Exposição “Hitchcok – Mestre do Suspense” no MIS

Detalhe de retrato publicitário de Alfred Hitchcock para o lançamento do filme “Os pássaros”, 1963. Créditos: divulgação

O Museu da Imagem e do Som (MIS) realiza até o próximo domingo, 21 de outubro, a exposição “Hitchcock – Mestre do Suspense”, que traça um panorama da vida e obra do diretor norte-americano Alfred Hitchcock (1899-1980), através de uma exposgrafia imersiva e interativa, que tem como objetivo permitir o público sentir-se em um set de filmagem.

O público pode conhecer os diversos aspectos e elementos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos e de inquestionável vanguardismo técnico e artístico, além de contar com itens originais pertencentes ao Acervo Marc Wanamaker | Bison Archives (Hollywood, California/EUA) e a Biblioteca Margaret Herrick, de Los Angeles, detentora do acervo da Academy of Motion Pictures and Sciences.

Além de diretor, Hitchcock foi roteirista e produtor. Após se tornar um dos principais nomes do cinema da Inglaterra, mudou-se para os Estados Unidos em 1939. Ao longo de sua trajetória, dirigiu 53 longas, entre os quais alguns dos mais conhecidos da história da sétima arte, como “A Janela Indiscreta” (1954), “Um Corpo que Cai” (1958) e, claro, “Psicose” (1960).

Por meio da filmografia do cineasta, o visitante pode apreciar os inúmeros elementos que fizeram de seus trabalhos audiovisuais grandes sucessos e de inigualável vanguardismo técnico e artístico que fizeram dele o “mestre do suspense”. Atuante em suas produções, Hitchcock participava de todas as etapas e processos de seus filmes, que iam desde o argumento inicial ou pré-roteiro até a finalização e edição de suas obras, incluindo ainda a direção de arte, direção de fotografia e até indicação de como seria o design do pôster e seu plano de divulgação. Este domínio pleno e controle de todas as etapas da feitura de seus filmes estão presentes na mostra, que apresenta ao público um cineasta completo e preocupado com cada detalhe de suas produções.

Entre os itens selecionados pela curadoria estão fotos, manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, cartazes e materiais de divulgação dos filmes, como kits de imprensa e lobby cards (fotos de porta de cinema ou cartazetes), matérias de jornais e revistas e diversos outros elementos, além de material audiovisual, como, por exemplo, trechos de filmes do início da carreira do diretor.

Destaques também para a “Experiência Psicose”, espaço interativo em que o público pode participar; uma seleção de introduções do programa “Alfred Hitchcock Presents”, de datas variadas, com 29 minutos de duração, e a reprodução da fachada da mansão da família Bates, em “Psicose”.

SERVIÇO:
Exposição: Hitchcock – Mestre do Suspense
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 21/10/2018; de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 9h às 18h
Quanto: R$ 12,00; R$ 6,00 (meia-entrada); Vendas antecipadas online: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada); entrada gratuita às terças-feiras

Por Jorge Almeida

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Exposição “Audio-Guias para Brise-Soleil” no Paço das Artes

Vista da exposição “Audio-Guias para Brise-Soleil” no Paço das Artes, no MIS. Foto: Jorge Almeida

O Paço das Artes promove até o próximo domingo, 9 de setembro, no MIS, a exposição “Audio-Guias para Brise-Soleil”, que exibe um sistema expositivo inacabado composto por painéis modulares inspirado no projeto do designer alemão Karl Bergmiller utilizado no MAM-RJ na ocasião do incêndio que quase destruiu todo o acervo do museu em 1978.

Com plásticos pretos cobrindo o chão, estruturas de madeiras e outros resquícios que mostram um suposto abandono recente da sala expositiva, deixando um ambiente ambíguo em que permite ao visitante possibilitar em imaginar que a mostra irá acontecer ainda ou já está em processo de desmontagem.

O cenário traz uma “paisagem sonora” criada por alto-falantes que supostamente reproduzem os ruídos da montagem (ou desmontagem) da exposição e com flyers que intercalam fabulações e características reais de algumas das obras avariadas no incêndio do MAM (nota: infelizmente, esse descaso como o que ocorreu no Museu Nacional já acontece há anos, como podemos perceber).

A mostra faz parte do projeto anual de convocatória nacional promovido pelo Paço das Artes em que são selecionados nove projetos artísticos e um projeto de curadoria para serem elaborados e produzidos com o aval da instituição. Além dos trabalhos de Felipe Braga, o júri da Temporada de Projetos 2018 selecionou os projetos artísticos do suíço-brasileiro Guerreiro do Divino Amor, que expõe simultaneamente a Guerreiro, mas que já apresentou o projeto “Still Brazil”, entre janeiro e março, de Daniel Jablonski; “O Aparato”, do gaúcho João GG, e “Pintura e Reciclagem: Tudo Junto e Misturado”, do paulista Alex dos Santos, entre abril e maio; Flávia Mielnik, entre junho e julho, e que ainda apresentará ao longo do ano os projetos de Ismael Monticelli, Maíra Dietrich, Naiana Magalhães e o projeto curatorial de Juliana Caffé.

SERVIÇO:
Exposição: Audio-Guias para Brise-Soleil
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Paço no MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 09/09/2018; de terça a sexta-feira, das 11h às 20h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Exercício de Futurologia” no Paço das Artes

Vista da exposição “Exercícios de Futurologia” no Paço das Artes, no MIS. Foto: Jorge Almeida

O Paço das Artes exibe até o próximo domingo, 9 de setembro, no MIS, a exposição “Exercício de Futurologia”, de Ismael Monticelli, que exibe frases, maquetes e cartazes feitos a partir de entrevistas pessoais e conversas aleatórias e relatos em redes sociais, onde o artista materializa as aflições da circunstância do Paço que não conta, oficialmente, com uma sede própria.

Inaugurado há quase 50 anos, o Paço das Artes não possui até hoje uma sede fixa, própria, logo, conforme o artista se refere à instituição, “nômade, que parece estar sempre à deriva e a procura de algum lugar para aportar”. O Paço das Artes já se instalou em diversos locais pela cidade de São Paulo: Avenida Paulista, o edifício da Pinacoteca, a Avenida Europa e a Cidade Universitária.

A mostra faz parte do projeto anual de convocatória nacional promovido pelo Paço das Artes em que são selecionados nove projetos artísticos e um projeto de curadoria para serem elaborados e produzidos com o aval da instituição. Além dos trabalhos de Ismael Monticelli, o júri da Temporada de Projetos 2018 selecionou os projetos artísticos do suíço-brasileiro Guerreiro do Divino Amor, que expõe simultaneamente a Guerreiro, mas que já apresentou o projeto “Still Brazil”, entre janeiro e março, de Daniel Jablonski; “O Aparato”, do gaúcho João GG, e “Pintura e Reciclagem: Tudo Junto e Misturado”, do paulista Alex dos Santos, entre abril e maio; Flávia Mielnik, entre junho e julho, e que ainda apresentará ao longo do ano os projetos de Felipe Braga, Maíra Dietrich, Naiana Magalhães e o projeto curatorial de Juliana Caffé.

SERVIÇO:
Exposição: Exercício de Futurologia
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Paço no MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 09/09/2018; de terça a sexta-feira, das 11h às 20h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição aborda sobre desaparecimento de povoado argentino no Paço das Artes

Vista parcial do Paço das Artes no MIS sobre a exposição relacionadas à cidade argentina de Bermúdez. Foto: Jorge Almeida

O Paço das Artes apresenta até o próximo dia 8 de julho, domingo, no MIS, a exposição “Bermúdez: Se Extinguen los Fieras?”, da artista Flávia Mielnik, que conta sobre o povoado argentino de Bermúdez, que está em processo de desaparecimento.

O título da mostra é a associação do nome da minúscula cidade rural argentina com o título de uma enciclopédia ilustrada que relaciona diversas espécies de animais felinos em risco de extinção.

Ao instalar uma estrutura narrativa constituída por objetos, imagens e textos, o objetivo da artista é mostrar sua experiência vivida neste local durante dez dias do mês de outubro de 2016.

Dentre as obras da mostra há um vídeo, de aproximadamente quatro minutos, em que os habitantes de Bermúdez recriam diversos espaços na cidade, atualmente abandonados.

A mostra faz parte do projeto anual de convocatória nacional promovido pelo Paço das Artes em que são selecionados nove projetos artísticos e um projeto de curadoria para serem elaborados e produzidos com o aval da instituição. Além dos trabalhos de Flávia Mielnik, o júri da Temporada de Projetos 2018 selecionou os projetos artísticos do suíço-brasileiro Guerreiro do Divino Amor, que expõe simultaneamente a Guerreiro, mas que já apresentou o projeto “Still Brazil”, entre janeiro e março, de Daniel Jablonski; “O Aparato”, do gaúcho João GG, e “Pintura e Reciclagem: Tudo Junto e Misturado”, do paulista Alex dos Santos, entre abril e maio; e que ainda apresentará ao longo do ano os projetos de Felipe Braga, Ismael Monticelli, Maíra Dietrich, Naiana Magalhães e o projeto curatorial de Juliana Caffé.

SERVIÇO:
Exposição: Bermúdez: Se Extinguen los Fieras?
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Paço no MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 08/07/2018; de terça a sexta-feira, das 11h às 20h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Superficções” no Paço das Artes

Vista parcial da exposição “Superficções” no Paço das Artes no MIS. Foto: Jorge Almeida

O Paço das Artes apresenta até o próximo dia 8 de julho, domingo, no MIS, a exposição “Superficções”, do artista suíço-brasileiro Guerreiro do Divino Amor, que apura forças camuflas e ficções de naturezas distintas, sejam elas geográficas, sociais, midiáticas, políticas ou religiosas, que intervém na construção do território e do imaginário coletivo.

Guerreiro constrói um atlas “superficcional” mundial, onde cada região empreendida aumenta novas superficções que discorrem entre si, incorporando-se umas às outras, de forma, como conceitua o próprio artista, “megalomaníaca”. São expostos de vídeos, publicações (como folders e livretos) e painéis de backlight animados.

Enquanto em “SuperRio Superficções”, Guerreiro explora um complexo ecossistema do Rio de Janeiro, em “Supercomplexo Metropolitano Expandido”, por sua vez, o artista averigua o conceito de cidade-máquina em São Paulo.

A mostra faz parte do projeto anual de convocatória nacional promovido pelo Paço das Artes em que são selecionados nove projetos artísticos e um projeto de curadoria para serem elaborados e produzidos com o aval da instituição. Além dos trabalhos de Guerreiro do Divino Amor, o júri da Temporada de Projetos 2018 selecionou os projetos artísticos de Flávia Mielnik, que expõe simultaneamente a Guerreiro, mas que já apresentou o projeto “Still Brazil”, entre janeiro e março, de Daniel Jablonski; “O Aparato”, do gaúcho João GG, e “Pintura e Reciclagem: Tudo Junto e Misturado”, do paulista Alex dos Santos, entre abril e maio; e que ainda apresentará ao longo do ano os projetos de Felipe Braga, Ismael Monticelli, Maíra Dietrich, Naiana Magalhães e o projeto curatorial de Juliana Caffé.

SERVIÇO:
Exposição: Superficções
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Paço no MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 08/07/2018; de terça a sexta-feira, das 11h às 20h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “mObgraphia – Mobile Photo Festival” no MIS

mObgraphia – Mobile Photo Festival chega a sua quinta edição no MIS. Foto: Jorge Almeida

O Museu da Imagem e do Som (MIS) apresenta até o próximo dia 17 de junho, domingo, a exposição “mObgraphia – Mobile Photo Festival”, que traz cerca de 50 fotografias dos cinco finalistas e o vencedor das categorias abertas (arte em mobgrafia, documental, paisagem, preto e branco, retrato e street), além dos três finalistas e vencedor da categoria Ensaio, com o tema Água. O Festival mObgraphia 2018 aconteceu no último dia 20 de abril.

A exposição com os finalistas e os vencedores das categorias do Festival promovido pela mObgraphia Cultura Visual fica em cartaz no Museu ao longo de todo o Maio Fotografia no MIS 2018.

Na quinta edição do principal prêmio latino-americano de mobgrafias (fografias com smartphones), foi constatado o crescimento desta arte pelo mundo a fora de forma sólida.

Desde a edição inaugural do prêmio, em 2014, cerca de 80% das imagens mostradas anualmente no evento não são produzidos por profissionais de fotografias, sendo que os registros recebidos são de diversas partes do mundo e de pessoas com as mais variadas ocupações profissionais.

O principal propósito do festival foi o de ser democrático e inclusivo sempre, seja com o prêmio anual e das atividades relacionadas que a mObgraphia Cultura Visual realiza desde a sua criação, em 2012.

Destaques para o ensaio com dez fotos de Vinícius Leonel intitulado “Água Bruta”, assim como o registro de @danielarosario, na categoria documental.

A exposição com os finalistas e os vencedores das categorias do Festival promovido pela mObgraphia Cultura Visual fica em cartaz no Museu ao longo de todo o Maio Fotografia no MIS 2018.

SERVIÇO:
Exposição: mObgraphia – Mobile Photo Festival
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 17/06/2018; de terça a sábado, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
Quanto: R$ 10,00; R$ 5,00 (meia-entrada); entrada gratuita às terças-feiras (bilheteria fecha uma hora antes do horário final)

Por Jorge Almeida

Exposição homenageia mestres da fotografia no MIS

A reprodução da icônica foto de Johnny Cash, em 1969, em exibição no MIS. Créditos: divulgação

Em cartaz até o próximo dia 17 de junho, domingo, no Museu da Imagem e do Som (MIS), a exposição “Malkovich, Malkovich, Malkovich: Homenagem aos Mestres da Fotografia” é o resultado da parceria entre o fotógrafo Sandro Miller e o ator John Malkovich, em que os dois recriam várias imagens icônicas para homenagear artistas que foram referência ao longo de sua carreira, como Bert Stern, Diane Arbus, Dorothea Lange, Annie Leibovitz e Robert Mapplethorpe.

Sandro Miller conheceu John Malkovich no final da década de 1990, enquanto trabalhava no Steppenwolf Theatro, em Chicago, nos Estados Unidos. Depois de 16 anos, os dois trabalham juntos e essa parceria pode ser vista nesta exposição no MIS.

Há cinco anos, Miller teve a ideia de realizar um projeto em homenagem a personalidades cujas fotografias colaboraram a moldar sua carreira. Após escolher 35 imagens para recriar, Sandro contactou Malkovich, que aceitou participar imediatamente do projeto.

Nesse projeto, a dupla recriou a icônica imagem de Che Guevara feita por Alberto Koda; a “Green Marylin”, um dos diversos retratos de Marylin Monroe feito por Andy Warhol, a lendária foto de Annie Leibowitz de John Lennon e Yoko Ono na cama, entre outros.

A exposição, que tem cerca de 60 imagens, já passou por diversos países do Hemisfério Norte, como Estados Unidos, China, Rússia, Espanha, Hungria e Noruega. São Paulo foi a primeira cidade latino-americana a receber a mostra.

Além das reproduções das célebres fotos, a mostra é complementada com o making off “Malkovich, Malkovich, Malkovich: Homenagem aos Mestres da Fotografia”, de Sandro Miller, com 7’56” de duração.

Em meio aos destaques estão a já citada recriação da foto de John Lennon e Yoko Ono (2014) e a clássica imagem de “Johnny Cash” (foto) mostrando o dedo do meio em uma penitenciária de San Quentin – a fotografia original tem a assinatura de Jim Marshall.

Além desta exposição, o visitante poderá aproveitar as demais mostras do Maio Fotografia no MIS 2018 nas dependências do museu (mediante a pagamento de ingresso).

SERVIÇO:
Exposição: Malkovich, Malkovich, Malkovich: Homenagem aos Mestres da Fotografia
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 10/06/2018; de terça a sábado, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
Quanto: R$ 10,00; R$ 5,00 (meia-entrada); entrada gratuita às terças-feiras (bilheteria fecha uma hora antes do horário final)

Por Jorge Almeida