Exposição “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo” no MASP

“Pacaembu” (1995), óleo sobre tela, de Agostinho Batista de Freitas. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) apresenta até o próximo domingo, 9 de agosto, a mostra “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo”, que traz 74 trabalhos do artista paulista Agostinho Batista de Freitas (1927-1997) que retratam cenas urbanas da capital paulista e revelam algumas das principais pontos arquitetônicos.

As obras foram criadas entre as décadas de 1950 e 1990, incluindo cinco telas recentemente doadas ao acervo do MASP, fazendo com que, pela primeira vez, a obra de Batista de Freitas esteja presente na coleção do Museu, corrigindo um vazio histórico.

A cidade de São Paulo é o foco das representações que Batista de Freitas se ocupou durante a sua trajetória. Nesse caso, não há apenas uma quantidade admirável de telas sobre a megalópole, mas da qualidade e da variedade de pinturas, diversificadas e surpreendentes.

Na exposição, a relação do artista com São Paulo se faz presente mediante diversos agrupamentos de obras, distribuídas em fileiras, que vão desde a representação do próprio MASP, da Avenida Paulista, até imagens aéreas do centro de São Paulo. Além de registro de locais da Zona Norte, onde o artista vivia, e ocasiões de diversas naturezas, que incluem as viagens, os divertimentos, as manifestações religiosas e populares.

Entre os destaques estão a “Antiga Rodoviária” (1987), “Praça da Bandeira” (1989), “Avenida Paulista” (1986) e “Pacaembu” (1995), ambas óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Agostinho Batista de Freitas, São Paulo
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 09/04/2017; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Convocatória Para Um Mobiliário Brasileiro” no MASP

“A Segunda Crucificação” (2016), de Natalie Salazar, em exposição no MASP. Foto: Jorge Almeida
“A Segunda Crucificação” (2016), de Natalie Salazar, em exposição no MASP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) está com a exposição “Convocatória Para Um Mobiliário Brasileiro” em cartaz até o próximo dia 29 de janeiro. A mostra traz 25 obras que fazem parte do projeto do artista Jonathas de Andrade.

O museu recebeu propostas para um novo mobiliário brasileiro entre os dias 2 de setembro e 13 de novembro de 2016. Para o projeto, foram aceitas inscrições tanto de móveis inéditos, executados ou não, quanto peças já existentes, de autoria desconhecida e de profissionais ou amadores, tais como marceneiros, designers, estudantes, arquitetos, artesãos, serralheiros, desenhistas e interessados em desenhar ou produzir móveis.

Ao longo desse prazo foram recebidas mais de 700 inscrições com as propostas mais variadas – desde populares até comentários sobre a morte e a vida -, que trazem a temperatura caótica dos dias atuais, e o júri composto por Camila Bechelany, Maurizio Zelada, Patrícia Amorim, Tatiana Sakurai e o próprio Jonathas de Andrade tiveram o trabalho de chegar a um conjunto representativo em meio à enorme quantidade e variedade de inscrições.

Os selecionados receberam a recompensada fixada em R$ 400,00, como maneira de contemplar mais propostas diante dos limites de orçamento.

Cada sugestão enviada – escolhida ou não – representa um reforço muito importante para a Convocatória, um projeto que procura atingir de forma que os jeitos em torno do mobiliário brasileiro e de seu uso cotidiano – “popular” ou não –  ofereçam elementos para pensar a complexidade do Brasil de hoje. Todas as inscrições serão publicadas no site do projeto (www.convocatoriamobiliario.com.br), assim como em um arquivo-pasta que poderá ser consultado na exposição, inclusive aquelas que não foram classificadas para a avaliação do júri.

Entre os mobiliários selecionados, o público poderá conferir itens como uma banqueta para lavar os pés no meio do banho, uma poltrona para assinar uma demissão, uma mesa que aguente sereno, um fundo falso que ajuda a esconder um segredo, entre outras coisas.

Em meio aos destaques estão “Trancaço” (2016), de Mariana Lacerda Gonçalves e Pedro Marques que tem como coautores os alunos do Colégio Estadual Fernão Dias (e das escolas ocupadas do Estado de São Paulo); “Cama de Guarda Roupa” (2016), de Marcelo Zocchio em coautoria da Marcenaria Quiari; e “A Segunda Crucificação” (foto), de Natalie Salazar.

SERVIÇO:
Exposição:
Convocatória Para Um Mobiliário Brasileiro
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 29/01/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016” no MASP

"São Jorge", escultura feita em madeira policromada, do século XVIII, em exibição no MASP. Foto: Jorge Almeida
“São Jorge”, escultura feita em madeira policromada, do século XVIII, em exibição no MASP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) promove até o próximo domingo, 22 de janeiro, a exposição “A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016”, que celebra a mostra organizada por Lina Bo Bardi que inaugurou a sede do museu na Avenida Paulista em 1969. A representação da mostra de Lina é feita por meio de quase mil objetos da cultura popular como carrancas, tecidos, ferramentas, brinquedos, mobiliário, adornos, utensílios, imagens sacras, ex-votos, esculturas e pinturas de diversos artistas.

A mostra, concebida por Lina em conjunto com Pietro Maria Bardi (diretor do MASP na época), o cineasta Glauber Rocha e Martim Gonçalves (diretor de teatro) tinha sido um desdobramento de outras mostras organizadas pela arquiteta do MASP, em 1959, em Salvador (1963) e Roma (1965), onde foi fechada por mando do governo militar brasileiro, o que motivou o artigo do arquiteto Bruno Zevi intitulado “L’arte dei poveri fa paura ai generali”.

As produções, consideradas marginalizadas pelo museu e pela história da arte, foram valorizadas pelo MASP, que realizou uma mudança radical de “descolonização”, ou seja, repensar a arte a partir de uma perspectiva de baixo para cima, apresentando a arte como trabalho. Nesse contexto, uma pintura de Candido Portinari, por exemplo, e uma enxada são consideradas um trabalho, logo, uma espécie que extrapola as elevações entre arte, artefato e artesanato.

Em sua nova fase, o MASP procura restituir e aprofundar sua afinidade com essa produção, adotando como ponto de partida a reencenação de uma de suas exposições mais icônicas.

Evidentemente que uma reconstrução “à risca” de “A Mão do Povo Brasileiro” é impraticável e, devido a isso, o museu optou por seguir o espírito da curadoria original com alguns ajustes, pois não foi encontrado a lista das obras completa, mas listagens de colecionadores e museus sim, e que foram novamente procurados e recolheu obras similares e obedecendo as tipologias dos objetos. Além disso, para a reedição da exposição de 1969, foi decidido que não atualizar a mostra e os objetos reunidos foram confeccionados antes de 1970.

Em meio aos destaques estão “São Jorge” (foto), obra feita em madeira policromada, do século XVIII; e “Jogo do Bicho” (1958), uma pintura sobre metal; além de itens como ferramentas, adornos, móveis, canoa de pesca, oratórios, potes, colchas de retalhos, colheres de pau, utensílios domésticos, lamparinas, entre outros.

SERVIÇO:
Exposição:
 A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 22/01/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Trabalho” no MASP

Vista parcial da instalação "Trabalho", de Thiago Honório. Foto: Jorge Almeida
Vista parcial da instalação “Trabalho”, de Thiago Honório. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) está a exibir a mostra “Trabalho” até o dia 29 de janeiro de 2017. Na verdade, trata-se de uma instalação do artista Thiago Honório que reúne cerca de 100 itens utilizados na construção civil que pertenceram a pedreiros e mestre de obra envolvidos no restauro de uma antiga subestação de energia da Light, na Praça da Bandeira, centro de São Paulo, um edifício da década de 1920 que, depois, transformou-se no espaço cultural Red Bull Station.

A instalação fria, bruta e áspera de Thiago Honório contrasta com a percepção do espaço destinado às tradicionais “belas-artes”, contudo, ao mesmo tempo, está alinhada com as características da arquitetura brutalista que o local se encontra: sem revestimentos ou acabamentos luxuosos do edifício do museu (que também é contrastante em relação à arquitetura refinada de outros museus de belas-artes clássicos).

A obra de Honório – “Trabalho” (2013/2016) -, que negociou as doações com os trabalhadores, é composta por materiais como escada, pás, furadeiras, enxadas, marreta, serrote, tripé, régua, disco de serra, foice roçadeira, martelo, garfo para rolo, espátula, pincel, rolo de lã e de espuma, frasco pulverizador, colher de pedreiro, picareta, entre outros itens.

A presença da instalação também faz referência à revisão crítica não só de artistas, mas de técnicas, linguagens e modos de produção que foram deixados de lado. Além disso, as ferramentas também podem associar-se aos escultores, que usufruem desse tipo de material para fazer as suas esculturas, porém, aqui elas mesmas são as próprias “esculturas”.

Aliás, essa fileira de ferramentas também são retratos dos trabalhadores, o que faz a instalação ainda mais relevante, uma vez que estão exatamente embaixo do Vão Livre do MASP que, por tantas vezes, foi local de manifestação e reivindicações trabalhistas de toda ordem.

SERVIÇO:
Exposição:
 Trabalho
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 29/01/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Portinari Popular” no MASP

"Futebol" (1940), um óleo sobre tela, de Cândido Portinari em exposição no MASP. Foto: Jorge Almeida
“Futebol” (1940), um óleo sobre tela, de Cândido Portinari em exposição no MASP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) está com a exposição “Portinari Popular” em cartaz até a próxima terça-feira, 15 de novembro, e reúne cerca de 50 obras do acervo e de outras instituições em que são abordados conteúdos sociais e representações populares na produção de Cândido Portinari (1903-1962).

O título da mostra é indicativo e tem diversos significados: a popularidade do pintor natural de Brodowski e a origem, iconografia, temática e dicção populares do artista. Logo, o foco é nas pinturas com temáticas, narrativas e figuras populares.

A mostra apresenta trabalhadores em suas variadas atividades (lavradores de café, músicos, lavadeiras, garimpeiros, por exemplo), não europeus (negros, índios e mulatos) e personagens e tipos populares (o cangaceiro, a baiana, o retirante, a índia Carajá). Os personagens surgem em distintas situações geográficas e sociais, como na própria cidade natal do pintor, Brodowski, interior paulista, e também em paisagens empobrecidas ou nas favelas do Rio de Janeiro, em festas populares, em brincadeiras ou jogos, no circo, na música, na dor e na morte.

Além de registrar o “povão”, Portinari também pintou centenas de retratos da elite brasileira, que não estão expostas na exposição, com exceção de Mário de Andrade (1893-1945), importante interlocutor do artista, primeiro grande intérprete de sua obra, e pioneiro no estudo e na valorização da cultura popular brasileira.

A exposição traz diferentes representações de temas populares que são recorrentes na obra de Portinari ao longo das décadas, o que confirma seu compromisso, engajamento e sua determinação com eles. Aliás, o próprio artista é filho de imigrantes italianos que trabalharam na colheita do café. Logo, muitas de suas imagens pintadas ao longo de sua trajetória são cenários de sua própria vivência.

A exposição é uma remontagem do projeto expográfico de Lina Bo Bardi, em 1970.

No MASP, o visitante poderá conferir obras como “O Lavrador de Café” (1934), “Futebol” (foto), de 1940, “Retirantes” (1944) – a tela do acervo do museu mais postada nas redes sociais – e “Criança Morta” (1944), todas em óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Portinari Popular
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 15/11/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Histórias da Infância” no MASP

"Criança Morta", de Portinari, um dos destaques da exposição. Foto: Jorge Almeida
“Criança Morta”, de Portinari, um dos destaques da exposição. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) promove até o próximo domingo, 31 de julho, a exposição “Histórias da Infância”, que ocupa dois andares com obras do acervo e de outras instituições e é voltada na representação da infância na arte, através de diferentes épocas, categorias, estilos e meios.

A mostra reúne cerca de 150 obras de múltiplas e diversas representações da infância de diversos períodos, territórios e escolas, desde africana e asiática à brasileira, incluindo arte sacra, barroca, acadêmica, moderna e contemporânea, lé da arte popular e desenhos feitos por crianças.

Curiosamente, para permitir o olhar mais apurado do corpo da criança que visita à mostra, as obras expostas foram instaladas 30 centímetros mais baixo do que o habitual.

A exposição é organizada por núcleos temáticos permeáveis. No primeiro subsolo, por exemplo, há os temas da natividade e paternidade, enquanto no primeiro andar, há retratos, representações da família, imagens de brincadeira e educação, crianças artistas, crianças anjos e, por fim, a morte.

Dentre os destaques estão, do acervo do museu, as clássicas “O Escolar” (1888), de Van Gogh; “Criança Morta” (foto), obra de 1944 de Cândido Portinari; “Rosa e Azul” (1881), de Renoir; fotos “Sem Título”, da série Brasília Teimosa (2005), de Bárbara Wagner; “Enterro de Anjo (Velório no Pedregal)” (1980), de Adir Sodré; um conjunto de dez esculturas de marfim e madeira do “Menino Jesus”, do século XVII, de autores desconhecidos; e uma escultura de barro cozido e policromado de “Nossa Senhora dos Prazeres”, da primeira metade do século XVII, feita por Frei Agostinho de Jesus.

SERVIÇO:
Exposição: Histórias da Infância
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 31/07/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 25,00 (inteira); R$ 12,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida

Exposição “Foto Cine Clube Bandeirante: do Arquivo à Rede” no MASP

Uma das obras  do Foto Cine Clube Bandeirante no MASP. Crédito: divulgação
Uma das obras do Foto Cine Clube Bandeirante no MASP. Crédito: divulgação

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) realiza até o próximo domingo, 20 de março, a exposição “Foto Cine Clube Bandeirante: do Arquivo à Rede”, que apresenta cerca de 280 obras de 85 artistas, que foram integrantes do fotoclube mais atuante na capital paulista, que atua desde a sua fundação em 1939.

As imagens retratam os anos de formação do fotoclube, a fase inicial da produção de fotógrafos que viriam a ser conhecidos como expoentes da fotografia moderna brasileira, como Thomas Farkas e German Lorca.

Há ainda trabalhos de nomes como Aron Feldman, Eduardo Salvatore, Francisco Albuquerque, Gaspar Gasparian, Geraldo de Barros, José Oiticica Filho, José Yalenti, Madalena Schwartz, Marcel Giró, Rubens Teixeira Scavone e Takashi Kumagai. Curadoria de Rosângela Rennó, curadora-adjunta de fotografia do MASP.

O recorte exposto originou-se em 2014 a partir da cessão em comodato de 275 fotografias e da doação de outras quatro por particulares.

O Foto Cine Clube Bandeirantes, ao longo de seus 76 anos, mais de cinco mil associados passaram pelas dependências dos quatro locais onde a FCCB foi sede: desde o 22º andar do Edifício Martinelli até o número 1108 da Rua Augusta, em São Paulo.

SERVIÇO:
Exposição: Foto Cine Clube Bandeirante: do Arquivo à Rede
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 20/03/2016; terça, quarta e de sexta a domingo, das 10h às 20h; quinta-feira, das 10h às 20h
Quanto: R$ 25,00; R$ 12,00 (estudantes, professores e acima de 60 anos; entrada gratuita para menores de 10 anos, e para o público em geral às terças-feiras e após às 17h nas quintas-feiras

Por Jorge Almeida