Exposição “Great People Of Britain. É Brit, É Pop, É Cult, É Great!” no CCSP

Exposição celebra as grandes personalidades pop britânicas no CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) apresenta até o próximo domingo, 18 de junho, a exposição “Great People Of Britain. É Brit, É Pop, É Cult, É Great!”, que homenageia os grandes nomes da cultura britânica.

A mostra, que é interativa, está organizada em quatro eixos temáticos: Cultura jovem e fenômenos midiáticos, Humor e crítica social, Arte, transgressão e diversidade e Ficção, tecnologia e evolução.

Entre os itens em destaque, está a “Bikebook”, uma bicicleta móvel que roda pela cidade nos dias de itinerância com obras de autores britânicos em destaque na mostra.

A mostra faz parte da programação de artes visuais do 21º Cultura Inglesa Festival, que acontece entre os dias 28 de maio e 18 de junho em alguns pontos da cidade de São Paulo e com diversas atividades.

SERVIÇO:
Exposição:
Great People Of Britain: É Brit, É Pop, É Cult, É Great!
Onde: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 18/06/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Pere Casaldàliga Profissão: Esperança” no Centro Cultural São Paulo

Uma das imagens de Joan Guerrero em exibição no CCSP. Créditos: divulgação

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) realiza até o próximo domingo, 30 de abril, a exposição “Pere Casaldàliga Profissão: Esperança”, que exibe cerca de 50 registros do fotógrafo catalão Joan Guerrero relacionadas à vida e obra do bispo Dom Pedro Casadàliga i Pia, radicado no Brasil desde 1968.

A mostra tem como intuito divulgar a atuação do religioso catalão em prol de comunidades menos favorecidas, especialmente os indígenas, por meio das imagens de Guerrero e dos textos retirados dos seus poemas, crônicas, cartas e textos pastorais.

As imagens documentais de Joan registra o universo de Dom Pedro (como o bispo é chamado no Brasil), sempre relacionado às causas dos mais necessitados e à paisagem de água e areia, que delineia o rio Araguaia, bacia hidrográfica que é primordial na vida dos habitantes do município São Félix do Araguaia (MT).

SERVIÇO:
Exposição:
Pere Casaldàliga Profissão: Esperança
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 30/04/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Atlas Abstrato” no Centro Cultural São Paulo

A obra "Céu de Janeiro (SP, Lat. 23"39'), de Thereza Salazar, exposta no CCSP. Foto: Jorge Almeida
A obra “Céu de Janeiro (SP, Lat. 23″39′), de Thereza Salazar, exposta no CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural de São Paulo está com a mostra “Atlas Abstrata” em cartaz até o próximo dia 12 de março e apresenta cerca de 120 obras que propõem atualizar a leitura crítica das linguagens abstratas da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo e pesquisar como os artistas se adequam das diversas formas abstratas já inventadas nos últimos cem anos. O projeto, de Juliana Monachesi, foi selecionado pelo Edital Programa de Exposições.

Os trabalhos estão agrupados em cinco “mapas”: “Constelação”, “Ornamento Maquínico”, “Muros e Métricas”, “Território Telúrico” e “Tramas”. Sendo que o projeto sugere um diálogo de forma não cronológica e não linear com os trabalhos de cerca de 60 artistas integrantes do acervo da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo.

Ou seja, o propósito da curadoria é investigar a forma que os artistas se apropriam das diferentes formas abstratas já catalogadas ao longo de um século abstrato e como se reinterpretam, tencionam, remixam e homenageiam para, assim, apostar na abordargem de criar diferentes cosmogonias e nas diversas formas de como os artistas mobilizam o imaginário abstrato.

Em meio aos destaques estão “Céu de Janeiro (SP, Lat. 23”39’)” (foto), uma obra de tinta automotiva e plotter sobre madeira, de Thereza Salazar; e uma obra “sem título” e “sem data”, de Roberto Nicola, criada em tapeçaria em lã.

SERVIÇO:
Exposição:
Atlas Abstrato
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/03/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Nervo Óptico – 40 Anos” no Centro Cultural São Paulo

A obra "Golpe de Vista no Rio de Janeiro", fotografia de 1976, de Telmo Lanes, em exibição no CCSP. Créditos: divulgação
A obra “Golpe de Vista no Rio de Janeiro”, fotografia de 1976, de Telmo Lanes, em exibição no CCSP. Créditos: divulgação

O Centro Cultural de São Paulo promove até o próximo dia 12 de março a mostra “Nervo Óptico – 40 Anos”, que traz cerca de 40 obras que celebra o aniversário do grupo de artistas gaúchos que acreditou no uso da fotografia experimental, nos anos 1970, para criar obras conceituais e irônicas, como estratégica discursiva, crítica e poética. A mostra faz parte da programação da III Mostra do Programa de Exposições 2016, do CCSP.

O grupo era formado por Carlos Asp, Carlos paquetti, Clóvis Dariano, Mara Alvares, Vera Chaves Barcellos e Telmo Lanes para designar a periódico em forma de cartazete, impressa em “off-set”, em 13 edições mensais, lançadas gratuitamente, no Brasil e no exterior – aos moldes de arte postal – entre abril de 1977 e setembro de 1978, com tiragens de dois mil  exemplares, bancados com recursos próprios ou patrocínios pontuais.

Descritos por seus idealizadores como uma “publicação aberta a novas poéticas visuais”, o Nervo Óptico arremetia na tipografia, fazendo estilo da fotografia como linguagem fundamental. Cada edição do cartazete apresentou um trabalho desenvolvido notadamente por um artista integrante do grupo idealizador ou convidado;

A exposição aborda desde o lançamento do texto “Manifesto” em dezembro de 1976, durante a exposição Atividades Continuadas, passando pelo cartazete e vai até as exposições de 1978, quando o grupo se desfez.

A mostra traz também trabalhos anteriores ao surgimento do grupo, como “Triancantho” (1975), série fotográfica premiada no Salão de Artes Visuais da UFRGS, assim como os trabalhos refeitos posteriormente. Todavia, vale ressaltar que os trabalhos estão organizados por critérios temáticos e conceituais, e não cronológicos.

Entre os destaques está “Golpe de Vista no Rio de Janeiro” (foto), fotografia de 1976, de Telmo Lanes.

SERVIÇO:
Exposição:
Nervo Óptico – 40 Anos
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/03/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

III Mostra do Programa de Exposições 2016 no Centro Cultural São Paulo

A instalação "Essas Pessoas na Sala de Jantar", de Bruno Miguel, ocupando o CCSP. Foto: Jorge Almeida
A instalação “Essas Pessoas na Sala de Jantar”, de Bruno Miguel, ocupando o CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) realiza até o próximo dia 12 de março a III Mostra do Programa de Exposições 2016, que traz individuais simultâneas dos artistas selecionados Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani, Bruno Miguel, Odaraya Mello e Alan Adi. Paralelamente, os artistas convidados Falves Silva e Jota Medeiros e o Grupo Nervo Óptico expõem projetos recentes a convite da Curadoria de Artes Visuais do CCSP. Além do projeto selecionado “Atlas Abstrato”, de Juliana Monachesi.

Alan Adi apresenta “Peleja”, em que no objetivo de realçar a partida, ou a ausência, o migrante artista regressou a Aracaju, apagou o retrato dos cantores de cerca de cem capas de discos, reunidas na instalação Migrantes. Já Bruno Miguel traz a instalação (foto) “Essas Pessoas na Sala de Jantar” (2012/2015). O artista pegou emprestado uma frase de “Panis et Circenses”, dos Mutantes, para nomear a instalação em que o artista apresenta um procedimento de “tridimensionalizar” a paisagem. Enquanto isso, Odaraya Mello mostra “Fagun Ga-mi-ori”, obra em que a artista conjunta referências de diferentes origens culturais. O termo que dá o nome à obra significa expandir para dentro. E a dupla Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani exibe a instalação “Modulações”, em que os dois seguem suas pesquisas em videoinstalações e performances que propõem um espaço imersivo onde jogam com som e imagens.

Já o convidado Grupo Nervo Óptico traz uma celebração dos seus 40 anos de lançamento, criado em Porto Alegre na década de 1970. Outro convidado, Jota Medeiros, exibe “Design(io)”, que busca evidenciar dois eixos fundamentais e complementares na trajetória do artista: a sua atuação como artista multimídia e as contribuições no campo institucional. E Falves Silva, também convidado, apresenta “Círculo do Tempo”, que visa reafirmar a produção do artista, evidenciando a sua participação na rede internacional da arte conceitual dos anos 1960. Usando o papel como suporte, Falves desenvolve obras em diálogo com construtivismo relacionado à Arte Correio.

Para a edição 2016, que completou 26 anos, a comissão julgadora foi formada pela artista e professora Giselle Beiguelman (professora da FAU/USP) e pelos críticos e curadores José Augusto Ribeiro (curador da Pinacoteca do Estado de São Paulo) e Ricardo Resende (curador do Museu do Bispo do Rosário), juntamente com Curadoria de Artes Visuais do CCSP. A comissão selecionou 16 trabalhos dentre os 476 inscritos.

SERVIÇO:
Exposição:
III Mostra do Programa de Exposições 2016
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 12/03/2017; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Novas Aquisições” no Centro Cultural São Paulo

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) apresenta até o próximo domingo, 4 de dezembro, a exposição “Novas Aquisições”, que traz 13 obras – entre desenhos, pinturas e uma instalação -, que foram recentemente incorporados ao Museu de Artes Plásticas de Anápolis (MAPA-GO).

A mostra faz um recorte curatorial caracterizado pela variação de linguagens abordadas por artistas da região Centro-Oeste, desde os anos 1960, e fortalece as divisas culturais adquiridas a partir da interação com as outras regiões do País.

Com curadoria de Paulo Henrique Silva, a mostra apresenta trabalhos de Adir André, Carlos Sena, Divino Sobral, Elder Rocha, Elyeser Szturm, Gê Orthof, Humberto Espíndola, Luiz Mauro, Marcelo Solá, Pitágoras Lopes e Rodrigo Godá.

Entre os destaques estão “Metal Sculpture” (1998), embalagens metálicas, do goiano Carlos Sena; “Guerreiras do Pantanal” (2016), um acrílico sobre tela, de André Sodré; e “Da série Justaposição” (2015), um acrílico sobre tela, de Elder Rocha.

SERVIÇO:
Exposição:
Novas Aquisições
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 04/12/2016; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Código Facial” no Centro Cultural São Paulo

Um dos "código facial" em um totem no CCSP. Foto: divulgação
Um dos “código facial” em um totem no CCSP. Foto: divulgação

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) promove até o próximo domingo, 13 de novembro, a exposição “Código Facial”, projeto contemplado no edital Proac Artes Integradas de 2015, uma obra de arte híbrida que mistura artes visuais, realidade aumentada, dramaturgia e videoperformance, a partir de uma criação em site specific.

Fundamentado no livro “Multidão”, de Michael Hardt e Antonio Negri, o projeto visa  explorar poeticamente a importância de que cada um de nós é uma singularidade em um mar de relações.

Foram criados perfis ficcionais e ações cênicas por meio da produção fotográfica de retratos e entrevistas com oito frequentadores do Centro Cultural São Paulo, que se tornaram anônimos a partir da sobreposição de códigos sobre seus rostos, exibidos em oito totens. Com o uso de um aplicativo gratuito de realidade aumentada em celulares e tablets, o público poderá vivenciar uma experiência que busca a fusão do universo virtual e material.

SERVIÇO:
Exposição: Código Facial
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: até 13/11/2016; de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita