Black Brecht e se Brechet Fosse Negro? estreia no Sesc Pompeia

Black Brecht | Crédito: Cristina Maranhão

Peça, que tem direção de Eugênio Lima e dramaturgia de Dione Carlos, é livremente inspirada na peça O Julgamento de Luculus, de Bertolt Brecht; temporada vai de 18 de abril a 5 de maio no Teatro da Unidade.

Livremente inspirada na peça “O Julgamento de Luculus”, de Bertolt Brecht, estreia no Sesc Pompeia temporada de Black Brecht, e se Brecht Fosse Negro. A peça fica em cartaz aos sábados, 21h, e domingos, 18h30, no Teatro da Unidade, de 18 de abril a 5 de maio.

Perante o Supremo Tribunal do Reino das Sombras apresenta-se Luculus Brasilis, o general civilizador, que precisa prestar contas da sua existência na terra para saber se é digno de adentrar no Reino dos Bem-Aventurados. Sob a presidência do juiz dos Mortos, cinco jurados participam do julgamento: um professor, uma peixeira, um coveiro, uma ama de leite e um não-nascido. Estão sentados em cadeiras altas, sem mãos para segurar nem bocas para comer, e os olhos há muito apagados. Incorruptíveis.

A partir deste enredo a trama da peça foi sendo construída, com início durante a ocupação do Legítima Defesa, no próprio Sesc Pompéia, em novembro de 2017. Em duas imersões abertas ao público (estudos e dramaturgia), foram dez dias de trabalho. Em março de 2018, também na Unidade, foi apresentado ao público mais uma etapa, com um módulo de imersão (encenação).

Em junho de 2018 o projeto Black Brecht: E se Brecht fosse Negro? Foi comtemplado com o Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo. A partir daí, durante nove meses o grupo Legítima Defesa se debruçou sobre aquilo que começou como uma provocação: E se Brecht fosse Negro? Nesta provocação, se Brecht fosse negro qual seria o lugar ocupado pela raça? Sua obra seria lida por uma perspectiva interseccional? Unindo classe, raça e gênero? Seria possível construir um espetáculo sobre uma perspectiva afro brasileira diaspórica da obra e dos procedimentos de Brecht?

Para compor o texto de Black Brecht, foram utilizados diversos materiais – escrituras coletivas, dramaturgias sonoras, gestos, outras imersões públicas, exposições e diversas intervenções urbanas.

Sobre o Legítima Defesa

Legítima Defesa é um coletivo de artistas/atores/atrizes de ação poética, portanto política, da imagem da “negritude”, seus desdobramentos sociais históricos e seus reflexos na construção da “persona negra” no âmbito das linguagens artísticas. Constituindo desta forma um diálogo com outras vozes poéticas que tenham a reflexão e representação da “negritude” como tema e pesquisa.
Este ato de guerrilha estética surge da impossibilidade, surge da restrição, surge da necessidade de defender a existência, a vida e a poética. Surge do ato de ter voz.

Ser invisibilizado é desaparecer, desaparecer é perder o passado e interditar o futuro, portanto não é uma opção.

Formado em 2015, o coletivo apresentou a performance poético-política “Em legítima defesa” na Mostra internacional de Teatro de São Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espetáculo “A missão em fragmentos – 12 cenas de descolonização em legítima defesa” na programação da Mostra internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma série de Intervenções Urbanas. Atualmente, finaliza o processo da pesquisa “Black Brecht – e se Brecht fosse negro?”, projeto contemplado pelo Prêmio Zé Renato 2018.

Ficha técnica
Direção: Eugênio Lima
Dramaturgia: Dione Carlos
Elenco: Eugênio Lima, Walter Balthazar, Luz Ribeiro, Jhonas Araújo, Palomaris Mathias, Tatiana Rodrigues Ribeiro, Fernando Lufer, Luiz Felipe Lucas, Luan Charles e Marcial Mancome. Ator Convidado: Gilberto Costa
Co-produção: Associação Cultural Núcleo Corpo Rastreado e Umbabarauma Produções Artísticas
Produção Executiva: Iramaia Gongora e Gabi Gonçalves
Cenário: Renano Bolelli
Preparação Corporal e Coreografia: Luaa Gabanini e Iramaia Gongora
Danças Urbanas Africanas: Mister Prav
Preparação Vocal e Spoken Word: Roberta Estrela D’Alva
Figurino: Claudia Schapira
Direção Musical: Eugênio Lima e Neo Muyanga
Música: Luan Charles, Eugênio Lima, Neo Muyanga, Dropê Selva, Roberta Estrela D’alva e Suyá Nascimento.
Vídeo Intervenção: Bianca Turner
Fotografia: Cristina Maranhão
Vídeo documentário: Ana Júlia Travia
Direção de arte gráfica: Jader Rosa
Design: Estúdio Lume
Operador de som: João de Souza Neto e Clevinho Souza

SERVIÇO:
Black Brecht e se Brecht Fosse Negro?
De 18 abril a 5 de maio de 2019, quinta a sábado, às 21h, domingo, às 18h.
Dia 19/4 (quinta – feriado) não haverá sessão.
1º/05 (quarta- feriado), às18h.
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis.
Ingressos: R$7,50 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$12,50 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$25 (inteira).
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Duração: 90 minutos aproximadamente
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal
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Altissonante! Traz circo ao Sesc Pompeia

Créditos: divulgação

Utilizando-se de várias técnicas circenses, como paradas de mãos, acrobacias aéreas, canto e dança, Lu Menin interpreta uma figura feminina múltipla, com seus sentimentos, afazeres domésticos, amores e vida profissional.

A partir da parceria com Lu Lopes, bastante conhecida do público pela sua Palhaça Rubra, Lu Menin aborda em seu primeiro solo as várias facetas da vida de uma mulher, com pinceladas autobiográficas e doses de humor. Em Altissonante!, que será apresentado no Teatro do Sesc Pompeia, de 4 a 7 de abril de 2019, Menin se vale de paradas de mãos, acrobacias aéreas, canto e dança para montar um espetáculo enérgico e sonoro.

“Eu estava pensando em fazer um trabalho novo, um número de circo, mas com os afazeres, filhos etc… o tempo estava escasso. Teve um momento que quase desisti”, conta Lu Menin. “Quando iniciei a parceria com a Lu Lopes, o trabalho foi avançando de tal forma que ela disse: ‘Lu você está pronta para o trabalho solo.’ E foi daí que o espetáculo tomou mais corpo e foi agregando mais gente”, conta a circense.

O cenário de Altissonante! foi pensado a partir de um oratório em que Menin usa para abrir seu coração para o público. “O oratório e uma mini corda marinha se transformam em um ‘aereotório’; um oratório em que ela pode voar”, descreve a diretora.

Lu Menin, que há 23 anos vive o mundo circense, sempre foi ligada a companhias de destaque como o Circo Zanni, do qual é sócia, Circo Amarillo, Circo Mínimo e Cias Linhas Aéreas, entre outras.

SERVIÇO:
Altissonante!
com Lu Menin direção de Lu Lopes.
De 4 a 7 de abril de 2019, quinta a sábado, às 21h, domingo, às 18h
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.
Ingressos: R$9 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$15 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$30 (inteira).
Duração: 40 minutos
Venda online a partir de 19 de março, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 20 de março, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
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Grupo XPTO estreou Oroboro no Sesc Pompeia

Cena de Oroboro | Crédito da foto: divulgação

Recém-chegado do festival indiano The Ishara Puppet Theatre Trust, grupo paulistano XPTO estreia seu mais recente espetáculo no Sesc Pompeia; temporada vai até abril.

Recém-chegado da Índia, onde foi o único representante latino-americano no festival The Ishara Puppet Theatre Trust, o grupo de teatro XPTO estreia no Sesc Pompeia temporada da peça Oroboro. As apresentações acontecem no Espaço Cênico da Unidade, de 14 de março a 07 de abril, quintas, sextas e sábados, às 21h30, domingo, às 18h30.

Oroboro se desenvolve como uma fábula na qual personagens do mundo real estão sujeitos à ação de entidades mitológicas e também à intervenção do artista (ator-manipulador) que terá a função de alterar os rumos da história.

O enredo fala de um náufrago que, na iminência de sua morte, se vê diante do dilema de se deixar devorar por urubus ou atirar-se ao mar. Confrontando a fatalidade do destino, ele escolhe o caminho do desconhecido, mergulhando nas águas profundas do oceano. Numa ilha próxima, uma enorme serpente deixa um estranho ovo que provoca a curiosidade e a ambição dos seres que habitam o lugar. Humor, mistério, trapaças, lutas pelo poder, revolta, aniquilação são alguns dos temas abordados de forma simbólica em Oroboro, uma alegoria sobre o caráter cíclico da existência.

Esta montagem utiliza a linguagem de teatro de bonecos e formas animadas. A narrativa é desenvolvida sem a utilização da palavra, sendo conduzida tanto pela música executada ao vivo, como pela ação dos atores que manipulam os bonecos e objetos, emitindo ruídos guturais que funcionam como vozes dos personagens.

Manipulando os personagens estão quatro atores, com bonecos construídos a partir de materiais orgânicos como cabaças, galhos e troncos de árvores.

A trilha musical original, executada ao vivo por Beto Firmino (diretor musical do espetáculo), foi composta a partir do violão e do canto em contraposição a sons sampleados de objetos utilizados na cena. A direção da peça, bem como a criação da cenografia e dos bonecos está a cargo de Osvaldo Gabrieli, diretor artístico do Grupo XPTO.

Sobre o grupo XPTO:
Grupo XPTO – Teatro e performances com grande apelo visual e musical – foi fundado em 1984 participando na formação de um teatro brasileiro contemporâneo. Com um histórico expressivo dentro do panorama teatral, apresentou-se em diversas capitais brasileiras e também no exterior (Argentina, Uruguai, Venezuela, Colômbia, Espanha, França, Portugal, Iugoslávia e Hong Kong), obtendo sempre grande sucesso de público e de crítica. Recebeu, ao longo dos mais de 30 anos de carreira, 40 dos mais importantes prêmios do teatro brasileiro (APCA, Mambembe, Shell, APETESP, Governador do Estado, Fundacen, Coca Cola e Panamco, entre outros).

Ficha técnica
Direção, cenografia, bonecos e iluminação: Osvaldo Gabrieli | Direção musical e músico: Beto Firmino | Elenco: Bruno Caetano, João Bernardes, Mateus Rosa e Ozamir Araújo

SERVIÇO:
Oroboro
De 14 de março a 07 de abril
Quintas, sextas e sábados, às 21h30, domingo, às 18h30
Espaço Cênico
Ingressos: R$6 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$10 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$20 (inteira).
Venda online a partir de 19 de fevereiro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 20 de fevereiro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: 10 anos
Duração: 50 minutos
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
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Mandíbula explora os vários usos da boca em performance

Cena de Mandíbula | Crédito da foto: Micaela Wernicke

Coreografia criada por Josefa Pereira e Patrícia Bergantin terá duas apresentações na Área de Convivência do Sesc Pompeia

Nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, as coreógrafas Josefa Pereira e Patrícia Bergantin apresentam a performance de dança Mandíbula, na Área de Convivência do Sesc Pompeia. No espetáculo as artistas exploram a boca enquanto dispositivo mecânico e sensível, desviando sua produção de líquidos e de encaixe mandibular enquanto recurso visual e corporal.

O trabalho estreou em 2018, no MAM. Para a temporada que começa agora no Sesc Pompeia, as artistas se preparam para dialogar não só com o público como também com a arquitetura do espaço.

Este não é o primeiro trabalho em parceria das de Josefa e Patrícia. As artistas criaram juntas Mandíbula, Égua e Contágio; além de colaborar em projetos de diversos artistas em comum como Monstra, de Elisabete Finger e Manuela Eichner. Esta trajetória é base para Tectônica, plataforma que se dedica à prática e ao estudo das forças, processos e movimentos em dança. Além de propiciar a pesquisa e investigação de ambas, também cartografa uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem seu fazer artístico. “Além de propiciar nossa própria pesquisa e investigação, também cartografamos uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem nosso fazer artístico”, conta Patrícia.

Mais sobre as artistas

Josefa Pereira é performer e coreógrafa. Vive e trabalha entre São Paulo e Lisboa. Dedica-se à criação autoral desde a graduação em Comunicação das Artes do Corpo (PUC-SP), em torno de interesses como coletividade, presença e gestualidade tendo o corpo campo de tensionamento estético e político. Sua trajetória é marcada pela colaboração com diversos artistas, em cias de dança e nos coletivos Núcleo de Garagem e Ghawazee Coletivo de Ação, traçando uma das bases de seu interesse, a produção e atuação artística através de diferentes modelos de comunidade. É performer e criadora em “Monstra” com direção de Elisabete Finger e Manuela Eichner, e atualmente se dedica à estreia e circulação de seu solo “Hidebehind”(2018) e “Mandíbula” que dá andamento à parceria com a artista Patrícia Bergantin com quem criou “Égua” (2017) e a residência “Contágio”.O encontro entre as duas lança agora as bases para a “Tectônica” plataforma para a articulação e fortalecimento para seus diversos interesses artísticos.

Patrícia Bergantin é artista da dança. Bailarina e coreógrafa, tem buscado articular parcerias onde a reciprocidade seja uma ética a ser frequentada tanto na vida quanto na arte. Formada em Letras na USP, trabalha a dança enquanto campo de discurso, tendo trazido em seus últimos trabalhos a questão do feminino enquanto emergência. É articuladora da Tectônica, junto com Josefa Pereira, plataforma que propiciou a criação de “Mandíbula”, “Égua”, e “Contágio”, e que se dedica a cartografar uma constelação afetiva entre artistas interessados e interessantes, dinamizando as camadas éticas, estéticas e políticas que compõem seu fazer artístico. É performer de “Monstra” dirigida por Elisabete Finger e Manuela Eichner e também dá aulas partilhando sua prática “Corpo Antena”, onde as sensações do corpo são matéria de autoconhecimento e ponto de partida para sintonizar um viver junto menos assujeitado e mais autônomo.

SERVIÇO:
Mandíbula
(performance dança)
com Josefa Pereira e Patrícia Bergantin
Dia 28 de fevereiro e 1º de março de 2019, quinta e sexta-feira, às 20h
Área de Convivência | Grátis | Classificação indicativa: Livre

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Rogério Caetano e Gian Correa lançam 7 no Sesc Pompeia

Rogério Caetano e Gian Correa | Crédito da foto: divulgação

Álbum homenageia Dino 7 Cordas; show acontece no dia 22 de fevereiro, no Teatro da unidade.

Dois jovens e talentosos violonistas fazem apresentação no Teatro do Sesc Pompeia no 22 de fevereiro, às 21h. Na ocasião, Gian Correa e Rogério Caetano lançam 7, que tem como protagonista, ou protagonistas, o violão 7 cordas tocados pelos artistas. O “7” do título homenageia Dino 7 Cordas, referência do violão sete cordas, e ao seu centenário, comemorado em 2018.

O álbum 7 é fruto do trabalho autoral dos dois músicos que possuem linguagens próprias muito fortes e que desde muito jovens já tinham muita intimidade com o choro e o samba. Este encontro reúne pela primeira vez na história fonográfica brasileira dois violonistas de 7 cordas de aço solistas, demonstrando nas composições e arranjos toda a riqueza e virtuosidade da música instrumental brasileira contemporânea.

Horondino José da Silva, conhecido como Dino Sete Cordas, era músico, compositor e arranjador. O músico carioca, nascido em 1918, desenvolveu uma nova maneira de pensar o violão e um dos pioneiros em empregar o instrumento em rodas de samba e choro. Dino fez parte de importantes formações da música brasileira pré-bossa nova, como o conjunto Época de Ouro, comandado por Jacob do Bandolim, e o regional de Benedito Lacerda, além de tocar com músicos renomados como Luiz Gonzaga e Cartola.

Gian Correa começou tocando em rodas de choro quando criança, incentivado pelo pai. No início estudou cavaquinho, passando, depois, para o violão de 7 cordas. Seu primeiro trabalho autoral solo, Mistura 7 (YB Music/2013) elogios de críticos em diversos meios de comunicação. Em 2016 lançou Remistura 7 (YB Music), em CD/DVD. Atualmente, o violonista integra os coletivos de música Rejunte e Som Sem Dono na cidade de São Paulo. Em 2016 lançou a web serie chamada “Joga um 7 aí!”, que tem por objetivo difundir a linguagem brasileira do violão de 7 cordas, bem como divulgar jovens músicos e mestres veteranos representantes deste instrumento no país.

Nascido em Goiânia e bacharel em composição pela Universidade de Brasília, Rogério Caetano é um premiado virtuose e referência do violão de 7 cordas. Possui uma discografia com sete álbuns, sendo premiado em 2015 no IMA (Independent Music Awards), em 2016 no Prêmio da Música Brasileira e em 2017 no Prêmio Profissionais da Música. Vem difundindo sua arte no Brasil e exterior realizando concertos e workshops em países como Alemanha, França, Itália, Espanha, Áustria, Portugal, Holanda, Bélgica, EUA, China, Índia, Israel, Turquia, África do Sul, e Equador. Já gravou com artistas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Monarco, D. Ivone Lara, Maria Bethania, Nana Caymmi, Ivan Lins, entre vários outros.

SERVIÇO:
Rogério Caetano e Gian Correa
Plataforma
Lançamento de 7
Dia 22 de fevereiro de 2019, sexta-feira, às 21h
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.
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Celso Sim apresenta canções de “O Amor Entrou Como um Raio” na Comedoria do Sesc Pompeia

O cantor e compositor Celso Sim. Créditos: divulgação

Em show no dia 21 de fevereiro, artista paulista apresenta músicas de álbum tributo ao sambista Batatinha; Fabiana Cozza faz participação especial

O cantor, compositor premiado, cineasta e ator Celso Sim apresenta seu mais recente álbum O Amor Entrou Como Um Raio em show na Comedoria do Sesc Pompeia no dia 21 de fevereiro, quinta-feira, às 21h30. A cantora Fabiana Cozza faz participação especial.

O disco faz a leitura da obra de Batatinha, considerado um dos maiores compositores de samba do Brasil. No além das canções do sambista carioca, serão apresentadas canções de Zé Miguel Wisnik sobre poemas de Fernando Pessoa, além de sambas de D. Ivone Lara e Nelson Cavaquinho. Desde 2003, ao trabalharem juntos no musical Canto da Guerreira – em homenagem aos 20 anos da morte de Clara Nunes – Celso Sim e Fabiana Cozza não se apresentavam juntos.

Para Celso, Batatinha é um dos gênios da canção brasileira. “O repertório gravado faz uma fenomenologia do carnaval através da polaridade prazer-sofrimento, dádiva-dívida, íntimo-público, confissão-expiação, labuta-festa, onde o carnaval é uma perspectiva de fuga e acesso à uma humanidade perdida e/ou esquecida para o poeta que sabe e canta o desencanto sem drama, o sofrimento sem tristeza e até mesmo com altivez e elegância. Sofrimento tão extenso que mesmo a possibilidade de superação, transcendência e/ou suspensão dessa dor traz dúvidas como em “se eu deixar de sofrer, como é que vai ser para me acostumar”, e o que emerge desse mergulho é o seu contrário, o alento, nesta singularidade do samba e do blues”, conta o artista.

O Amor Entrou Como Um Raio foi lançado em 2017 e traz 11 canções de Batatinha com uma formação musical contemporânea e arranjos tropicalistas para os sambas.

O disco sucede os elogiados Tremor Essencial (2014) e Elza Soares, A mulher do fim do mundo (2015), do qual Celso é diretor artístico, compositor e cantor, e que ganhou o Grammy Latino 2016 de melhor disco de música brasileira, entre outros importantes prêmios nacionais e internacionais.

SERVIÇO:
Celso Sim
Dia 21 de fevereiro de 2019, quinta-feira, às 21h30
Comedoria
*A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados. A compra do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da casa com 90 minutos de antecedência ao início do show.
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Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
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Espetáculo construído de forma colaborativa debate racismo no Sesc Pompeia

Imagens da peça Três Pretos: Valor de uso. Foto: Lígia Jardim

Com apresentações nos feriados de 15 e 20 /11, peça da Sociedade Abolicionista de Teatro fica em cartaz no Teatro do Sesc Pompeia por três semanas

A nova criação da Sociedade Abolicionista de Teatro, “Três Pretos: Valor de uso”, com direção de Jose Fernando Peixoto de Azevedo e atuação de Raphael Garcia, Ailton Barros e Lilian Regina, estreia no feriado de 15 de novembro no Sesc Pompeia, ficando em cartaz até  1º de dezembro no Teatro da unidade. A peça integra o projeto de mesmo nome que, desde setembro, trouxe para o local debates acerca de obras produzidas por autoras e autores negros por meio da atividade Pensamento Negro Brasileiro. Além desses encontros, o projeto também englobou uma residência artística imersiva, paralela ao processo de produção do espetáculo.

A peça remete ao valor como base para a crítica das formas de alienação da vida. Na modernidade, ou, da perspectiva da colônia, preto tem sido reduzido a um valor de troca: o preto escravo, o preto café, o preto petróleo: três fontes de energia e de valor; três tempos de um mundo que avança produzindo ruínas.

A associação preto-escravo-café foi a base do impulso industrial brasileiro e a fonte de energia das longas jornadas para o trabalho livre da Europa. Hoje, o preto-energia-petróleo é a base energética da acumulação capitalista moderna e suas disputas sobre territórios e corpos. A carne (o escravizado), o pó (o café), o sangue (o petróleo): ao mesmo tempo que a marcha cronológica do progresso força o esquecimento da energia primitiva, os equivalentes funcionais da energia preta desvelam a violência perene em torno do preto que “satisfaz”. Em cena, um dispositivo pretende fazer com que essas temporalidades atravessem o jogo, produzindo corpos e sujeitos.

SINOPSE

Num território conflagrado por lutas milicianas, desertores cavam em busca de um “mar de águas pretas”, fonte de uma riqueza sem fim que traria a todos a “libertação final. A escavação converte-se em espera, e a espera se revela um tempo atravessado por demandas de reparação e salvação, demandas para as quais as tentativas de realização resultam em continuidade e aprofundamento da guerra e suas carnificinas.

SOCIEDADE ABOLICIONISTA DE TEATRO

É uma plataforma coordenada por José Fernando e seu programa de trabalho consiste em viabilizar associações entre artistas, principalmente artistas pretos, que possam, juntos, realizar projetos a partir do encontro de perspectivas e práticas poético-políticas. O abolicionismo que seu nome traz não é apenas uma referência “anacrônica” à história e memória da escravidão, mas antes, a nomeação de uma luta pelos abolicionismos que ainda nos concernem, confrontações a continuidades e permanências que fazem, entre outras coisas, que algo como um sistema prisional se configure como desdobramento e extrapolação da escravidão entre nós, tecnologia de controle dos corpos que espolia e sentencia à morte em vida o pobre, mais principalmente o negro, e – em particular – o jovem negro. A sobreposição temporal que a ideia de uma “sociedade abolicionista” implica aos ouvidos, faz ver a convivência complexa de temporalidades, fusos históricos.

SOBRE O DIRETOR

José Fernando Peixoto de Azevedo é professor na Escola de Arte Dramática e no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Estudou cinema, possui graduação e doutorado em Filosofia pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, onde defendeu tese sobre o teatro do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Atua como pesquisador nas áreas de história e estética do teatro brasileiro e do teatro negro, além de estética e filosofia contemporânea. Foi fundador, dramaturgo e diretor do Teatro de Narradores e é colaborador do grupo de teatro negro Os Crespos, além de outros coletivos teatrais como o Chai-na (Isto é um negro?). Atua também como curador. Dirigiu recentemente o espetáculo Navalha na Carne Negra e publicou, pela editora n-1, o volume da coleção Pandemia intitulado Eu, um crioulo.

Ficha Técnica
Concepção e Direção: José Fernando Peixoto de Azevedo
Dramaturgia: José Fernando Peixoto de Azevedo e Luís Fernando Massonetto
Atores: Ailton Barros, Lilian Regina, Raphael Garcia
Assistência de Direção e Vídeo: Flávio Moraes
Assistência de Direção: Leonardo Devitto
Preparação Corporal: Tarina Quelho
Iluminação: Wagner Antônio
Direção de Arte: Chris Aizner
Técnico e Operação de Luz: Jimmy Wong
Programação Visual (Programa): Lucas Brandão
Assessoria de Imprensa: Márcia Marques – Canal Aberto
Produção: núcleo corpo rastreado

SERVIÇO:
Três Pretos: Valor de Uso
De 15 de novembro a 1º de dezembro,  quintas, sextas e sábados, às 21h. Domingo e feriados, às 18h
Apresentações extra em 20 de janeiro, terça-feira, às 18h.
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.
Capacidade: 302 lugares
Duração: 60 min
Ingressos: R$7,50 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$12,50 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$25 (inteira).
Venda online a partir de 6 de novembro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 7 de novembro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto