Exposição “Mens Rea: A Cartografia do Mistério” no Centro Cultural FIESP

Obra de Mac Adams em exibição no Centro Cultural FIESP. Créditos: divulgação

O Centro Cultural FIESP promove até o próximo dia 8 de julho, domingo, a exposição “Mens Rea: A Cartografia do Mistério”, que traz fotografias e uma instalação do artista norte-americano Mac Adams, um dos fundadores da Narrative Art, movimento artístico oriundo de Nova York na década de 1970.

As obras de Adams propiciam ao espectador criar narrativas e questionar a veracidade dos elementos, que transitam entre a realidade e a ficção. Além disso, a mostra contém 17 dípticos da série fotográfica “Mistérios”.

Com uma produção que depara as suas origens na rica tradição oral e escrita dos contos galês, nos romances de Arthur Conan Doyle, no cinema de Alfred Hitchcock, assim como no cinema noir, Mac Adams empreende o possível narrativo da fotografia e da instalação na composição e construção de cenas emblemáticas que nos induzem à fronteira das normas sociais.

Ao longo da mostra, o visitante é firmemente confrontado com dois instintos encantadores: o desejo de ver e as inquietações por ter visto. Aí reside a grandeza singular do universo artístico de Mac Adams.

SERVIÇO:
Exposição:
Mens Rea: A Cartografia do Mistério
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 08/07/2018; de terça a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

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Exposição “100 Anos de Arte Belga” no Centro Cultural FIESP

“Retrato de Claire Demolder”, de 1902, de Théo Van Rysselberghe. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural FIESP está com a exposição “100 Anos de Arte Belga” em cartaz até o próximo domingo, 10 de junho, e apresenta um panorama da pintura belga moderna através de cerca de 70 obras do acervo da Coleção Simon, desde o impressionismo de Emile Claus à abstração gestual de Louis Van Lint.

A seleção de obras exibidas no espaço é rica em variedade e mostra os atributos e os movimentos históricos da arte europeia, que vão desde o impressionismo, passando por um expressionismo singular, pelo surrealismo, construtivismo e abstracionismo, sem perder a autenticidade belga.

Os trabalhos exibidos incluem obras de 37 artistas, entre eles: Emile Claus, Pierre Alechinsky, Louis Van Lint, Jo Delahaut, Frits Van Den Berghe, Léon Spilliaert, James Ensor, René Magritte, Paul Delvaux, Constant Permeke e Pol Bury. Os trabalhos estão organizados pelos seguintes temas: “Vida e luz”, “Realidades Alternativas”, “Entre Engajamento e Escapismo”, “Da Natureza ao Poema Pictórico” e “No Rigor”.

Entre os destaques estão “Espelho (em 13 pedaços)” (1984), obra feita em madeira e aço inoxidável, de Pol Bury; “Casamento de Conveniência” (1927), um óleo sobre tela de Floris Jespers; “Retrato de Claire Demolder” (foto), um óleo sobre tela de 1902, de Théo van Rysselberghe; e “O Pequeno Carregador de Relíquias” (1897), uma escultura de bronze de George Minne.

Assim, a exposição revela sua profundeza e a constante busca pela originalidade.

SERVIÇO:
Exposição:
100 Anos de Arte Belga
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 10/06/2018; de terá a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Circonjecturas” no Centro Cultural FIESP

A obra interativa “Sorvete”, de Rafael Silveira. Foto: Isis Naura

O Centro Cultural FIESP está com a exposição “Circonjecturas” em cartaz até o próximo domingo, 6 de maio, e apresenta cerca de 40 obras, entre obras e instalações do artista Rafael Silveira, que mesclam tatuagem, botânica, circo e publicidade da década de 1950 e propõe o visitante a entrar em um ambiente surreal e pop.

O visitante poderá entrar e interagir com algumas obras e conferir a paisagem gráfica que ocupa parte do espaço expositivo. A mostra do artista paranaense é uma grande instalação imersiva e propicia o público a caminhar por diversos ambientes, em que a iluminação, a sonorização e as obras são montadas de estilo a criar um experimento onírico e incorpóreo.

No espaço expositivo são exibidos objetos cinéticos, molduras que se transformam em esculturas, bordados-objetos, além de pinturas e desenhos. Quando os visitantes assentam na obra “Sorvete” (foto), eles mesmos se transformam na imagem que compõe a escultura: uma espécie de sofá feito em tecido que representa um sorvete derretido.

Além da obra citada, vale a pena conferir obras como “Carne e Osso” (2017), um óleo sobre escultura em madeira; “O Gabinete Político” (2012), obra em técnica mista; e “O Mergulho” (2017), um óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição: Circonjecturas
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 06/05/2018; de terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “São Paulo, Sinfonia de Uma Metrópole” no Centro Cultural FIESP

Viaduto do Chá na década de 1940 captado pelas lentes de Theodor Preising. Créditos: divulgação

Para celebrar os 464 anos da cidade de São Paulo, completados no último dia 25 de janeiro, o Centro Cultural FIESP promove até o próximo domingo, 25 de março, a exposição “São Paulo, Sinfonia de Uma Metrópole”, que traz cerca de 60 imagens em preto e branco da capital paulista captadas entre 1925 e 1940 pelo fotógrafo alemão Theodor Preising (1883-1962).

Alemão da cidade de Hildesheim, Theodor Preising nasceu em 1883 e foi fotógrafo nas linhas de frente de combate da Primeira Guerra Social. Diante das circunstâncias da guerra e da dificultosa situação econômica de seu país no pós-guerra, Theodor tomou a decisão primordial de emigrar. Em 1920, foi para a Argentina com o objetivo de fixar residência, mas, insatisfeito, foi morar no Brasil três anos mais tarde: primeiro no Guarujá, litoral paulista, e, posteriormente, a cidade de São Paulo, onde montou o seu laboratório. Em 1924, já instalado na capital paulista, passou a produzir cartões postais e álbuns de diversas cidades do Brasil, atividade até então inovadora, e que foi primordial para a distribuição (e divulgação) do país mundo afora.

Considerado um dos pioneiros e mais relevantes fotógrafos a registrar o cenário brasileiro, Preising documentou ordenadamente toda a amplitude do projeto de modernização daquela que se tornaria a maior metrópole da América do Sul, a instalação do parque industrial, a verticalização do centro histórico e o crescimento populacional motivado pelos movimentos de imigração.

Radicado no Brasil, Theodor Preising registrou com suas lentes a chegada de imigrantes ao Porto de Santos, os banhistas no litoral paulista, as hospedarias paulistanas, o Carnaval de rua dos anos 1930, o lazer sediado no Sport Club Germânia (atual Clube Pinheiros), assim como os importantes eventos esportivos da época, como a inauguração do Estádio do Pacaembu, as corridas de carro no Hipódromo e na Avenida Brasil, evidentemente antes do surgimento do Autódromo de Interlagos, além dos tradicionais pontos do Centro, como o Viaduto do Chá (foto), por exemplo.

Completam a mostra revistas e cartões postais do período, e ainda trechos do filme homônimo, de 1929, que inspirou o título da exposição, de Adalberto Kemeny e Rodolpho Rex Lusting.

SERVIÇO:
Exposição:
São Paulo, Sinfonia de Uma Metrópole
Onde: Centro Cultural FIESP – Galeria de Fotos do SESI-SP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 25/03/2018; diariamente, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Retratos – Diálogos da Identidade” no Centro Cultural FIESP

fotografia de Martin Parr do lado de fora do Camp Nou, em Barcelona. Créditos: divulgação

O Centro Cultural FIESP promove até o próximo dia 27 de dezembro a exposição “Retratos – Diálogos da Identidade”, que reúne cerca de 100 fotografias do acervo da agência Magnun. Celebridades e anônimos foram captados pelas lentes de ilustres fotógrafos.

No mundo da fotografia, o retrato é a espécie que predomina até hoje e tem sido reconfigurado desde a invenção deste meio de comunicação em 1839. E, no espaço do Centro Cultural FIESP, o público poderá conferir por meio dos registros de consagrados nomes do meio, como Bruce Gilden, Elliott Erwitt, Martin Parr, Paolo Pellegrin, Philippe Halsman e Steve McCurry, cada um com seus estilos, métodos e tecnologias vigentes ajudaram a contribuir para as múltiplas expressões de identidade que o retrato propicia.

Este grupo de artistas dialoga com uma série de elementos que descrevem o indivíduo e explica porque, desde o seu surgimento, a fotografia é um fenômeno de massa.

Na exposição, são exibidas imagens das ruas de Nova Iorque feitas por Bruce Gilden. Enquanto isso, Elliott Erwitt cultiva fotos de famílias. Já Martin Parr apresenta seus autorretratos. Paolo Pellegrin exibe imagens de celebridades do cinema como Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Penélope Cruz, entre outros. Philippe Halsman apresenta o seu famoso ensaio Jump, que contém fotos de nomes como Grace Kelly, Jerry Lewis, Marilyn Monroe, Muhammad Ali e Salvador Dali. E Steve McCurry traz as suas famosas imagens coloridas na Ásia.

Em meio aos destaques estão “Mulher Andando na 5ª Avenida, Nova York” (1992), de Bruce Gilden; “Garota Vestindo um Casaco Chinês, Shigatse, Tibete” (2001), de Steve McCurry; e “Fora do Estádio Camp Nou, Barcelona” (foto), de 2012, de Martin Parr.

Além das fotografias, a mostra exibe três exemplares de livros de fotografias e um vídeo que traz o nome da exposição, que contém oito minutos de duração.

SERVIÇO:
Exposição: Retratos – Diálogos da Identidade
Onde: Centro Cultural FIESP – Galeria de Fotos do SESI-SP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 27/12/2017; diariamente, das 10h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Cia LaMínima faz últimas apresentações do espetáculo Pagliacci

Cena de Pagliacci. Foto de Paulo Barbuto

Depois de uma temporada de sucesso de crítica e público, termina no próximo dia 02 de julho de 2017 a temporada do espetáculo Pagliacci, da LaMínima Cia de Teatro. Baseado na obra de Ruggero Leoncavallo, com direção artística de Chico Pelúcio e texto de Luís Alberto de Abreu, os atores Alexandre Roit, Carla Candiotto, Fernando Sampaio, Fernando Paz, Filipe Bregantim e Keila Bueno dão um ‘até breve’ para os personagens vividos na história de Pagliacci, uma trupe de palhaços com suas histórias de ciúme, traições e vilanias. O espetáculo faz parte do projeto LaMinima 20 anos que tem a realização do Sesi São Paulo e contou com várias ações para a comemoração dos 20 anos da cia.  A concepção do projeto é de Domingos Montagner e Fernando Sampaio.

O espetáculo, dirigido por Chico Pelúcio e escrito por Luís Alberto de Abreu, coloca em cena os personagens Canio (Alexandre Roit), chefe da companhia de saltimbancos e Nedda (Keila Bueno),  esposa de Canio e foco do amor de Silvio (Fernando Sampaio), ator da companhia circense. Tonio (Filipe Bregantim), com sua índole questionável, namora a sedutora e voluptuosa Strompa (Carla Candiotto) e Peppe (Fernando Paz) é o dramaturgo da companhia, o bufão.

Pagliacci é, originalmente, uma ópera em dois atos, com música e libreto compostos por Ruggero Leoncavallo e representada pela primeira vez no Teatro dal Verme de Milão, em 21 de maio de 1892. Obra mundialmente conhecida, é um melodrama de um amor fracassado e traído envolvendo atores de uma companhia circense.

Nessa estreia do LaMínima, da ópera de Leoncavallo há apenas o título e os personagens. Para Abreu, autor desse texto escrito ineditamente para o grupo, a questão era beber na fonte do “[mote original] sério, pesado, melodramático e prisioneiro da moral do século XIX” e buscar os elementos da dramaturgia “na própria linguagem teatral e circense: a narrativa, a farsa, o melodrama, o metateatro, a eliminação da linearidade, tão característica da linguagem circense e do teatro de variedades”.

O diretor Chico Pelúcio considera que essa montagem, aliada à sólida linguagem teatral construída pelo LaMínima, será um “encontro dos primórdios da encenação do I Pagliacci, no tempo em que a ópera era apresentada para grandes públicos, populares em sua maioria, que encontravam ali uma comunicação forte, direta e reveladora. As óperas não eram para elites mas para a grande população”. E complementa que, “entrelaçar o circo, a música, a palhaçaria e a adaptação do dramaturgo Luís Alberto de Abreu, em uma obra, permitirá pesquisar um Brasil que transforma antropofagicamente suas influências”.

Histórico do grupo
O Grupo La Mínima, criado em 1997, é uma dupla de palhaços, com origem circense cujo princípio é pesquisar o repertório clássico do palhaço, adaptá-lo e aplicá-lo a diversos suportes dramatúrgicos.

O palhaço está nas ruas e nas feiras, nos parques de diversão, nas histórias em quadrinhos, no cinema mudo ou falado, nos espetáculos de variedades e nos textos clássicos. O palhaço vai existir sempre. Ele nos possibilita perceber limites, diferenças e semelhanças através de um universo fantasioso, mas não menos objetivo. É ele que nos permite rir de nós mesmos. De Homero a Bocaccio, de Carlitos a Oscarito, de Leonardo da Vinci a Laerte, a humanidade há pelo menos 28 séculos registra o humor e ri dela mesma.

Os 20 anos do LaMínima
O ano de 2016 já deixava vislumbrar, para os atores do LaMínima, que as duas décadas de estrada poderiam ser comemoradas no ano seguinte com uma estreia acalentada há tempos por Domingos Montagner e Fernando Sampaio, seu parceiro de grupo: Pagliacci. Em uma sinopse escrita no ano passado por Domingos para apresentar o projeto LaMínima 20 anos, seu texto acabava com a  palavra “generosidade” para conceituar a arte do palhaço, “ (…) uma arte exigente, que pede vocabulário e apuro técnico dos seus intérpretes, anos de prática, um profundo conhecimento da alma humana e acima de tudo, generosidade”.

É essa generosidade que permeia os 14 trabalhos estreados pela companhia até hoje e se materializa ao dar a chance ao público de fruir uma nova estreia teatral, uma exposição com fotos, figurinos e objetos e fazer circular pela cidade de São Paulo seis espetáculos de seu repertório.

Ficha Técnica
Concepção: Domingos Montagner e Fernando Sampaio/ Texto e adaptação: Luís Alberto de Abreu/ Direção: Chico Pelúcio/ Diretor assistente: Fabio Caniatto/ Direção musical e música original: Marcelo Pellegrini/ Elenco: Alexandre Roit (Canio), Carla Candiotto (Strompa), Fernando Paz (Peppe), Fernando Sampaio (Silvio), Filipe Bregantim (Tonio) e Keila Bueno (Nedda)/ Iluminação: Wagner Freire/ Cenografia: Marcio Medina e Maristela Tetzlaf/ Figurino: Inês Sacay/ Adereços: Cecília Meyer/ Visagismo: Simone Batata/ Pintura artística dos telões: Fernando Monteiro de Barros/ Assistente de pintura: Jonathas Souza Braga/ Costureiras: Benê Calistro, Célia Calistro e Cidinha Calistro/ Direção de Produção: Luciana Lima/ Produção executiva: Priscila Cha/ Administração: José Maria (Nia Teatro)/ Assistência de produção e de administração: Chai Rodrigues/ Assistência de produção: Karen Furbino/ Assessoria de imprensa: Márcia Marques (Canal Aberto)/ Programação visual: Sato Brasil  e Murilo Thaveira (Casa Da Lapa)/ Fotos: Carlos Gueller e Paulo Barbuto/ Supervisão geral: Fernando Sampaio e Luciana Lima.

Ficha Técnica Musical
Música originalmente composta e arranjada por Marcelo Pellegrini/ Produção musical: Surdina/ Músicos: Gabriel Levy (Acordeon), Luiz Amato (Violino), Adriana Holtz (Violoncelo), Maria Beraldo Bastos (Clarinete), Rubinho Antunes (Trompete), Paulo Malheiros (Trombone), Tuto Ferraz (Bateria), Pedro Pastoriz (Banjo), Ronem Altman (Bandolim) e Leonardo Mendes (Guitarra)/ Projeto de sonorização: Bruno Pinho/ Músicas incidentais adicionais: “Intermezzo” e “Vesti la Giubba” da ópera “Pagliacci” (Rugero Leoncavallo), “Preludio – Ato I” da ópera “La Traviata” (G. Verdi), “Coro di zingari” da ópera “II Trovatore” (G. Verdi), “Preludio – Ato I” da ópera “Carmen” (G. Bizet), “Valsa – Ato I” de “Coppélia” (L. Delibes) e “Minha Vontade” (Chatim)/ Alexandre Roit (Flauta, Trombone, Piano de Garrafa e Percussão), Carla Candiotto (Acordeon e Percussão), Fernando Paz (Serrote, Trompete e Acordeon), Fernando Sampaio (Sousafone, Concertina, Piano de Garrafa, Teclado de Buzina e Percussão), Filipe Bregantim (Saxofone, Piano de Garrafa e Percussão) e Keila Bueno (Voz e Percussão)

Serviço
Pagliacci
Até 2 de julho de 2017
Datas e horários: quinta à sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 80 Minutos
Local: Teatro do SESI-SP, Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Grátis. As reservas antecipadas de ingressos podem ser realizadas on-line pelo sistema Meu Sesi (www.sesisp.org.br/meu-sesi). Os ingressos remanescentes serão distribuídos nos dias do espetáculo, conforme horário de funcionamento da bilheteria (quarta a sábado, das 13h às 20h30, e aos domingos, das 11h às 19h30).
Mais informações em http://www.centroculturalfiesp.com.br.

Assessoria de Imprensa Sesi-SP | http://www.sesisp.org.br/cultura/
Raisa Scandovieri: raisa.scandovieri@fiesp.com.br
Telefone: (11) 3549-4846

Informações à imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques | Daniele Valério
Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425
Email: marcia@canalaberto.com.br | http://www.canalaberto.com.br

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Exposição “Henri Cartier-Bresson, Primeiras Fotografias” no Centro Cultural FIESP

Registro de Henri Cartier-Bresson feito em Madri, em 1933. Créditos: divulgação

O Centro Cultural FIESP realiza até o próximo domingo, 25 de junho, a exposição “Henri Cartier-Bresson, Primeiras Fotografias”, que exibe 58 imagens feitas pelo renomado fotógrafo francês (1908-2004) em seus primeiros anos de carreira. Além de fotografias, a mostra apresenta também convites e livros relacionados ao mais influente fotógrafo do século XX.

No auge de seus 24 anos, em 1932, Henri Cartier-Bresson adquiriu a câmera Leica, em Marselha, da qual nunca se separou e fez dela praticamente um complemento de seus olhos e deixando o status de interesse casual pela fotografia em amor pela arte de fotografar. Três anos depois, ele originou uma das mais autênticas e importantes narrativas visuais da história da fotografia.

Composta por fotos clássicas e algumas inéditas, a mostra apresenta o caminho percorrido por Bresson em viagens pela Espanha, México, França e Itália. Essas andanças por esses países foi em busca do chamado “Momento Decisivo”, conceito originalmente publicado no livro “Images à la Sauvette” (1952).

Em meio aos destaques estão uma imagem do escritor francês Andre Pieyre de Mandiargues, de 1933, na Itália; um registro feito no mesmo ano em Madri, na Espanha (foto); e um documentário em preto e branco mudo intitulado “Henri Cartier-Bresson – Fotografando o Ano Novo Chinês”, gravado em Nova York em 1959, com 1’40” de duração.

SERVIÇO:
Exposição:
Henri Cartier-Bresson, Primeiras Fotografias
Onde: Centro Cultural FIESP – Avenida Paulista, 1313 – Cerqueira César
Quando: até 25/06/2017; segunda-feira, das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida