A Caixa Cultural apresenta A Gruta da Garganta

Cena de A Gruta da Garganta, que tem composições eruditas exclusivas, criadas pelo pianista ucraniano Mikhail Studyonov. Créditos: divulgação

teatro lírico – o espetáculo, por meio de suas atrizes e cantoras Clarice Cardell e Aida Kellen, leva os pequenos ao interior do corpo humano para abordar de maneira poética e onírica, o princípio da voz e do som, em uma viagem pelas ressonâncias da linguagem

De 11 a 14 de outubro de 2018, na Caixa Cultural São Paulo, a companhia La Casa Incierta realiza uma experiência única: A Gruta da Garganta, uma obra lírica com direção de Carlos Laredo. Pioneiro no campo das artes cênicas para a primeira infância, o grupo de teatro hispano-brasileira foi criado em 2000 pelo diretor teatral espanhol Carlos Laredo e pela atriz brasiliense Clarice Cardell.

O espetáculo aborda de maneira poética o surgimento da linguagem humana. Idealizado pela companhia de teatro hispano-brasileira La Casa Incierta, A Gruta da Garganta é uma criação inédita de teatro lírico que leva o espectador a uma aventura no interior do corpo humano para abordar, de maneira poética e onírica, o princípio da voz e do som. Essa trajetória, desde os primeiros balbucios até o domínio da comunicação verbal, é apresentada, tal qual uma ópera, com canto e música.

A montagem é direcionada para crianças de zero a cinco anos e busca instigar nesse jovem público o interesse pelo teatro lírico. Os pais que levarem seus filhos ao teatro estarão diante de uma reflexão sobre os mistérios da comunicação.

Iluminada por projeções de vídeo que ampliam sua atmosfera lúdica, a cenografia sugere os labirintos do crânio, a caverna da boca e a cova da garganta por onde as atrizes e cantoras Clarice Cardell e Aida Kellen guiarão o público numa viagem pelas ressonâncias da linguagem. O pianista ucraniano Mikhail Studyonov criou as composições eruditas criadas por ele exclusivamente para o espetáculo.

A Gruta da Garganta é um canto poético sobre os laços invisíveis entre os seres humanos, o cordão umbilical que nos guia nos caminhos escuros da vida. “O espetáculo evoca a dificuldade do ser humano de viver isolado e nossa necessidade por comunicação. E as pessoas têm, desde que nascem, as ferramentas para criar relacionamentos e para ter o entendimento da comunicação”, comenta Carlos Laredo.

Às vezes o bebê parece um estranho aos olhos dos adultos. Mas o que é que as mães, pais e filhos compartilham? No passado, a humanidade rendia culto a diversas formas de nascimento a partir de uma cosmovisão cíclica: o crescimento, a plenitude, o envelhecimento e a morte-renovação. No altar das deusas, a primeira infância e a maternidade eram os mistérios mais valiosos, os tesouros a serem protegidos no centro do labirinto.

Guardamos no fundo da gruta da garganta, a partir dos nossos pulmões de recém-nascidos, o ar da primeira inspiração, que permanece aí durante toda a vida, durante cada uma das nossas respirações até a última expiração. A obra A Gruta da Garganta é como um misterioso fio de Ariadne. Somos indivíduos porque somos indivisíveis, inseparáveis uns dos outros. Existimos no espelho dos olhos alheios e a partir da garganta, rimos, choramos, gritamos e cantamos. É na gruta da garganta onde bebês e adultos compartilham o ar a cada respiração.

Além das apresentações será realizada uma oficina “A Cultura e Primeira Infância” com os diretores da companhia, Carlos Laredo e Clarice Cardell. Todas as atividades são gratuitas.

Sinopse

Voltada a crianças de zero a cinco anos, a peça é iluminada por projeções de vídeo que ampliam sua atmosfera lúdica. A cenografia sugere os labirintos do crânio, a caverna da boca e a cova da garganta por onde as atrizes e cantoras Clarice Cardell e Aida Kellen guiarão o público numa viagem pelas ressonâncias da linguagem. O pianista ucraniano Mikhail Studyonov criou as composições eruditas criadas por ele exclusivamente para o espetáculo.

La Casa Incierta

Pioneira no campo das artes cênicas para a primeira infância, La Casa Incierta é uma companhia de teatro hispano-brasileira criada em 2000 pelo diretor teatral espanhol Carlos Laredo e pela atriz brasiliense Clarice Cardell. Ao longo dos anos, a companhia criou um repertório de inúmeras criações e atividades artística, além de conferências e workshops para crianças, adolescentes, pais e professores. Em sua trajetória, La Casa Incierta tem trabalhado e pesquisado uma linguagem poética em busca das capacidades infinitas com que nascem os seres humanos. Seus espetáculos foram apresentados em países como França, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Martinica, Portugal, Israel, Finlândia e em diversas cidades do Brasil.

A companhia é residente em Brasília desde 2013, e vem desenvolvendo uma série de projetos inovadores no campo das artes e da primeira infância. Realiza a curadoria e produção do Festival Primeiro Olhar – arte pela primeira infância, coordena o GT Cultura na Rede Nacional pela Primeira Infância e colaborou na coordenação do I Encontro Cultura e Primeira Infância, realizado em 2015 em parceria com o Ministério da Cultura. Em 2017, recebeu em Washington o prêmio internacional ALAS BID (Banco Interamericano Mundial), concedido como iniciativa inovadora para a primeira infância.

Ficha artística
Uma criação de La Casa Incierta
Direção e Dramaturgia: Carlos Laredo
Intérpretes: Clarice Cardell e Aida Kellen
Direção e Composição Musical: Mikhail Studyonov
Figurino: Val Barreto
Vídeos, Cenografia e iluminação: Carlos Laredo
Ajudante Técnico: Herbert Lins dos Santos
Vídeo da obra: Comova
Produção Local: Gessica Arjona

Serviço
Espetáculo Infantil: “A Gruta da Garganta”
Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo – SP – próxima à estação Sé do Metrô
Datas: de 11 a 14 de outubro de 2018 (de quinta a domingo)
Horário: às 16 horas
Capacidade: 120 lugares
Classificação indicativa: crianças de 0 a 5 anos
Informações: (11) 3321-4400
Capacidade: 60 lugares
Duração: 40 minutos
Ingressos: distribuição de senhas a partir das 9h do dia de cada apresentação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa

Oficina: “A Cultura e Primeira Infância” – Carlos Laredo e Clarice Cardell
Data: 11 de outubro de 2018 (quinta-feira)
Horário: das 18h às 22h
Público-alvo: Pessoas interessadas nas artes, na educação infantil e na primeira infância
Capacidade: 20 vagas
Público-alvo: E-mail da produção para inscrições: casa@lacasaincierta.com

Informações à Imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques | Daniele Valério
Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425
Email: marcia@canalaberto.com.br| http://www.canalaberto.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural São Paulo (SP)
(11) 3321-4419/4420
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cultura.sp@caixa.gov.br

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

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Exposição “Horizonte” na Caixa Cultural

A obra “Each Passing Moment” (2018) em exposição na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 30 de setembro, a exposição “Horizonte”, que traz um conjunto com cerca de 50 obras em tamanhos variados da artista Alice Quaresma. A curadoria é de Fernanda Lopes.

Os trabalhos extrapolam a bidimensionalidade do aumento fotográfico a partir da aplicação de fitas adesivas e pintura, além do uso de campos cromáticos geométricos.

Alice produz suas obras como na instalação composta por 16 móbiles feitos, a partir de cortes de papel colorido que discorre e completa os trabalhos em suspensão.

Influenciada por artistas como Lygia Clark e Hélio Oiticica, Alice Quaresma coloca em sua prática artística uma releitura dos trabalhos dos pioneiros do Neoconcretismo, movimento artístico que aconteceu no Brasil no final dos anos 1960.

Visando criar atributos sensórios e interativos em sua produção por meio de tinta, lápis, fita adesiva e bastão a óleo, Quaresma cria intervenções geométricas sobre fotografias autorais, desconstruindo a imagem e originando características da pintura para a fotografia.

Em meio aos destaques estão “Two Brothers” (2018), obra composta de laço de tecido sobre impressão fotográfica; “My Corner In The World 10” (2013), constituída por pastel a óleo e tinta acrílica sobre impressão fotográfica; e “Each Passing Moment” (foto), instalação de 2018 criada com papel recortado e fitas variadas.

SERVIÇO:
Exposição: Horizonte
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 30/09/2018; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Arte Pra sentir” na Caixa Cultural

A maquete “Sem Título (Cidade das Memórias Perdidas)”, de Pedro Varela. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural apresenta até o próximo domingo, 30 de setembro, a exposição “Arte Pra Sentir”, que traz dez obras de seis artistas brasileiros que visam instigar distintos aspectos sensoriais no público visitante.

O desafio direto e o arranjo dos limites perceptivos da mostra foram o ponto inicial para os artistas Carolina Pontes, Pedro Varela, Opavivará, Ernesto Neto, Flávio Cerqueira e Floriano Romano. A curadoria é de Isabel Sanson Portella.

A curadora ressalta: “A ação participativa se dá quando o artista amplia suas intervenções proporcionando novos modos de perceber. E desse modo o espectador abandona uma atitude de contemplação passando a ter uma atitude mais ativa e criadora”.

Além de trabalhos já conhecidos do público, outras obras foram feitas especialmente para a exposição, que contém, além de peças táteis, audiosguias, audiodescrição, recursos de sinalização e informações em Braille sobre as obras exibidas. A mostra foi concebida para que a heterogeneidade cultural e social fosse apreciada. De maneira inventiva e acessível, os visitantes estarão integrados nesse ambiente de fruição, intervenção e concepção.

Em meio aos destaques estão “Mar Sobre Mar” (2018), de Floriano Romano, composta por uma oca feita com ripas de madeira e autofalante; “Sem Título (Cidade das Memórias Perdidas)” (foto), uma maquete de MDF, com fragmentos de textos em Braille, de Pedro Varela, de 2018; “Nuvem” (2018), constituída por crochê e tapeçaria, de Carolina Ponte; e “Fonte de Refrescos” (2015) mesa de inox hexagonal com seis refresqueiras, com corante alimentício nas cores amarelo, azul, vermelho, laranja, verde e roxo, do coletivo Opavivará!

SERVIÇO:
Exposição:
Arte Pra Sentir
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 30/09/2018; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Sombras e Mistérios” na Caixa Cultural

A obra “Bart/Mickey” em exibição na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o próximo dia 29 de julho, domingo, a exposição “Sombras e Mistérios”, que reúne cerca de 30 obras de um dos fundadores da Narrative Art, o britânico Mac Adams, cuja produção consiste em séries fotográficas que geram colisões híbridas entre tragédias sociais e utensílios de design que remetem a situações de violência e inquietações.

Por meio de uma obra produzida através de diferentes formas de demonstração como fotografia, escultura e instalação, o artista estimula o público à experiência de uma prova artística dobrada: enquanto somos o observador exterior de uma cena, tornamo-nos o contador de nossa própria história.

A produção de Adams tem suas raízes vinculadas à rica tradição oral e escritas dos contos do País de Gales, nos romances de Arthur Conan Doyle e no cinema de Alfred Hitchcock. Ao longo das últimas décadas, Mac Adams desenvolveu uma produção de relevância peculiar em duas e três dimensões, usando dípticos e instalações.

São exibidos dípticos da série “Tragédias Pós-Modernas”, década de 1980, sobre as políticas econômicas de Margaret Thatcher e Ronald Reagan, no Reino Unido e nos Estados Unidos. Integram também as séries “Espaços Vazios e Ilhas”, e as esculturas “Bart Simpson/Mickey Mouse” (foto), de 1996, e a instalação “Apagamento” (2000).

SERVIÇO:
Exposição:
Sombras e Mistérios
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 29/07/2018; de terça a domingo, das 9h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “O Último Império” na Caixa Cultural

“Restaurante ‘Apelo de Lenin'” (2003), um dos registros do fotógrafo russo Serguei Maksimishin em exibição na Caixa Cultural. Créditos: divulgação

A Caixa Cultural realiza até o próximo dia 29 de julho, domingo, a exposição “O Último Império”, que apresenta 65 fotografias ousadas da Rússia contemporânea do fotógrafo russo Serguei Maksimishin. Considerado um dos principais nomes da fotografia de sua geração, o profissional traz imagens do país-sede da atual edição da Copa do Mundo na era “pós-soviética”, sem deixar de mostrar a crise que o maior país territorialmente falando enfrentou nos anos 1990 e os problemas atuais.

Natural da Crimeia, Serguei Maksimishin, nascido em 1964, possui uma trajetória peculiar. Seus primeiros trabalhos com fotografia tiveram início enquanto prestava serviço militar em Cuba. E, depois de terminar os estudos em física, trabalhou por um curto período no Museu Hermitage, em São Petersburgo. Então, na conturbada década de 1990, é que começou a atuar em um dos principais jornais russos, o Izvestya.

Por meio de uma visão audaciosa e compassiva, os registros feitos nos últimos 25 anos depois do término “do último império” apresentam as diversas faces de uma nação que por anos ficou à margem do cenário político internacional. E, com uma geração que presenciou a queda do império soviética, as imagens de Maksimishin ainda exibem as cenas nas quais as lembranças do tempo czarista e do período comunista marcam presença, reciclados sem compostura.

Por meio dessas imagens, o público brasileiro tem acesso pela primeira vez aos “protagonistas” da nova Rússia: soldados, políticos, religiosos, pioneiros, neonazistas, novos ricos… Serguei Maksimishin apresenta as incompatibilidades da Rússia e a energia do antigo sistema soviética, cujas heranças e destruições até hoje afetam o cotidiano das pessoas.

Em meio aos destaques estão “Acampamento Shojna, Nenets” (2005); “Casamento no Vilarejo” (2006) e “Restaurante ‘Apelo de Lenin’” (foto), de 2003.

SERVIÇO:
Exposição:
O Último Império
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 29/07/2018; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Anna Bella Geiger – Gavetas de Memórias” na Caixa Cultural

“Local da Ação com Euhropa, Brasil e América Latina” (1995), uma das obras de Anna Bella Geiger, na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural apresenta até o próximo dia 20 de maio, domingo, a mostra “Anna Bella Geiger – Gavetas de Memórias”, que faz um panorama da trajetória da artista, formada por obras que fazem parte do acervo de coleções particulares e de museus internacionais e brasileiros.

A produção de Geiger apresenta um trabalho peculiar de mapas e cartografias, elaborados com cera de abelha derretida e instalados em gavetas, que propicia pensamentos acerca de assuntos de cunho social, político e ideológico.

Ao agrupar 12 gavetas lançadas pela artista nos últimos 25 anos, nove gravuras que discorrem com os conceitos das gavetas, além de um vídeo de 25 minutos que registra a metodologia criativa de uma obra, sobretudo feita para a ocasião, a mostra desponta ao público o modus operandi e as motivações criativas de Anna Bella Geiger.

Entre os de3staques estão os “Estudos sobre as Gavetas”, de 1994 a 2010; a “Orbis Descriptio Nº 14”, da série Fronteiriço, composta por uma gaveta de arquivo de ferro, encáustica, folha de cobre, folha de prata, mola e clichê; e “Local da Ação com Euhropa, Brasil e América Latina” (foto), de 1995, uma gaveta de arquivo de ferro antiga, encáustica, folha e fio de cobre.

SERVIÇO:
Exposição:
Anna Bella Geiger – Gavetas de Memórias
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 20/05/2018; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica” na Caixa Cultural

“Zebra e Leão” (1972), serigrafia sobre papel, de Claudio Tozzi na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o dia 20 de maio de 2018, domingo, a mostra “Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica”, que reúne cerca de 90 obras que fazem um panorama da obra gráfica do paulistano Claudio Tozzi nos últimos 50 anos. Esta é a mostra mais completa já realizada sobre a produção gráfica do artista.

Os trabalhos reunidos foram produzidos nos mais variados processos de reprodução gráfica: serigrafia, xerox, litografia, gravura em metal, zinc offset e digitografia.

As imagens reunidas na mostram juntam toda a produção de Tozzi, em suas diferentes etapas: multidões, bandido da luz vermelha, astronautas, parafusos, cor pigmento luz, recortes e territórios – esta última, a fase mais recente.

Se por um lado as cores mais “chapadas” dos astronautas e multidões dos anos 1960 são reproduzidas através da serigrafia, as obras mais recentes do artista exige técnicas e superposições de retículas gráficas.

A mostra é resultado de pesquisa do curador e historiador Manuel Neves, em parceria com a École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, que investigou a produção da arte brasileira na segunda metade da década de 1960.

Chamam atenção obras como a já citada “Astronauta” (1969/2018) e “Zebra e Leão” (foto), obra de 1972, que também é uma serigrafia sobre papel.

SERVIÇO:
Exposição:
Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 20/05/2018; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida