Exposição “MáriOswald – 100 Anos de Uma Amizade” no Centro Cultural São Paulo

Retrato de Mário de Andrade em exposição no CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) exibe até o próximo domingo, 20 de agosto, a exposição “MáriOswald – 100 Anos de Uma Amizade”, que faz parte de uma programação especial que homenageia dois ícones da cultura brasileiro: Mário de Andrade e Oswald de Andrade. São exibidos fotografias, pinturas, vídeo, livros, recortes e documentos.

O encontro dos dois, em 1917, culminou no que se tornaria na revolucionária “Semana de Arte Moderna de 22”, em que a cidade de São Paulo foi o território do tentame modernista e repositório desse residual simbólico.

A exposição enaltece, através de obras e documentos, o ‘reforço milionário’ de Mário e Oswald, com os materiais oriundos dos acervos da Secretaria Municipal de Cultura – como a Coleção Arquivo Multimeios, Coleção de Arte da Cidade e Acervo Histórico Oneyda Alvarenga, sob guarda do CCSP.

A exposição apresenta, entre outras obras, a série de desenhos originais de Tarsila do Amaral para o livro Pau Brasil (1925), de Oswald de Andrade, publicações como revista Klaxon, objetos e documentos da Missão de Pesquisas Folclóricas (1938) – empreitada arquitetada e organizada por Mário de Andrade no período em que ele esteve à frente do Departamento de Cultura de São Paulo – e expõe, através de fotografias, audiovisual e impressos, a estabilidade de suas ideias e a potência de suas obras enquanto norte para demais linguagens artísticas, como “O Rei da Vela”, peça de Oswald de Andrade, sob direção de José Celso Martinez, 1967, e “Macunaíma”, adaptação da obra de Mário de Andrade para o teatro, sob direção de Antunes Filho, 1977.

Entre os destaques estão “Mário de Andrade” (1945), uma escultura de gesso de Bruno Giorgi; “Cartaz do Espetáculo Macunaíma, 1979, Teatro São Pedro, São Paulo (SP)”, com direção de Antunes Filho; “Mário de Andrade” (1939), um óleo sobre tela de Flávio de Carvalho; “Retrato de Oswald de Andrade”, sem data, um nanquim e grafite sobre papel de Emiliano Di Cavalcanti; e o documentário “Mário de Andrade e a Missão de Pesquisas Folclóricas” (1997-2004).

SERVIÇO:
Exposição: MáriOswald – 100 Anos de Uma Amizade
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 20/08/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “TOHOKU – Através do Olhar dos Fotógrafos Japoneses” no CCSP

Fotografia de Masaru Tatsuki em exibição no Centro Cultural São Paulo. Créditos: divulgação

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) promove até a próxima quarta-feira, 12 de julho, a exposição “TOHOKU – Através do Olhar dos Fotógrafos Japoneses” que reúne cerca de 120 registros fotográficos de Tohoku, região do arquipélago japonês dividida em seis províncias: Akita, Aomori, Fukushima, Iwate, Miyagi e Yamagata.

Situado ao nordeste de Honshu, a maior ilha do arquipélago japonês, Tohoku, apesar de ter um clima bastante frio, é privilegiado de ambiente natural de beleza, em que mares, montanhas, florestas e rios são abundantes, e é o centro da cultura Jomon, que foi um dos primeiros povos a habitar o Japão, isso em torno de 15 e 30 mil anos atrás.

Em março de 2011 a região foi notícia no mundo inteiro por conta de um abalo sísmico de magnitude 9.0 que assolou o Japão, onde as imediações de Tohoku foi uma das mais afetadas, deixando cerca de 20 mil pessoas mortas ou desaparecidas. Em seguida, ainda veio outra catástrofe: o acidente nuclear na Usina Nuclear de Fukushima.

A mostra vai além das lembranças da catástrofe e, por meio das lentes de nove fotógrafos e de um grupo de fotógrafos, apresenta ao público belíssimas paisagens naturais e importantes registros da herança da cultura Jomon.

As fotografias tiradas na década de 1940 estão ao lado de registros recentes para, dessa forma, mostrar as perspectivas pessoais dos fotógrafos, que representam passado, presente e o futuro, depositando aspectos encantadores de Tohoku para o mundo.

Entre os destaques estão as oito lambda Print com cerca de 160 fotografias em tamanhos reduzidos do Sendai Collection, grupo de fotógrafos que vive em Sendai; “(Prunus sargentu) in the Mist” (2010), de Meiki Lin; e “Female Dancers At The Tachinepula Festival August 2010, Goshogawara, Aomori” (foto), de Masaru Tatsuki.

SERVIÇO:
Exposição:
TOHOKU – Através do Olhar dos Fotógrafos Japoneses
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/07/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

FOME.DOC é o novo espetáculo da Kiwi Companhia de Teatro

Cena de Fome.doc. Foto: Filipe Vianna

Com roteiro e direção geral de Fernando Kinas, a Kiwi Companhia de Teatro apresenta seu novo espetáculo, Fome.doc, a partir de 14 de julho de 2017, no Centro Cultural São Paulo (R. Vergueiro, 1000, São Paulo, SP). A temporada vai até 20 de agosto e tem apoio da Lei de Fomento para a cidade de São Paulo.

Fome.doc é um trabalho cênico inspirado nas técnicas e princípios do teatro documentário que discute, sob diferentes ângulos, a fome no mundo. Da fisiologia humana à Glauber Rocha, de Oscar Wilde à João Cabral, da Palestina ao Sudão do Sul, de Beethoven ao rock, do agronegócio ao MST, a montagem apresenta um panorama de processos sociais que revelam a desumanização no mundo da mercadoria. Para assim vislumbrar o seu possível contrário.

Encenação e projeto

Alguns acontecimentos são capazes de redefinir a experiência humana. A densidade e a violência a eles relacionados marcam de forma definitiva a história. Quatro destes acontecimentos compõem a coluna vertebral da montagem: o extermínio de indígenas no continente americano, os três séculos e meio de escravidão no Brasil, o holocausto judeu na Europa e as novas formas de colonialismo no Oriente Médio, América Latina e África. Associados a eles, discutimos diversos aspectos relacionados à terra e a produção de alimentos (soberania alimentar, agroecologia, concentração fundiária, agronegócio), além de alargar a discussão para o campo poético através de referências à obra de Franz Kafka, Shakespeare, Beethoven, João Cabral de Melo Neto, Mahmud Darwich, Graciliano Ramos e Carolina Maria de Jesus, entre outros. Um rico material iconográfico e audiovisual foi pesquisado e incorporado através de releituras, recriações e recontextualizações.

O trabalho, portanto, é marcado tanto pelo signo da mais brutal das violências, aquela que subtrai o indispensável à sobrevivência, quanto pela necessidade de dar sentido à vida. Assim, ao documentar a fome – inspirado pelas contribuições históricas e contemporâneas do teatro documentário – o projeto apresenta perspectivas e formas diversas. Trata-se da fome que extermina – e o século 21 continua fornecendo muitos exemplos -, e também da fome que, diante das misérias, aponta para a luta por dignidade, beleza, verdade e justiça. As estratégias cênicas, que incluem música ao vivo e uma curta exibição de imagens, vão do registro claramente narrativo à insinuação dramática, passando pela farsa e pelo burlesco.

Sobre alguns autores e autoras utilizados em FOME.DOC

A pesquisa empreendida pela Kiwi Companhia de Teatro em Fome.doc compreende a leitura de autores e autoras das mais diversas nacionalidades e vertentes. Um dos escritores sobre o qual o grupo se debruçou foi o frade dominicano Bartolomé de las Casas, que registrou em 1542 (a primeira publicação data de 1552) uma das mais contundentes denúncias sobre as violências cometidas pelos conquistadores europeus contra os indígenas do chamado novo mundo. Brevíssima relação da destruição das Índias é, ainda hoje, um documento incontornável para compreender o processo de invasão e colonização das Américas.

Outro autor importante nesse processo de investigação foi o escritor italiano Primo Levi (1919-1989), sobrevivente de Auschwitz, que publicou em 1947 um dos mais importantes relatos sobre a vida nos campos de concentração e o extermínio de judeus, o livro É isto um homem?. A obra é também uma reflexão poética e filosófica sobre a desumanização e a sobrevivência em situações extremas. Poucos anos depois, em 1950, o martiniquês Aimé Césaire (1913-2008) publicou Discurso sobre o colonialismo. No texto, o escritor denuncia a violência europeia que se escondia sob o manto da “civilização ocidental”.

Do mesmo modo, fizeram parte do material de trabalho, textos da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus (1914-1977), conhecida internacionalmente pela obra Quarto de despejo – Diário de uma favelada (publicada em 1960), e do poeta Mahmud Darwich, morto em 2008, considerado o poeta nacional da Palestina.

Vários outros autores e autoras serviram de inspiração direta para a montagem, entre eles: Franz Kafka (Um artista da fome), William Shakespeare (prefácio de Henrique V), João Cabral de Melo Neto (poemas de O cão sem plumas).

Também serviu como material dramatúrgico para a montagem as “Novas Cartas Políticas de Erasmo”, missivas endereçadas ao imperador Pedro II e publicadas anonimamente na imprensa carioca na década de 1860. O autor era José de Alencar, conhecido romancista que defendia posições a favor da manutenção da escravidão no Brasil.

Ficha Técnica
Roteiro e direção geral: Fernando Kinas
Elenco: Fernanda Azevedo e Renan Rovida
Direção e execução musical: Eduardo Contrera
Iluminação: Aline Santini
Cenário: Márcia Moon
Figurino: Madalena Machado
Assistência e operação de luz e som: Clébio Souza (Dedê)
Edição de imagens: Luiz Gustavo Cruz
Confecção de marionetes: Celso Ohi
Preparação vocal: Roberto Moura
Vozes gravadas: Marilza Batista e Félix Sánchez
Programação visual: Camila Lisboa (Casa 36)
Fotografia: Filipe Vianna
Cenotécnico: Lázaro Batista Ferreira
Produção: Luiz Nunes e Daniela Embón
Divulgação: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Realização: Kiwi Companhia de Teatro

SERVIÇO
De 14 de julho a 20 de agosto de 2017
Sextas e sábados 21h e domingos 20h
CCSP (Centro Cultural São Paulo) – Espaço Missão
Lotação: 90 lugares
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Ingressos: 10,00 (inteira) e 5,00 (meia)
Telefone: (11) 3397-4002
Duração: 130 min
Classificação: 14 anos

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Email: canal.aberto@uol.com.br
Márcia Marques – Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425 | marcia@canalaberto.com.br
Daniele Valério – Celulares: 11 9 6705 0425 | 9 8435 6614 | daniele@canalaberto.com.br

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Exposição “Great People Of Britain. É Brit, É Pop, É Cult, É Great!” no CCSP

Exposição celebra as grandes personalidades pop britânicas no CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) apresenta até o próximo domingo, 18 de junho, a exposição “Great People Of Britain. É Brit, É Pop, É Cult, É Great!”, que homenageia os grandes nomes da cultura britânica.

A mostra, que é interativa, está organizada em quatro eixos temáticos: Cultura jovem e fenômenos midiáticos, Humor e crítica social, Arte, transgressão e diversidade e Ficção, tecnologia e evolução.

Entre os itens em destaque, está a “Bikebook”, uma bicicleta móvel que roda pela cidade nos dias de itinerância com obras de autores britânicos em destaque na mostra.

A mostra faz parte da programação de artes visuais do 21º Cultura Inglesa Festival, que acontece entre os dias 28 de maio e 18 de junho em alguns pontos da cidade de São Paulo e com diversas atividades.

SERVIÇO:
Exposição:
Great People Of Britain: É Brit, É Pop, É Cult, É Great!
Onde: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 18/06/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Pere Casaldàliga Profissão: Esperança” no Centro Cultural São Paulo

Uma das imagens de Joan Guerrero em exibição no CCSP. Créditos: divulgação

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) realiza até o próximo domingo, 30 de abril, a exposição “Pere Casaldàliga Profissão: Esperança”, que exibe cerca de 50 registros do fotógrafo catalão Joan Guerrero relacionadas à vida e obra do bispo Dom Pedro Casadàliga i Pia, radicado no Brasil desde 1968.

A mostra tem como intuito divulgar a atuação do religioso catalão em prol de comunidades menos favorecidas, especialmente os indígenas, por meio das imagens de Guerrero e dos textos retirados dos seus poemas, crônicas, cartas e textos pastorais.

As imagens documentais de Joan registra o universo de Dom Pedro (como o bispo é chamado no Brasil), sempre relacionado às causas dos mais necessitados e à paisagem de água e areia, que delineia o rio Araguaia, bacia hidrográfica que é primordial na vida dos habitantes do município São Félix do Araguaia (MT).

SERVIÇO:
Exposição:
Pere Casaldàliga Profissão: Esperança
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 30/04/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Atlas Abstrato” no Centro Cultural São Paulo

A obra "Céu de Janeiro (SP, Lat. 23"39'), de Thereza Salazar, exposta no CCSP. Foto: Jorge Almeida
A obra “Céu de Janeiro (SP, Lat. 23″39′), de Thereza Salazar, exposta no CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural de São Paulo está com a mostra “Atlas Abstrata” em cartaz até o próximo dia 12 de março e apresenta cerca de 120 obras que propõem atualizar a leitura crítica das linguagens abstratas da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo e pesquisar como os artistas se adequam das diversas formas abstratas já inventadas nos últimos cem anos. O projeto, de Juliana Monachesi, foi selecionado pelo Edital Programa de Exposições.

Os trabalhos estão agrupados em cinco “mapas”: “Constelação”, “Ornamento Maquínico”, “Muros e Métricas”, “Território Telúrico” e “Tramas”. Sendo que o projeto sugere um diálogo de forma não cronológica e não linear com os trabalhos de cerca de 60 artistas integrantes do acervo da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo.

Ou seja, o propósito da curadoria é investigar a forma que os artistas se apropriam das diferentes formas abstratas já catalogadas ao longo de um século abstrato e como se reinterpretam, tencionam, remixam e homenageiam para, assim, apostar na abordargem de criar diferentes cosmogonias e nas diversas formas de como os artistas mobilizam o imaginário abstrato.

Em meio aos destaques estão “Céu de Janeiro (SP, Lat. 23”39’)” (foto), uma obra de tinta automotiva e plotter sobre madeira, de Thereza Salazar; e uma obra “sem título” e “sem data”, de Roberto Nicola, criada em tapeçaria em lã.

SERVIÇO:
Exposição:
Atlas Abstrato
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/03/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Nervo Óptico – 40 Anos” no Centro Cultural São Paulo

A obra "Golpe de Vista no Rio de Janeiro", fotografia de 1976, de Telmo Lanes, em exibição no CCSP. Créditos: divulgação
A obra “Golpe de Vista no Rio de Janeiro”, fotografia de 1976, de Telmo Lanes, em exibição no CCSP. Créditos: divulgação

O Centro Cultural de São Paulo promove até o próximo dia 12 de março a mostra “Nervo Óptico – 40 Anos”, que traz cerca de 40 obras que celebra o aniversário do grupo de artistas gaúchos que acreditou no uso da fotografia experimental, nos anos 1970, para criar obras conceituais e irônicas, como estratégica discursiva, crítica e poética. A mostra faz parte da programação da III Mostra do Programa de Exposições 2016, do CCSP.

O grupo era formado por Carlos Asp, Carlos paquetti, Clóvis Dariano, Mara Alvares, Vera Chaves Barcellos e Telmo Lanes para designar a periódico em forma de cartazete, impressa em “off-set”, em 13 edições mensais, lançadas gratuitamente, no Brasil e no exterior – aos moldes de arte postal – entre abril de 1977 e setembro de 1978, com tiragens de dois mil  exemplares, bancados com recursos próprios ou patrocínios pontuais.

Descritos por seus idealizadores como uma “publicação aberta a novas poéticas visuais”, o Nervo Óptico arremetia na tipografia, fazendo estilo da fotografia como linguagem fundamental. Cada edição do cartazete apresentou um trabalho desenvolvido notadamente por um artista integrante do grupo idealizador ou convidado;

A exposição aborda desde o lançamento do texto “Manifesto” em dezembro de 1976, durante a exposição Atividades Continuadas, passando pelo cartazete e vai até as exposições de 1978, quando o grupo se desfez.

A mostra traz também trabalhos anteriores ao surgimento do grupo, como “Triancantho” (1975), série fotográfica premiada no Salão de Artes Visuais da UFRGS, assim como os trabalhos refeitos posteriormente. Todavia, vale ressaltar que os trabalhos estão organizados por critérios temáticos e conceituais, e não cronológicos.

Entre os destaques está “Golpe de Vista no Rio de Janeiro” (foto), fotografia de 1976, de Telmo Lanes.

SERVIÇO:
Exposição:
Nervo Óptico – 40 Anos
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/03/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida