Galeria Anti-Pop segue até dia 3 com exposição “Arquivo Bijari”

Intervenção “Natureza Urbana” do coletivo Bijari. Créditos: divulgaação

Mostra retrospectiva conta com mais de 40 obras que podem ser conferidas pelo público em novo espaço de Pinheiros com entrada gratuita

São Paulo, janeiro de 2018 – Até o próximo dia 3 de fevereiro o público poderá conferir mais de 40 obras na mostra retrospectiva “Arquivo Bijari 1997-2017” na nova galeria Anti-Pop em Pinheiros. A exposição com entrada gratuita marca os 20 anos do coletivo artístico Bijari, com curadoria dos próprios artistas. Entre as obras disponíveis estão o Praças (Im)possíveis – bicicletas adaptadas que se transformam em praças articuláveis e o vídeo “Galinha”, de 2002, em que uma galinha é solta em lugares com distintos perfis socioculturais, como o Largo da Batata em São Paulo e o calçadão em frente a um shopping center da capital. As reações das pessoas e da galinha são registradas pelo grupo.

O nome da galeria é uma referência à primeira série de intervenções gráficas criadas pelo Bijari, que se expandiu para sets de live-images exibidos em grandes festivais de música eletrônica no começo dos anos 2000.

A Anti-Pop também será aberta para veiculação de projetos, conversas e exposições de artes.

Na entrada do espaço o público pode conhecer um dos veículos da série de intervenções “Natureza Urbana” em que carros abandonados nas ruas de São Paulo são transformados em jardins, trincheiras verdes que brotam da lataria recortada de carros, caçambas e ônibus inutilizados.

O Bijari conta com trabalhos expostos em locais como a Kollective Kreativitat em Kassel-Alemanha, no Palais de Glace, Buenos Aires, em Medellin na Colômbia e na Creative Time em Nova York. Até dezembro o grupo esteve com a obra “Contando con Nosotros” na LA/LA Pacific Standard Time em Los Angeles.

Fazem parte da exposição desde peças gráficas para lambe-lambe, projeções em larga escala, videomapping, intervenções urbanas, videodança, além dos projetos para arquiteturas táticas e trabalhos desenvolvidos ao longo dos últimos anos com outros coletivos artísticos e comunidades urbanas. É o caso dos projetos “Zona de Ação”, cujas intervenções refletem sobre o processo de renovação urbana do Largo da Batata e revisita as primeiras ações do projeto “Realidade Transversa”, que retratava o cotidiano dos trabalhadores urbanos informais e os convidavam para protagonizarem performances em exposições de arte.

Os 20 anos do Bijari

Formado por estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP nos anos 90, o grupo iniciou os trabalhos com foco em design gráfico e cenografia em um espaço na rua Bijari, no Butantã, zona Oeste da capital. De lá para cá foi expandindo sua atuação e hoje desenvolve projetos em motion graphics, cenografia, realidade virtual e produção de vídeos em formatos e escalas não convencionais.  O grupo é formado por especialistas em diferentes áreas, entre artistas, arquitetos, designers, planejadores e videomakers e possui uma plataforma comercial consolidada em paralelo ao trabalho autoral, sendo ela, em grande medida, que permite uma independência no modo de pensar e produzir os trabalhos de arte.

O Bijari vem explorando diferentes linguagens visuais e práticas artísticas que se instalam nas frestas entre os espaços institucionalizados da arte e o espaço comum das cidades. Essa opção sublinha a intenção do grupo por (re)afirmar a responsabilidade da atuação do artista num campo expandindo, onde as subjetividades estéticas se mesclam necessariamente ao engajamento social e (micro)político.

Exposição “Arquivo Bijari 1997- 2017” – Galeria Anti-Pop
Local: Galeria Anti-Pop – Rua Padre João Gonçalves, 81, Pinheiros– (11) 3815-7729
Período expositivo: até 3 de fevereiro de 2018
Horário: de segunda a sexta-feira, das 11 às 18 horas, e aos sábados das 12 às 19 horas (é necessário tocar o interfone para atendimento).
Entrada gratuita

Sobre o Bijari
Núcleo de criação em artes visuais e multimídia composto por um time de profissionais como artistas visuais, arquitetos, cenógrafos, designers, planejadores, diretores de vídeo e de arte. Bijari existe desde 1998 e possui um trabalho de pesquisa calcado na convergência entre arte, design e tecnologia, e tem como objeto de interesse as narrativas, poéticas e conflitos que moldam e dão vida à paisagem urbana, seja para a criação conceitual de suas obras públicas ou entregas para o mercado de entretenimento multimídia brasileiro. Mais informações em http://www.bijari.com.br.

Agência Lema
Leandro Matulja/ Leticia Zioni/ Larissa Marques
AgenciaLema.com.br

Informações para a imprensa:
Marcos Morelli (11) 3871-0022 ramal 235
morelli@agencialema.com.br

Por Marcos Morelli – Agência Lema

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Exposição “Amélia Toledo: Lembrei que Esqueci” no Centro Cultural Banco do Brasil

“Medusa”, obra de Amélia Toledo criada há 50 anos em exposição no CCBB. Foto: Isis Naura

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) está com a mostra “Amélia Toledo: Lembrei que Esqueci” em cartaz até a próxima segunda-feira, 8 de janeiro. A mostra é composta por 60 obras que celebram os 60 anos de carreira da artista paulistana Amélia Toledo.

Em meio às esculturas, desenhos, objetos de design e pinturas da artista de 90 anos, a mostra empreende as várias facetas de Amélia, célebre por investigar as potencialidades de vários materiais e técnicas, e que fazia parte de um seleto grupo por aproximar a arte da rotina das pessoas em um período em que se protestava por liberdade e direitos iguais durante a ditadura militar.

A mostra propicia uma análise significativa que, com materiais distintos como rochas, tubos com líquido ou papel, aço inox, entre outros, mexe com os sentidos para trazer percepções ou a memória.

A exposição, que ocupa desde o sub-solo até o quarto andar está dividida por temas: “A Caverna” (no sub-solo), “O Encontro (térreo), “A Passagem” (1º andar), “A Memória” (2º andar), “A Luz” (3º andar) e “O Destino” (4º andar).

Em meio aos destaques estão “Pedra Luz” (1999), uma instalação multimídia; “Medusa” (1967, reeditada em 2017), obra composta de tubos de PVC com água, óleo mineral e corante; “Penetrável de Terras” (2014), feita em resina, acrílica e pigmentos; “Pocinhas de Estrelas” (2004), modelagens em poliéster, cilindro de ferro, areia e vidro; “Caleidoscópio” (1993), chapas de inox curvadas, espelhadas e pintadas.

SERVIÇO:
Exposição: Amélia Toledo: Lembrei que Esqueci
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 08/01/2018; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Williamsburg – Paisagem em Transformação” no Centro Cultural Correios

“Domino Sugar Factory II” (2016), foto de Caique Cunha em exibição no Centro Cultural Correios. Créditos: divulgação

O Centro Cultural Correios apresenta até o próximo domingo, 7 de janeiro, a exposição “Williamsburg – Paisagem em Transformação”, que traz 26 registros do fotógrafo Caíque Cunha captadas em Williamsburg, em Nova York.

Cenários das metrópoles habitam em constantes mudanças. Cidades são composições que desenvolvem e se ampliam, instituindo novas representações e nova identidade boas de desvaler costumes e tradições.

Caique Cunha anda por Williamsburg, em Nova York, gravando o procedimento de gentrificação, movimento que demonstra essas agitações urbanas. Seu olhar característico exibe meios significativos de um lugar em modificação e robustece as semelhanças entre o espaço, o tempo e seus habitantes. Informações que dão corpo e existência a uma urbe.

Aproveitando-se de ajustes que destacam a desarmonia entre a tradição local e o novo. Caique descreve histórias, apatias, desordens e complexidade de planos. A exposição aqui exposta promove um resumo visual do cenário humano, arquitetônica e urbana de Williamsberg, desempenhando a discussão entre anseios estéticos da fotografia e sua função documental.

Entre os destaques estão “Operários” (2016) e “Domino Sugar Factory II” (foto), ambas preto-e-branco, e “Garota II” (2014), um registro colorido.

SERVIÇO:
Exposição:
Williamsburg – Paisagem em Transformação
Onde: Centro Cultural Correios – Avenida São João, s/n – Vale do Anhangabaú
Quando: até 07/01/2018; de terça a domingo, das 11h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Os Artesãos e Seus Presépios” no Museu de Arte Sacra – Sala Metrô Tiradentes

“Presépio de Barro”, feito de argila por Marcelo Navarro de Stefano. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Sacra (MAS-SP) apresenta na Sala Metrô Tiradentes até o próximo dia 7 de janeiro a exposição “Os Artesãos e Seus Presépios”, que contém cerca de 30 presépios que simbolizam e traduz a celebração do Natal, festa cristã e popular do povo brasileiro.

Como parte tradicional da exposição anual de presépios do museu, a mostra foi feita em parceria com a Sutaco – Artesanatos Paulista, cujos artesãos estão expondo em 2017 são cadastrados pela instituição, sendo que alguns deles já participaram de outras mostras de presépios.

Com curadoria de Marlene Augusta dos Santos, a exposição contém presépios produzidos por 14 artesãos da capital paulista e de cidades como Embu das Artes, Itaquaquecetuba, Itararé e São Caetano do Sul, e estão disponibilizados nas 16 vitrines disponibilizadas pelo espaço.

Para a criação dos presépios foram utilizados os mais diversos materiais, como argila, biscuit, madeira, palha, bambu, entre outras técnicas, tudo feito caprichosamente por artistas que são verdadeiros mestres em suas artes.

Entre alguns destaques estão: “Presépio na casca de árvore” (2011), com palha de milho e casca de árvore, de Aristides Antonio de Almeida; “Presépio de barro” (foto), de 2011, feito com argila, de Marcelo Navarro de Stefano; “Sagrada Família” (2017), obra composta de arame de alumínio, madeira e betume, de Vagner Rodrigues; Presépio do Rio de Janeiro (século XX), feito de terracota, durepoxi, madeira e tinta acrílica; “Presépio” (2007), feito de madeira por José Rivaldo Alves.

SERVIÇO:
Exposição:
Os Artesãos e Seus Presépios
Onde: Museu de Arte Sacra (MAS-SP) – Sala Metrô Tiradentes – Avenida Tiradentes, 551
Quando: até 07/01/2018; de terça a domingo, das 9h às 17h
Quanto: entrada gratuita aos usuários do Metrô-SP

Por Jorge Almeida

Exposição “Corpo a Corpo – A Disputa das Imagens, da Fotografia à Transmissão Ao Vivo” no Instituto Moreira Salles

Espaço expositivo do Moreira Salles onde acontece a mostra “Corpo a Corpo…”. Foto: Isis Naura

O Instituto Moreira Salles apresenta até o próximo dia 30 de dezembro, sábado, a exposição “Corpo a Corpo – A Disputa das Imagens, da Fotografia à Transmissão Ao Vivo”, que exibe um recorte da nova produção brasileira em fotografia, cinema e vídeo por meio de sete trabalhos elaborados por artistas e coletivos em parceria com os curadores Thyago Nogueira e Valentina Tong.

Os artistas foram chamados a refletir sobre o retrato, individual ou coletivo, e a forma de como as figuras podem nos auxiliar a discernir os conflitos sociais que surgiram no Brasil recentemente. O ponto da exposição é o jeito de como o corpo se transformou em um elemento de aspecto social e desempenho político – seja pela presença corporal e emblemática nos lugares públicos, seja como o veículo guia da câmera, seja como lugar de procedimento de individualidade, que aproxima ou separa as pessoas.

A fotógrafa Bárbara Wagner apresenta a obra “À procura do 5º elemento”, que dá o nome a um reality show criado em 2016 para a escolha de um novo MC que faria parte do portfólio de uma produtora de funk na capital paulista. A artista, que participou da realização do evento, fotografou mais de 300 garotos que participaram do concurso. A obra, formada por 52 fotografias e um vídeo com as apresentações, mostra uma geração para lá de acostumada às selfies e às redes sociais. Bárbara também assina “Terremoto Santo”, um documentário musical feito com a colaboração do artista Benjamin de Burca que traz a participação de jovens cortadores de cana da Zona da Mata pernambucana que sonham em gravar um clipe gospel. O material estreou justamente nesta mostra.

Já a instalação “A máscara, o gesto, o papel”, de Sofia Borges, que produziu o trabalho nas dependências do Congresso Nacional durante a eleição para a presidência do Senado Federal. Com dez quadros disponibilizados no espaço expositivo, as duas faces: de um lado, bocas reproduzidas de pinturas que homenageiam os ex-presidentes da casa e do outros gestos captados pela artista durante as sessões legislativas.

Enquanto isso, Jonathas de Andrade exibe o seu novo trabalho, “Eu, mestiço”, que é resultado de uma pesquisa relacionada a raça e classe social no Brasil rural realizada na década de 1950 pela Unesco. Na pesquisa original, são mostradas imagens de pessoas com diversas tonalidades de pele. Já no trabalho produzido por Jonathas são mostradas retratos de várias pessoas de várias partes do país, mostrando reações e poses diversas impressas em papelão barato.

Em “A resistência do corpo”, Letícia Ramos permite uma atmosfera controlada para testar as reações de um corpo diante atividades vinculadas às manifestações de ruas.

O coletivo Mídia Ninja apresenta a obra “#Ao Vivo”, com monitores espalhados pelo espaço expositivo que exibem transmissões feitas por eles ao vivo entre 2013 e 2017, além de transmissões realmente ao vivo com o que acontecer no país durante o período em que a mostra estiver em cartaz.

A exposição também exibe o livro “Postais para Charles Lynch”, do coletivo Garapa. Estarrecidos com dois evidentes casos de linchamento em 2014, os três integrantes do coletivo decidiram encarar o problema da violência nas imagens através da construção de um livro-manifesto. O livro contém fotogramas manuseados, um roteiro fictício – que ganhará leituras dramáticas durante a exposição – e uma fita com vídeos de linchamentos tirados do YouTube, formando um arquivo fúnebre da barbárie em estado bruto.

SERVIÇO:
Exposição:
Corpo a Corpo – A Disputa das Imagens, da Fotografia à Transmissão Ao Vivo
Onde: Instituto Moreira Salles – Avenida Paulista, 2424 – Cerqueira César
Quando: até 30/12/2017; de terça a domingo, das 10h às 20h (até às 22h nas quintas-feiras)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Retratos – Diálogos da Identidade” no Centro Cultural FIESP

fotografia de Martin Parr do lado de fora do Camp Nou, em Barcelona. Créditos: divulgação

O Centro Cultural FIESP promove até o próximo dia 27 de dezembro a exposição “Retratos – Diálogos da Identidade”, que reúne cerca de 100 fotografias do acervo da agência Magnun. Celebridades e anônimos foram captados pelas lentes de ilustres fotógrafos.

No mundo da fotografia, o retrato é a espécie que predomina até hoje e tem sido reconfigurado desde a invenção deste meio de comunicação em 1839. E, no espaço do Centro Cultural FIESP, o público poderá conferir por meio dos registros de consagrados nomes do meio, como Bruce Gilden, Elliott Erwitt, Martin Parr, Paolo Pellegrin, Philippe Halsman e Steve McCurry, cada um com seus estilos, métodos e tecnologias vigentes ajudaram a contribuir para as múltiplas expressões de identidade que o retrato propicia.

Este grupo de artistas dialoga com uma série de elementos que descrevem o indivíduo e explica porque, desde o seu surgimento, a fotografia é um fenômeno de massa.

Na exposição, são exibidas imagens das ruas de Nova Iorque feitas por Bruce Gilden. Enquanto isso, Elliott Erwitt cultiva fotos de famílias. Já Martin Parr apresenta seus autorretratos. Paolo Pellegrin exibe imagens de celebridades do cinema como Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Penélope Cruz, entre outros. Philippe Halsman apresenta o seu famoso ensaio Jump, que contém fotos de nomes como Grace Kelly, Jerry Lewis, Marilyn Monroe, Muhammad Ali e Salvador Dali. E Steve McCurry traz as suas famosas imagens coloridas na Ásia.

Em meio aos destaques estão “Mulher Andando na 5ª Avenida, Nova York” (1992), de Bruce Gilden; “Garota Vestindo um Casaco Chinês, Shigatse, Tibete” (2001), de Steve McCurry; e “Fora do Estádio Camp Nou, Barcelona” (foto), de 2012, de Martin Parr.

Além das fotografias, a mostra exibe três exemplares de livros de fotografias e um vídeo que traz o nome da exposição, que contém oito minutos de duração.

SERVIÇO:
Exposição: Retratos – Diálogos da Identidade
Onde: Centro Cultural FIESP – Galeria de Fotos do SESI-SP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 27/12/2017; diariamente, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição Alma do Mar, na Seal Brasil, com parte da renda revertida para Ong Arcah

Com curadoria de Fernando Bari, a exposição Alma do Mar do galerista Tito Bertolucci estará na Seal Brasil, na Vila Madalena  , no mês de Dezembro. Uma exposição  alegre que tem a atmosfera do mar, do surf e da praia. A agitação ficará por conta da banda Frigazz, com um pocket show, para os convidados.

Comemorando a chegada do Natal, um evento especial está marcado para o dia 14/12 em prol da ONG ARCAH – Associação de Resgate a Cidadania por Amor à Humanidade. Neste dia a verba será destinada à ONG ARCAH, que também terá seus produtos #ibelieveingoodpeople`a venda, os mesmos poderão ser   customizados pela ilustradora Tati Matsumoto, imperdível.

Sobre a ARCAH.

A Instituição promove a reintegração social dessa população por meio de seus projetos, que buscam ressignificar a vida das pessoas em situação de rua, oferecendo ferramentas para redescobrimento de paixões, resgate da sua autoestima e confiança.

A Seal Brasil apoia e recebe o projeto da ARCAH.

Seal Brasil
Rua Girassol, 401 – Vila Madalena
Horário  – a partir das 17h

Informações à imprensa:
Agência Viva de Comunicação  – 3081-0662
Cica Nascimento – cica@agenciaviva.com
Dora Santos – dora@agenciaviva.com

Créditos: Viva – Assessoria de Imprensa