O coletivo teatral 28 Patas Furiosas abre inscrições para seus núcleos de experiências artísticas

Créditos: divulgação

São quatro núcleos artísticos virtuais e gratuitos que partem do sonho como mote principal

O projeto 28 Patas Furiosas_da instabilidade aos sonhos, que vem sendo realizado por meio da 34ª edição do Prêmio de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo pelo coletivo teatral 28 Patas Furiosas, tem como parte pedagógica o oferecimento gratuito de experimentos artísticos a interessados em geral.

Dentre as ações que serão realizadas até 2021, o grupo planejou para este mês de julho quatro núcleos de pesquisa, todos no formato virtual. O primeiro, com coordenação de Sofia Botelho e Tadeu Renato, tem como objetivo experimentar a criação de dramaturgias a partir dos sonhos como disparadores criativos para a escrita. A inscrição para esta atividade pode ser feita até dia 4 de julho.

Outros três experimentos artísticos são: com coordenação do encenador e iluminador Wagner Antônio, o núcleo Dramaturgia das Forças tem por objetivo focar no sono, sonhos, pesadelos e delírios poéticos como princípios de criação do jogo teatral, usando os espaços da casa e seus objetos como ferramentas criativas. A inscrição está aberta até dia 11 de julho.

O ator e designer gráfico Murilo Thaveira oferece conceitos e técnicas sobre artes gráficas para ações artísticas. O objetivo é permitir o compartilhamento e pensamento acerca de um projeto gráfico para o teatro. Serão discutidas soluções e estratégias para um design eficiente, com o uso de ferramentas de editoração, aprendendo na prática o uso desses métodos. No final do curso o participante será capaz de realizar um projeto do início até o fim. A inscrição está aberta até 17 de julho pelo mesmo link.

E a dupla de artistas Valéria Rocha e Isabel Wolfenson coordena um núcleo, via WhatsApp, em que o sonho se torna possibilidade de mudança e crescimento no presente, destinado a estudantes do Ensino Médio da rede pública de ensino. A partir das ferramentas do teatro, da poesia e das artes visuais, o objetivo é estabelecer uma troca sensível, capaz de refletir o mundo que rodeia esses jovens de 2020. A oficina contará com uma vídeo-carta criada por cada participante para que se leia no futuro. A inscrição para esta atividade pode ser feita até dia 18 de julho.

Todas as inscrições podem ser realizadas através do link http://linktr.ee/28patasfuriosas

O Anexo_28 – Núcleo de Experiências Artísticas se configura como uma extensão da pesquisa de linguagem que o coletivo teatral 28 Patas Furiosas realiza desde 2013. A partir das ferramentas virtuais, o grupo abre suas investigações artísticas para trocar experiências com o público. Os núcleos acontecem paralelamente ao mOno_festival.

Sobre o 28 Patas Furiosas
A pesquisa artística do 28 Patas Furiosas é norteada pelo universo das obras literárias de autores e autoras que experimentam a linguagem na criação de novas poéticas, e muitas vezes as suas biografias acabam se misturando aos personagens e imaginários das peças do grupo. No entanto, 28 Patas Furiosas não se limita a transpor para a linguagem do teatro o material literário, busca sim uma apropriação deste com a finalidade de reinventá-lo e dar corpo às suas reflexões, inquietações e assombros em diálogo com o tempo presente, atrelados à materialidade dos elementos do espaço cênico. O caráter multidisciplinar é outra das marcas do trabalho do 28 Patas Furiosas; a encenação de Wagner Antonio (que também possui um sólido trabalho como iluminador teatral na cena atual), alia o teatro às artes plásticas em busca da experimentação imagética das obras. O treinamento realizado pelos atores e pelas atrizes desde a formação do grupo, busca uma presença expandida das intérpretes e dos intérpretes em diálogo com a materialidade da cena e do espaço, articulando-os com a dramaturgia. Os projetos do coletivo não se fundamentam apenas na construção de espetáculos, mas envolvem outras atividades, como aulas públicas com convidados, a ação dos diálogos instáveis, ensaios de portas abertas, oficinas criativas, exposições das instalações cenográficas, o m0no_festival, entre outros.

SERVIÇO
A DRAMATURGIA DOS SONHOS – O QUE/QUEM ESTÁ DEBAIXO DO SEU TRAVESSEIRO?
Inscrições até 04 de julho no link http://bit.ly/nucleo28dramaturgia
Com coordenação de Sofia Botelho e Tadeu Renato
De 08 de julho a 12 de agosto, às quartas-feiras, das 15h às 17h
Carga horária: 06 encontros com 2h cada em encontros virtuais na plataforma Zoom
Capacidade de público: 20 participantes (com inscrição prévia)
Público-alvo: Artistas e não artistas, pesquisadores e pesquisadoras, pessoas interessadas no desenvolvimento e na prática da escrita criativa, a partir de 18 anos.

DRAMATURGIA DAS FORÇAS PARA UMA ENCENAÇÃO MATERIAL | RITO PARA OUTRO TEMPO
Inscrições até 11 de julho no link http://bit.ly/nucleo28encenacao
Com coordenação de Wagner Antonio
De 16 de julho a 20 de agosto, às quintas-feiras, das 18h30 às 21h30
Carga horária: 06 encontros com 2h cada em encontros virtuais na plataforma Zoom ou Hangout; grupo no Whatsapp e página da oficina no Instagram
Capacidade de público: 20 participantes (com inscrição prévia)
Público-alvo: Pesquisadoras e pesquisadores em artes, estudantes de artes, pessoas interessadas em experimentar e se aventurar na linguagem teatral, a partir de 18 anos.

DESIGN GRÁFICO PARA UMA AÇÃO ARTÍSTICA | DO SONHO AO OBJETO OU DO OBJETO AO SONHO? TÁTICAS DE GUERRA PARA UMA DIAGRAMAÇÃO EXPRESSA!
Inscrições até 17 de julho no link https://bit.ly/nucleo28design
Com coordenação de Murilo Thaveira
De 21 de julho a 05 de agosto, terças a quintas, das 18h às 21h
Carga horária: 08 encontros de 3h cada, através de encontros virtuais pela plataforma Hangout com 2h de teoria e 1h de prática com atendimento individualizado e grupo de WhatsApp
Capacidade de público: 20 participantes
Público-alvo: Interessados e interessadas em geral com conhecimento básico de computação, com idade mínima de 16 anos, com ou sem experiência anterior em diagramação, que desejem entrar em contato com a diagramação e publicação de livros.

INICIAÇÃO TEATRAL PELO WHATSAPP
Inscrições até 18 de julho pelo link: http://bit.ly/nucleo28teatro
Com coordenação de Valéria Rocha e Isabel Wolfenson
De 20 de julho a 11 de agosto.
Carga horária: 04 semanas, com 03 interações por semana via Whatsapp, contando com proposição de atividades, referências artísticas e retorno dessas atividades enviadas pelo grupo.
Capacidade de público: 20 participantes
Público-alvo: estudantes do Ensino Médio da rede pública de ensino.

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Programa Oficinas Culturais continua em ambiente on-line com programação de julho voltada ao universo teatral

Cena do espetáculo Esquina. Foto: Daniel Carvalho

Julho chega com mais novidades na programação, que já desenvolveu 75 atividades virtuais nas Oficinas Culturais da cidade de São Paulo desde o início da pandemia

O Programa Oficinas Culturais, da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis, está presente no ambiente on-line desde que teve suas atividades presenciais paralisadas com o início da pandemia Covid-19. O programa, que compreende na cidade de São Paulo as Oficinas Culturais Oswald de Andrade, Alfredo Volpi e Maestro Juan Serrano, viu neste período uma oportunidade de expandir seu público para além da capital paulista.

Apesar do cenário ser crítico para a economia e, em especial, para o setor cultural, o Programa Oficinas Culturais manteve uma programação diversificada, com qualidade e gratuita para o seu público. Artistas, curadores e produtores de todo o país, em parceria com os profissionais da POIESIS, Organização Social de Cultura que gerencia o Programa, dedicaram-se para que fosse possível levar arte, cultura e informação para diversas partes do Brasil. “Nesse momento, a internet possibilita que a nossa programação chegue a lugares que antes não tínhamos acesso. Conseguimos levar as atividades das Oficinas Culturais para a casa de pessoas que nunca estiveram em uma de nossas unidades” aponta Thiago Saraiva, superintendente do Programa Oficinas Culturais.

Além das ações da capital, o programa possui projetos no interior e litoral de São Paulo, que também seguem com suas atividades em uma nova programação virtual. Foram mais de 9.500 pessoas atendidas no ambiente on-line em todo o programa e o mês de julho chega com uma programação dedicada ao teatro. As atividades promovidas pelo Programa são gratuitas e podem ser consultadas em http://www.poiesis.org.br/maiscultura.

Confira a programação do mês de julho

Na oficina Você escrevendo a história – passado- Módulo 1 – Processos de criação no teatro contemporâneo, Erica Montanheiro e Eric Lenate irão coordenar o grupo de estudos, leitura e discussão de textos teóricos, sendo a obra Ler o teatro contemporâneo, de Jean-Pierre, Ryngaert, o principal norteador do trabalho. A escolha dos textos de referência será feita de acordo com as necessidades que surgirão no coletivo. A atividade acontecerá segundas e quartas-feiras, de 6 a 29 de julho, das 18h às 21h pela plataforma Google Meet. Os interessados em participar deverão ter um texto dramatúrgico pronto para o início do processo criativo de montagem para os módulos seguintes. As inscrições podem ser feitas neste link, até o dia 4 de julho.

Em Retangu[lar]: Experimentos sobre teatralidade entre telas, a performer Beatriz Cruz propõe um laboratório de criação para investigar os elementos do teatro em relação às possibilidades de interface com os ambientes virtuais de encontro. Em seis encontros, os participantes irão criar cenas curtas para serem assistidas virtualmente em tempo real. A oficina acontecerá na plataforma Google Meet de 8 a 24 de julho, quartas e sextas-feiras, das 15 às 17. As inscrições podem ser feitas aqui, até o dia 2 de julho.

No dia 8 de julho, quarta-feira, às 14h, será feita a exibição de Rapunzel: Experimentação em teleteatro ao vivo. Durante a apresentação, o público poderá interagir, participar e escolher um final surpreendente para a história. O responsável ou a escola que quiser participar deverá entrar em contato antecipadamente pelo WhatsApp (11) 3971-3640 para solicitar a inclusão na plataforma on-line que a atividade será realizada.

A Oficina de Cenopoesia tem o intuito de aprimorar a escrita, o corpo e a oralidade no espaço em que se vive, utilizando a criação de vídeos poemas, um grande aliado para buscar narrativas poéticas na casa de cada participante, buscando uma outra relação da escrita e o momento atual. Os encontros on-line serão às terças e quintas-feiras, de 14 a 30 de julho, das 11 às 13h. As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Sexta-feira, dia 17 de julho às 21h, terá a exibição on-line do espetáculo de dança Esquina. O trabalho dirigido por Douglas Iesus questiona os caminhos das masculinidades negras e traz os ritos de passagem e iniciação dos homens pretos de periferias. A exibição será feita no canal do YouTube das Oficinas Culturais e tem duração de 56 minutos.

No dia 22 de julho, quarta-feira das 14 às 15h, será feita a apresentação de João e o Pé de Feijão: Experimentação em teleteatro ao vivo. Nesta apresentação, os participantes também poderão interagir e escolher um final para a história. O responsável ou a escola que quiser participar deverá entrar em contato antecipadamente pelo WhatsApp (11) 3971-3640 para solicitar a inclusão na plataforma on-line Zoom, onde a atividade será realizada. A retransmissão será feita no Facebook, mas sem interação com o público.

Para assistir as atividades on-line anteriores, basta acessar o canal de YouTube do Programa Oficinas Culturais, elas estão disponíveis aqui:https://www.youtube.com/channel/UCx4ySlsHp1HfVZcwbvulpAQ/videos.

Acompanhe a programação pelo site http://poiesis.org.br/maiscultura e pelas redes sociais https://www.instagram.com/oficinasculturais e https://www.facebook.com/OficinasCulturais/.

SOBRE O PROGRAMA OFICINAS CULTURAIS
Como uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciado pela POIESIS – Organização Social de Cultura, o Programa Oficinas Culturais dialoga com o interior por meio de dois festivais (FLI – Festival Literário e MIA – Festival de Música Instrumental), Jornadas de Gestão Cultural, Ciclos de Estudos sobre Cultura Tradicional e Contemporaneidade, Programa de Qualificação em Artes que dá orientação artística a grupos, companhias ou coletivos de dança e teatro no interior, litoral e região metropolitana de São Paulo, e o Programa de Formação no Interior que oferece atividades formativas.

Além disso, na cidade de São Paulo, o programa realiza atividades de formação e difusão em três espaços: Oficina Cultural Oswald de Andrade (Bom Retiro), Oficina Cultural Alfredo Volpi (Itaquera) e Oficina Cultural Maestro Juan Serrano (Taipas).

SOBRE A POIESIS
A Poiesis – Organização Social de Cultura é uma organização social que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

Créditos: Luiza Lorenzetti | Poeisis Gestão Cultural

Biblioteca Mário de Andrade apresenta Cancioneiro Terminal, programação da MITbr de 2020, em formato on-line

Cancioneiro Terminal, do Grupo Mexa, um dos espetáculos cancelados da MITbr de 2020 em função da pandemia, será exibida dia 20 de junho no YouTube da Biblioteca Mário de Andrade; a live, no mesmo dia, será no Facebook e YouTube da MITsp. Créditos: Silvia Machado

Artistas do grupo também fazem live no YouTube e Facebook da MITsp

A Biblioteca Mário de Andrade reagendou para o dia 20 de junho, às 15h, a apresentação em seu YouTube do espetáculo Cancioneiro Terminal, do Grupo MEXA, de São Paulo/SP. Selecionado para a edição de 2020 da MITbr – Plataforma Brasil – programa de internacionalização das artes cênicas brasileiras da MITsp, a peça foi cancelada em decorrência da pandemia da Covid-19.

Os integrantes do Grupo Mexa – Anne Dourado, Giuliana Nonato, Luiza Brunah, João Turchi, Lu Mugayar, Daniela Pinheiro, Anita Silvia, Yasmin Bispo, Laysa Elias, Tatiane Dell Campobello, Bárbara Brito, Muniky Flor, Patricia Borges e Ivana Siqueira – fazem uma live nas redes da MITsp – YouTube e Facebook – no mesmo dia 20 de junho, às 18h, com o convidado Francis Wilker, curador da MITbr – Plataforma Brasil.

A MITsp de 2020
A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo foi realizada de 5 a 15 de março de 2020, planejada para apresentar 13 espetáculos internacionais; 2 espetáculos especiais (um nacional e um internacional); 13 espetáculos na MITbr – Plataforma Brasil, para que fossem assistidos por 76 programadores de festivais (27 nacionais e 49 internacionais, envolvendo 22 países).

Essa grade consolidaria 70 sessões entre espetáculos e performances. Foram planejadas cerca de 80 atividades nos eixos Ações Pedagógicas e Olhares Críticos, todas gratuitas, com mais de 100 artistas e pensadores convidados, em 25 espaços espalhados pela cidade, além dos 8 eventos especiais. Apesar do momento crítico que tangenciou a mostra a partir do dia 13 de março, a MITsp apresentou 22 espetáculos, entre nacionais e internacionais, e executou integralmente a programação dos eixos Ações Pedagógicas e Olhares Críticos com suas 80 atividades.

Em decorrência da pandemia da COVID19, os equipamentos culturais da cidade de São Paulo, entre eles a Biblioteca Mário de Andrade, foram fechados a partir do dia 13 de março, o que acarretou o cancelamento de alguns espetáculos da MITsp, em especial os da MITbr – Plataforma Brasil. É com a intenção de fechar o ciclo de 2020 que nasce essa ação da MITsp: lives com os artistas e a apresentação em formato on-line dos espetáculos que não puderam ser realizados no período da mostra.

Serviço
VÍDEO Cancioneiro Terminal
Disponível no canal do YouTube da Biblioteca Mário de Andrade (youtube.com/bma1925)
Dia 20 de junho, das 15h às 17h.

LIVE Cancioneiro Terminal – 20 de junho, às 18h.
No YouTube >> http://www.youtube.com/mitsaopaulo
No Facebook >> @MostraInternacionaldeTeatroSP
Convidado: Francis Wilker

Sinopses e fichas técnicas:
Cancioneiro Terminal – Grupo MEXA
SÃO PAULO/SP, 2019 | 80min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 12 anos

O MEXA é um coletivo artístico que trabalha com pessoas à margem. Em Cancioneiro Terminal, o grupo parte da investigação de fotografias e vídeos produzidos sobre si. Os performers se relacionam com as imagens gravadas e se perguntam com quais delas gostariam de contar a história do seu presente. O grupo atua desde 2015 e, ao longo desse tempo, algumas integrantes desapareceram, outras reapareceram, houve quem tentasse se matar, quem se transicionou, teve uma filha, foi presa, foi internada em um hospital, mudou de país, de profissão, de nome. Essas pequenas histórias, juntas, contam a narrativa sempre processual do grupo, que trabalha a partir de suas próprias vivências transformadas em cena. A cada performance, o MEXA reencena e edita em tempo real um novo filme, através de exercícios de tradução e dublagem. Ao fazer isso, os artistas pensam sobre o que significa ser uma imagem, o que fica quando tudo o mais desaparece e como, sendo um corpo coletivo, caminhar juntos.

FICHA TÉCNICA | DIREÇÃO GERAL Grupo MEXA CONCEPÇÃO DO GRUPO Anita Silvia e Dudu Quintanilha DRAMATURGIA João Turchi DIREÇÃO AUDIOVISUAL Dudu Quintanilha BANDA Alessandro Lins dos Anjos, Dourado, Barbara Britto e Giulianna Nonato PRODUÇÃO Lu Mugayar PERFORMERS Daniela Pinheiro, Ivana Siqueira, Tatiane del Campobello, Patrícia Borges, Yasmin Bispo, Luiza Brunah Wunsch, Fabíola Dummont, Muniky Flor, Roberto Lima Miranda, Kristen Oliveira e Anita Silvia, Alessandro Lins dos, Barbara Britto, Dourado, Dudu Quintanilha, Giulianna Nonato, João Turchi, Laysa Elias, Lu Mugayar PROJETO GRÁFICO Celso Longo ILUMINAÇÃO Helo Duran CAPTAÇÃO DE IMAGENS Laysa Elias MAQUIAGEM Lavínia Favero e equipe.

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Centro Cultural Fiesp exibe na íntegra, em suas redes sociais, o espetáculo português Sopro, programado pela MITsp de 2020

Créditos: divulgação

Sopro, programado para estrear no Brasil em março deste ano, teve canceladas suas sessões em razão da pandemia. Agora, a peça fica disponível na íntegra entre os dias 1 e 7 de junho no Youtube do Centro Cultural Fiesp e o diretor e dramaturgo faz uma live dia 6 de junho com mediação do crítico Daniel Toledo

São Paulo, maio de 2020 – Os amantes do teatro poderão assistir, gratuitamente, o espetáculo Sopro, de Tiago Rodrigues, no canal do YouTube do Centro Cultural Fiesp (CCF), no período de 1 a 7 de junho. A peça fazia parte da programação da 7a edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, mas teve sua apresentação cancelada em decorrência da pandemia da Covid-19. Como opção em tempos de Coronavírus, o SESI-SP disponibiliza o espetáculo na íntegra e convida o diretor Tiago Rodrigues para um bate-papo ao vivo com os espectadores, com mediação do crítico teatral Daniel Toledo, no dia 6 de junho, às 17h, no Youtube e Facebook do Centro Cultural Fiesp.

Um dos espetáculos mais aguardados deste ano na mostra, Sopro teve sua primeira apresentação em 2017 – e com grande sucesso – no Festival d’Avignon, na França. A peça trata da trajetória de Cristina Vidal, que há quase 30 anos trabalha como “ponto” (a pessoa que sopra as falas para atores que se esquecem do texto) no Teatro Nacional D. Maria II. Na trama, clássicos da dramaturgia, de Tchékhov, Racine ou Molière, se misturam a memórias e histórias de Cristina. Uma homenagem ao teatro e seus bastidores.

Com uma ideia original muito bem concretizada, a caminhar, como o ponto, entre a sombra e a luz, e um elenco escolhido a dedo, esta proposta, de grande equilíbrio entre drama e humor, atinge momentos quase poéticos, irretocáveis e raros”, escreveu Gisela Pissarra para a revista semanal Sábado, de Portugal.

Tiago Rodrigues | Artista em foco da 7ª edição da MITsp
Na edição de 2020, entre os artistas internacionais, o diretor e dramaturgo português Tiago Rodrigues foi o Artista em Foco. Um dos nomes em crescente ascensão da cena cultural europeia e vencedor do XV Prêmio Europa Realidades Teatrais em 2018, Rodrigues apresentou By Heart no Teatro FAAP, mas Sopro, programado para os dias finais da mostra, não conseguiu se apresentar porque o Teatro Sesi SP fechou suas dependências em decorrência da pandemia do COVID-19.

Ator, diretor e dramaturgo, Tiago Rodrigues é o diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, desde 2015. Um dos nomes em crescente ascensão da cena cultural europeia, Rodrigues coloca o teatro como um local de encontro e partilha de ideias. Ganhou destaque por colocar em cena espetáculos que transitam entre a realidade e a fantasia, com grande sofisticação poética e de pensamento.

Críticas
Com Sopro, Tiago Rodrigues assina um espetáculo conceitual e ao mesmo tempo profundamente emocionante. Uma homenagem vibrante ao teatro e àqueles que o fazem. ETIENNE SORIN, Le Figaro

Esse vaivém por vezes bastante cômico entre a criatura dos bastidores e seu dramaturgo tagarela (de quem ela zomba com frequência), além dessa virtuosidade que se mistura às anedotas de sua carreira, é o que dá uma leveza infinita a Sopro e nos dá a impressão de participar da situação, de nunca estar de fora dessa evidente cumplicidade que une personagens e atores: enfim, de respirar o mesmo ar que eles. No centro desse discurso, surgem trechos de peças nas quais Vidal precisou intervir. São clássicos do repertório, As Três Irmãs, O Avarento ou Bérénice, e nossa lembrança faz aumentar a emoção da experiência. Tiago Rodrigues reaviva essas “criaturas do vento”, centenárias, por meio de nós e conosco, com uma graça e uma inteligência que fazem de Sopro uma obra inesquecível. ELISABETH FRANCK-DUMAS, Libération

Ficha Técnica
TEXTO E ENCENAÇÃO Tiago Rodrigues
Elenco do vídeo na íntegra: Beatriz Brás, Cristina Vidal, Isabel Abreu, João Pedro Vaz, Sofia Dias e Vítor Roriz
CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ Thomas Walgrave
FIGURINOS Aldina Jesus
SONOPLASTIA Pedro Costa
ASSISTENTE DE ENCENAÇÃO Catarina Rôlo Salgueiro
OPERAÇÃO DE LUZ Daniel Varela
PRODUÇÃO EXECUTIVA Rita Forjaz
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO Joana Costa Santos
PRODUÇÃO Teatro Nacional D. Maria II
COPRODUÇÃO ExtraPôle Provence-Alpes-Côte d’Azur, Festival d’Avignon, Théâtre de la Bastille, La Criée Théâtre National de Marseille, Le Parvis Scène Nationale Tarbes Pyrénées, Festival Terres de Paroles Seine-Maritime – Normandie, Théâtre Garonne Scène Européenne e Teatro Viriato
APOIO Onda AGRADECIMENTOS Agnès Troly, Beatriz Maia, Carla Bolito, Carla Galvão, David Pinto, Filipa Matta, João Coelho, Julie Bordez, Magda Bizarro, Marco Mendonça, Mariana Magalhães, Paul Rondin, Romeu Costa, Sara Barros Leitão, Teresa Coutinho, equipe do Festival d’Avignon, equipe técnica do Cloître des Carmes e ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual

ESTE ESPETÁCULO É APOIADO PELO INSTITUTO CAMÕES

Serviço
Sopro (2017) | Duração: 1h45 | Recomendação: 12 anos |
De 1 a 7 de junho – Na íntegra, no Youtube do CCF (https://www.youtube.com/c/CentroCulturalFiesp) e no Facebook do CCF (https://www.facebook.com/centroculturalfiesp).

Dia 6 de junho, às 17h – Live com Tiago Rodrigues no Youtube do CCF (https://www.youtube.com/c/CentroCulturalFiesp) e no Facebook do CCF (https://www.facebook.com/centroculturalfiesp).
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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Projeto Teatros em Movimento disponibiliza espetáculos e faz bate-papo ao vivo

Cena do espetáculo Enquanto Ela Dormia, do Teatro da Vertigem. Créditos: divulgação

Os grupos Teatro da Vertigem e Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica encerram projeto com exibição de suas obras na íntegra

O projeto Teatros em Movimento disponibiliza na íntegra os vídeos dos espetáculos ‘Enquanto Ela Dormia’ (https://vimeo.com/405957475), do Teatro da Vertigem e ‘Pepe, o Hipopótamo’ (https://youtu.be/GKIt8p2CSig), do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica. Os vídeos ficam disponíveis de 28 a 31 de maio de 2020.

Contemplado na 9a. Edição do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal da Cultura da Cidade de São Paulo, o projeto teve suas últimas atividades suspensas por causa da pandemia de Covid-19 no Brasil. Em razão disso, as ações on-line surgem para encerrar o ciclo de apresentações iniciado em fevereiro de 2020.

O projeto abrangeu a circulação de companhias teatrais, seus trabalhos e processos criativos pelas sedes de outros grupos em diferentes bairros da capital paulista, apostando na circulação dos espetáculos e no intercâmbio de procedimentos. Além de poder enriquecer a experiência dos grupos de teatro envolvidos, também se efetivou em oportunidade para que públicos de distintas regiões tivessem acesso à produção teatral de outros lugares da cidade.

Os dois grupos farão um bate-papo ao vivo, discutindo meios e modos de produção, dia 29 de maio, às 20h na página do YouTube do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica ( https://www.youtube.com/channel/UCccfczsvDPVf2lSaoHPY0rA ).

O Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica deu seus primeiros passos em outubro de 2013, quando um grupo de aprendizes egressos da SP Escola de Teatro se reuniu com o desejo de trabalhar junto. Os temas discutidos, desde os primeiros encontros, apontavam uma linha tênue por onde circular entre tabus e lendas urbanas, entre convicções políticas e visões de mundo diversas. Buscando as fricções e os deslocamentos temáticos e formais, o núcleo desenvolve pesquisa na criação de linguagem própria, sempre transitando entre narrativas reais e ficcionais.

Pepe, o Hipopótamo foi tirado à força de sua terra natal, transportado em condições precárias, vendido no mercado ilegal encarcerado. Tratado como bicho exótico ou peça de museu, foi exibido como artigo de luxo até a morte daquele que se dizia seu dono. Foi abandonado, passou fome, viu os vigias fugirem para outras terras e então resolveu fugir. Pepe, o hipopótamo, levou com ele sua companheira e, juntos, deram vida a um incontável número de filhotes que deixaram atrás de si um rastro de destruição e morte. Você pode pensar “e o que eu tenho com isso?”. Mas só até descobrir que o Pepe está crescendo bem perto de você.

Sediado no bairro da Bela Vista, o Teatro da Vertigem é uma companhia teatral brasileira criada em 1992 como um projeto experimental de pesquisa de linguagem da expressão representativa. O grupo, encabeçado pelo encenador Antônio Araújo, foi responsável pela pesquisa e criação de espetáculos em espaços não convencionais, realizador da Trilogia Bíblica formada por Paraíso Perdido, 1992, de Sérgio de Carvalho; O Livro de Jó, 1995, de Luís Alberto de Abreu; e Apocalipse 1,11, 2000, de Fernando Bonassi.

Enquanto Ela Dormia, é um espetáculo estreado em julho de 2017, com produção original do SESI-SP. O texto nasceu de um de seus programas, o Núcleo de Dramaturgia, voltado para novos dramaturgos e coordenado por Marici Salomão. Em 2018, a montagem foi indicada na categoria Cenografia no Prêmio Shell e fez, desde então, inúmeras apresentações por diversos bairros da capital paulista. O espetáculo conta a história de Dora, personagem submetida a convenções sociais predominantemente formuladas pelo gênero masculino. Quando motivada por acontecimentos cotidianos, Dora traz à tona seus próprios traumas, frutos de uma sociedade patriarcal enraizada. O espetáculo aproxima o público do universo feminino ao demonstrar os abusos, violências e a constante marginalização social do gênero. O enredo desenvolve uma atmosfera dramática, que demonstra e reflete sobre questões da subjetividade da mulher.

A partir de uma pesquisa sobre a violência contra a mulher e as relações de poder entre os gêneros, o processo de criação da peça foi norteado por visitas às delegacias e pelas escutas de depoimentos de vítimas. O monólogo parte de uma linha cronológica das dores do feminino, como, por exemplo, os pés de lótus das mulheres chinesas e a expulsão da deusa Lilith do Paraíso.

Fichas Técnicas

Pepe, o Hipopótamo
Direção: Pablo Callazans dos Reis Dramaturgia: Camila Damasceno Elenco: Bruno Carboni, Carolina Portella, Cristiano Alfer e Gustavo Braunstein Direção de arte: Flávio Morbach Portella Sonoplastia: Bruno Carboni e Gustavo Braunstein Produção: Jéssica Policastri Assessoria de Imprensa: BMG Comunicação – Bruno Mourão Guzzo

Enquanto Ela Dormia
Diretora Artística: Eliana Monteiro Texto: Carol Pitzer Atriz: Lucienne Guedes Diretor Técnico e Light Designer: Guilherme Bonfanti Dramaturgismo: Antonio Duran Figurinista: Marichilene Artisevskis Cenografia: Marisa Bentivegna Diretora de cena: Tete Rocha Operadora de áudio: Nayara Konno Operadora de vídeo: Aline Sayuri Operadora de luz: Patricia Amorim Produção Geral: Teatro da Vertigem Fotos: Mayra Azzi Assessoria de Imprensa: Márcia Marques – Canal Aberto.
Espetáculo realizado a partir de produção original do SESI-SP; texto original oriundo do projeto Núcleo de Dramaturgia SESI-SP

SERVIÇO
TEATROS EM MOVIMENTO NA QUARENTENA
Vídeos na íntegra:
De 28 a 31 de maio de 2020
Enquanto Ela Dormia
Duração: 65 min/ Recomendação: 16 anos

Pepe, o Hipopótamo
Duração: 90 min/ Recomendação: 16 anos

Debate ao vivo sobre modos e meios de produção, com o Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica
Dia 29 de maio de 2020, às 20h
https://www.youtube.com/channel/UCccfczsvDPVf2lSaoHPY0rA
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Informações para imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Marcia Marques | canal.aberto@uol.com.br | Celular: 11 9 9126 0425
Daniele Valério | daniele@canalaberto.com.br | Celulares: 11 9 8435 6614

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

MITsp apresenta espetáculos da MITbr em formato online

Espetáculos cancelados da MITbr de 2020 em função da pandemia foram reagendados para o formato online nos canais da SMC; confira a programação. Créditos: Divulgação

A SMC – Secretaria Municipal de Cultura reagendou para apresentação no formato online três espetáculos da MITbr – Plataforma Brasil, programa de internacionalização das artes cênicas brasileiras da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo que não puderam ser exibidos em seus equipamentos, fechados no dia 13 de março em função da pandemia.

Entrelinhas, do Coletivo Ponto Art, de Salvador/BA, Recolon, do Coletivo Mona, de Manaus/AM e tReta, do Original Bomber Crew, de Teresina/PI terão seus espetáculos exibidos na íntegra no canal do Youtube da SMC (/smcsaopaulo), no período de 22 a 28 de maio de 2020.

Os artistas intérpretes e equipe de criação destes espetáculos também farão lives nos perfis dos teatros da Prefeitura de São Paulo (de 21 a 31 de maio – dias, horários e locais abaixo). Para tanto, convidaram Alejandro Ahmed, Grace Passô e Francis Wilker, curadores da MITbr – Plataforma Brasil, para acompanharem a conversa com os internautas. O solo violento. de Preto Amparo, Alexandre de Sena, Grazi Medrado e Pablo Bernardo, de Belo Horizonte/MG e ZOO, do grupo Macaquinhos, de São Paulo/SP não serão disponibilizados na íntegra, mas os artistas farão lives sobre as pesquisas que nortearam a construção de seus trabalhos.

A MITsp de 2020 – balanço
A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo foi realizada de 5 a 15 de março de 2020, planejada para apresentar 13 espetáculos internacionais; 2 espetáculos especiais (um nacional e um internacional); 13 espetáculos na MITbr – Plataforma Brasil, para que fossem assistidos por 76 programadores de festivais (27 nacionais e 49 internacionais, envolvendo 22 países).

Essa grade consolidaria 70 sessões entre espetáculos e performances. Foram planejadas cerca de 80 atividades nos eixos Ações Pedagógicas e Olhares Críticos, todas gratuitas, com mais de 100 artistas e pensadores convidados, em 25 espaços espalhados pela cidade, além dos 8 eventos especiais. Apesar do momento crítico que tangenciou a mostra a partir do dia 13 de março, a MITsp apresentou 22 espetáculos, entre nacionais e internacionais, e executou integralmente a programação dos eixos Ações Pedagógicas e Olhares Críticos com suas 80 atividades.

Em decorrência da pandemia da COVID19, os teatros municipais de São Paulo e o Teatro Sesi SP foram fechados a partir do dia 13 de março, o que acarretou o cancelamento de alguns espetáculos da MITsp, em especial os da MITbr – Plataforma Brasil. É com a intenção de fechar o ciclo de 2020 que nasce essa ação em conjunto da MITsp com a Secretaria Municipal de Cultura: lives com os artistas e a apresentação em formato online dos espetáculos que não puderam ser realizados no período da mostra.

Serviço
Os vídeos na íntegra dos espetáculos Entrelinhas, Recolon e tReta estarão disponíveis no canal do Youtube da SMC (/smcsaopaulo), no período de 22 a 28 de maio de 2020.

Veja abaixo a relação das lives nas respectivas redes sociais dos Teatros da Prefeitura:

LIVE Entrelinhas – 21 e 22 de maio, às 20h.
Teatro Cacilda Becker / @teatrocacildabecker
Convidada: Grace Passô.

LIVE Recolon – 30 de maio, às 21h e 31 de maio, às 19h.
Teatro Paulo Eiró / @teatropauloeirosp no IG / /teatropauloeiro no FB
Convidado: Francis Wilker.

LIVE tReta – 22 de maio, às 21h e 24 de maio, às 19h.
Teatro Arthur de Azevedo / @teatroarthurazevedosp
Convidado: Alejandro Ahmed.

LIVE violento. – 29 de maio, às 21h.
Teatro Alfredo Mesquita / @teatroalfredomesquita
Convidada: Grace Passô.

LIVE ZOO – 23 de maio, às 21h e 24 de maio, às 18h.
Teatro João Caetano / @teatrojoaocaetanosp
Convidado: Alejandro Ahmed.

Sinopses e fichas técnicas dos espetáculos que farão lives e terão vídeos exibidos na íntegra:

Entrelinhas – Coletivo Ponto Art
SALVADOR/BA, 2012 | 35min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 18 anos
Num diálogo entre o passado e o presente, o espetáculo discute a violência contra a mulher e evidencia como a voz da mulher negra é historicamente silenciada dentro de uma sociedade opressora, machista e de mentalidade escravocrata – e que, assim, fomenta a violência. A coreógrafa e intérprete Jaqueline Elesbão costura uma narrativa essencialmente visual, quase sem palavras, que apresenta uma série de imagens e referências históricas (símbolos determinantes à existência feminina). Em cena, a artista traz objetos como uma máscara de flandres – usada durante o período de escravidão brasileiro, para impedir os servos de ingerirem alimentos e bebidas, e lembrada na imagem da serva Anastácia, submetida a sessões de tortura enquanto o artefato lhe cobria a boca. Alternando-se entre as figuras de vítima e algoz, Elesbão também expõe elementos religiosos e indumentárias femininas, como o sutiã e o salto alto, ícones de liberdade e amarra do corpo da mulher.
FICHA TÉCNICA | COREÓGRAFA E INTÉRPRETE Jaqueline Elesbão PRODUÇÃO Nai Meneses SONOPLASTIA Anderson Gavião ILUMINAÇÃO Robson Poeta CONFECÇÃO DE FIGURINO Luiz Santana

Recolon – Coletivo Mona
MANAUS/AM, 2016 | 50min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 12 anos
Os impactos ambientais e humanos causados pelas construções de usinas hidrelétricas na bacia do Rio Madeira, em Rondônia, foram o ponto de partida para o artista manauara Leonardo Scantbelruy criar o solo, primeiro trabalho do Coletivo Mona. O performer manipula elementos simbólicos e regionais para investigar o risco da vida na Amazônia, marcadas por ciclos de colonização. Inspirado pelo trabalho do pintor e escultor Olivier de Sagazan e da coreógrafa Elisa Schmidt, o intérprete utiliza uma pasta de mandioca para se desconfigurar gradativamente e investigar por meio de metáforas corporais o estado emocional e psicológico de um corpo atravessado por um choque ambiental que viola inúmeros direitos.
FICHA TÉCNICA | CONCEPÇÃO, DIREÇÃO E PERFORMANCE Leonardo Scantbelruy INTERLOCUÇÃO Gilca Lobo e Elisa Schmidt ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO Francisco Rider ILUMINAÇÃO E SONOPLASTIA Daniel Braz
FIGURINO Preta Scantbelruy APOIO Coletivo Mona, Movimento Levante MAO e Coletivo Difusão

tReta – Original Bomber Crew
TERESINA/PI, 2018 | 60min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 anos
As várias “tretas” enfrentadas diariamente por jovens periféricos, refugiados e minorias em geral foram a base de trabalho do grupo Original Bomber Crew. “Tretas” da política, do patriarcado, do colonialismo e da batalha de breaking que geram embates pela sobrevivência. Os artistas criadores do espetáculo performam próximos ao público e acompanhados de uma sonoridade metálica, densa e urbana. A violência do Brasil e a realidade de corpos considerados descartáveis mundo afora são expressas nos movimentos com elementos do breaking e do hip-hop. A obra é um conflito, uma explosão, um ato premeditado para envolver o outro.
FICHA TÉCNICA | CONCEPÇÃO Allexandre Santos e Cesar Costa DIREÇÃO Allexandre Santos CRIAÇÃO E PERFORMANCE Allexandre Santos, Cesar Costa, Javé Montuchô, Malcom Jefferson, Maurício Pokemon e Phillip Marinho CONCEPÇÃO MUSICAL César Costa e Javé Montuchô COORDENAÇÃO TÉCNICA E DESENHO DE LUZ Javé Montuchô FOTOGRAFIA Maurício Pokemon ASSISTÊNCIA ADMINISTRATIVA Humilde Alves DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Regina Veloso/CAMPO Arte Contemporânea AGRADECIMENTOS Artur, Cleydinha, Neném, Fedó, Jell, Pangu, Pangulim, WG, Gui Fontineles e Marcelo Evelin Obra elaborada em Teresina (PI) durante residências de pesquisa e criação na Casa de Hip Hop (2017 e 2018), Espaço Balde (2018) e CAMPO Arte Contemporânea (2017 e 2018)

Espetáculos em que os artistas criadores farão lives nos perfis dos teatros municipais, sem exibição do vídeo na íntegra:

LIVE sobre violento. – Preto Amparo, Alexandre de Sena, Grazi Medrado, Pablo Bernardo
BELO HORIZONTE/MG, 2017 | 60min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 anos
O solo de Preto Amparo propõe a descolonização do olhar sobre corpo negro – isto é, uma mudança sobre essa leitura que, historicamente, ratifica violências. O espetáculo se apropria dessas violências como artifício estético e criativo para rasurá-las, perfurá-las e reconfigurá-las. Utilizando elementos como uma viatura policial de brinquedo, um saco de café e um pacote de pipoca, as cenas se desenham pelo percurso de um jovem negro na sociedade, atingido por abordagens policiais, pelo genocídio em curso e pela hipersexualização de seu corpo. Isso acrescido de elementos urbanos e ritos de passagens contemporâneos. Propondo um diálogo entre a ancestralidade e a vida do jovem negro urbano, o performer produz uma experiência que busca novas possibilidades de se pensar a estética negra no âmbito cênico, artístico e cultural.
FICHA TÉCNICA | ATUAÇÃO Preto Amparo DIREÇÃO Alexandre De Sena DRAMATURGIA Alexandre de Sena e Preto Amparo PRODUÇÃO Grazi Medrado REGISTRO EM FOTO E VÍDEO Pablo Bernardo
ILUMINAÇÃO Preto Amparo PREPARAÇÃO CORPORAL Wallison Culu/Cia Fusion De Danças Urbanas
ASSESSORIA DE TRILHA SONORA Barulhista

LIVE sobre ZOO – Macaquinhos
SÃO PAULO/SP, 2018 | 60min | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 18 anos
Uma festa mal acabada, rastros de intimidade pelo espaço e trechos de uma suruba musical carregam o ambiente. O mais recente trabalho do Macaquinhos é uma instalação performativa que desencanta os zoológicos humanos realizados em países colonizadores da Europa durante o século 20. O coletivo continua sua pesquisa que fricciona corpo, política e os limites de linguagens estéticas contemporâneas e utiliza como provocação a pergunta “O que há de Norte em cada um de nós?”. Convidado a criar o trabalho pelo Künstlerhaus Mousonturm e pelo Festival I*mpossible Bodies, na Alemanha, o grupo propõe uma experiência de ressaca colonial compartilhada entre performers e visitantes. É um ambiente sensorial carregado de cheiros e sons, um lugar para expectativas que questiona o que é doméstico e o que é espetacular.
FICHA TÉCNICA | CRIAÇÃO, DIREÇÃO E PERFORMANCE Andrez Lean Ghizze, Caio, Danib.a.r.r.a, Feliz, Kupalua, Luiz Gustavo, Marine Sigaut e Rosangela Sulidade ILUMINAÇÃO Helô Duran e Lucas Brandão COLABORAÇÃO ARTÍSTICA Carol Mendonça, Elisa Liepsch e Kontouriotis PRODUÇÃO EXECUTIVA Corpo Rastreado COPRODUÇÃO Künstlerhaus Mousonturm Frankfurt APOIO Programa de Residência Artística Obras em Construção, Casa das Caldeiras, Residência Artística Instituto Terra Luminous, Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo e Frankfurt LAB AGRADECIMENTOS Alessandra Domingues, Guilherme Godoy, François Pisapia, José Fernando Peixoto, Marcelo Evelin, Teresa Moura Neves, Yuri Tripodi e todxs xs participantes do Experimento Milgrau

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Convocatória aberta | mOno_festival | até 20/04 | teatro, dança, música, performance e linguagens híbridas

Trabalhos solo em teatro, dança, música, performance e /ou linguagens híbridas são foco do mOno_festival. Créditos: divulgação

Estão abertas até dia 20 de abril de 2020 as inscrições para a 2ª edição do mOno_festival, idealizado e produzido pelo coletivo teatral 28 Patas Furiosas e realizado por meio do Prêmio de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo – 34ª Edição. A mostra é parte do projeto 28 Patas Furiosas_da instabilidade aos sonhos que inclui a exibição de três espetáculos da companhia e o início da pesquisa do próximo trabalho do grupo.

O mOno_festival – festival de espetáculos solo em diferentes linguagens artísticas, programado para acontecer no segundo semestre deste ano, tem por objetivo apresentar seis solos em teatro, música, dança, performance e/ou obras com linguagens híbridas, selecionados por uma equipe curatorial composta por integrantes do 28 Patas Furiosas e pelas(os) artistas convidadas(os): Ave Terrena, Pedro Galiza e Veronica Santos.

Além dos espetáculos, a mostra contempla a realização de uma residência artística pelo período de um mês na sede do coletivo; ao final, este trabalho vai compor a grade de programação do evento. Os projetos candidatos nesta categoria deverão estar em processo de criação, seja na sua concepção inicial ou em progresso, desde que não tenham sido apresentados em seu formato final. Para o mini cabaré, os curadores vão selecionar sete números, de até 10 minutos cada, de linguagens variadas.

Curadoria – Representando o 28 Patas Furiosas, Isabel Wolfenson, Sofia Botelho e Valéria Rocha compõem a equipe curatorial juntamente com Ave Terrena, dramaturga, poeta, professora e escritora, Pedro Galiza, artista transmídia e Veronica Santos, bailarina e integrante da Corpórea Companhia de Corpos. As inscrições devem ser feitas pelo email curadoria.monofestival@gmail.com até 23h59m do dia 20 de abril e o resultado com os selecionados será publicado dia 1º de junho de 2020 no site e redes sociais do 28 Patas Furiosas (Instagram e Facebook).

O 2º mOno_festival é voltado a trabalhos de artistas residentes no Brasil, produzidos e/ou estreados entre os anos de 2013 e 2020, e pretende selecionar solos que reflitam o período de instabilidade na recente História brasileira. Interessa aos curadores/curadoras colocar foco na potência que vem da própria fragilidade do contexto cultural atual, da precariedade e da rusticidade, princípios seminais na pesquisa permanente do 28 Patas Furiosas. Importa ao grupo apresentar à sociedade um debate sobre as formas de produção atuais, assim como a ética/estética do período.

Minibios curadores
Ave Terrena é dramaturga, poeta, diretora, atriz e professora da Escola Livre de Teatro de Santo André. Autora das peças “as 3 uiaras de SP City” (2018), “Máquina Branca” (2019), “O Corpo que o Rio levou”, (2017) e “Lugar da Chuva” (2018), além do livro de poesias, que ganhou versão em formato de espetáculo poético-musical. Atriz do longa “Para onde voam as feiticeiras”, com estreia em 2020. Participa de rodas de debate, mesas, e conduz oficinas e práticas formativas em diversas instituições, além de participar de projetos independentes com coletivos autônomos. Integrante do grupo de teatro LABTD (Laboratório de Técnica Dramática) desde 2015.

Pedro Galiza é artista transmídia residente na zona norte de São Paulo. Pedro é uma pessoa não binária, e seu trabalho como artista do corpo engatilha propostas de criações que se estendem em diversos fenômenos artísticos – seja na arte da ação, performance arte, música, cinema, dança, nas demais realidades audiovisuais, no teatro, na moda. Suas pesquisas têm como foco de investigação a autonomia; a cultura do remix; a pulsão de morte; e essencialmente a transfiguração (acessar e permitir ser aquilo que não sou, ou que desconheço).

Verônica Santos, natural de Belo Horizonte (MG), é bailarina intérprete, coreógrafa, preparadora corporal, diretora de movimento, atriz, arte-educadora. Sócia – fundadora e diretora da Corpórea Companhia de Corpos, fundada em 2016 na cidade de São Paulo, núcleo de pesquisa do corpo negro na cena artística. É diretora geral do espetáculo “RÉS”, premiado no projeto “Rumos Itaú Cultural” 2018/2019, com a “Ocupação RÉS” MULHERES EM CÁRCERE.

Curadoras integrantes do 28 Patas Furiosas
Isabel Wolfenson é atriz, produtora e artista-orientadora. Graduada no Bacharelado em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena, dedica-se à pesquisa da linguagem teatral e desenvolvimento de ações formativas junto ao coletivo teatral 28 Patas Furiosas desde 2013 na cidade de São Paulo. Em 2018 integrou a curadoria e realizou a assistência de coordenação da primeira edição do mOno_festival.

Sofia Botelho é atriz, produtora, diretora e dramaturga. Atuou em espetáculos de companhias como Cia. Elevador Panorâmico de Teatro, mundana companhia, Cia. Livre e LABTD. Sofia é uma das integrantes e fundadoras do coletivo teatral 28 Patas Furiosas, e uma das idealizadoras do mOno_festival, atuando em sua Coordenação Geral desde a primeira edição em 2018.

Valéria Rocha é atriz e artista-educadora. Formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) no curso de Licenciatura em Artes Cênicas, e no curso de Formação de Atores da Escola Livre de Teatro de Santo André. É atriz e cofundadora do 28 Patas Furiosas e do Coletivo Quizumba – grupo no qual atuou por 10 anos – e do Núcleo Atômico, grupo de pesquisa de práticas artísticas e pedagógicas.

A 1ª edição do mOno_festival em 2018
Com o apoio do PROAC – FESTIVAIS, foi realizada em setembro de 2018 a primeira edição do mOno_festival. A partir da pergunta Qual o mínimo necessário para que uma ação artística aconteça?, foram apresentados 10 espetáculos solos (em dança, música, teatro e performance), um Mini-Cabaré, uma roda de conversa com as artistas e os artistas participantes, além de oferecidas ações formativas para a Escola Estadual Rui Bloem, localizada nos arredores do Espaço 28, parceira do grupo.

2º mOno_festival – CONVOCATÓRIA
DAS INSCRIÇÕES E RESULTADO: As inscrições deverão ser enviadas do dia 16 de março a 20 de abril de 2020, até 23h59, exclusivamente pelo email: curadoria.monofestival@gmail.com
DOS REQUISITOS: Este Edital é destinado a artistas (mais especificamente das linguagens de teatro, dança, performance ou música), podendo se inscrever produtoras, grupos e/ou artistas com comprovada atuação e/ou pesquisa continuada em todo território nacional.
PARA ACESSAR OS EDITAIS: bit.ly/monofestival
LOCAL DE REALIZAÇÃO: Espaço 28, sede do coletivo teatral 28 Patas Furiosas
Rua Doutor Bacelar, 1219, bairro da Vila Clementino, São Paulo, SP.

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ADIADO: João Paulo Lorenzon reestreia Van Gogh – A Sombra do Invisível com foco na reflexão sobre as prisões internas de cada indivíduo

Créditos: Maurizio Mancioli

ATUALIZADO às 18h52 de 16/03/2020

“Considerando o atual cenário de combate à propagação do Coronavírus, peça foi adiada sem data confirmada para nova temporada

O espetáculo Van Gogh – A Sombra do Invisível, que estreou no último dia 07 e que aconteceria até 24 de maio, no porão do Teatro Viga, em Pinheiros, tem temporada adiada. O décimo trabalho autoral de João Paulo Lorenzon, criado a partir do livro Cartas a Théo, sob direção de Helena Fraga, segue nesse momento em consonância com as recomendações feitas pelas autoridades públicas brasileiras, considerando o atual cenário de combate à propagação do Coronavírus (vírus Covid-19).

“A segurança e o bem-estar de nossos espectadores, funcionários e de todas as pessoas são sempre prioridades”, relata João Paulo, que deve retomar a temporada no início do segundo semestre.

Os ingressos que foram adquiridos para até o dia 24 de maio continuam válidos para nova temporada, que será anunciada em breve. Os que não conseguirem ou quiserem postergar seus ingressos, poderão pedir seu ressarcimento. “Esperamos que o público entenda que não se trata de uma opção, mas de um compromisso com a saúde da sociedade como um todo”, finaliza.”

 

Sucesso de público, o espetáculo intimista retorna ao pequeno porão do teatro Viga, em Pinheiros, trazendo um ciclo de debates sobre variados pontos de vista incluindo espiritualidade, psicologia, literatura, filosofia e comportamento

Após o sucesso da primeira temporada de cinco meses, o espetáculo Van Gogh – A Sombra do Invisível reestreia no porão do teatro Viga, em Pinheiros, ficando em cartaz até 24 de maio. Com capacidade ampliada, agora com 55 lugares disponíveis, o público tem uma nova oportunidade de assistir ao décimo trabalho autoral de João Paulo Lorenzon, criado a partir do livro Cartas a Théo, sob direção de Helena Fraga.

Mais do que isso, a nova temporada terá uma novidade, Lorenzon e Fraga promoverão uma série de diálogos, após os espetáculos, com temas variados, mas com um ponto em comum: a profunda prisão interior que cada ser humano carrega consigo.

A programação até o fim da temporada conta com a participação de Leda Herrmann, membra efetiva da Sociedade Brasileira de Psicanálise para uma conversa intitulada “Diálogos Psicanalíticos”, da filósofa Carolina Pisa (“Olhares”), do Instituto Sedes (“Psicanálise e Educação”), e do empresário Diego Rodrigues (“Papo de Bar”), entre outros temas e convidados. “Se trata de um convite aos nossos expectadores se libertarem e serem corajosos consigo”, explica Lorenzon.

“Van Gogh sempre exerceu em mim um fascínio por conta do abismo entre esse homem que não vendeu nada em vida, sendo julgado como um excluído, bêbado, mendigo, e hoje é um ícone da arte. Há uma carta ao irmão sobre um pássaro na gaiola que dá a entender que o pássaro é ele mesmo, mas também dá a entender que somos todos nós. Só que a diferença é que ele era preso para fora e nós somos presos para dentro”, explica Lorenzon.

Sobre a peça
Baseado nas cartas que Vincent Van Gogh escreveu ao seu irmão Théo, Lorenzon expõe os medos e as dores profundas do aclamado pintor e, ao revelá-los, abre também espaço para o sonho, para o desejo e para a vasta produção incompreendida que, anos depois, foi altamente consagrada.

Sobre o cenário:
A figura de Van Gogh será vista sob a luz sombria de Lúcia Chedieck, em sua sexta parceria com Lorenzon, sobre uma ponte inacabada repleta de folhas secas. Sobre a ponte, uma cadeira vazia. Cenário criado por Walter Manfio e Alice Rocha que também assina a pesquisa e supervisão dramatúrgica.

João Paulo Lorenzon retorna ao seu sexto solo depois de cinco anos em criações coletivas. Van Gogh A Sombra do invisível é seu décimo trabalho autoral em dez anos. Lorenzon é ator e diretor teatral brasileiro, indicado ao Prêmio Shell em 2012 como melhor ator por sua atuação como o escritor cego argentino Jorge Luis Borges, no espetáculo ‘Eu vi o Sol Brilhar em toda a sua Glória’. Em 2015, interpretou o bailarino russo Nijinsky em NIJINSKY – Minha Loucura é o Amor da Humanidade, de Gabriela Mellão, espetáculo selecionado pelo Festival Internacional de Avignon, na França. Fundou e dirige a Espaço Mágico Escola de Teatro e a Companhia Espaço Mágico.

Sinopse:
Van Gogh A Sombra do invisível deseja mergulhar na profundeza obscura do artista holandês para encontrar luz; deseja olhar para as fraquezas humanas para encorajar a viver e reconhecer como possibilidades complementares, sentimentos que são considerados opostos. A peça estreia dia 07 de março de 2020, sábado, 21h, na sala piscina do Teatro Viga, em Pinheiros, e fica em cartaz até o dia 24 de maio 2020 aos sábados e domingos.

Ficha Técnica
Criado a partir de Cartas a Théo
Dramaturgia e atuação: João Paulo Lorenzon
Direção: Helena Fraga
Pesquisa e Supervisão de dramaturgia: Alice Rocha
Desenho de luz: Lúcia Chedieck
Composição original: Manuel Pessoa
Cenário: Walter Manfio e Alice Rocha
Produção executiva: Espaço Mágico Produções Artísticas
Fotografia: Maurizio Mancioli
Assessoria de imprensa: Coletiva Comunicação

Serviço
De 7 de março a 24 de maio de 2020
Sábados às 21h, domingos às 19h
Local: Teatro Viga Espaço Cênico, sala piscina (com acessibilidade)
Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros (Metrô Sumaré)
Ingresso: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia entrada)
Vendas: http://www.sympla.com.br/vangogh
Duração: 50 min
Classificação: 12 anos

Créditos: José Valentim | Coletiva Comunicação

A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo realiza sua sétima edição

Cena de Sopro, escrito e dirigido pelo português Tiago Rodrigues – Artista em Foco desta edição -, é parte da programação da 7ª MITsp. Foto: Christophe Raynaude de Lage

A Mostra inicia sua programação no dia 5 de março com Multidão (Crowd), da diretora e coreógrafa franco-austríaca Gisèle Vienne, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo, e segue até o dia 15.

As ações ocupam diversos espaços na cidade e contam com a participação de artistas nacionais e internacionais nos seus eixos Mostra de Espetáculos, Ações Pedagógicas, Olhares Críticos e MITbr – Plataforma Brasil

A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo apresenta a programação de espetáculos, atividades reflexivas e pedagógicas de sua sétima edição, que acontece de 5 a 15 de março e se espalha por vários espaços da cidade. Serão doze montagens internacionais com artistas de países como Alemanha, Chile, França, Portugal, Reino Unido, Suíça, entre outros, uma Instalação vídeo-musical e doze nacionais, além de uma ampla grade de oficinas, debates, conversas, lançamentos de livros ao longo dos dez dias de atividades. A abertura, dia 5 de março, será no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, com o espetáculo Multidão (Crowd), dirigido pela coreógrafa franco-austríaca Gisèle Vienne.

A sétima edição da MITsp tem apresentação do Ministério da Cidadania, Itaú, Secretaria Municipal de Cultura e Sesc São Paulo, realização da Olhares Instituto Cultural, ECUM Central de Produção, Itaú Cultural e correalização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, British Council, Sesi-SP, Consulado Geral da França de São Paulo, Institut Français Paris, Pro Helvetia, Consulado Geral da República Federal da Alemanha em São Paulo, Goethe-Institut São Paulo, Cultura Inglesa, Istituto Italiano di Cultura di San Paolo; copatrocínio Porto Seguro e Veolia.

Em seu sétimo ano consecutivo, Antonio Araújo (Teatro da Vertigem) e Guilherme Marques (Ecum – Encontro Mundial das Artes Cênicas), idealizadores da MITsp – diretor artístico e diretor geral de produção, respectivamente – mantêm a ideia original de reunir em um festival espetáculos que buscam a experimentação e a investigação da linguagem cênica. Os eixos Mostra de Espetáculos, Ações Pedagógicas, Olhares Críticos e MITbr – Plataforma Brasil seguem privilegiando novos olhares para a cena e diálogos a partir das questões que movimentam o campo artístico.

Produções e Artistas em Foco

Esta edição, entre os artistas internacionais, o diretor e dramaturgo português Tiago Rodrigues é o Artista em Foco, que apresenta na MITsp os espetáculos Sopro e By Heart. O performer, coreógrafo e pesquisador João Fiadeiro é o Pedagogo em Foco, além de trazer o espetáculo O que Fazer Daqui para Trás, fará um Intercâmbio Artístico, atividade dentro do eixo de Ações Pedagógicas.

Outros destaques da Mostra são Contos Imorais – Parte 1: Casa Mãe, criado e interpretado por Phia Ménard, Tenha Cuidado, da indiana Mallika Taneja, Sábado Descontraído, da artista de Ruanda radicada na França Dorothée Munyaneza, O Pedido, produção do Reino Unido, parceria do diretor Mark Maughan e do dramaturgo Tim Cowbury, Burgerz, produção inglesa de Travis Alabanza, a partir de um episódio pessoal, a produção alemã Farm Fatale, dirigida pelo francês Philippe Quesne; Tu Amarás, da chilena Compañía Bonobo, Multidão (Crowd), de Gisèle Vienne, Jerk (Babaca), fruto de sua parceria com o escritor americano Dennis Cooper, e interpretado pelo francês Jonathan Capdevielle e ORLANDO, uma instalação vídeo-musical dirigido pela suíça Julie Beauvais, que combina imagens projetadas e música ao vivo dentro de um cenário imersivo, pelo qual o público pode circular.

Esta edição da MITsp conta com um Foco França, que reúne espetáculos e ações formativas de artistas desse país. É o caso das peças Contos Imorais – Parte 1: Casa Mãe, de Phia Ménard, Jerk (Babaca) e Multidão (Crowd), de Gisèle Vienne, além de Farm Fatale, dirigida por Philippe Quesne, coprodução da alemã Münchner Kammerspiel e da francesa Nanterre-Amandiers, e de Sábado Descontraído, da ruandesa Dorothée Munyaneza, radicada na França. O pesquisador francês Olivier Neveux também participa do eixo Olhares Críticos com a master-class Contra o Teatro Político.

Em seu terceiro ano, a MITbr – Plataforma Brasil se consolida como um importante programa de internacionalização das artes cênicas brasileiras. Com curadoria de Alejandro Ahmed, Francis Wilker e Grace Passô, os doze espetáculos selecionados são convidados a se apresentar para programadores de festivais nacionais e internacionais – um passo importante para a expansão do reconhecimento das artes cênicas brasileira no cenário internacional, fomentando sua circulação e visibilidade.

A MITbr – Plataforma Brasil traz a artista da dança e do teatro Andreia Pires, da Inquieta Cia, de Fortaleza, é a Artista em Foco da MITbr e apresenta Pra Frente o Pior e Fortaleza 2040. Ela ainda participa de atividades nas Ações Pedagógicas e Olhares Críticos. A artista e pesquisadora Janaina Leite é a Pesquisadora em Foco e mostra seu recente trabalho Stabat Mater, cuja abertura de processo foi apresentada na edição da MITsp 2019. Seu trabalho será parte de debate e conversa na programação do eixo Olhares Críticos.

Ainda compõem a programação os espetáculos Cancioneiro Terminal, do grupo MEXA, Entrelinhas, do Coletivo Ponto Art; violento., de Alexandre de Sé; Gota D’Água {PRETA}, do grupo Gira pro Sol, O Ânus Solar, de Maikon K; Meia Noite, de Orun Santana; Recolon, do Coletivo Mona; tReta, da Original Bomber Crew, ZOO, do grupo Macaquinhos, Por Onde Andam os Porcos, de Kildery Iara.

Ações Pedagógicas, Olhares Críticos e Eventos Especiais

Como parte da programação em todos os anos, as Ações Pedagógicas e os Olhares Críticos compõem, com igual relevância, o panorama de intercâmbio e aproximação entre o público e artistas de várias nacionalidades, pesquisadores, produtores e críticos. Suas ações procuram levar reflexões e práticas sobre o fazer teatral que vão além dos espaços cênicos.

As Ações Pedagógicas, com curadoria de Maria Fernando Vomero, propõem nesta edição a discussão de novas pedagogias, novos modos de produzir e transmitir conhecimento e outras possibilidades de permitir a emergência de autonomias – isso envolve também a recriação de espaços, com novas interações, novos jeitos de habitar, conviver, circular. Entre as ações já confirmadas, as residências artísticas com o grupo inglês Quarantine e com o diretor e dramaturgo argentino Lisandro Rodriguez, os intercâmbios artísticos com o coreógrafo e pesquisador João Fiadeiro e com a performer guatemalteca Regina Galindo.

Com curadoria de Luciana Romagnolli e Daniele Ávila Small, o eixo Olhares Críticos, a partir de uma série de ações, lança questões para o público sobre os temas que atravessam as artes cênicas – em particular os espetáculos apresentados na programação da Mostra – e a contemporaneidade sob uma perspectiva provocadora e crítica. Entre as atividades já confirmadas estão as Reflexões Estético-Políticas com mesas de conversas sobre o tema “A cultura como direito constitucional e bem comum”, além dos diálogos transversais, entrevistas com Artistas em Foco, publicação de artigos e de críticas diárias.

O Seminário Perspectivas Anticoloniais, com curadoria de Christine Greiner, Andreia Duarte e José Fernando Peixoto de Azevedo, é uma das atividades que faz parte dos Eventos Especiais. O seminário se divide em duas partes: Exercício de Leitura – para lidar com as questões epistemológicas na relação anticolonial -; e os Encontros, que convidam pesquisadores, artistas e ativistas a partir da pergunta: “O que ainda podemos imaginar juntos?”.

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Companhias teatrais alternam temporadas no centro e na periferia da cidade; projeto Teatros em Movimento contempla, em março, o Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica e o Teatro da Vertigem

Cena do espetáculo Pepe, o Hipopótamo (2ª tentativa) do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica. Créditos: divulgação

No mês de março de 2020, o projeto Teatros em Movimento, contemplado na 9ª edição do Prêmio Zé Renato, apresenta os espetáculos Enquanto Ela Dormia, do Teatro da Vertigem (localizado na Bela Vista) e Pepe, o Hipopotamo (2ª tentativa), do Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica (sediado na Vila Guilherme).

O projeto prevê a circulação de companhias teatrais, seus trabalhos e processos criativos pelas sedes de outros grupos, em diferentes bairros da capital paulista e aposta que a circulação dos espetáculos e o intercâmbio de procedimentos, além de poder enriquecer a experiência dos grupos de teatro envolvidos, possa se traduzir também em oportunidade para que públicos de distintas regiões tenham acesso à produção teatral de outros lugares da cidade.

Desta forma, o intercâmbio se dá em mão dupla: assim como o Enquanto Ela Dormia vai para os bairros, a Bela Vista recebe, em 2020, o Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica, da Vila Guilherme.

Enquanto Ela Dormia faz sessões dias 07, 08, 14 e 15 de março de 2020 na Casa de Cultura Vila Guilherme, na Praça Oscar da Silva, 110, na Vila Guilherme, em São Paulo e Pepe, o Hipopotamo (2ª tentativa) se apresenta na sede do Teatro da Vertigem (R. Treze de Maio, 240/ 1º andar – Bela Vista) dias 21, 22, 28 e 29 de março, com entrada franca em ambos os locais.

Núcleo Tumulto! de Investigação Cênica deu seus primeiros passos em outubro de 2013, quando um grupo de aprendizes egressos da SP Escola de Teatro se reuniu com o desejo de trabalhar junto. s temas discutidos, desde os primeiros encontros, apontavam uma linha tênue por onde circular entre tabus e lendas urbanas, entre convicções políticas e visões de mundo diversas. Buscando as fricções e os deslocamentos temáticos e formais, o núcleo desenvolve pesquisa na criação de linguagem própria, sempre transitando entre narrativas reais e ficcionais.

Sediado no bairro da Bela Vista, o Teatro da Vertigem é uma companhia teatral brasileira criada em 1992 como um projeto experimental de pesquisa de linguagem da expressão representativa. O grupo, encabeçado pelo encenador Antônio Araújo, foi responsável pela pesquisa e criação de espetáculos em espaços não convencionais, realizador da Trilogia Bíblica formada por Paraíso Perdido, 1992, de Sérgio de Carvalho; O Livro de Jó, 1995, de Luís Alberto de Abreu; e Apocalipse 1,11, 2000, de Fernando Bonassi.

Enquanto Ela Dormia, é um espetáculo estreado em julho de 2017, com produção original do SESI-SP. O texto nasceu de um de seus programas, o Núcleo de Dramaturgia, voltado para novos dramaturgos e coordenado por Marici Salomão. Em 2018, a montagem foi indicada na categoria Cenografia no Prêmio Shell e fez, desde então, inúmeras apresentações por diversos bairros da capital paulista.

A partir de uma pesquisa sobre a violência contra a mulher e as relações de poder entre os gêneros, o processo de criação da peça foi norteado por visitas às delegacias e pelas escutas de depoimentos de vítimas. O monólogo parte de uma linha cronológica das dores do feminino, como, por exemplo, os pés de lótus das mulheres chinesas e a expulsão da deusa Lilith do Paraíso.

Sinopses

Pepe, o Hipopotamo (2a tentativa)
Ele foi tirado à força de sua terra natal, transportado em condições precárias, vendido no mercado negro, encarcerado. Tratado como bicho exótico ou peça de museu, foi exibido como artigo de luxo até a morte daquele que se dizia seu dono. Foi abandonado, passou fome, viu os vigias fugirem para outras terras e então resolveu fugir. Pepe, o hipopótamo, levou com ele sua companheira e, juntos, deram vida a um incontável número de filhotes que deixaram atrás de si um rastro de destruição e morte. Você pode pensar “e o que eu tenho com isso?”. Mas só até descobrir que o Pepe está crescendo bem perto de você.

Enquanto Ela Dormia
Enquanto Ela Dormia conta a história de Dora, personagem submetida a convenções sociais predominantemente formuladas pelo gênero masculino. Quando motivada por acontecimentos cotidianos, Dora traz à tona seus próprios traumas, frutos de uma sociedade patriarcal enraizada. O espetáculo aproxima o público do universo feminino ao demonstrar os abusos, violências e a constante marginalização social do gênero. O enredo desenvolve uma atmosfera dramática, que demonstra e reflete sobre questões da subjetividade da mulher.

Fichas Técnicas
Pepe, o Hipopotamo
Direção: Pablo Callazans dos Reis Dramaturgia: Camila Damasceno Elenco: Bruno Carboni, Carolina Portella, Cristiano Alfer e Gustavo Braunstein Direção de arte e sonoplastia: Flávio Morbach Portella e David Sousa Produção: Jéssica Policastri Assessoria de Imprensa: BMG Comunicação – Bruno Mourão Guzzo

Enquanto Ela Dormia
Diretora Artística: Eliana Monteiro Texto: Carol Pitzer Atriz: Lucienne Guedes Cenografia: Marisa Bentivegna Light Designer: Guilherme Bonfanti Trilha Sonora: Erico Theobaldo Figurinista: Marichilene Artisevskis Dramaturgismo: Antonio Duran Operadora de Som: Nayara Konno Operadora de Vídeo: Aline Sayuri Operadora de Luz: Patricia Amorim Diretor de Cena/Contrarregra: Evaristo Moura Produção Geral: Marcelo Leão Fotos: Mayra Azzi Assessoria de Imprensa: Márcia Marques – Canal Aberto.

Espetáculo realizado a partir de produção original do SESI-SP; texto original oriundo do projeto Núcleo de Dramaturgia SESI-SP

SERVIÇO
TEATROS EM MOVIMENTO
GRÁTIS. Os ingressos são distribuídos 1h antes do início das apresentações.
Enquanto Ela Dormia
Dias 07, 08, 14 e 15 de março de 2020
Sábados, às 20h e domingos, às 19 hs
Casa de Cultura Vila Guilherme
Praça Oscar da Silva, 110 – Vila Guilherme
Duração: 70 min/ Recomendação: 16 anos/ Capacidade: 40 lugares

Pepe, o Hipopotamo (2a tentativa)
Dias 21, 22, 28 e 29 de março de 2020
Sábados, às 21h e domingos, às 21h
Sede do Teatro da Vertigem
Rua Treze de Maio, 240 – 1o andar – Bela Vista
Duração: 90 min/ Classificação: 16 anos/ Capacidade: 50 lugares
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Informações para imprensa
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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto