Exposição “2ª Edição da Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas” na Caixa Cultural

A obra “Mitomania 07/02”, do artista carioca Lucas Lugarinho Braga, na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 1º de outubro, a exposição “2ª Edição da Mostra Bienal Caixa de Novos Talentos”, que reúne 37 obras de 30 novos talentos das artes que foram selecionados por meio de convocatória. A mostra apresenta esculturas, desenhos, fotografias, instalações, gravuras, pinturas, intervenções e vídeos.

A metodologia de desenvolvida para a essa bienal ocorreu através de um edital de seleção pública e uma bancada de pré-seleção intensificou o seu olhar atento às obras e às trajetórias dos 616 artistas inscritos. Por fim, após a crítica curatorial, foram indicadas 30 artistas e aqui estão expostos os 37 trabalhos selecionados por suas características resultantes da experimentação e da energia poética visual.

De acordo com a curadora Liliana Magalhães, a “influência do contexto das cidades em que vivem e transitam os artistas selecionados” nas obras é marcante. Nelas, o artista atua como um “ator social crítico, pleno de cidadania, e nos projetam para questões de gênero, raça, identidade e meio ambiente, ética e engajamento por direitos humanos e civis, como uma síntese do agudo momento de transformação que vivemos”, completa a curadora.

Destaques para o vídeo de 1’44” de duração de Cecília Uriaste intitulado “Não É Sentir” (2014), “Mitomania 07/02” (foto), de 2016, uma tela e tinta a óleo de Lucas Lugarinho Braga; e “Índia Wirane Temble” (2015), um desenho em papel Canson com lápis e grafite, de Fernando Bueno.

SERVIÇO:
Exposição:
2ª Edição da Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 1º/10/2017; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

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Exposição “Além do Visível, Aquém do Intangível” na Caixa Cultural

A obra “Afável” (2014), da série “Superfície do Intangível” em cartaz na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural realiza até o próximo domingo, 24 de setembro ,a exposição “Além do Visível, Aquém do Intangível”, que traz 25 pinturas de óleo sobre tela em grandes formatos feitas pelo artista Fábio Magalhães, produzidas entre 2007 e 2015.

A pintura foi uma escolha feita pelo artista, pois por tratar-se de uma atitude afirmativa e política, Magalhães defende que a obra impugna o Ser e a perseverança dessa linguagem na atualidade. As imagens procuram metáforas designadas a partir de pulsões, de expressões psíquicas de um imaginário pessoal, até a representação do corpo.

A realização desse projeto este ano tem valor significativo na carreira do artista, pois ele completa 10 anos de intensa atividade, na qual ele usa a pintura como principal plataforma de atuação artística.

Entre os destaques estão as obras da série “O Grande Corpo”, como “Invólucro V” (2011), “Afago” (foto), da série “Superfície do Intangível” (2014); e “Para Além do Somático” (da série “Limites do Introspecto”), de 2016, todas óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Além do Visível, Aquém do Intangível
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 24/09/2017; de terça a domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Loucuras Anunciadas de Goya” na Caixa Cultural

Vista parcial da exposição “Loucuras Anunciadas de Goya” na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 24 de setembro, a exposição “Loucuras Anunciadas de Goya”, que traz a coleção Le Follie, também conhecida por “Disparates”, que contém 20 gravuras produzidas no período mais obscuro e complexo que Francisco de Goya (1746-1828) já produziu.

De acordo com especialistas, a época em que as obras foram feitas não é muito precisa, mas deve ser entre 1815 a 1823. O artista espanhol não as publicou em virtude da perseguição aos iluministas à época.

Considerada a mais difícil de interpretação das séries dentre todas as estampas realizadas por Goya, “Disparates” traz obras que revela visões oníricas, a presença da violência e a ridicularização das instituições vinculadas ao Antigo Regime e em geral, a crítica ao poder estabelecido.

Contudo, os trabalhos permitem imaginar um mundo rico relacionado com a noite, com o carnaval e o grotesco, que compõem um enigma tanto estampa por estampa quanto no seu conjunto.

De acordo com a curadora Mariza Bertoli, a mostra traz diversas atividades interativas, como a experiência de fotografar-se em cenários com as gravuras aumentadas, duas grandes gravuras impressas que permitem as pessoas se fotografarem diante delas. Além disso, acessórios e vestuários (foto) também estão à disposição para o visitante se caracterizar e realizar suas próprias produções para a fotografia.

SERVIÇO:
Exposição:
Loucuras Anunciadas de Goya
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 24/09/2017; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “O Gráfico Amador” na Caixa Cultural

“Cartazes”, livre interpretação do artista visual Raul Luna sobre a obra d’O Gráfico Amador em exibição na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A exposição “O Gráfico Amador” está em cartaz até o próximo domingo, 23 de julho, na Caixa Cultural. A mostra traz cerca de 30 projetos que fazem um panorama da produção gráfica da primeira editora experimental homônima do Recife, que funcionou entre 1954 e 1961.

E, por meio de textos, imagens, fotografias, documentos, vídeos e livro, a exposição visa recuperar a história da editora coordenada por intelectuais e artistas. Os trabalhos eram projetados por Aloísio Magalhães, Gastão de Holanda, José Laurenio da Costa e Orlando da Costa Ferreira, e tinham como associados aproximadamente 50 personalidades, como Ariano Suassuna, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto.

Uma fábrica que explora os artifícios de impressão manual e venera a ilustração que, por sua vez, segundo a curadora Amanda Bonan, “salta aos olhos pela sinfonia com a cultura popular pernambucana, em oposição às tendências construtivas que chegavam ao Brasil, por influência da Bauhaus e da Escola de Ulm”.

Nos sete anos em que esteve na ativa, o Gráfico Amador imprimiu 26 livros, três volantes, um programa de teatro, além de outras pequenas impressões como convites de casamento e cartões de Natal.

Em meio aos destaques estão “Oficina Tipográfica São Paulo, um Manifesto”; “Cartazes” (foto), livre interpretação do artista visual Raul Luna sobre a obra d’O Gráfico Amador (2017); e “Prelo”, um tira-provas Manig, da década de 1960.

SERVIÇO:
Exposição:
O Gráfico Amador
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 23/07/2017; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Labirinto e Memória: A Poética Visual de Luise Weiss” na Caixa Cultural

“Aquatinum”, obra de Luise Weiss em exibição na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 23 de julho, a exposição “Labirinto e Memória: A Poética Visual de Luise Weiss”, que contém cerca de 130 obras, entre gravuras, desenhos e fotografias, que celebram os 40 anos de carreira da gravadora, fotógrafa, pintora e professora paulistana Luise Weiss.

Com curadoria de Sergio Pizoli, a mostra revela o procedimento de criação e produção gráfica da artista, divididos em seis partes temáticos, em um recorte centrado em obras que têm o papel como apoio e a fotografia como ponto de partida.

Os temas que compõem a exposição são “In Memoriam”, “No Mar”, “Vestígios (Pepi)”, “Cadernos de Artistas”, “Silhuetas e Objetos” e “Copo d’Água” e, de acordo com Sergio Pizoli, tem como objetivo “levar ao público a percepção da unidade expositiva – elencada por vários discursos gráficos – onde cada obra é a reconstrução de vestígios da memória e transita entre o fazer e o lembrar”.

Entre os destaques estão a “Série Rostos” (2009-2013), um conjunto de 16 xilogravuras sobre papel; a “Série Frotagem” (2013), que contém 18 frotagens em grafite sobre papel; e “Aquatinum” (foto), obra composta por fotografia, vidro e água.

SERVIÇO:
Exposição:
Labirinto e Memória: A Poética Visual de Luise Weiss
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 23/07/2017; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Aquilo Que Nos Une” na Caixa Cultural

A instalação “Cama de Gato (O Que Nos Une)”, de Jozias Benedicto, em exibição na Caixa Cultural. Foto: Jorge Almeida

Com cerca de 40 obras, a Caixa Cultural exibe até o próximo domingo, 14 de maio, a exposição “Aquilo Que Nos Une”, que apresenta trabalhos de 28 artistas renomados e que tem como componente característico em suas obras a linha, a costura e o bordado como expressão poética e/ou suporte.

A atividade secular do manuseio de tecidos, linhas e agulhas cria nesse campo, conceitos subjetivos e peculiares de tempo espaço e convívio social. Os artistas expõem “cicatrizes” do que foi costurado no seu íntimo.

Rica em referências e ineditismo conceitual e formal, a mostra ajuíza sobre um limite de pesquisa estética moderna – o atrelamento entre arte e manufatura.

Entre os artistas participantes estão Adriana Varejão, Waltercio Caldas, Vera Bernardes, Adrianna Eu, Ursula Tautz, Anna Bella Geiger, Ana Miguel, Arthur Bispo do Rosário, Leonilson, Letícia Parente, entre outros.

Obras como “Cama de Gato (O Que Nos Une)” (foto), de 2015, uma instalação de Jozias Benedicto; “Fridakhalismo DIY (2015), um bordado sobre toalha de linho, de Cláudia Henz; “Rede” (2009), uma fotografia a jato de tinta sobre papel de algodão, de Caroline Valansi; e “Navios de Guerra” (sem data), obra feita em madeira, tecido, metal, linha e plástico, de Arthur Bispo do Rosário merecem ser conferidas.

SERVIÇO:
Exposição: Aquilo Que Nos Une
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 14/05/2017; de terça-feira a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “In Natura” na Caixa Cultural

Foto de Jorge Bodanzky da série “Horizontes” (2014) em exposição na Caixa Cultural. Créditos: divulgação

A Caixa Cultural está com a exposição “In Natura” em cartaz até o próximo domingo, 14 de maio, e traz cerca de 30 registros do fotógrafo e cineasta Jorge Bodanzky, conhecido por sua produção de forte apelo social e ambiental.

A imagens que compõem a mostra fazem parte do mais recente projeto de Bodanzky em que ele retrata a natureza através de fotos captadas com a câmera fotográfica em movimento, sem qualquer manipulação posterior, mas sim a partir da fusão de elementos figurativos e abstratos.

O trabalho teve início das investigações formais em fotografia digital empreendidas pelo cineasta, que interessado pelas probabilidades sentis da fotografia digital, passou a direcionar a câmera para uma nova forma de retratar a natureza. E a série fotográfica que dá nome à exposição foi produzida em diversos lugares do Brasil, entre eles a Amazônia.

A produção de Jorge dialoga com o método do pintor alemão Gerhard Richter, que parte da fotografia para produzir pintura. No caso de Bodanzky, ele percorreu o caminho contrário: da pintura à fotografia. “A analogia com a pintura é proposital, pois a câmera é como o pincel”, disse o cineasta na abertura da mostra.

Em meio aos destaques estão “Rio Trombetas – Pará”, composta por cinco fotografias; “Horizontes” (foto), de 2014; e quatro fotos da série “In Natura”.

SERVIÇO:
Exposição:
In Natura
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 14/05/2017; de terça-feira a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida