Exposição “É Como Dançar Sobre a Arquitetura” no Instituto Tomie Ohtake

“Tombo” (2017), fotografia de João Castilho em exposição no Instituto Tomie Ohtake. Créditos: divulgação

O Instituto Tomie Ohtake realiza até o próximo domingo, 23 de abril, a mostra “É Como Dançar Sobre a Arquitetura”, que faz parte da 5ª edição do programa Arte Atual. A exposição apresenta uma relação de cerca de 20 obras de artistas que exploram a relação entre corpo e espaço, tanto nos aspectos mais intimistas quanto em perspectiva com a cidade.

O programa foi criado em 2013 e se solidifica como uma plataforma para estudos concretizados por jovens artistas e como ambiente para mostras grupais construídas a partir de expectativas múltiplas e heterogêneas sobre um questionamento corriqueiro renovado a cada edição.

Para a atual edição foram convidados os artistas Lia Chaia (Galeria Vermelho), João Castilho (Galeria Zipper) e Jorge Soledar (Portas Vilaseca Galeria), cujos trabalhos instituem relação com o ambiente, problematizando o tratamento dos corpos em seus variados contextos.

De acordo com os curadores da exposição, os artistas “catalizam e reinventam modos de fazer emergir nos espaços o movimento (e o enrijecimento) dos corpos” e suas obras “abrem uma gama de possibilidades que relembra que as maneiras dos corpos ‘falarem’ seus espaços vão além das categorias e nichos já formatados para a cultura, a arte e a liberdade de expressão nas cidades atuais”.

Composta por instalações, performances, vídeos, fotografias e ações, as obras indagam sobre o lugar dos corpos no mundo.

Em meio aos destaques estão “Gabinete de Roupas” (2017), de Jorge Soledar; “Tombo” (foto), de 2017, uma fotografia de João Castilho; o vídeo “Piscina” (2013), de Lia Chaia.

SERVIÇO:
Exposição: É Como Dançar Sobre a Arquitetura
Onde: Instituto Tomie Ohtake – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201 (entrada pela Rua Coropés, 88) – Pinheiros
Quando: até 23/04/2017; de terça a domingo, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

 

Exposição “Corte & Recorte” no Conjunto Nacional

Vista parcial da exposição “Corte & Recorte” no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até o próximo dia 22 de abril, domingo, a exposição “Corte & Recorte – Olhar Empreendedor”, que traz cerca de 30 fotografias que mistura arte e entretenimento. A mostra traz imagens de jovens formados em 2016 do Instituto Reciclar, ONG que atua no desenvolvimento de adolescentes de comunidade na Zona Oeste de São Paulo.

Atendidos pelo Reciclar no ano passado, cerca de 30 jovens fizeram parte do projeto, que iniciou em novembro. Ao longo de dois meses, os participantes marcaram presenças em palestras, visitaram exposições e discutiram sobre assuntos relacionados ao eixo central da exposição: empreendedorismo.

A formação dos jovens foi realizada na Foto Conceito – Escola de Fotografia. Divididos em cinco grupos, eles buscaram histórias de empreendedores de sucesso, estudaram os casos e os transformaram nas fotografias da exposição, com acompanhamento do fotógrafo Arthur Rampazzo Roessle e direção de fotografia de Carina Zaratin.

A exposição é contemplada com seis esculturas da artista Liria Varne, que produziu em papel esculturas que ‘lincam’ arte e empreendedorismo, por exemplo, em obras como “A Conquista da Liberdade” (2016), confeccionada em papel, cola, madeira, fibra de vidro, tinta acrílica e aço.

Sobre o Instiuto Reciclar

O Instituto Reciclar é uma organização sem fins lucrativos que atua há 21 anos na formação socioenomocional dos jovens da zona Oeste de São Paulo. Com o propósito de “Desenvolver potenciais. Inspirar transformações sociais” e um modelo de atuação inovador, baseado no aprendizado na prática, o Reciclar já beneficiou mais de 500 jovens, tendo inserido 80% deles no mercado de trabalho.

SERVIÇO:
Exposição:
Corte & Reciclar
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 22/04/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “ícones de Hollywood – Fotografias da Fundação John Kobal” no Espaço Cultural Porto Seguro

Greta Garbo e John Gilbert em ação no filme “O Demônio e a Carne” (1926). Foto: Betran “Buddy” Longworth

O Espaço Cultural Porto Seguro apresenta até o próximo domingo, 16 de abril, a mostra “Ícones de Hollywwod – Fotografias da Fundação John Kobal”, que traz cerca de 200 registros de 40 fotógrafos captadas entre as décadas de 1920 a 1960, que atuaram nos bastidores das produções cinematográficas de Hollywood.

As imagens são pertencentes à coleção Kobal, do escritor austríaco e historiador de cinema John Kobal (1940-1991) e traz imagens dos maiores nomes do cinema, a começar pelos icônicos atores do cinema mudo, como Charlie Chaplin e Mary Pickford, seguindo com performers do início do cinema falado, como Cary Grant e Marlene Drietrich, e termina com os lendários do pós-guerra, como a tríade composta por Marlon Brando, Sophia Loren e Marcello Mastroianni.

No começo dos anos 1920, a indústria do cinema se aglomerou em Los Angeles e arredores. Apesar de que grandes filmes continuassem a serem produzidos em Estocolmo e Tóquio, mas nada comparado à enorme produção e à eficácia dos estúdios hollywoodianos. Dessa forma, atores, diretores e técnicos se mudaram para a Califórnia à procura de fama e fortuna, ou os dois. Nomes como o da sueca Greta Garbo, do alemão Dietrich, do austríaco Hedy Lamarr e dos britânicos Chaplin e Grant tiveram suas carreiras catapultadas internacionalmente graças a Hollywood.

A exposição traz autores de retratos e imagens de cena tardiamente reconhecidos, que trabalharam silenciosamente nos bastidores, mas cujos retratos foram primordiais para o surgimento de estrelas e a promoção de filmes.

Para exibi-la no espaço, foi-se criado um set de filmagem para recriar um mundo cenográfico dentro do pavilhão expositivo. Além das fotografias, a mostra apresenta também trechos de filmes e trailers, como “O General” (1926), “… E o Vento Levou” (1939), “Gilda” (1946), “Rebelde Sem Causa” (1955), “Cleópatra” (1963), entre outros e que, de certa forma, estão representados nas imagens estáticas.

A exposição exibe imagens de nomes como John Engstead, que fez o retrato de Elizabeth Taylor, em 1951, para a Paramount Pictures; Betran “Buddy” Longworth, responsável  por captar Greta Garbo e John Gilbert em “O Demônio e a Carne” (1926); Eugene Robert Rishee, que clicou Gene Kelly, em 1952, no clássico “Cantando na Chuva”; e a única fotógrafa representada na mostra, Ruth Harriet Louise, que teve uma carreira importante em Hollywood com trabalhos com Joan Crawford e Greta Garbo.

E complementa a mostra duas vitrines com 14 itens de memorabilia de John Kobal, de 1980 a 1986.

SERVIÇO:
Exposição: Ícones de Hollywood – Fotografias da Fundação John Kobal
Onde: Espaço Cultural Porto Seguro – Alameda Barão de Paranapiacaba, 610 – Campos Elíseos
Quando: até 16/04/2017; de terça a sábado, das 10h às 19h; domingos e feriados, das 10h às 17h (entrada até 30 min antes do horário de encerramento)
Quanto: entrada gratuita. Há vans gratuitas que transportam os visitantes até a Estação da Luz

Por Jorge Almeida

Exposição “Waldecy de Deus – 47 Anos” no Conjunto Nacional

Uma das obras de Waldecy de Deus em exposição no Conjunto Nacional. Foto: Jorge Almeida

O Espaço Cultural do Conjunto Nacional apresenta até o próximo dia 16 de abril, domingo, 53 obras da artista plástica autodidata Waldecy de Deus, cuja produção traduz a visão pessoal do folclore e do cotidiano brasileiro.

Waldecy de Deus começou sua carreira no final da década de 1960 e ganhou o seu primeiro prêmio em 1969 ao participar de uma mostra coletiva. No ano seguinte realizou a sua primeira individual. Desde então, participou de várias exposições em museus, galerias e espaços culturais, assim como de coletivas de arte naïf pela Europa e Estados Unidos.

Após passar por um período em que retratava em suas telas os fatos vivenciados em sua infância, como procissões, casamentos e enterros mesclando com cenas do imaginário popular povoado por saci, mulas-sem-cabeça e lobisomens. Além disso, Waldecy resgatou memórias alegres de sua juventude ao registrar crianças pescando, preparando armadilhas para capturar pássaros, andando a cavalo, as festas do interior cheias de crianças brincando, soltando balões, além de paisagens bucólicas, como lagoas, rios e animais silvestres.

Em suma, a artista é irmã do icônico Waldomiro de Deus, um dos principais nomes da arte naïf.

SERVIÇO:
Exposição: Waldecy de Deus – 47 anos
Onde: Espaço Cultural do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073
Quando: até 16/04/2017; de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “No Lugar Mesmo: Uma Antologia de Ana Maria Tavares” na Pinacoteca

A obra “Fortuna”, de Ana Maria Tavares, em uma das sete salas da Pinacoteca. Foto: Jorge Almeida

A Pinacoteca do Estado de São Paulo está com a exposição “No Lugar Mesmo: Uma Antologia de Ana Maria Tavares” em cartaz até a próxima segunda-feira, 10 de abril. A mostra reúne cerca de 160 obras e ocupa sete salas do primeiro andar, além do octógono, lobby e corredores do mesmo piso.

A produção rearticula elementos fundamentais dos trabalhos da artista mineira desde 1982 até a atualidade. Aliás, a mostra acontece depois de quase 35 anos da primeira individual que Ana Maria Tavares fez na Pinacoteca.

A exposição é constituída por uma seleção significativa de trabalhos produzidos pela artista ao longo das últimas três décadas e meia sem se pautar pela cronologia. As obras insinuam o pensamento sobre o desenvolvimento da análise da artista e as diversas considerações e problemáticas trazidas por ela em sua produção.

A mostra é uma continuidade do ciclo de exposições dedicadas à revisão da carreira de artistas que começaram suas trajetórias no cenário brasileiro nos anos 1980. Nessa proposta, já foram apresentadas na Pinacoteca exposições dedicadas a nomes como Beatriz Milhazes, Jac Leiner, Leda Catunda, Nelson Feliz e Nuno Ramos.

A antologia tem obras como “Exit III com Parede Niemeyer (Estação Luz)” (2016), composta por aço inox, alumínio, borracha, CD player e fone de ouvido; “Escada” (1990), feita com aço, carbono e poliuretano; e a acrílica “Fortuna” (foto), de 2009.

SERVIÇO:
Exposição: No Lugar Mesmo: Uma Antologia de Ana Maria Tavares
Onde: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 02
Quando: até 10/04/2017; de quarta a segunda-feira, das 10h às 17h30 – com permanência até às 18h
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (meia-entrada); Menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; aos sábados, a entrada é gratuita para o público em geral

Por Jorge Almeida

 

Exposição na Linha 4-Amarela de metrô de SP divulga valores do beisebol com mensagens de atletas brasileiros

Exposição sobre o beisebol estará na Linha 4-Amarela de metrô. Créditos: divulgação

A ViaQuatro, em parceria com a CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol), realiza a exposição Gente de Valor, que traz painéis com imagens e mensagens de jogadores brasileiros de beisebol sobre os valores cultivados com a prática desse esporte. Novos amigos, respeito ao próximo e ganhos para saúde estão entre as mensagens reforçadas pelos atletas, muitos deles em atividade no exterior. A exposição será aberta nesta segunda-feira, dia 3, na Estação Fradique Coutinho e depois segue para outras estações da Linha 4-Amarela até junho.

A parceria firmada entre a concessionária ViaQuatro, operadora da linha, e a CBBS também resultou no Projeto Gente de Valor, que, desde março, oferece aulas gratuitas a alunos da rede pública de ensino, com idades entre 7 e 14 anos, nos CEUs Butantã e Uirapuru, situados no entorno da Linha 4-Amarela.

Sobre a CBBS
Há mais de duas décadas, a Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol é a responsável pela organização, controle e administração dessas duas modalidades olímpicas no Brasil. Com sede em São Paulo, a CBBS se empenha em divulgar e, principalmente, massificar o beisebol e o softbol no país. Para isso, conta com o apoio de diversos parceiros, entre eles o Comitê Olímpico Brasileiro. Dessa forma, a CBBS tem conseguido disseminar a modalidade e estima que já são mais de 30 mil praticantes, 120 times espalhados pelo Brasil e 55 campeonatos nacionais e internacionais por ano.

Serviço exposição Gente de Valor
Estação Fradique Coutinho – 3 de abril a 2 de maio
Estação Paulista – 3 a 31 de maio
Estação Luz – 1º a 29 de junho

Informações à imprensa
CBBS
Work Sports – Consultoria, Assessoria e Marketing
Valter Gomes – valter@wscn.com.br (11) 98233-5145
Entrelinhas Comunicação – (11) 3066-7700
Melina Dias – melina.dias@entrelinhas.net – (11) 94153-6193
ViaQuatro – Linha 4-Amarela
Rosely Santiago – rosely.santiago@viaquatro.com.br
Emanuelle Leal – emanuelle.leal@viaquatro.com.br
Ana Maria Oliva – ana.oliva@viaquatro.com.br

Exposição “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo” no MASP

“Pacaembu” (1995), óleo sobre tela, de Agostinho Batista de Freitas. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) apresenta até o próximo domingo, 9 de agosto, a mostra “Agostinho Batista de Freitas, São Paulo”, que traz 74 trabalhos do artista paulista Agostinho Batista de Freitas (1927-1997) que retratam cenas urbanas da capital paulista e revelam algumas das principais pontos arquitetônicos.

As obras foram criadas entre as décadas de 1950 e 1990, incluindo cinco telas recentemente doadas ao acervo do MASP, fazendo com que, pela primeira vez, a obra de Batista de Freitas esteja presente na coleção do Museu, corrigindo um vazio histórico.

A cidade de São Paulo é o foco das representações que Batista de Freitas se ocupou durante a sua trajetória. Nesse caso, não há apenas uma quantidade admirável de telas sobre a megalópole, mas da qualidade e da variedade de pinturas, diversificadas e surpreendentes.

Na exposição, a relação do artista com São Paulo se faz presente mediante diversos agrupamentos de obras, distribuídas em fileiras, que vão desde a representação do próprio MASP, da Avenida Paulista, até imagens aéreas do centro de São Paulo. Além de registro de locais da Zona Norte, onde o artista vivia, e ocasiões de diversas naturezas, que incluem as viagens, os divertimentos, as manifestações religiosas e populares.

Entre os destaques estão a “Antiga Rodoviária” (1987), “Praça da Bandeira” (1989), “Avenida Paulista” (1986) e “Pacaembu” (1995), ambas óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Agostinho Batista de Freitas, São Paulo
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 09/04/2017; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

Por Jorge Almeida