Novo livro de Celso Braga aborda ‘A Magia dos Sentimentos’

“A Magia dos Sentimentos”, livro de Celso Braga

Celso Braga, sócio-diretor do Grupo Bridge, lança seu novo livro ‘A Magia dos Sentimentos: 27 emoções para transformar sua vida’, abordando diversos sentimentos que influenciam na vida pessoal e profissional das pessoas.

Para entender como lidar com as emoções e qual a melhor maneira de encontrar o equilíbrio, tanto na vida pessoal quanto profissional, o autor destaca sentimentos como o medo, a raiva, a ansiedade e o amor. “São sentimentos que estão dentro da nossa existência, pois são o que nos tornam humanos. Saber lidar na medida certa é uma equação que equilibra o ser humano à luz da razão”, explica Braga.

A nova obra de Celso Braga aborda sentimentos com o intuito de esclarecer esse papel nos indivíduos, mas, principalmente, com uma visão profissional, já que há mais de 30 anos atua na área lidando diariamente com emoções inerentes na construção de habilidades e competências. “Lidar melhor com as suas emoções, sabendo percebê-las, usá-las e entendê-las de modo a ter seus sentimentos claros, se torna uma forma pela qual as pessoas se destacam umas das outras em todos os campos”, revela Braga, citando um trecho do livro.

No Livro, a palavra ‘magia’ está ancorada a estados emocionais poderosos, de acordo com o autor. “A relação entre o seu próprio universo pessoal e o universo global do qual faz parte é um dos princípios mágicos”, revela Braga.

Para o autor, a magia dos sentimentos consiste em compreendê-los, dominar a expressão das emoções percebendo-as em cada situação e criar aptidão para lidar em cada momento com seus aspectos mais intangíveis. “Ao fazê-lo, a sua potência como pessoa ganha outra dimensão, a de equilíbrio entre a razão e as emoções”, finaliza o autor.

O novo livro de Celso Braga, ‘A Magia dos Sentimentos: 27 emoções para transformar sua vida’ é uma iniciativa IBEX- Innovation Bridge Experience (frente do Grupo Bridge voltada para experiências de inovação). Seu lançamento oficial será 28 de Junho, a partir das 18h30 na Livraria Cultura – Shopping Iguatemi – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – São Paulo.

Perfil Celso Braga

Sócio-diretor do Grupo Bridge

Celso é Psicológico e Mestre em Educação, pós-graduado em Psicodrama Sócio Educacional pela ABPS. É qualificado como professor supervisor pela FEBRAP, fundador e diretor do Grupo Bridge. Possui 25 anos de experiência em desenvolvimento humano e projetos de conexões entre projetos educacionais e inovação. Palestrante internacional com atuação em conferências e universidades, é realizador do evento IBEX (Innovation Bridge Experience) e autor de livros como ‘A Jornada Ôntica – Uma perspectiva sustentável para o mundo através das organizações’,  2013; ‘Educação para excelência’, 2014;  ‘O Hólon da liderança – Um novo jeito para liderar’, 2015; ‘Inovação: diálogos sobre a prática’, 2016; ‘Inovação: diálogos sobre colaboração produtiva’, 2017.

Sobre o Grupo Bridge

Com 22 anos de atuação, o Grupo Bridge é uma empresa de soluções em desenvolvimento humano que  atua fortemente na prestação de serviços de consultoria para empresas de diferentes segmentos utilizando metodologia autoral pautada por três principais autores: Jacob Levy Moreno, Paulo Freire e Humberto Maturana. Fruto de uma parceria entre Celso Braga e Sérgio Cruz, ambos psicólogos e especialistas no comportamento humano, o Grupo Bridge apresenta como principal atuação o desenvolvimento de lideranças, das relações entre as pessoas e da cultura das organizações. Em 2018 a empresa reposicionou o seu negócio através de quatro submarcas: Bridge (consultoria para empresas, que existe desde 1995), X.Five (desenvolvimento de pessoas), Bridge 36,5° (responsabilidade social), e IBEX- Innovation Bridge Experience (experiências, eventos e publicações de inovação).

A organização conta com mais de 30 colaboradores e atende empresas como Bradesco, Bosch, Bayer, Cielo, Porto Seguro, Raízen, Volvo, Hospital BP, entre outras.

Créditos: Elenita Andrade / Comunicação Vertical

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Sinopse de “Freddie Mercury – A Biografia Definitiva”, de Lesley-Ann Jones

Capa da biografia de Freddie Mercury, escrita por Lesley-Ann Jones e publicada no Brasil pela Editora Best Seller

Em 2013, a editora Best Seller publicou a versão em português de “Freddie Mercury – A Biografia Definitiva”, do jornalista Lesley-Ann Jones. A obra contém 490 páginas, divididas em 25 capítulos e mais itens anexos de praxe, como apresentação, agradecimentos, cronologia, discografia e referências bibliográficas.

Abordar a parte artística de Freddie Mercury é chover no molhado, certo? Afinal, qual fã do saudoso vocalista do Queen não concorda com a célebre frase dita por ele: “Eu não serei um astro do rock, eu serei uma lenda!”? Tudo relacionado ao cantor no que tange a sua profissão praticamente todo mundo sabe como era e existe “zilhões” de livros, artigos, matérias sobre esse lado dele em todos os cantos do mundo, assim como algumas coisas de sua vida pessoal, mas o que havia por trás desse ícone do rock?

Um dos trunfos do livro de Jones é que ele traz em sua publicação algumas coisas que pouco ou raramente fora abordada na vida de Freddie Mercury, como por exemplo, parte de sua infância e adolescência em Zanzibar, na atual Tanzânia, e nos tempos em que ficara em um externato na Índia e a relação com seus familiares, com destaque a irmã Kashmira. O mérito do autor é que assuntos relacionados ao passado do eterno frontman do Queen foram muito bem escondidos pelo músico.

O cantor era uma figura pouco convencional no meio artístico e praticamente, fora dos palcos, era o contraste em pessoa. Se por um lado, diante de milhares de fãs lotando arenas, ginásios e estádios pelo mundo afora, ele reinava com o seu talento, carisma e presença, por trás dos holofotes, era um homem carente, inseguro, mas com personalidade forte, fã de ópera, mitologia e astrologia.

A sexualidade de Farrokh Bulsara, nome de batismo de Mercury, é bastante mencionada ao longo do livro. Desde quando assumiu a homossexualidade a Mary Austin, considerada o “amor da vida de Freddie Mercury” e com quem manteve amizade até a morte, passando pelas crises em seus relacionamentos homoafetivos até quando precisou esconder dos pais por conta deles serem praticantes do zoroastrismo.

A publicação não deixa de aborda de como Freddie Mercury e seus companheiros de banda saíram “do nada” para se tornarem uma das maiores bandas da história. Inclusive, o relacionamento entre o vocalista e os demais. E as festanças e extravagâncias protagonizadas por ele e o seu staff nos hotéis pelo mundo afora.

Enfim, o livro “Freddie Mercury: A Biografia Definitiva” é uma excelente oportunidade para conhecer a figura desse que é considerado uma lenda, conforme o próprio dissera que seria um dia.

A seguir, a ficha técnica da obra.

Livro: Freddie Mercury – A Biografia Definitiva
Autor: Lesley-Ann Jones
Editora: Best Seller
Lançamento: 2013
Edição:
Número de páginas: 490
Preço médio: R$ 48,00

Por Jorge Almeida

Resenha de “As Aventuras da Blitz”, o livro

Capa do livro de Rodrigo Rodrigues que registra a história da Blitz

O livro “As Aventuras da Blitz”, de autoria do jornalista Rodrigo Rodrigues, saiu em 2009, e foi lançado pela Ediouro. E, obviamente, a obra trata-se da biografia da Blitz, banda capitaneada por Evandro Mesquita. Na publicação, além das histórias do grupo, apresenta curiosidades de seus integrantes e como chegaram ao estrelato e embalou uma geração ao som de “Você Não Soube Me Amar” ao longo de dez capítulos distribuídos em 304 páginas, além de itens como imagens, apresentação, feita por Patrycia Travassos, a discografia e a bibliografia.

Como todo grupo musical, seja de rock ou não, a Blitz teve um começo complicado, e formado pelo agora ator global Evandro Mesquita (voz e guitarra), acompanhado de Ricardo Barreto (guitarra), Antônio Pedro Fortuna (baixo), William “Billy” Forghieri (teclados), as gatíssimas backing vocals Fernanda Abreu e Márcia Bulcão, e Lobão (bateria), que, inclusive, sugeriu o nome da banda, mas que acabou substituído por Juba.

Com uma proposta ousada e moderna para a época, a Blitz marcou uma geração que vivia à dependência da MPB, e inovou ao misturar rock, histórias em quadrinhos e teatro, afinal, alguns de seus integrantes convivera com o grupo de teatro Asbrúbal Trouxe o Trombone – como Evandro Mesquita, que era companheiro de Patrycia Travassos, e fazia parte da companhia.

Considerado um fenômeno musical dos anos 1980, a Blitz foi a pioneira de um movimento musical que, anos mais tarde, ficou conhecido como “Rock Brasil” ou “BRock”, e, após ela, surgiram diversas bandas, como Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Legião Urbana, e tantas outras, sendo que a maioria delas com sua trajetória registrada em livros. No entanto, o jornalista Rodrigo Rodrigues, então apresentador do programa “Vitrine”, da TV Cultura, reparou que a Blitz não tinha a sua história documentada em livro. E, claro, isso foi a motivação que o levou a produzir a obra e tratou de “fazer justiça”.

O jornalista conseguiu o primeiro contato com o grupo no final de 1988, quando estava à procura de pautas para o programa “Clip Brasil”, veiculado no circuito interno da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, ao dar uma folheada na revista “Showbusiness” ficou surpreso com um anúncio modesto da Blitz e, perplexo ao saber que a Blitz ainda existia, não titubeou e foi atrás do empresário da banda, Toninho, que confirmou a informação e prometeu uma entrevista exclusiva do grupo para o jornalista. No entanto, ao solicitar o equipamento do Núcleo de Comunicação da universidade, Rodrigo não conseguiu êxito porque as câmeras já estavam todas reservadas. Não restou outra alternativa para ele a não ser bancar do próprio bolso o aluguel dos equipamentos por fora para poder registrar o encontro com a Blitz que, naquele momento, seguia sem gravadora e mais da metade de sua formação original fora.

A proximidade de Rodrigues com o staff da banda de Evandro Mesquita permitiu com que se aproximasse dos integrantes e acompanhar os músicos na estrada e registrando tudo.

Em “As Aventuras da Blitz”, o livro, Rodrigo Rodrigues apresenta história de bastidores, confusões, surpresas, curiosidades, a febre que a banda causou pelo país nos agitados anos 80. Dentre as principais curiosidades estão, por exemplo, o relato de como as faixas do LP de estreia do grupo, lançado em 1982, continha duas faixas censuradas, na verdade, riscadas com prego, e da relação profissional que Evandro Mesquita teve com Tina Turner para uma promoção da Pepsi e que causou uma certa crise de ciúmes entre os integrantes da banda.

E, com a apresentação da publicação feita pela própria Patrycia Travassos, a obra aborda questões como a “Blitzmania”, a participação da Blitz no primeiro Rock In Rio, as constantes trocas de integrantes, as investidas de Evandro Mesquita na carreira solo, como cantor e como ator, a bem sucedida carreira solo de Fernanda Abreu, entre outros temas.

A publicação é uma celebração impressa dos anos 1980 e Rodrigo Rodrigues salvou os aficionados por rock (e MPB também) de uma injustiça. Leitura obrigatória.

A seguir, a ficha técnica da obra.

Livro: As Aventuras da Blitz
Autor: Rodrigo Rodrigues
Editora: Ediouro
Lançamento: 2009
Edição:
Número de páginas: 304
Preço médio: R$ 54,90

Por Jorge Almeida

O que você faria se tivesse uma segunda chance?

Capa de “A Garota das Sapatilhas Brancas”, de Ana Beatriz Bradnão. Créditos: divulgação

A Garota das Sapatilhas Brancas, spin-off de O Garoto do Cachecol Vermelho, traz versão e lembranças de Daniel e de outros personagens queridos pelos fãs da escritora

Ana Beatriz Brandão, escritora com apenas 17 anos, acaba de lançar seu novo livro pela Editora Verus, do Grupo Editorial Record: A Garota das Sapatilhas Brancas. Spin-off de O Garoto do Cachecol Vermelho, que já está na quinta edição, este segundo romance da autora e quarto livro já publicado, mostra, através das lembranças de diversos personagens já conhecidos e amados pelo leitor, como decisões podem afetar o destino. E os fãs já podem preparar os lenços novamente porque a trama é cheia de emoções.

Na história, Daniel Lobos vive a vida plenamente. Dono de um coração enorme, o jovem divide seu tempo entre duas paixões: a música e as causas sociais. Até que seu caminho cruza o de Melissa, uma bailarina preconceituosa e mesquinha, que põe à prova aquilo em que ele mais acredita: que todo mundo merece uma segunda chance.

Diferentemente do que acontece em O Garoto do Cachecol Vermelho, agora os leitores irão acompanhar o outro lado da história, que é o de Daniel, portador de uma doença degenerativa sem cura, a Esclerose Lateral Amiotrófica, mais conhecida como ELA.

Não sabia o que pensar, e nem como agir. Era como se todos os pensamentos que eu pudesse ter naquele momento tivessem sido sugados da minha mente. Tudo o que podia fazer era sentir, e acho que nem isso conseguia fazer direito. Eu tenho esclerose lateral amiotrófica. Tenho uma doença degenerativa sem cura.

Vítima da mesma doença do pai, ele tenta se desviar dos familiares que tanto fazem perguntas sobre seu estado enquanto faz de tudo para arrancar sorrisos de Melissa. Quando ele propõe a ela o plano de passar dois meses juntos para que ela passe a ver a vida de forma diferente, a aproximação entre os dois se torna inevitável. Agora, nada mais será como antes.

Quando ela apertou minha mão, selando nosso acordo, eu soube que conseguiria. Nunca tive tanta certeza de algo na vida, como se de repente tudo fizesse sentido. Posso ter parecido um louco naquele momento, afinal nos conhecíamos fazia tão pouco tempo. Mas a cada encontro com Melissa eu sentia como se estivéssemos destinados a nos encontrar naquela noite de Ano-Novo. Como se o universo tivesse conspirado para nos levar até aquele momento.

E os fãs podem se orgulhar ao adquirirem a obra. É que parte dos direitos autorais deste livro será doada para instituições ligadas à esclerose lateral amiotrófica (ELA). As doações, que contam com o apoio da Verus Editora e do Grupo Editorial Record, irão para o Instituto Paulo Gontijo e a Associação Regional de Esclerose Lateral Amiotrófica (ARELA-RS). Os leitores de O Garoto do Cachecol Vermelho também continuam contribuindo para a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABRELA).

Ficha técnica
ISBN: 9999097354145
Formato: 16X23
Número de páginas: 182
Preço: R$ 29,90

Sobre a autora: Viver em um mundo cercado de magia – esse sempre foi o sonho de Ana Beatriz Brandão. Ela descobriu que era possível tornar isso realidade através da leitura quando conheceu O Pequeno Príncipe, aos cinco anos de idade.Targaryen, potterhead, narniana, semideusa e tributo, Ana vive muitas aventuras todos os dias. Aos treze anos, descobriu que contar histórias era sua paixão e desde então escreveu diversos livros, entre eles O Garoto do Cachecol Vermelho, Sombra de um anjo e Caçadores de almas. Seu maior sonho é poder continuar contando suas histórias para todos aqueles que, como ela, acreditam que os livros são a melhor forma de tocar o coração das pessoas e mudar suas vidas.

Assessoria de imprensa:
LC Agência de Comunicação
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Créditos: Juliana Santoros – LC – Agência de Comunicação

Terra Nostra: por que os italianos imigraram para o Brasil?

Capa de “História Concisa da Itália”. Créditos: divulgação – Edipro

Os primeiros imigrantes italianos deixaram a Itália a partir das últimas décadas do século XIX. Porém esse fenômeno social ganhou maiores proporções nos primeiros anos do século seguinte. Estima-se que cerca de 120 mil italianos deixam o país nativo em busca de melhores condições de vida. A imigração trans-oceânica passou a ser predominante, e os viajantes italianos tinham estabelecido três destinos principais: a dos Estados Unidos, a Argentina e o Brasil.

Esse processo imigratório ocorreu, principalmente, devido a uma grave crise por falta de empregos, gerada, entre outros motivos, pelo processo de industrialização do país. Nos primeiros anos, 80% dos imigrantes partiram do Norte da Itália. O processo de imigração só ocorreu em massa no sul italiano no início do século XX, quando os sulistas passaram a dominar as rotas de saída do país.

Afinal, por que muitos italianos escolheram o Brasil? Se por um lado, naquela época, pós-guerra, a Itália passava por um momento de estabilidade econômica e com muitas pessoas querendo buscar trabalhos em outros países, o Brasil se encontrava em situação oposta. A terra do canarinho necessitava de mão-de-obra agrícola, pois acabara de passar pelo processo de Abolição da Escravatura (1888), e via no europeu o perfil ideal para trabalhar nas lavouras. O próprio governo brasileiro chegou a fazer campanhas na Itália para incentivarem as pessoas a virem trabalhar no país.

Alguns imigrantes estavam dispostos a criarem pequenas empresas e a prosperarem em solo tupiniquim, muitos vendiam tudo o que possuíam na Itália e investiam em áreas como a agricultura, o comércio, a prestação de serviço e a indústria. Entre os imigrantes mais conhecidos estão Francesco Matarazzo e seus irmãos, que chegaram no ano de 1881 e construíram em São Paulo um verdadeiro império industrial.

Em 1900, o império Matarazzo chegou a reunir 365 fábricas por todo o território nacional. Neste período, 6% da população paulistana dependia das fábricas da família. Devido ao seu considerado poderio financeiro, Francesco Matarazzo começou a construir a primeira residência da família em plena Avenida Paulista, no ano de 1896. A construção, que ficava localizada no número 1230 da avenida (esquina com a Alameda Pamplona), permaneceu em pé por 100 anos. Após diversas disputas judiciais entre a família e a prefeitura, a mansão foi finalmente demolida em 1996, hoje o local dá espaço ao Shopping Cidade São Paulo.

Esse período imigratório histórico serviu como pano de fundo para uma grande produção da teledramaturgia brasileira. Em 1999, a TV Globo exibiu a novela Terra Nostra, que romanceou a história de diversos imigrantes provindos da Terra da Bota.

Para conhecer mais sobre a terra natal de Leonardo Da Vinci e Michelangelo, a Edipro apresenta a obra “História Concisa da Italia”. Este livro mapeia a história do país desde a queda do Império Romano no Ocidente, e relata as dificuldades que a Itália enfrenta durante os últimos dois séculos para formar uma nação-Estado.

Ficha técnica:
Editora: Edipro
Assunto: História
Preço: R$ 79,00
ISBN: 9788572839518
Edição: 1ª edição, 2016
Idioma: Português
Tradução: Natalia Petroff
Tamanho: 23 x 16 cm
Páginas: 368

Por Fabio Previdelli – LC – Agência de Comunicação

Sinopse de “Metallica: A Biografia”, de Mick Wall

Capa de “Metallica: A Biografia”, de Mick Wall

O conceituado jornalista britânico Mick Wall é o autor da obra que aborda uma das maiores bandas do mundo, o Metallica. Em “Metallica: A Biografia”, Wall traz em quase 500 páginas e 14 capítulos (além de material extra) basicamente a história de vida dos dois maiores responsáveis por conduzir o Metallica ao topo: Lars Ulrich e James Hetfield. Lançado originalmente em 2012, a publicação precisou de uma nova edição em 2013 por conta de informações que o jornalista conseguiu do, na época lançamento, “Lulu”, a parceria feita entre Metallica e Lou Reed.

O jornalista, antes de falar qualquer coisa relacionada ao grupo biografado, volta no tempo e inicia com a trajetória daquele dinamarquês pequeno, filho único, fã de Deep Purple, fascinado pelo mundo do rock e um ex-futuro tenista. Seu nome: Lars Ulrich. Do outro lado, um típico filho de uma família norte-americana desfeita, com o pai abandonando-o e a mãe morrendo prematuramente e sendo criado com uma extrema rigidez religiosa e, claro, transformando-se em um adulto reservado, inseguro e sendo socorrido por doses excessivas de álcool.

Ao longo da obra, Mick Wall descreve com riqueza de detalhes a trajetória conjunta de Lars e James para transformar o Metallica. O começo difícil, época em que a grana era muito curta (isso quando tinham algum dinheiro), o velho esquema das trocas de fitas entre os amigos, os primeiros passos, enfim, todo aquele perrengue que toda banda passa no começo. Contudo, o livro destaca também o impulso que o Metallica teve nos primórdios graças a Dave Mustaine, que foi tratado com o devido respeito. De como o moleque que colecionava discos e aficionado pela NWOBHM fez com que o Metallica estivesse à frente das demais bandas da época, reconhecimento feito pelos próprios músicos de bandas como Slayer, Exodus, Anthrax e até mesmo o Megadeth de Mustaine.

E quanto a James Hetfield, o livro narra como ele se transformou de um tímido e espinhento rapaz a um dos maiores frontmen da história, com o seu jeito peculiar de tocar guitarra e responsável por moldar a sonoridade do Thrash Metal (rótulo que negam terem sido os criadores).

Evidentemente que os pontos de destaques da obra são muitos: como o começo árduo em que quase faliram o casal Johny e Marsha Z, a vinda de Cliff Burton, o sucesso alcançado por “Master Of Puppets”, a traumática morte do amado baixista, a entrada e o “bullying” que fizeram para com Jason Newsted, o estouro mundial com o “Black Album”, a mudança de sonoridade com “Loud” e “Reloud”, o equivocado “St. Anger” e a volta redentora com “Death Magnetic”.

A publicação é um retrato contundente por não ser um registro autorizado “chapa branca”. Contém dezenas de entrevistas de pessoas próximas ou ligadas ao grupo. O livro de Wall enaltece as estratégias que levaram o Metallica ao topo, assim como as divergências entre Lars Ulrich e James Hetfield e a importância da Q Prime, empresa comandada por Peter Mensch e Cliff Burnstein, teve na história da banda.

Ao longo da leitura da biografia escrita por Wall, o leitor notará que o autor faz de tudo para comprovar que Cliff Burton, se estivesse vivo, teria aprovado por todas as mudanças que o Metallica fez ao longo dos anos, como o sucesso comercial do “Black Album” e as experimentações musicais de “Load” e “Reload”. Para isso, Mick tenta argumentar por meio de entrevistas antigas de Burton e depoimentos de pessoas mais próximas do saudoso baixista. Isso, em minha opinião, soa desnecessário. Outro aspecto que a obra deixa a desejar são as informações históricas que não batem ao longo das mais de 400 páginas, como as datas dos lançamentos dos álbuns, algo do gênero.

Apesar dos apontamentos acima, “Metallica: A Biografia” é uma boa referência para quem quer conhecer com afinco não apenas os fãs do Metallica e do Heavy Metal, mas também para quem quer aprender como funciona a indústria musical, além de propiciar dezenas de elementos que justificam o fato de o Metallica se transformar em uma das maiores bandas de Heavy Metal de todos os tempos.

A seguir, a ficha técnica da obra.

Livro: Metallica: A Biografia
Autor: Mick Wall
Editora: Globo
Lançamento: 2013
Edição:
Número de páginas: 488
Preço médio: R$ 29,00

Por Jorge Almeida

Chega ao Brasil livro que conta a história de Zlatan Ibrahimović

Reprodução: capa

Trazida ao país pela Realejo Livros, polêmica biografia tem mais de 1,5 milhões de cópias vendidas em 4 línguas e foi escrita por autor de continuação da trilogia Millenium

São Paulo, novembro de 2017 – Chega ao Brasil neste mês de dezembro o livro que conta a história pessoal e profissional de Zlatan Ibrahimovic, um dos mais importantes jogadores do futebol contemporâneo e o maior atacante e artilheiro da história da Suécia.

Com mais de 1,5 milhão de cópias vendidas em dezenas de países, trazido ao Brasil pela Realejo Livros, o livro conta a história do sueco, filho de pai bósnio, muçulmano e mãe croata, católica, que conseguiu superar o passado de pobreza e exclusão em um gueto de imigrantes na Suécia para se tornar um dos melhores e mais bem pagos atletas do mundo.

“Eu sou Zlatan” foi escrito pelo jornalista David Lagercrantz, reconhecido no mundo todo como o autor da continuação da trilogia Millenium, originalmente escrita pelo seu conterrâneo Stieg Larsson. Também é autor do best seller que conta a história do montanhista e aventureiro sueco Göran Kropp, “Ultimate High”.

Com tradução de Luciano Dutra, “Eu sou Zlatan” revela detalhes de como o jogador, ainda adolescente, quase abandonou o futebol para trabalhar no porto de Estocolmo – mas foi convencido pelo seu técnico a continuar. Também aborda temas como a falta de apoio da família e episódios de racismo que sofreu na Itália, entre outros.

Prefácio de Ronaldo Fenômeno
Famoso pela natureza impulsiva dentro de campo, o craque conta como isso o ajudou a superar desde a falta de suporte da família e a pressão de técnicos e cartolas sem abaixar a cabeça para ninguém. No livro, Ibrahimovic revela que só presta reverência a uma pessoa – o brasileiro Ronaldo Nazário, o fenômeno, considerado um dos maiores futebolistas de todos os tempos. “Se não fosse pelo Ronaldo, acho que teria me tornado um tipo completamente diferente de jogador”, confessa o astro da Suécia.

Justamente por isso, a edição brasileira da biografia traz prefácio exclusivo de Ronaldo, que responde: “Fico muito honrado em saber que servi de influência para um atleta do nível do Ibrahimović, que hoje influencia tantos outros jovens jogadores”.

Sinopse
Livro de maior sucesso na história moderna da Suécia, com mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos em mais de 20 países, a biografia de Zlatan Ibrahimovic, mais conhecido entre nós brasileiros como Ibra, vai muito além da mera descrição da carreira de um jogador de futebol famoso. Assim como costuma se portar dentro de campos, Ibra não disfarça suas intenções, nem esconde o que sente ao contar para o escritor David Lagercrantz tudo sobre sua vida pessoal e profissional. Revela-se por inteiro, sem filtro. Para quem admira o “Ibra”, este livro é um presente, pois revela detalhes surpreendentes da vida pessoal e da carreira desse astro do futebol. Mas para quem sonha um dia em se tornar um jogador de alto nível, a história de como o menino Zlatan conseguiu superar o passado de pobreza e exclusão em um gueto de imigrantes na Suécia para se tornar um dos melhores e mais bem pagos jogadores do mundo é um “manual de sobrevivência”, com dicas preciosas para não desanimar diante das dificuldades, nem aceitar passivamente regras impostas por técnicos ou dirigentes.

Ficha Técnica
Livro: Eu sou Zlatan Ibrahimovic
Autor: David Lagercrantz
Tradução: Luciano Dutra
Editora: Realejo Livros
Número de páginas: 464
Número ISBN: 978-85-9588-007-8
Preço de capa: R$ 59,90
Edição: 1ª edição

Sobre a Realejo Livros
A Realejo Livros, do livreiro José Luiz Tahan, nasceu como livraria em 2001, dentro da Universidade Católica de Santos. Em 2003, mudou-se para o espaço no coração do Gonzaga, bairro da cidade. O segundo capítulo dessa história teve início em 2006, quando José Luiz decidiu expandir seu trabalho, criando a Realejo Livros. No final de 2007 foi inaugurada a segunda loja, no Shopping Miramar, em Santos. Mais tarde, em 2009, inicia-se um novo capítulo na empresa com a estreia do festival internacional de literatura, o Tarrafa Literária. Com inspiração em Paraty e Passo Fundo, cidades que sediam outros grandes eventos literários, a Realejo criou um importante festival que já faz parte do circuito internacional das letras. Hoje em dia, a editora já conta com quase 100 títulos publicados.

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Por Maurício / Agência Lema