no alto e deixou tudo igual no Independência.

Depois do empate, o Atlético Mineiro cresceu no jogo, mas foi o Tricolor das Laranjeiras que assustou aos 21 minutos. João Pedro aproveitou a bola levantada na área e tentou uma bicicleta, mas o arqueiro atleticano se esticou todo e evitou o que seria um golaço. E a trave salvou o time da casa novamente aos 26. Depois boa jogada de João Pedro, a redonda chegou para Marcos Paulo na entrada da área e ele bateu colocado e acertou o poste defendido por Junior. Aos 29, mais uma boa trama do camisa 26 do Flu. A esférica sobrou na entrada da área, o atacante tirou da marcação e chutou colocado e passou triscando a trave atleticana.

Após três chances consecutivas do Fluminense, aos 34, Luan errou no meio-campo, Thiago Ruan avançou pela direita, chutou cruzado, acertou a trave e, no rebote, Luiz Felipe rolou para trás para Guilherme virar a partida e se isolar na artilharia do certame, com sete gols.

E, antes do término do primeiro tempo, Wallace foi derrubado dentro da área, o árbitro Michel Patrick Costa Guimarães seguiu com o jogo e os jogadores do Fluminense reclamaram para pedir a penalidade. Contudo, a etapa inicial terminou com vitória parcial do Galinho, de virada, por 2 a 1.

No segundo tempo, as duas equipes caíram de produção. Contudo, aos 15 minutos, Luan fez falta dura em Eduardo e recebeu o segundo amarelo. Com isso, o Fluminense ficou com um a menos e o técnico mandou o volante Martinelli foi recuado para a zaga.

E, mesmo com um jogador a menos, o Tricolor carioca tentou pressionar para empatar, mas o Atlético Mineiro soube se segurar e tentou partir em contragolpes, mas não obteve êxito.

O Galinho sacramentou o título aos 36 minutos. Luiz Filipe recebeu pela direita, cruzou a meia altura para a área, Mário completou para as redes e aumentou a vantagem atleticana: 3 a 1. Festa no Independência.

O Atlético Mineiro ainda perdeu o artilheiro Guilherme no final do jogo ao ser expulso por reclamação aos 39. Contudo, a essa altura do campeonato, a saída do camisa 9 não prejudicou o desempenho da equipe, que esperou o jogo chegar aos 44 minutos, de acordo com o acréscimo do árbitro. Fim de jogo no Independência, Atlético Mineiro 3, Fluminense 1.

O Atlético trabalhou mais com a bola, porém, o Fluminense sempre levara perigo quando chegava ao ataque. Um duelo bem equilibrado no primeiro tempo. E, quando esteve melhor no jogo, o Flu abriu o placar, mas o Galinho mostrou-se eficiente e conseguiram virar o placar ainda na etapa inicial. No segundo tempo, os meninos de Xerém tentaram buscar o empate, perdeu Luan por expulsão e, mesmo assim, tentou pressionar os anfitriões, mas o gol de Mário aos 36 minutos decretou o sexto título do torneio para o Atlético Mineiro.

A seguir, o resumo da campanha do campeão e a ficha técnica da decisão.

Primeira Fase (Grupo G):
17/07 – Atlético (MG) 4×0 SEDUC (MS) – Cidade do Galo, Vespasiano (MG)
19/07 – Dínamo (MG) 0x5 Atlético (MG) – Cidade do Galo, Vespasiano (MG)
21/07 – Atlético (MG) 1×2 Juventude (RS) – Cidade do Galo, Vespasiano (MG)
Oitavas-de-final:
23/07 – Flamengo (RJ) 0x2 Atlético (MG) – Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Quartas-de-final:
25/07  – Atlético (MG) (4)2×2(2) Santos (SP) – Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Semifinais:
28/07 – São Paulo (SP) 1×2 Atlético (MG) – Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Final:
31/07 – Atlético (MG) 3×1 Fluminense (RJ) – Independência, Belo Horizonte

FICHA TÉCNICA: ATLÉTICO (MG) 3×1 FLUMINENSE (RJ)
Competição/Fase: Taça BH de Futebol Júnior 2018 – final (jogo único)
Local: Estádio Raimundo Sampaio (Independência) – Belo Horizonte (MG)
Data: 31 de julho de 2018 – terça-feira, 21h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Michel Patrick Costa Guimarães
Assistentes: Emílio Junio Nascimento Santos e Richard Cristoffer da Silva Gabriel
Cartões Amarelos: Rubens, Samuel e Carlos (Atlético); Martinelli, Luan e Wallace (Fluminense)
Cartões Vermelhos: Guilherme (Atlético) e Luan (Fluminense)
Gols: Marcos Paulo, aos 11 min (0-1); Guilherme, de pênalti, aos 15 min (1-1) e aos 34 min do 1º tempo (2-1); e Mário, aos 37 min do 2º tempo (3-1)
ATLÉTICO (MG): 1.Junior, 8.Neto, 3.Cauê, 14.Yago e 26.Lima; 5.Samuel, 10.Gabriel (17.Eduardo) e 6.Rubens; 11.Luiz Filipe (13.Carlos), 7.Thiago Juan (22.Mário) e 9.Guilherme. Técnico: Leandro Zago
FLUMINENSE (RJ): 1.Marcelo; 2.Calegari, 4.Luan, 13.Davi e 6.Marcos Pedro (19.Miguel); 5.André, 16.Martinelli, 8.Wallace e 11.Luiz Henrique (18.Kaká); 26.Marcos Paulo e 9.João Pedro. Técnico: Eduardo Oliveira

Parabéns ao Clube Atlético Mineiro pelo título.

Por Jorge Almeida

Vai começar o Campeonato Brasileiro 2018

O troféu mais cobiçado do futebol brasileiro. Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Após a festa dos campeões estaduais pelo Brasil no último final de semana, neste final de semana, dias 14 e 15 de abril, começará mais uma edição do Campeonato Brasileiro da Série A, o popular Brasileirão. Do próximo sábado até o início de dezembro, 20 clubes de nove Estados iniciam a busca pelo título mais disputado do futebol pentacampeão do mundo ao longo de 38 rodadas. A fórmula de disputa é a mesma dos últimos anos: turno e returno por pontos corridos.

O BR-18 terá a participação de 15 dos 17 times que já sentiram o gostinho de ter sido campeão brasileiro (os outros dois são Coritiba e Guarani, que disputarão a Série B este ano). Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro são os que têm mais representantes: quatro equipes, seguido de Minas Gerais, com três; Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia, com dois; enquanto Santa Catarina, Pernambuco e Ceará com um time representado. As regiões Norte e Centro-Oeste não possuem clubes na principal divisão do futebol nacional.

De todos os campeões, o Atlético Mineiro é o dono da maior fila de espera: 47 anos – a última (e única) conquista atleticana foi no longínquo ano de 1971. E, desde então, com a atual denominação (Campeonato Brasileiro), apenas Cruzeiro, Flamengo, São Paulo e Santos nunca foram rebaixados para a Série B.

Amanhã, a bola rola com a realização de três partidas. Às 16h, o Cruzeiro receberá o Grêmio no Mineirão. Com as duas equipes na disputa da Taça Libertadores, pode ser que ao longo do Brasileirão ambos atuem em algumas partidas com times mistos ou totalmente reservas. A Raposa foi a última equipe campeã brasileira fora de São Paulo, em 2014. Já o Tricolor dos Pampas, detentor de dois Brasileiros, não vence o campeonato desde 1996.

No Barradão, também no sábado, mas às 19h, Vitória e Flamengo fazem e duelo rubronegro da rodada. O Leão nunca foi campeão brasileiro, o mais longe que conseguiu foi o vice-campeonato em 1993. Enquanto o Mengão é dono de cinco (ou seis) Brasileiros, sendo o último deles erguido em 2009.

Ainda no sábado, o Santos receberá o Ceará no Pacaembu. O Peixe, que conquistou o seu último campeonato em 2004, é detentor de oito troféus (contabilizando as Taças Brasil e Robertões reconhecidos pela CBF) da competição nacional. O Vozão, por sua vez, é uma das cinco equipes do certame que nunca sentiu o gostinho de ter sido campeão brasileiro.

No domingo, a rodada começa já às 11h com o atual campeão brasileiro da Série B, o América Mineiro, medindo forças com o Sport Recife, no Independência, em Belo Horizonte. O Coelho que, apesar de não ter nenhum brasileiro da primeira divisão, é dono de dois títulos da Série B, enquanto o Leão da Praça da Bandeira é o grande vencedor do BR-87, a contragosto de flamenguistas.

No mesmo dia, às 16h, três jogos envolvendo duelos de campeões brasileiros. Na Arena Corinthians, o atual campeão Corinthians encara justamente o adversário do “jogo do título” de 2017, o Fluminense. Enquanto o Timão, com seus sete brasileiros, é o maior campeão brasileiro da era dos pontos corridos, com quatro títulos, o Fluminense, dono de quatro taças, sendo duas erguidas nesta década, é o carioca mais vitorioso do Brasileirão no atual formato.

No Rio de Janeiro, em São Januário, Vasco e Atlético fazem o jogo de detentores de brasileiros que ainda não foram campeões na era dos pontos corridos. Com quatro taças na bagagem, o time cruzmaltino buscará os três pontos contra o Galo, que possui o seu único Brasileiro conquistado em 1971.

A terceira partida das 16h do domingo será protagonizada pelos finalistas do Campeonato Brasileiro de 1988: Internacional e Bahia, no Beira-Rio. Os dois clubes voltam à elite depois de terem disputado a Série B em 2017. O Colorado, que não é campeão brasileiro desde 1979, quando conquistou o torneio pela terceira vez e de forma invicta, façanha que ninguém conseguiu repetir, quer quebra o tabu de quase 40 anos sem o caneco e começa a caminhada diante do Tricolor de Aço, que comemora em 2018 os 30 anos de seu último Brasileiro.

A última partida do dia será realizada às 19h na Arena da Baixada, em Curitiba, entre Atlético Paranaense e Chapecoense. A torcida do Furacão, dono do título de 2001, espera um desempenho melhor de seu time em relação aos últimos anos, enquanto a Chape sonha em conseguir manter a sequência de permanência na primeira divisão.

Na segunda-feira, no Morumbi, São Paulo e Paraná Clube farão o duelo de tricolores da rodada. O clube paulista, que é o único a ter conquistado o Brasileirão por três anos consecutivos (2006, 2007 e 2008), espera sair da má fase com Diego Aguirre e terá como ponto de partida a equipe paranista que, embora não possua nenhum troféu da elite, é, assim como o América Mineiro, dono de duas Séries B.

E, finalmente, o Botafogo encara o Palmeiras, às 20h de segunda-feira, no Engenhão. Se por um lado, o Fogão, dentre os cariocas, é o que está há mais tempo sem ser campeão brasileiro (desde 1995), por outro lado, o alviverde, com o elenco milionário que possui, quer retomar a hegemonia – para a CBF, o Palmeiras é o maior campeão brasileiro, com nove troféus.

A seguir, a data e os horários dos jogos da primeira rodada do Brasileirão 2018.

Data – Horário – Jogo – Local:
14/04 – 16h – Cruzeiro x Grêmio – Mineirão, Belo Horizonte (MG)
14/04 – 19h – Vitória x Flamengo – Barradão, Salvador (BA)
14/04 – 21h – Santos x Ceará – Pacaembu, São Paulo (SP)
15/04 – 11h – América (MG) x Sport Recife – Independência, Belo Horizonte (MG)
15/04 – 16h – Corinthians x Fluminense – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
15/04 – 16h – Vasco x Atlético (MG) – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
15/04 – 16h – Internacional x Bahia – Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
15/04 – 19h – Atlético (PR) x Chapecoense – Arena da Baixada, Curitiba (PR)
16/04 – 20h – São Paulo x Paraná Clube – Morumbi, São Paulo (SP)
16/04 – 20h – Botafogo x Palmeiras – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Boa sorte aos participantes.

Por Jorge Almeida

Fluminense: campeão da Taça Rio 2018

Jogadores do Fluminense comemoram o título da Taça Rio. Créditos: André Durão/Globoesporte.com

O Fluminense goleou o Botafogo por 3 a 0 na decisão da Taça Rio, o segundo turno do campeonato estadual do Rio de Janeiro, na tarde deste domingo (25), e conquistou o troféu pela terceira vez em sua história. Com gols de Pedro, Marcos Junior e Jadson, o Tricolor das Laranjeiras sagrou-se campeão de forma invicta. Antes da final de hoje, o Fluzão erguera a taça apenas em duas oportunidades: em 1990 e em 2005.

O Botafogo começou em cima diante do Fluminense e já foi criando oportunidade logo no primeiro minuto de jogo. Após a bola rebatida, Marcos Vinícius arriscou de fora da área e obrigou Júlio César a saltar no canto e fazer boa defesa. O Flu tentou dar o troco, mas sem sucesso. E o Fogão, aos 9, perdeu uma chance incrível: Leo Valencia cruzou da esquerda para Brenner, que estava posicionado na altura da marca do pênalti, se antecipou a Gum, mas não conseguiu nem dominar e nem finalizar a gol. Apesar da ligeira superioridade, o time da Estrela Solidária sofreu o seu primeiro golpe aos 12 minutos. Depois de uma boa troca de passes, Ayrton Lucas invadiu pelo meio, tabelou com Sornoza, e deixou Pedro em boas condições para concluir, Jefferson até tocou na bola, mas não evitou o gol. Fluzão na frente.

A vantagem motivou o Tricolor, que chegou perto de ampliar o placar aos 19. Ibañez puxou contragolpe, deixou a redonda com Marcos Júnior e depois a recebeu de Sornoza e, de dentro da área, arriscou com a esquerda e mandou por cima do gol de Jeferson. O Botafogo deu o troco três minutos mais tarde. Valencia recebeu pela esquerda, puxou para o meio, arriscou e a redonda foi por cima da meta defendida por Júlio César. Aos 25, o Flu puxou contra-ataque com Marcos Junior, que acionou Gilberto pela esquerda, que limpou a marcação e cruzou, mas a bola passou na frente de Jeferson e ninguém do Tricolor chegou para concluir.

O Botafogo atacou pela esquerda com Moisés, que chutou forte, Júlio César defendeu com o peito e, na sobra, Valencia arriscou no ângulo para o arqueiro fazer outra grande defesa. Na sequência, depois do escanteio, Igor Rabello cabeceou e encontrou Marcos Vinícius na cara de Júlio César, que fez um milagre, porém, o assistente já marcara posição irregular do botafoguense. E a equipe de General Severiano, aos 32, perdeu outra chance. Valencia recebeu, livre, na entrada da área, dominou, se posicionou para bater, porém, a bola subiu demais.

Depois de uma blitz do Botafogo, o Fluminense levou perigo aos 42. Gilberto recebeu de Sornoza na direita e cruzou por cima para Pedro, que cabeceou à direita de Jefferson.  O Fogão, mais uma vez, conseguiu outra chance de gol. Aos 44, Luiz Fernando invadiu a área pela direita, fintou Ayrton Lucas e tentou o chute, mas o lateral tricolor ainda conseguiu desviar a redonda, que acertou a rede pelo lado de fora. E, antes do intervalo, o Botafogo ainda tentou aos 46. Valencia cobrou falta na área e Rodrigo Lindoso, sozinho, cabeceou para fora.

Ao contrário do primeiro tempo, o Fluminense voltou melhor e, logo aos 5, Pedro acionar Marcos Junior e, ao receber de volta, pegou mascado e o chute saiu torto. Todavia, aos 11, Ayrton Lucas fez longo lançamento pela direita, Pedro deu bom passe de peito e achou Marcos Junior completamente livre na cara de Jefferson e o camisa 35 só tirou do goleiro rival para aumentar a vantagem da equipe das Laranjeiras: 2 a 0 a favor do Fluzão.

Com a desvantagem, Alberto Valentim tratou de fazer duas alterações no Bota: saíram Marcinho, bastante vaiado pela torcida, e Marcos Vinícius para as entradas de Luís Ricardo e Renatinho. Enquanto isso, os comandados de Abel Braga, por sua vez, se fecharam no campo de defesa, o que dificultou a troca de passes do alvinegro para chegar ao gol.

Apesar de atuar praticamente num 5-4-1, o Fluminense assustou aos 27. Ayrton Lucas cobrou escanteio da direita, Ibañez subiu no segundo pau, cabeceou e, antes de chegar em Jefferson, Pablo Dyego tentou completar de costas para o gol, mas o arqueiro alvinegro ficou com a esférica. Cinco minutos mais tarde, o Tricolor ligou um contra-ataque com Pedro, que lançou Jadson, que avançou pela direita e cruzou rasteiro para o atacante chutar de direita e errar o alvo. Aos 36, foi a vez do Fogão tentar diminuir. Brenner recebeu com liberdade, a marcação chegou junto, o botafoguense tentou clarear a jogada para finalizar e mandou por cima. O Fluminense quase fez o terceiro aos 39. Pablo Dyego avançou pela esquerda, cruzou, a bola passou por toda a área botafoguense até chegar para Léo do outro lado, ele tocou para Richard, que chutou com perigo e Marcelo Beneveduto desviou a trajetória da redonda que estava em direção do gol.

Aos 45, o alvinegro arriscou mais uma vez. Luís Ricardo recebeu pelo passe em profunidade pela direita, ele rolou para trás em direção à marca do pênalti para Valencia, que chegou batendo e Júlio César fez uma defesa espetacular. Na sequência, o Tricolor matou o jogo. Em um contra-ataque, Pablo Dyego deu um ótimo passe para Jadson que, sozinho, avançou e, na cara de Jefferson, bateu no canto superior, e decretou o título da Taça Rio. A torcida tricolor soltara o grito de campeão pelo Maraca. Com 3 a 0 no placar, o Fluminense só esperou o fim do jogo para comemorar e, aos 48, pode iniciar a festa pela sua terceira Taça Rio da história.

O Clássico Vovô, como é conhecido o duelo entre Fluminense e Botafogo, começou bem movimentado no primeiro tempo. E quando o Fogão estava melhor na partida, o Fluzão saiu na frente com Pedro. O alvinegro correu atrás do empate, mas esbarrou no inspirado Júlio César, que pegou até pensamento. No segundo tempo, com a vantagem, o Tricolor se fechou e investiu nos contragolpes e, com êxito, fez mais dois gols. Apesar dos 3 a 0, a partida foi equilibrada, o diferencial é que o Flu foi mais eficiente nas finalizações certas: das seis que teve, marcou três, enquanto o Bota conseguiu onze, mas não conseguiu vazar o arqueiro rival.

Com o título do segundo turno, o Fluminense fará a semifinal do Estadual contra o Vasco e joga pelo empate em duelo que acontecerá às 21h da próxima quinta-feira (29). No dia anterior, às 21h45, o Botafogo disputará a outra semifinal contra o Flamengo, campeão da Taça Guanabara, e precisará da vitória para ir à final do campeonato local, uma vez que o rubronegro, assim como o Fluminense diante do Vasco, joga pelo empate.

A seguir, o resumo da campanha do campeão e a ficha técnica da final.

Grupo C:
Data – Jogo – Local:
21/02 – Bangu 0x4 Fluminense – Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
24/02 – Fluminense 4×0 Flamengo – Arena Pantanal, Cuiabá (MT)
04/03 – Fluminense 2×1 Volta Redonda – Los Larios, Duque de Caxias (RJ)
07/03 – Vasco 0x0 Fluminense – Nilton Santos, Rio de Janeiro (RJ)
11/03 – Fluminense 2×1 Nova Iguaçu – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
18/03 – Cabofriense 1×1 Fluminense – Bacaxá, Saquarema (RJ)
Semifinal:
22/03 – Fluminense 1×1 Flamengo – Nilton Santos, Rio de Janeiro (RJ)
Final:
25/03 – Fluminense 3×0 Botafogo – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

FICHA TÉCNICA: FLUMINENSE 3×0 BOTAFOGO
Competição/fase: Campeonato Carioca – Taça Rio (2º turno) – final (jogo único)
Local: Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã) – Rio de Janeiro (RJ)
Data: 25 de março de 2018, domingo – 16h (horário de Brasília)
Público Total: 26.842 expectadores
Público Pagante: 22.838 torcedores
Renda: R$ 774.000,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes: Thiago Henrique Corrêa Farinha (RJ) e Carlos Henrique Alves (RJ)
Cartões Amarelos: Marcos Junior e Richard (Fluminense); Marcelo, Rodrigo Lindoso, Moisés (Botafogo)
Gols: Pedro, aos 12 min do 1º tempo (1-0); Marcos Junior, aos 11 min (2-0), e Jadson, aos 46 min do 2º tempo (3-0)
FLUMINENSE: 22.Júlio César; 2.Gilberto (33.Léo), 3.Gum, 4.Renato Chaves, 41.Ibañez e 6.Ayrton Lucas; 16.Jadson, 25.Richard e 10.Sornoza (8.Douglas); 35.Marcos Junior (31.Pablo Dyego) e 32.Pedro. Técnico: Abel Braga
BOTAFOGO: 1.Jefferson; 4.Marcinho (13.Luís Ricardo), 3.Marcelo Beneveduto, 2.Igor Rabelo e 6.Moisés; 5.Rodrigo Lindoso, 8.Marcelo (17.Rodrigo Pimpão) e 10.Léo Valencia; 11.Luís Fernando, 7.Marcos Vinícius (15.Renatinho) e 9.Brenner. Técnico: Alberto Valentin

Parabéns ao Fluminense Football Club pelo título.

Por Jorge Almeida

Corinthians: campeão brasileiro de 2017

Jogadores do Corinthians posam para a foto oficial. Créditos: Marcos Ribolli

O Corinthians é matematicamente o grande campeão brasileiro de 2017. O Timão venceu o Fluminense, de virada, na Arena Corinthians por 3 a 1 em confronto válido pela 35ª rodada na noite desta quarta-feira (15). Com gol de Henrique para o Flu no primeiro tempo e dois gols de Jô e um de Jadson, a equipe de Fábio Carille chegou aos 71 pontos e não pode ser mais alcançada na tabela faltando três rodadas para o término da competição.

A partida começou com o visitante querendo estragar a festa do anfitrião. No primeiro minuto de jogo, Marcos Júnior cobrou escanteio e Henrique subiu entre Jô e Pedro Henrique para cabecear para o fundo das redes e colocar o Fluminense na frente. Depois de sofrer o tento, os corinthianos procuraram incentivar o time para buscar o empate, que quase veio aos 5 com Pablo. Fagner cobrou escanteio e o camisa 3 testou firme com perigo por cima da meta de Diego Cavalieri.

O Timão tentou insistir na posse de bola, marcando presença no campo do adversário e investindo principalmente pelo lado direito com Fagner e Romero. Porém, o Tricolor das Laranjeiras, bem postado na defesa, marcara bem. Com a pressão dos mandantes, o Flu partia para os contragolpes e, assim, aos 21 minutos assustou com Scarpa. Henrique Dourado passou pelo marcador e cruzou para o meia cabecear na área e a bola bateu em Guilherme Arana que evitou o segundo gol.

O Fluminense equilibrou as ações da partida e o jogo ficou mais pegado. Contudo, aos 30, Romero acionou Fagner, que apareceu muito bem e chutou forte cruzado e Jô chegou um pouco atrasado. Foi a melhor oportunidade do Corinthians no primeiro tempo. Aos 37, o tricolor carioca deu o troco. Scarpa levantou na área, Reginaldo cabeceou e Caíque França afastou o perigo de soco.

O jogo ficou tenso devido ao nervosismo corinthiano aliado ao excesso de atendimento no campo aos jogadores do Fluminense, o que levou o árbitro catarinense a dar quatro minutos de acréscimos na primeira etapa que terminou com vitória parcial da equipe visitante.

Assim como recebeu o golpe pelo gol sofrido no começo do primeiro tempo, o Corinthians deu o troco da mesma forma. A um minuto da etapa complementar, Jô recebeu da direita, tocou para Clayson, que cruzou na medida para o camisa 7 cabecear para as redes e empatar o jogo. E, dois minutos mais tarde, veio a virada. Caíque França pôs a bola em jogo com um chutão, Jô desviou, a redonda sobrou para o Clayson, que tentou o cruzamento, porém, a esférica bateu no travessão e Jô pegou o rebote ao cabecear para os fundos das redes. De quebra, ele se tornou, por enquanto, o artilheiro isolado do campeonato com 18 gols. E um detalhe: na volta para o segundo tempo, Fábio Carille tirou Camacho e colocou Jadson, o que mudou a postura da equipe.

O Fluminense tentou estragar a festa na casa corinthiana aos 10. Marcos Junior recebeu pela esquerda e arriscou um chute perigoso pela diagonal, mas mandou para fora.  O Flu atacou novamente, aos 15, com Wendel, que se livrou da marcação de Rodriguinho e chutou por cima da meta. Quatro minutos mais tarde, Scarpa recebeu e finalizou colocado, levando perigo à meta de Caíque França.

Depois do gol da virada, o Corinthians só voltou a ameaçar Diego Cavalieri aos 21 minutos. Jô tentou finalizar, a defesa tricolor afastou parcialmente e, na sobra, Rodriguinho chutou forte e o camisa 12 espalmou para escanteio.

A partida seguiu com os comandados de Abel Braga pressionando e insistindo com bolas alçadas na área, enquanto isso, o Corinthians, recuado no campo de defesa, tentou o contragolpe. Foi então que, aos 37, Guilherme Arana cruzou, Clayson não dominou, a defesa afastou parcialmente, Jadson fintou o marcador e bateu colocado e acertou a trave. Dois minutos mais tarde, o camisa 10 foi recompensado: Fagner fez boa jogada pela direita e tocou para Jadson na área que dominou para chutar forte e cruzado em diagonal, sem chance para Cavalieri. É o gol do título.

Após o terceiro gol alvinegro, a torcida acendou os sinalizadores, o que exigiu a paralisação da partida por cerca de oito minutos. E, após o reinício do jogo, Fábio Carille promoveu a terceira alteração: saiu o ovacionado Jô para a entrada de Danilo, que foi recebido de pé pela torcida e recebeu a braçadeira de capitão. Depois de 472 dias sem jogar, Zidanilo voltou a ativa nesta noite. Com a camisa do Corinthians, o veterano meia de 38 anos conquistou o seu sétimo título pelo clube e, ao lado do ex-jogador Dinei, tornou-se o único atleta tricampeão brasileiro pelo Corinthians.  E, por conta dos sinalizadores, o jogo foi até os 55 minutos, mas o placar foi mantido: Corinthians 3, Fluminense 1. O Timão é matematicamente heptacampeão brasileiro.

O jogo começou com o Corinthians sendo surpreendido no primeiro minuto ao tomar o gol relâmpago. Passou a pressionar a equipe do Fluminense, especialmente pela direita e criou algumas chances, enquanto isso, o Tricolor das Laranjeiras, bem postado na defesa, tinha a nítida estratégia de partir em contragolpes e conseguiu sair vitorioso no primeiro tempo. Na volta do intervalo, Fábio Carille tirou Camacho e colocou Jadson. A mudança surtiu efeito e, em menos de quatro minutos, o Timão virou o placar com dois gols de Jô. Após passar à frente do marcador, o alvinegro recuou um pouco e sofreu alguns sustos por conta das investidas do Flu. Mas, aos 39, Jadson, que fazia uma boa partida, sacramentou a vitória corinthiana e fez o terceiro gol da partida. E Fábio Carille, em uma bonita atitude, colocou Danilo no lugar de Jô como uma forma de homenagear o meia que estava há mais de um ano sem jogar.

O Corinthians começou o ano de 2017 desacreditado por grande parte da mídia e dos torcedores (rivais), responsáveis em apelidar a equipe de Fábio Carille de “quarta força do futebol paulista”. Também pudera, pois, das quatro grandes equipes, o Timão, na teoria, estaria um patamar abaixo dos rivais por conta do baixo investimento e pelo pífio desempenho no segundo turno do Campeonato Brasileiro de 2016. Mas, à medida que a temporada foi passando, o técnico alvinegro mostrou sua competência e deu um padrão para a sua equipe que, de fato, não havia um elenco e sim um time. Primeiro veio a conquista do Campeonato Paulista, onde, inclusive, não perdeu nenhum clássico. Mesmo assim, a dúvida em relação ao desempenho do Corinthians pairava quanto ao Brasileirão. No entanto, o alvinegro fez um primeiro turno impecável e chegou à primeira metade do campeonato invicto. Contudo, no segundo turno, os comandados de Carille deram a esperada “relaxada” e perderam jogos que, teoricamente, seriam fáceis, como as derrotas para Vitória e Atlético Goianiense em casa. Mas, para a sorte da Fiel, os adversários postulantes ao título não souberam tirar proveito e também patinaram ao longo da segunda metade do certame. O Timão só foi ameaçado pelo Palmeiras na 31ª quando o alviverde poderia diminuir a diferença de pontos para 3, contudo, a equipe palestrina tropeçou em casa diante do Cruzeiro ao empatar em 2 a 2 e, consequentemente, manteve a diferença de cinco pontos. Na rodada seguinte, foi disputado o derby na Arena Corinthians e o alvinegro bateu o arquirrival por 3 a 2, e praticamente colocou as duas mãos na taça e, de quebra, viu o rival ser ultrapassado pelo Grêmio. Na sequência, vieram as vitórias sobre o Atlético Paranaense e Avaí, ambas por 1 a 0 com gols dos contestados Giovanni Augusto e Kazim, respectivamente. E, na 35ª rodada, o Corinthians só precisava da vitória para conquistar o seu sétimo Brasileirão, o que faz dele o maior vencedor do campeonato em seu atual formato (pontos corridos) com quatro títulos. Apesar de ter o elenco mais fraco dentre àqueles que conquistaram o Brasileirão pelo alvinegro, o rol corinthiano de 2017 fez um feito que apenas o timaço de 1999 conseguiu: ganhar o Paulista e o Brasileiro na mesma temporada. O Corinthians merecidamente conquistou esse título. Pois, ao longo da campanha, Carille e companhia quebraram algumas marcas, tais como: maior número de rodadas na liderança até o título (desde a quinta rodada), o melhor primeiro turno da história dos campeonatos brasileiros da era dos pontos corridos, melhor mandante, melhor visitante, melhor defesa e ainda pode ter o artilheiro do certame – Jô. Aliás, caso o camisa 7 termine a competição no topo da artilharia, ele será o primeiro artilheiro do Corinthians da história do Campeonato Brasileiro. Atualmente, com 18 gols, Jô é o terceiro maior artilheiro do Timão em uma única edição do Brasileirão, ficando atrás de Luisão (com 21 gols em 1999) e Carlitos Tevez, com 20 tentos em 2005.

Apesar de o campeão já estar definido, o Brasileirão ainda segue. O Corinthians vai até o Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, encarar o Flamengo no próximo domingo e o Fluminense joga na segunda-feira (20), às 17h, contra a Ponte Preta no Maracanã. Com 43 pontos, o Flu está a quatro pontos da zona de rebaixamento.

A seguir, o resumo da campanha e a ficha técnica do jogo que deu ao Corinthians o seu sétimo Campeonato Brasileiro.

Data – Jogo – Local:
13/05 – Corinthians 1×1 Chapecoense – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
21/05 – Vitória 0x1 Corinthians – Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
28/05 – Atlético Goianiense 0x1 Corinthians – Serra Dourada, Goiânia (GO)
03/06 – Corinthians 2×0 Santos – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
07/06 – Vasco 2×5 Corinthians – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
11/06 – Corinthians 3×2 São Paulo – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
14/06 – Corinthians 1×0 Cruzeiro – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
18/06 – Coritiba 0x0 Corinthians – Couto Pereira, Curitiba (PR)
22/06 – Corinthians 3×0 Bahia – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
25/06 – Grêmio 0x1 Corinthians – Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
02/07 – Corinthians 1×0 Botafogo – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
08/07 – Corinthians 2×0 Ponte Preta – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
12/07 – Palmeiras 0x2 Corinthians – Allianz Parque, São Paulo (SP)
15/07 – Corinthians 2×2 Atlético Paranaense – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
19/07 – Avaí 0x0 Corinthians – Ressacada, Florianópolis (SC)
23/07 – Fluminense 0x1 Corinthians – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
30/07 – Corinthians 1×1 Flamengo – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
02/08 – Atlético Mineiro 0x2 Corinthians – Mineirão, Belo Horizonte
05/08 – Corinthians 3×1 Sport – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
19/08 – Corinthians 0x1 Vitória – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
23/08 – Chapecoense 0x1 Corinthians – Arena Condá, Chapecó (SC)
26/08 – Corinthians 0x1 Atlético Goianiense – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
10/09 – Santos 2×0 Corinthians – Vila Belmiro, Santos (SP)
17/09 – Corinthians 1×0 Vasco – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
24/09 – São Paulo 1×1 Corinthians – Morumbi, São Paulo (SP)
1º/10 – Cruzeiro 1×1 Corinthians – Mineirão, Belo Horizonte (MG)
11/10 – Corinthians 3×1 Coritiba – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
15/10 – Bahia 2×0 Corinthians – Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
18/10 – Corinthians 0x0 Grêmio – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
23/10 – Botafogo 2×1 Corinthians – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
29/10 – Ponte Preta 1×0 Corinthians – Moisés Lucarelli, Campinas (SP)
05/11 – Corinthians 3×2 Palmeiras – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
08/11 – Atlético Paranaense 1×1 Corinthians – Arena da Baixada, Curitiba (PR)
11/11 – Corinthians 1×0 Avaí – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
15/11 – Corinthians 3×1 Fluminense – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
19/11 – Flamengo x Corinthians* – Luso-Brasileiro, Rio de Janeiro (RJ)
26/11 – Corinthians x Atlético Mineiro* – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
03/12 – Sport x Corinthians* – Ilha do Retiro, Recife (PE)
* Jogos a serem realizados.

FICHA TÉCNICA: CORINTHIANS 3×1 FLUMINENSE
Competição/Fase: Campeonato Brasileiro Série A 2017 – 35ª rodada
Local: Arena Corinthians, São Paulo (SP)
Data: 15 de novembro de 2017, quarta-feira – 21h45 (horário de Brasília)
Público: 45.775 espectadores
Renda: R$ 2.882.688,00
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil e Neusa Inês Back, ambos de SC
Cartões Amarelos: Gabriel (Corinthians); Léo, Henrique Dourado, Reginaldo, Pedro, Henrique e Lucas (Fluminense)
Gols: Henrique, a 1 min do 1º tempo (0-1); Jô, ao 1 min (1-1) e aos 3 min do 2º tempo (2-1); e Jadson, aos 39 min do 2º tempo (3-1)
CORINTHIANS: 40.Caíque França; 23.Fagner, 34.Pedro Henrique, 3.Pablo e 13.Guilherme Arana; 5.Gabriel, 29.Camacho (10.Jadson), 26.Rodriguinho, 11.Romero e 25.Clayson (8.Maycon); 7.Jô (20.Danilo). Técnico: Fábio Carille
FLUMINENSE: 12.Diego Cavalieri; 2.Lucas, 40.Reginaldo, 33.Henrique e 15.Léo; 23;Marlon Freitas (32.Pedro), 37;Wendel, 20.Sornoza (28.Matheus Alessandro) e 10.Gustavo Scarpa; 35.Marcos Júnior (27.Peu) e 9.Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga

Parabéns ao Sport Club Corinthians Paulista pelo título.

Por Jorge Almeida