A carioca Focus Cia de Dança estreia o premiado espetáculo Still Reich no Sesc Pompeia

Still Reich. Foto: Fernanda Vallois

A carioca Focus Cia de Dança estreia em São Paulo, no Sesc Pompeia, o espetáculo Still Reich. A curtíssima temporada será entre os dias 20 e 23 de junho, quinta e domingo, 18h, e sexta e sábado, às 21h. Idealizada pelo diretor e coreógrafo Alex Neoral, a companhia tem o patrocínio da Petrobras.

Still Reich, espetáculo mais recente da Focus, reúne em um programa único quatro peças compostas a partir de músicas do compositor contemporâneo americano Steve Reich. Inspirado pelo vigor e construções musicais de suas composições, Alex Neoral une duas obras de 2008, Pathways e Trilhas, e duas de 2018, Keta – vencedora do Prêmio Cesgranrio de Dança como melhor coreografia e com indicações a melhor bailarino/Marcio Jahú e melhor bailarina/Carolina de Sá e Wood Steps.

Alex conta que as quatro peças que integram Still Reich foram concebidas a partir do efeito da música de Steve Reich na sua criação: “São músicas minimalistas que geram uma ambiência, uma atmosfera de dança que se constrói a partir do som”, conta.

O título da obra, que em português significa ‘ainda Reich’, reforça o quanto o compositor continua inspirando Neoral. “Depois de dez anos da minha primeira criação com trilha do Steve Reich, retorno a ele”, ressalta o artista. Para Neoral, a Focus Cia de Dança assume cada vez mais uma personalidade versátil, com trabalhos muito diferentes entre si e coragem para avançar para próximas obras sem se fiar numa só linguagem ou estilo único.

“Como criador, tenho a característica de ocupar esses lugares novos e alterar o tipo de discurso que chega ao público, seja com um espetáculo criado a partir do estímulo do cinema, da música minimalista, da música clássica ou da canção brasileira”, conclui.

Sobre as quatro peças de Still Reich

Pathways, com a canção Music for Pieces of Wood, traz em sua construção uma síntese da linguagem da Focus e o desafio de criar uma obra a partir de trechos pré-existentes. Apresentado inicialmente em Stuttgart, na Alemanha, foi um trabalho elogiado pelo público e pela crítica, tendo sido remontado para o CityDance Ensemble – hoje Company E –, de Washington DC.

Trilhas é um extrato do espetáculo Ímpar, que aborda o instante e a partícula do momento que pode e muda o seguinte. Na fisicalidade, Neoral construiu a coreografia inspirado em fugas, escapadas e corridas; assim, como na música Different Trains – After the War, há traços de tensão. Ambos trabalhos já foram apresentados na Alemanha, França, Itália, Panamá, além de inúmeras cidades brasileiras.

“O espetáculo apresenta peças coreográficas que se assemelham muito com às composições de Reich, que apresentam um fascínio pela combinação, pela questão abstrata, que vira uma música, assim como as coreografias, que combinam gestos aleatórios, criando universos a partir disso, sem um assunto pré-existente” – Alex Neoral

Wood Steps traz como inspiração a vida nômade: pessoas que moram no ‘mundo’ e fazem de seus pés as suas casas. O trabalho utiliza a percussão de pés para criar ritmos e marcações para a obra Proverb de Reich, onde a escrita coreográfica ganha o solo, explorando uma movimentação pesada e inusitada, fortificando a relação com o chão que se pisa. A metáfora do sapato, que possibilita ir mais longe e nele guarda muitas histórias de quem o usa.

Keta, que significa ‘terceiro’ em Iorubá, utiliza a música Drumming, composta por Reich em uma viagem que fez à Gana, na África. Esse universo tribal e ritualístico, de alguma forma, é levado para a cena através de uma construção coreográfica veloz, viva e orgânica, mostrando corpos em sua máxima potência em um trabalho vigoroso e ao mesmo tempo humano.

Sobre a Companhia

Com 20 obras e 10 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através da crítica especializada e sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. Em 2019 ganhou o 1o Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta do espetáculo STILL REICH. Em 2018 participou do filme Eduardo e Mônica, com lançamento previsto para 2019. Em 2017 se apresentou na última edição do Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira.

Com o espetáculo As canções que você dançou pra mim, que se aproxima da marca de 300 apresentações, recebeu diversas indicações a melhor espetáculo do ano, por sua criatividade e originalidade. Em 2012 foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção que segue até hoje. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral e nos movimentos precisos de seus bailarinos. Atualmente integram seu elenco os bailarinos Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni.

FICHA TÉCNICA
Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral
Direção de Produção: Tatiana Garcias
Produção Executiva: Bia Rey
Agente Internacional: Marcelo Zamora
Iluminação: Binho Schaefer
Técnico de Iluminação: Anderson Ratto
Técnico de Palco: Wellison Rodrigues
Fisioterapia: Fernando Zican
Figurinos: Alex Neoral e Mônica Burity
Visagismo: André Vital
Confecção de Figurinos: Jacira Garcias
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto | Marcia Marques
Clipping: Supernova
Fotos: Fernanda Vallois, Manu Tasca e Paula Kossatz
Programação Visual: Infinitamente Estúdio de Criação
Elenco: Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz (stand by) e Roberta Bussoni

SERVIÇO
Still Reich
De 20 a 23 de junho de 2019
Quinta e domingo, às 18h; sexta e sábado, às 21h
Local: SESC Pompeia (R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo).
Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e R$ 6 (credencial plena).
Duração: 65 minutos. Classificação: 18 anos. Capacidade: 302 lugares.
Desconto de 50% na compra de até dois ingressos para os colaboradores da Petrobras (mediante apresentação do crachá) e para clientes do Cartão Petrobras (mediante apresentação do cartão)
Para credenciamento, encaminhe pedidos para imprensa@pompeia.sescsp.org.br

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Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia
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Estagiários: Mari Carvalho
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Sesc Pompeia recebe Festa de Inauguração do grupo brasiliense Teatro do Concreto; inspiração para o espetáculo veio das frases escritas por operários em 1959 na construção do Congresso Nacional

Festa de Inauguração – Foto de ensaio de Diego Bresani

Festa de Inauguração é uma série de reflexões sobre o ato de destruir e reconstruir – ciclo constante na humanidade

Espetáculo marca primeira temporada do Teatro do Concreto, de Brasília, em São Paulo. Em 2019, a companhia reconhecida por suas interações com o espaço urbano e intervenções pública completa 16 anos.

Em 2011, durante uma manutenção no salão verde do Congresso Nacional que consistia em quebrar paredes para se descobrir as causas de um vazamento, foram encontradas frases escritas pelos operários responsáveis pela construção do prédio, inaugurado em 1960. As mensagens, que previam um futuro melhor para o país e a crença nas instituições democráticas do Brasil, foram lidas pelos integrantes da companhia brasiliense Teatro do Concreto como uma das inúmeras narrativas criadas ao longo do tempo que só são reveladas a partir de um processo de destruição. Com dramaturgia de João Turchi e direção de Francis Wilker, o espetáculo Festa de Inauguração estreia dia 30 de maio, quinta-feira, 21h30, no Sesc Pompeia.

Construída sem tomar como base a noção de personagens ou de começo-meio-fim, Festa de Inauguração tem uma dramaturgia tecida a partir das falas e narrativas que não são reveladas espontaneamente, mas sim através da destruição. “Notamos que no percurso da humanidade, nas artes e nas trajetórias pessoais, existem narrativas soterradas que precisam vir à tona e, normalmente, esse processo acontece por meio da destruição”, diz Francis Wilker, diretor da montagem.

Para Wilker, o gesto de destruir ganha novas camadas e pode ser lido como uma metáfora para desmontes de políticas públicas, silenciamento de grupos minoritários, revisionismos históricos e reflexão sobre a história da arte. Esse ponto de partida foi endossado por uma série de seminários promovidos pela companhia que reuniu sociólogos, arquitetos, artistas visuais, rappers e dramaturgos para dialogarem sobre a possibilidade de se “ler” a cidade como um livro.

“Nos dedicamos a pensar na cidade como algo repleto de textos que precisam ser lidos, de discursos que precisam vir à tona”, diz o diretor, ressaltando que essa pesquisa fez com que Festa de Inauguração não fosse uma peça que falasse pelos operários ou sobre o processo de construção de Brasília, mas sim que esses fossem os elementos disparadores de uma série de reflexões sobre o ato de destruir e reconstruir – ciclo constante na humanidade.

João Turchi, artista goiano que reside em São Paulo, apesar de já ter trabalhado com Francis Wilker, escreve pela primeira para o Teatro de Concreto. Na construção dramatúrgica, Turchi decidiu dar luz à questão da história como algo que sempre foi manipulado pelo homem. “Esses textos encontrados em Brasília apontavam uma possibilidade de futuro pensada por esses trabalhadores – podemos associar essas imagens às inscrições rupestres de uma caverna, por exemplo. O que esses registros têm a nos dizer nos dias de hoje? Como contar isso a outro? Quais são as possíveis narrativas que existem aí?”, questiona.

A partir dessa provocação e das características que já são comuns ao grupo, como uma relação direta com a plateia e criação de peças que não se resumem a um só espaço cênico, Festa de Inauguração começa nas imediações do Sesc Pompeia. Dessa forma, a peça cria as metáforas a partir de um olhar arqueológico, onde o fim representa a continuidade de um ciclo que irá gerar novas leituras sobre o que foi destruído.

Sobre a experiência de dar a largada na primeira temporada em São Paulo, Francis Wilker espera trazer para a cidade as marcas que mais consagram a história do Teatro do Concreto, como a relação com o espaço alternativo e sua conexão com a cidade. “Brasília é uma cidade urbana, onde há muito concreto, e nosso grupo nasce sob essa égide”, conta. O diretor também destaca o fato de a companhia sempre trabalhar a partir de textos inéditos e das montagens dialogarem com a performance e não com um modelo tradicional de teatro.

Festa de Inauguração tem ainda cenário e figurino assinados por André Cortez, luz de Guilherme Bonfanti, do Teatro da Vertigem; e elenco composto por Gleide Firmino, Micheli Santini, Adilson Diaz e Diego Borges.

Teatro do Concreto

Fundado em 2003, o Teatro do Concreto é um grupo de Brasília que reúne artistas interessados em dialogar com a cidade e seus significados simbólico e real por meio da criação cênica. Assume, desde sua origem, a diversidade e a pesquisa como princípios de gestão e composição artística, mobilizando criadores de diversas regiões do Distrito Federal e aprofundando a interação com diferentes artistas e áreas do conhecimento.

Suas criações se orientam pela perspectiva do processo colaborativo e se caracterizam, principalmente, pela elaboração de uma dramaturgia própria, pela radicalização no uso de depoimentos pessoais, pela investigação da cena no espaço urbano, pela relação com as práticas da performance e pela busca por diferentes modos de engajar o espectador.

Ao longo de sua trajetória, o grupo estreou nove espetáculos e intervenções cênicas, publicou três obras de referência para o campo da pesquisa teatral e realizou diversos projetos de interação com a comunidade os quais extrapolam a dimensão dos palcos, consolidando-se como referência para o teatro de grupo na região Centro-Oeste.

Ganhou projeção nacional com a circulação dos espetáculos Diário do Maldito (2006) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Cenografia – e Entrepartidas (2010) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia. As principais criações do grupo são Sala de Espera (2003); Borboletas têm vida curta (2006); Diário do Maldito (2006); Inútil Canto E Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos (2007); Ruas Abertas (2008); Entrepartidas (2010), Mirante (2010); Extraordinário (2014) e Festa de Inauguração (2019).

SINOPSE

Festa de Inauguração é uma obra sobre a destruição. Quatro atores recolhem os cacos que sobraram do choque entre placas tectônicas, das inundações, das bibliotecas em chamas, das estátuas que perderam a cabeça e dos nossos próprios corpos, palavras e desejos. Ao vasculhar ruínas, descobrem discursos que nunca foram inaugurados, fósseis sem palavras. O difícil é escolher entre aquilo que sobrou o que tem relevância para a linha do tempo que fica.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Gleide Firmino, Micheli Santini, Adilson Diaz, Diego Borges
Direção: Francis Wilker
Dramaturgia e codireção: João Turchi
Assistente de direção: Diego Borges
Light design: Guilherme Bonfanti
Assistente de Iluminação: Higor Filipe
Estagiários de Iluminação: Diogo Sikins e Emanuela Maia
Cenografia e Figurinos: André Cortez
Assistente de Cenografia e figurinos: Marina Fontes
Direção musical: Diogo Vanelli
Projeções e registro audiovisual: Thiago Sabino e Fábio Rosemberg
Colaborações artísticas: Nei Cirqueira, Kenia Dias, Edson Beserra, José Regino e Giselle Rodrigues
Produção Executiva: Tatiana Carvalhedo (Carvalhedo Produções)
Produção Nacional: Júnior Cecon
Coordenação Administrativa Teatro do Concreto: Ivone Oliveira
Debates temáticos que alimentaram o processo criativo: Edson Farias (sociólogo), George Alex da Guia (arquiteto e urbanista), Íris Helena (artista visual), João Estevam de Argos (arqueólogo) e Thabata Lorena (cantora, compositora e MC).
Agradecimentos: Daniele Sampaio, Cynthia Margareth, Felipe Sabatini, Glauber Coradesqui, Gustavo Colombini, Guilherme Giufrida, João Gabriel Dantas, Laysa Elias, Jéssica Varrichio, Carol Bianchi, Viviane Garbelini, Cristina Carvalhedo, UNIPAZ, Samuel Araújo, Cristina Nogueira, Elenice Barbosa, João Generoso, SESC Estação 504 Sul (DF); Rodrigo Quintiliano (Restaurante C’est La Vie, DF); Casa dos Quatro; IESB; Vania Praia (Praia Salão de Boniteza, DF); Teatro da Vertigem.

SERVIÇO
Festa de Inauguração
De 30 de maio a 23 de junho de 2019
Quintas, sextas e sábados, às 21h30, e domingos e feriado (20/06), às 18h30
Local: Espaço Cênico do SESC Pompeia (R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo).
Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e R$ 6 (credencial plena).
Duração: 80 minutos. Classificação: 18 anos.

Assessoria de Imprensa
Canal Aberto
Márcia Marques | Daniele Valério
Contatos: (11) 2914 0770 | 9 9126 0425
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Assessoria de Imprensa Sesc Pompeia
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Estagiários: Mari Carvalho
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Créditos: Márcia Marques | Canal Aberto

Black Brecht e se Brechet Fosse Negro? estreia no Sesc Pompeia

Black Brecht | Crédito: Cristina Maranhão

Peça, que tem direção de Eugênio Lima e dramaturgia de Dione Carlos, é livremente inspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht; temporada vai de 18 de abril a 5 de maio no Teatro da Unidade.

Livremente inspirada na peça “O Julgamento de Luculus”, de Bertolt Brecht, estreia no Sesc Pompeia temporada de Black Brecht, e se Brecht Fosse Negro. A peça fica em cartaz aos sábados, 21h, e domingos, 18h30, no Teatro da Unidade, de 18 de abril a 5 de maio.

Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Estão sentados em cadeiras altas, sem mãos para segurar nem bocas para comer, e os olhos há muito apagados. Incorruptíveis.

A partir deste enredo a trama da peça foi sendo construída, com início durante a ocupação do Legítima Defesa, no próprio Sesc Pompéia, em novembro de 2017. Em duas imersões abertas ao público (estudos e dramaturgia), foram dez dias de trabalho. Em março de 2018, também na Unidade, foi apresentado ao público mais uma etapa, com um módulo de imersão (encenação).

Em junho de 2018 o projeto Black Brecht: E se Brecht fosse Negro? Foi comtemplado com o Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo. A partir daí, durante nove meses o grupo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: E se Brecht fosse Negro? Nesta provocação, se Brecht fosse negro qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida por uma perspectiva interseccional? Unindo classe, raça e gênero? Seria possível construir um espetáculo sobre uma perspectiva afro brasileira diaspórica da obra e dos procedimentos de Brecht?

Para compor o texto de Black Brecht, foram utilizados diversos materiais – escrituras coletivas, dramaturgias sonoras, gestos, outras imersões públicas, exposições e diversas intervenções urbanas.

Sobre o Legítima Defesa

Legítima Defesa é um coletivo de artistas/atores/atrizes de ação poética, portanto política, da imagem da “negritude”, seus desdobramentos sociais históricos e seus reflexos na construção da “persona negra” no âmbito das linguagens artísticas. Constituindo desta forma um diálogo com outras vozes poéticas que tenham a reflexão e representação da “negritude” como tema e pesquisa.
Este ato de guerrilha estética surge da impossibilidade, surge da restrição, surge da necessidade de defender a existência, a vida e a poética. Surge do ato de ter voz.

Ser invisibilizado é desaparecer, desaparecer é perder o passado e interditar o futuro, portanto não é uma opção.

Formado em 2015, o coletivo apresentou a performance poético-política “Em legítima defesa” na Mostra internacional de Teatro de São Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espetáculo “A missão em fragmentos – 12 cenas de descolonização em legítima defesa” na programação da Mostra internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma série de Intervenções Urbanas. Atualmente, finaliza o processo da pesquisa “Black Brecht – e se Brecht fosse negro?”, projeto contemplado pelo Prêmio Zé Renato 2018.

Ficha técnica
Direção: Eugênio Lima
Dramaturgia: Dione Carlos
Elenco: Eugênio Lima, Walter Balthazar, Luz Ribeiro, Jhonas Araújo, Palomaris Mathias, Tatiana Rodrigues Ribeiro, Fernando Lufer, Luiz Felipe Lucas, Luan Charles e Marcial Mancome. Ator Convidado: Gilberto Costa
Co-produção: Associação Cultural Núcleo Corpo Rastreado e Umbabarauma Produções Artísticas
Produção Executiva: Iramaia Gongora e Gabi Gonçalves
Cenário: Renano Bolelli
Preparação Corporal e Coreografia: Luaa Gabanini e Iramaia Gongora
Danças Urbanas Africanas: Mister Prav
Preparação Vocal e Spoken Word: Roberta Estrela D’Alva
Figurino: Claudia Schapira
Direção Musical: Eugênio Lima e Neo Muyanga
Música: Luan Charles, Eugênio Lima, Neo Muyanga, Dropê Selva, Roberta Estrela D’alva e Suyá Nascimento.
Vídeo Intervenção: Bianca Turner
Fotografia: Cristina Maranhão
Vídeo documentário: Ana Júlia Travia
Direção de arte gráfica: Jader Rosa
Design: Estúdio Lume
Operador de som: João de Souza Neto e Clevinho Souza

SERVIÇO:
Black Brecht e se Brecht Fosse Negro?
De 18 abril a 5 de maio de 2019, quinta a sábado, às 21h, domingo, às 18h.
Dia 19/4 (quinta – feriado) não haverá sessão.
1º/05 (quarta- feriado), às18h.
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis.
Ingressos: R$7,50 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$12,50 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$25 (inteira).
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Duração: 90 minutos aproximadamente
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal
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Diego Lemos e Guilherme Barreto
Estagiários: Mari Carvalho e Malu Mões
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Créditos: Márcia Marques | Canal Aberto

Altissonante! Traz circo ao Sesc Pompeia

Créditos: divulgação

Utilizando-se de várias técnicas circenses, como paradas de mãos, acrobacias aéreas, canto e dança, Lu Menin interpreta uma figura feminina múltipla, com seus sentimentos, afazeres domésticos, amores e vida profissional.

A partir da parceria com Lu Lopes, bastante conhecida do público pela sua Palhaça Rubra, Lu Menin aborda em seu primeiro solo as várias facetas da vida de uma mulher, com pinceladas autobiográficas e doses de humor. Em Altissonante!, que será apresentado no Teatro do Sesc Pompeia, de 4 a 7 de abril de 2019, Menin se vale de paradas de mãos, acrobacias aéreas, canto e dança para montar um espetáculo enérgico e sonoro.

“Eu estava pensando em fazer um trabalho novo, um número de circo, mas com os afazeres, filhos etc… o tempo estava escasso. Teve um momento que quase desisti”, conta Lu Menin. “Quando iniciei a parceria com a Lu Lopes, o trabalho foi avançando de tal forma que ela disse: ‘Lu você está pronta para o trabalho solo.’ E foi daí que o espetáculo tomou mais corpo e foi agregando mais gente”, conta a circense.

O cenário de Altissonante! foi pensado a partir de um oratório em que Menin usa para abrir seu coração para o público. “O oratório e uma mini corda marinha se transformam em um ‘aereotório’; um oratório em que ela pode voar”, descreve a diretora.

Lu Menin, que há 23 anos vive o mundo circense, sempre foi ligada a companhias de destaque como o Circo Zanni, do qual é sócia, Circo Amarillo, Circo Mínimo e Cias Linhas Aéreas, entre outras.

SERVIÇO:
Altissonante!
com Lu Menin direção de Lu Lopes.
De 4 a 7 de abril de 2019, quinta a sábado, às 21h, domingo, às 18h
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.
Ingressos: R$9 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$15 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$30 (inteira).
Duração: 40 minutos
Venda online a partir de 19 de março, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 20 de março, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal
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Grupo XPTO estreou Oroboro no Sesc Pompeia

Cena de Oroboro | Crédito da foto: divulgação

Recém-chegado do festival indiano The Ishara Puppet Theatre Trust, grupo paulistano XPTO estreia seu mais recente espetáculo no Sesc Pompeia; temporada vai até abril.

Recém-chegado da Índia, onde foi o único representante latino-americano no festival The Ishara Puppet Theatre Trust, o grupo de teatro XPTO estreia no Sesc Pompeia temporada da peça Oroboro. As apresentações acontecem no Espaço Cênico da Unidade, de 14 de março a 07 de abril, quintas, sextas e sábados, às 21h30, domingo, às 18h30.

Oroboro se desenvolve como uma fábula na qual personagens do mundo real estão sujeitos à ação de entidades mitológicas e também à intervenção do artista (ator-manipulador) que terá a função de alterar os rumos da história.

O enredo fala de um náufrago que, na iminência de sua morte, se vê diante do dilema de se deixar devorar por urubus ou atirar-se ao mar. Confrontando a fatalidade do destino, ele escolhe o caminho do desconhecido, mergulhando nas águas profundas do oceano. Numa ilha próxima, uma enorme serpente deixa um estranho ovo que provoca a curiosidade e a ambição dos seres que habitam o lugar. Humor, mistério, trapaças, lutas pelo poder, revolta, aniquilação são alguns dos temas abordados de forma simbólica em Oroboro, uma alegoria sobre o caráter cíclico da existência.

Esta montagem utiliza a linguagem de teatro de bonecos e formas animadas. A narrativa é desenvolvida sem a utilização da palavra, sendo conduzida tanto pela música executada ao vivo, como pela ação dos atores que manipulam os bonecos e objetos, emitindo ruídos guturais que funcionam como vozes dos personagens.

Manipulando os personagens estão quatro atores, com bonecos construídos a partir de materiais orgânicos como cabaças, galhos e troncos de árvores.

A trilha musical original, executada ao vivo por Beto Firmino (diretor musical do espetáculo), foi composta a partir do violão e do canto em contraposição a sons sampleados de objetos utilizados na cena. A direção da peça, bem como a criação da cenografia e dos bonecos está a cargo de Osvaldo Gabrieli, diretor artístico do Grupo XPTO.

Sobre o grupo XPTO:
Grupo XPTO – Teatro e performances com grande apelo visual e musical – foi fundado em 1984 participando na formação de um teatro brasileiro contemporâneo. Com um histórico expressivo dentro do panorama teatral, apresentou-se em diversas capitais brasileiras e também no exterior (Argentina, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Espanha, França, Portugal, Iugoslávia e Hong Kong), obtendo sempre grande sucesso de público e de crítica. Recebeu, ao longo dos mais de 30 anos de carreira, 40 dos mais importantes prêmios do teatro brasileiro (APCA, Mambembe, Shell, APETESP, Governador do Estado, Fundacen, Coca Cola e Panamco, entre outros).

Ficha técnica
Direção, cenografia, bonecos e iluminação: Osvaldo Gabrieli | Direção musical e músico: Beto Firmino | Elenco: Bruno Caetano, João Bernardes, Mateus Rosa e Ozamir Araújo

SERVIÇO:
Oroboro
De 14 de março a 07 de abril
Quintas, sextas e sábados, às 21h30, domingo, às 18h30
Espaço Cênico
Ingressos: R$6 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$10 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$20 (inteira).
Venda online a partir de 19 de fevereiro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 20 de fevereiro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: 10 anos
Duração: 50 minutos
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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Mandíbula explora os vários usos da boca em performance

Cena de Mandíbula | Crédito da foto: Micaela Wernicke

Coreografia criada por Josefa Pereira e Patrícia Bergantin terá duas apresentações na Área de Convivência do Sesc Pompeia

Nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, as coreógrafas Josefa Pereira e Patrícia Bergantin apresentam a performance de dança Mandíbula, na Área de Convivência do Sesc Pompeia. No espetáculo as artistas exploram a boca enquanto dispositivo mecânico e sensível, desviando sua produção de líquidos e de encaixe mandibular enquanto recurso visual e corporal.

O trabalho estreou em 2018, no MAM. Para a temporada que começa agora no Sesc Pompeia, as artistas se preparam para dialogar não só com o público como também com a arquitetura do espaço.

Este não é o primeiro trabalho em parceria das de Josefa e Patrícia. As artistas criaram juntas Mandíbula, Égua e Contágio; além de colaborar em projetos de diversos artistas em comum como Monstra, de Elisabete Finger e Manuela Eichner. Esta trajetória é base para Tectônica, plataforma que se dedica à prática e ao estudo das forças, processos e movimentos em dança. Além de propiciar a pesquisa e investigação de ambas, também cartografa uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem seu fazer artístico. “Além de propiciar nossa própria pesquisa e investigação, também cartografamos uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem nosso fazer artístico”, conta Patrícia.

Mais sobre as artistas

Josefa Pereira é performer e coreógrafa. Vive e trabalha entre São Paulo e Lisboa. Dedica-se à criação autoral desde a graduação em Comunicação das Artes do Corpo (PUC-SP), em torno de interesses como coletividade, presença e gestualidade tendo o corpo campo de tensionamento estético e político. Sua trajetória é marcada pela colaboração com diversos artistas, em cias de dança e nos coletivos Núcleo de Garagem e Ghawazee Coletivo de Ação, traçando uma das bases de seu interesse, a produção e atuação artística através de diferentes modelos de comunidade. É performer e criadora em “Monstra” com direção de Elisabete Finger e Manuela Eichner, e atualmente se dedica à estreia e circulação de seu solo “Hidebehind”(2018) e “Mandíbula” que dá andamento à parceria com a artista Patrícia Bergantin com quem criou “Égua” (2017) e a residência “Contágio”.O encontro entre as duas lança agora as bases para a “Tectônica” plataforma para a articulação e fortalecimento para seus diversos interesses artísticos.

Patrícia Bergantin é artista da dança. Bailarina e coreógrafa, tem buscado articular parcerias onde a reciprocidade seja uma ética a ser frequentada tanto na vida quanto na arte. Formada em Letras na USP, trabalha a dança enquanto campo de discurso, tendo trazido em seus últimos trabalhos a questão do feminino enquanto emergência. É articuladora da Tectônica, junto com Josefa Pereira, plataforma que propiciou a criação de “Mandíbula”, “Égua”, e “Contágio”, e que se dedica a cartografar uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem seu fazer artístico. É performer de “Monstra” dirigida por Elisabete Finger e Manuela Eichner e também dá aulas partilhando sua prática “Corpo Antena”, onde as sensações do corpo são matéria de autoconhecimento e ponto de partida para sintonizar um viver junto menos assujeitado e mais autônomo.

SERVIÇO:
Mandíbula
(performance dança)
com Josefa Pereira e Patrícia Bergantin
Dia 28 de fevereiro e 1º de março de 2019, quinta e sexta-feira, às 20h
Área de Convivência | Grátis | Classificação indicativa: Livre

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal
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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Rogério Caetano e Gian Correa lançam 7 no Sesc Pompeia

Rogério Caetano e Gian Correa | Crédito da foto: divulgação

Álbum homenageia Dino 7 Cordas; show acontece no dia 22 de fevereiro, no Teatro da unidade.

Dois jovens e talentosos violonistas fazem apresentação no Teatro do Sesc Pompeia no 22 de fevereiro, às 21h. Na ocasião, Gian Correa e Rogério Caetano lançam 7, que tem como protagonista, ou protagonistas, o violão 7 cordas tocados pelos artistas. O “7” do título homenageia Dino 7 Cordas, referência do violão sete cordas, e ao seu centenário, comemorado em 2018.

O álbum 7 é fruto do trabalho autoral dos dois músicos que possuem linguagens próprias muito fortes e que desde muito jovens já tinham muita intimidade com o choro e o samba. Este encontro reúne pela primeira vez na história fonográfica brasileira dois violonistas de 7 cordas de aço solistas, demonstrando nas composições e arranjos toda a riqueza e virtuosidade da música instrumental brasileira contemporânea.

Horondino José da Silva, conhecido como Dino Sete Cordas, era músico, compositor e arranjador. O músico carioca, nascido em 1918, desenvolveu uma nova maneira de pensar o violão e um dos pioneiros em empregar o instrumento em rodas de samba e choro. Dino fez parte de importantes formações da música brasileira pré-bossa nova, como o conjunto Época de Ouro, comandado por Jacob do Bandolim, e o regional de Benedito Lacerda, além de tocar com músicos renomados como Luiz Gonzaga e Cartola.

Gian Correa começou tocando em rodas de choro quando criança, incentivado pelo pai. No início estudou cavaquinho, passando, depois, para o violão de 7 cordas. Seu primeiro trabalho autoral solo, Mistura 7 (YB Music/2013) elogios de críticos em diversos meios de comunicação. Em 2016 lançou Remistura 7 (YB Music), em CD/DVD. Atualmente, o violonista integra os coletivos de música Rejunte e Som Sem Dono na cidade de São Paulo. Em 2016 lançou a web serie chamada “Joga um 7 aí!”, que tem por objetivo difundir a linguagem brasileira do violão de 7 cordas, bem como divulgar jovens músicos e mestres veteranos representantes deste instrumento no país.

Nascido em Goiânia e bacharel em composição pela Universidade de Brasília, Rogério Caetano é um premiado virtuose e referência do violão de 7 cordas. Possui uma discografia com sete álbuns, sendo premiado em 2015 no IMA (Independent Music Awards), em 2016 no Prêmio da Música Brasileira e em 2017 no Prêmio Profissionais da Música. Vem difundindo sua arte no Brasil e exterior realizando concertos e workshops em países como Alemanha, França, Itália, Espanha, Áustria, Portugal, Holanda, Bélgica, EUA, China, Índia, Israel, Turquia, África do Sul, e Equador. Já gravou com artistas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Monarco, D. Ivone Lara, Maria Bethania, Nana Caymmi, Ivan Lins, entre vários outros.

SERVIÇO:
Rogério Caetano e Gian Correa
Plataforma
Lançamento de 7
Dia 22 de fevereiro de 2019, sexta-feira, às 21h
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.
Ingressos: R$6 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$10 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$20 (inteira).
Venda online a partir de 12 de fevereiro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 13 de fevereiro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal
sescsp.org.br/pompeia

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