Arnaldo Antunes: 20 anos de “Um Som”

“Um Som”: o quarto disco da carreira solo de Arnaldo Antunes completou 20 anos em 2018

O ano de 2018 marca na discografia de Arnaldo Antunes o 20º aniversário de seu quarto trabalho de estúdio em sua hoje consolidada carreira solo, “Um Som”. Produzido por Chico Neves, o álbum foi gravado entre abril e junho de 1998 nos estúdios Rosa Celeste, em São Paulo, e 302, no Rio de Janeiro, e o projeto apresenta 17 temas que fazem a lógica entre o rock e gêneros da música brasileira, representada por trabalhos executados com percussões e passeando por outros ritmos.

O disco começa com a clássica “Música Para Ouvir”, parceira de Antunes e Edgard Scandurra, em que o riff do guitarrista e a percussão de Marcos Suzano. A obra apresenta também outras “pérolas”, como “As Árvores”, feita em parceria com o ídolo Jorge Ben Jor, que também colaborou na igualmente fantástica “Dinheiro”. Enquanto isso, em “Socorro”, de Arnaldo com Alice Ruiz, que já foi gravada por Cássia Eller, é considerado um hino da carreira do ex-titã. Outro destaque fica por conta de “Além Alma”, feita em parceria com o poeta Paulo Leminski. Dois colegas de Arnaldo Antunes dos tempos de Titãs também colaboraram com músicas no disco: Nando Reis no coco “Se No Meio do Que Você Tá Fazendo Você Pára” e Paulo Miklos que co-assina “No Fim do Dia”, que é uma das melhores do play.

Esmiuçar a palavra é um dos pontos fortes de Arnaldo Antunes em suas letras, e esse cuidado ele parece divertir-se nas músicas ao aproximar o significado e o significante, como nas citadas músicas feitas com Jorge Ben Jor e também em “Quase Tudo”. Enquanto isso, a punk “Decida” destoa um pouco da leva de canções “mpbdísticas” de Arnaldo Antunes, não que isso seja ruim, que fique claro.

O disco ainda contém as arrematadoras “Na Ativa” e “Volte Para o Seu Lar”. Mas a ar poético de Arnaldo Antunes também marca presença com “Doce Do Mar” e a faixa que dá título ao álbum e que finaliza o CD. A obra ainda contém duas faixas que não são de autoria de Arnaldo: “Cinzas”, de Cassiano, e “Pare O Crime”, uma versão em português feita por Antunes para “Stop The Crime”, de Junior Murvin.

Na época, Arnaldo Antunes tinha uma banda composta por Edgar Scandurra na guitarra, Pedro Ito na bateria, Paulo Tatit no baixo e a sua esposa na época, Zaba Moreau, nos teclados. Nos shows, os figurinos do cantor e da banda eram uma mistura de Edward Mãos de Tesoura e de múmia.

A foto da capa de “Um Som” foi feita por Barrão e Fernanda Villa-Lobos e deixa claro aonde o cantor/poeta/compositor queria chegar.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist da obra.

Álbum: Um Som
Intérprete: Arnaldo Antunes
Lançamento: 1998
Gravadora: BMG
Produtor: Chico Neves

Arnaldo Antunes: voz e violão em “Engrenagem

Edgar Scandurra: guitarra, violão e backing vocal
Paulo Tatit: baixo, backing vocal, violão em “Além Alma” e “Se No Meio do Que Você Tá Fazendo Você Pára
Pedro Ito: bateria e percussão
Zaba Moreau: teclados e backing vocal

Marcos Suzano: percussão
Chico Neves: programação

Davi Moraes: violão em “Cinzas“, guitarra e violão em “Fim do Dia“, violão em “Doce do Mar
Pedro Sá: guitarra e violão em “As Árvores” e “Dinheiro
Bartolo: guitarra em “As Árvores” e baixo em “Dinheiro
Cecília Spyer: backing vocal em “As Árvores“, “Quase Tudo“, “Se No Meio do Que Você Tá Fazendo Você Pára“, “Na Ativa“, “Fim do Dia” e “Pare O Crime (Stop The Crime)
Moreno Veloso: prato e faca em “Quase Tudo
Toninho Ferregutti: acordeão em “Quase Tudo
Saadel Turkoz: voz em “Além Alma” e “Um Som
Fábio Tagliaferri: viola em “Além Alma” e “O Sol
Paulo Freire: viola de 10 em “O Sol
João Barone: bateria e percussão em “Pare O Crime (Stop The Crime)
Red Dog: backing vocal em “Pare O Crime (Stop The Crime)

1. Música Para Ouvir (Edgar Scandurra / Arnaldo Antunes)
2. Cinzas (Cassiano)
3. As Árvores (Arnaldo Antunes / Jorge Ben Jor)
4. Engrenagem (Arnaldo Antunes)
5. Quase Tudo (Arnaldo Antunes / Péricles Cavalcanti)
6. Socorro (Alice Ruiz / Arnaldo Antunes)
7. Além Alma (Paulo Leminski / Arnaldo Antunes)
8. Se No Meio Que Você Tá Fazendo Você Pára (Arnaldo Antunes / Nando Reis)
9. Dinheiro (Arnaldo Antunes / Jorge Ben Jor)
10. O Sol (Arnaldo Antunes / Edgar Scandurra)
11. Decida (Arnaldo Antunes / Edgar Scandurra)
12. Na Ativa (Arnaldo Antunes)
13. Fim do Dia (Paulo Miklos / Arnaldo Antunes)
14. Doce do Mar (Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown)
15. Volte Para O Seu Lar (Arnaldo Antunes)
16. Pare O Crime (Stop The Crime) (Junior Murvin / Versão: Arnaldo Antunes)
17. Um Som (Paulo Tatit / Arnaldo Antunes)

Por Jorge Almeida

Anúncios

Analisando “Rstuvxz”, de Arnaldo Antunes

“Rstuvxz”, o mais recente trabalho de Arnaldo Antunes, lançado em maio de 2018

Lançado no final de maio deste ano, “Rstuvxz” é o mais recente trabalho de Arnaldo Antunes. Produzido por Curumin, que toca bateria e outros instrumentos, além de ser responsável pelas vinhetas entre as faixas, o disco foi gravado no Canto da Coruja, em Piracaia (SP) em março de 2018. A capa já entrega o que o ex-titã a essência das músicas do disco: R de rock e S de samba. Contudo, de forma contrastada e não misturadas. Ou seja, o disco é conduzido por músicas que estão associadas aos dois gêneros, mas a variação de ritmos também se marca presente na obra.

O álbum abre com “A Samba” (sim, com o artigo definido feminino mesmo), que apresenta caquinho, pandeiro e até cuíca. Arnaldo homenageia as célebres sambistas, como Dona Ivone Lara, Alcione, Clara Nunes, entre outras que são mencionadas na letra. A segunda faixa, “Se Precavê“, ameaça com uma batucada que remete a samba, mas repentinamente entra um rock, que lembra os tempos de Titãs do poeta. Inclusive, a faixa tem a assinatura conjunta de seu ex-parceiro de banda, Marcelo Fromer, morto em 2001. O terceiro tema é “Amanhã Só Amanhã“, típica música de ser executada em uma roda de samba em função das presenças marcantes do cavaquinho, pandeiro e das vozes harmoniosas de Liniker e Anelis Assumpção, filha de Itamar Assumpção (1949-2003). Na sequência, outra que enaltece a pegada “titânica” de Arnaldo: “Eu Todo Mundo“, que começa com uma guitarra distorcida, mas que poderia fazer os fãs mais antigos da carreira solo associar a música a uma canção dos tempos de “O Silêncio” (1996). Além do rock e do samba, o chorinho é resgatado por Arnaldo Antunes, como pode ser conferido em “Também Pede Bis“. Quem é do samba, pode curtir essa sem receio. Em seguida, a única música do disco que não é inédita: “Pense Duas Vezes Antes de Esquecer“, que já foi gravada por Marcelo Jeneci e Ortinho, que também são autores dela. A base da faixa são os sintetizadores, mas tem elementos eletrônicos e uma aparição tímida da guitarra de Edgard Scandurra. O play chega à metade com “Quero Ver Você“, que menciona incidentalmente “It’s Only Rock ‘N’ Roll (But I Like It)“, que segue tranquila e que me faz lembrar da faixa “Que Me Continua“, do álbum “A Curva da Cintura” (2011). A música tem a presença de parte do clã Antunes, mais precisamente de dois filhos de Arnaldo: o ator Brás Antunes, que foi co-autor da canção, e de Celeste Moreau Antunes, que gravou o vocal com o pai.

Claro que os parceiros Tribalistas de Arnaldo Antunes – Carlinhos Brown e Marisa Monte – não ficaram de fora. O trio é responsável pela autoria de “Serenata de Domingo“, música em que o cantor mescla outros gêneros, como samba-rock e a soul music. Já em “Medo de Ser“, o rock volta a prevalecer. Típica composição de Arnaldo Antunes, que sintoniza percussão e guitarra, ela é intrincada com jogos de palavras que Arnaldo faz como ninguém. Posteriormente, o álbum segue com “Desistiu de Mim“, que retorna ao samba e que traz também as participações especiais de Liniker e Anelis Assumpção. A poesia concreta de Antunes não poderia ficar de fora. Ele trata de apresentá-la em “Céu Contra o Muro“, feita em parceria com um velho companheiro: Paulo Miklos (aliás, eles já faziam músicas juntos antes mesmo de formarem os Titãs). Nela, a calmaria acompanhada de um violão lento, a sanfona conduzida por Ricardo Prado e uma guitarra distorcida de fundo. O rock marca presença na parte em que entra o solo de guitarra. Acho uma das melhores do trabalho. A penúltima faixa é “De Trem, de Carro ou a Pé“, que tem as características típicas para ser uma canção dos Tribalistas, a começar pelos autores que, além de Arnaldo, tem Marisa Monte, Carlinhos Brown, além de Pedro Baby e Pretinho da Serrinha, e a introdução percussiva que associa ao trabalho de Carlinhos Brown. E, para finalizar, “Orvalhinho do Mar“, que ouvimos a voz grave de Arnaldo em duo com Márcia Xavier, que foi a responsável também pelo projeto gráfico e pelas fotos do trabalho. Quem ficar desatento, poderá confundir facilmente o desempenho vocal de Márcia com o de Marisa Monte. Parece uma canção de ninar, que encerra de forma esplendorosa o álbum.

Esse trabalho de Arnaldo Antunes é rock, samba e soul, enfim, é como os versos de sua última música gravada como integrante dos Titãs: “uma coisa de cada vez, tudo ao mesmo tempo agora“. “Rstuvxz” é isso. Não é melhor que “Qualquer” (2006) ou “Iê Iê Iê” (2009), mas é ligeiramente superior aos dois últimos lançamentos de estúdio de Arnaldo: “Disco” (2013) e “Já É” (2015). Para quem aprecia MPB é um prato cheio.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist da obra.

Álbum: Rstuvxz
Intérprete: Arnaldo Antunes
Lançamento: 25 de maio de 2018
Preço médio: R$ 25,00
Gravadora: Rosa Celeste
Produtor: Curumin

Arnaldo Antunes: voz
Edgard Scandurra: guitarra, violão e backing vocal
Betão Aguiar: baixo
Chico Salém: guitarra e violão
Curumin: bateria, percussão, vinhetas, programação, violão de nylon e backing vocal
André Lima: teclados

Anelis Assumpção: backing vocal em “A Samba”, “Eu Todo Mundo” e “Desistiu de Mim
Liniker: backing vocal em “A Samba” e “Desistiu de Mim
Márcia Xavier: backing vocal em “Eu Todo Mundo” e voz em “Orvalhinho do Mar

1. A Samba (Arnaldo Antunes)
2. Se Precavê (Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer)
3. Amanhã Só Amanhã (Arnaldo Antunes)
4. Eu Todo Mundo (Arnaldo Antunes / André Lima)
5. Também Pede Bis (Arnaldo Antunes / Cézar Mendes)
6. Pense Duas Vezes Antes de Esquecer (Arnaldo Antunes / Ortinho / Marcelo Jeneci)
7. Quero Ver Você/It’s Only Rock ‘N’ Roll (But I Like It) (Arnaldo Antunes/Brás Antunes) (Jagger/Richards)
8. Serenata de Domingo (Arnaldo Antunes / Marisa Monte / Carlinhos Brown)
9. Medo de Ser (Arnaldo Antunes)
10. Desistiu de Mim (Arnaldo Antunes / Marisa Monte / Cézar Mendes / Carminho)
11. Céu Contra o Muro (Arnaldo Antunes / Paulo Miklos)
12. De Trem, de Carro ou a Pé (Arnaldo Antunes/Marisa Monte/Carlinhos Brown/Pedro Baby/Pretinho da Serrinha)
13. Orvalhinho do Mar (Arnaldo Antunes / Márcia Xavier)

Por Jorge Almeida

Edição de aniversário da Sexta Básica traz o retorno de Céu e Samuca e a Selva

A cantora Céu, uma das atrações da Sexta Feira Básica no The Week SP. Créditos: divulgação

Festa que marca os 4 anos da plataforma musical acontecerá pela primeira vez em um sábado e traz Curumin, Filippe Catto, além do DJ e pesquisador cultural, Thiago Costa, aka Thiagão, ao lado do DJ Kefing e DJ Kim Cotrim

São Paulo, agosto de 2018 – A Sexta Básica – plataforma musical que realiza festas, shows e eventos de rua, sempre com encontros e formações inéditos e/ ou inusitados – anuncia sua edição de aniversário. A 20ª edição celebra os 4 anos da festa e traz o retorno de Céu ao lado de Samuca e a Selva em sua última apresentação do álbum Madurar, Curumin e Filippe Catto. Com o propósito de registrar o reposicionamento do selo, o evento acontecerá pela primeira vez em uma tarde de sábado, dia 25 de agosto, a partir das 15h, na The Week. A festa, reconhecida por intercalar encontros no palco com setlists poderosos, conta com o DJ e pesquisador cultural, Thiago Costa – Thiagão com DJ Kefing e DJ Kim Cotrim.

Os ingressos estão disponíveis no site da Sympla.

Céu

A carreira de Céu começou em 2005, quando ela foi reconhecida como uma cantora que fugia dos padrões, seu primeiro disco “Céu”, foi influenciado pelo samba de raiz e música urbana e rendeu a cantora 03 indicações ao Grammy. Neste mesmo ano, Céu foi a primeira artista internacional convidada a integrar a série “Hear Music Debut” da rede norte-americana Starbucks. Seu disco de estreia vendeu mais de 200 mil cópias só nos Estados Unidos, a mais alta posição no Top 200 da Billboard. A cantora lançou Tropix, um disco sintético, noturno e reluzente em 2016. E nos últimos dez anos, se apresentou nos maiores festivais do mundo, como Montreal Jazz Festival, North Sea Jazz, Coachella, Roskilde, Rock in Rio, SF Jazz, JVC Jazz, entre outros.

Samuca e a Selva

Indicada em 2017 ao 28º Prêmio da Música Brasileira como melhor grupo na categoria canção popular, Samuca e a Selva é um coletivo que é fruto da união entre o cantor e compositor Samuel Samuca a um grupo de músicos de projetos de sucesso na cena da música contemporânea de São Paulo: Victor Fão, Bio Bonato, Fabio Prior e Guilherme Nakata, da Nomade Orquestra; Felipe Pippeta, da OBMJ além de Allan Spirandelli e Kiko Bonato, do Ba-boom, além de Leo Malagrino no baixo e Lucas Coimbra nos teclados e acordeom. Juntos desde 2014, o grupo vêm conquistando público e crítica por onde tem passado.

Filipe Catto

Filipe Catto é um artista de palco. Desde o início de sua carreira, Catto se volta à criação de seus espetáculos com a visão de um artista completo, que compreende o ofício e o sagrado de se estar diante do público. Baseado no seu último disco de estúdio, CATTO, a nova turnê é intitulada “O nascimento de Vênus”, uma alusão à canção “Lua Deserta”

Curumin

Em 2003 Curumin iniciou sua carreira solo com o lançamento de seu primeiro disco intitulado “Achados e Perdidos”. Nas 12 faixas deste disco, Curumin apresenta suas influências musicais, fazendo claras referências ao Soul e Funk americanos, ao Samba e ao Samba-Funk dos 70 e ao Hip-Hop.

Em 2008, lançou o cd “JapanPopShow” simultaneamente no Brasil, nos EUA e no Japão. O disco teve seu nome baseado em um programa de auditório que passava na TV na década de 80. Com ritmos dançantes, estabelece seu inimitável estilo de Samba Soul, com pitadas de Afro Beat, Dub e Funk.

Nos últimos anos Curumin participou de diversos festivais de música no Brasil e no mundo, sempre acompanhado do baterista Marcelo Effori e do baixista Lucas Martins. Festivais brasileiros como Planeta Terra (SP), SWU (SP), Humaitá Pra Peixe (RJ), Eletronika (BH) e internacionais como Summerstage (EUA), Festival de Jazz de Montreal (CA), Festival Tropicália (Inglaterra), Chicago World Music Festival (EUA), Heineken Transatlantic Festival (EUA), entre outros.

No momento, Curumin se prepara para o lançamento de um novo trabalho. Com inovação e ousadia, a mistura de ritmos traduz a verdadeira cultura brasileira e contagia o público por onde passa.

SERVIÇO
Sexta Básica com Céu, Samuca e a Selva, Curumin e Fillipe Catto
Setlists: DJ Thiagão convida DJ Kefing e DJ Kim Cotrim
25 de agosto (sábado)
Local: The Week SP
Endereço: Rua Guaicurus, 324 – Lapa
Abertura da casa: 15h
Ingresso à venda em: https://www.sympla.com.br/4-anos-da-sexta-basica__328697

Sobre a Sexta Básica
A Sexta Básica – plataforma musical que realiza festas, shows e eventos de rua, sempre com encontros e formações inéditos e/ ou inusitados – nasceu em 2010, da vontade de amigos que idealizavam um novo conceito de noite para Belo Horizonte (MG). Formado por produtores culturais e DJ`s, o grupo passou a promover mensalmente noites especiais, sempre com muita música boa, em lugares inusitados e exclusivos da cidade. O evento logo se tornou um dos grandes destaques da terceira maior cidade do Brasil, com um público diversificado e fiel, formado por artistas de diversas áreas culturais, formadores de opinião e imprensa. Em Belo Horizonte, a Sexta Básica totalizou 48 edições e trouxe grandes nomes como Eddie, Criolo, Móveis Coloniais de Acaju, Santo Forte e DJ Nuts.

No final de 2013, o pesquisador musical da festa Thiago Costa, aka Thiagão, mudou-se para a capital paulista e recebeu um grande número de propostas para dar sequência ao evento em São Paulo. Ao lado do agitador cultural Thiago Lopo, do produtor artístico e comercial Alberico Santos e diretor artístico e técnico Felipe Santos, iniciou a nova missão.

A primeira edição da Sexta Básica São Paulo foi realizada em junho de 2014 e levou quase 2 mil pessoas à pista do Grand Metrópole, no centro da cidade com show inédito de Moraes Moreira e seu filho David Moraes interpretando o disco “Acabou Chorare”, dos Novos Baianos. A noite contou ainda com discotecagens de Tutu Moraes, Samuca e Thiagão.

A Sexta Básica São Paulo tornou-se referência no cenário musical, reconhecida por shows e encontros inusitados com nomes consagrados, no mesmo palco, como Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Tulipa Ruiz, Céu, Gaby Amarantos, Otto, Black Alien, Lenine, Liniker e Russo Passapusso.

Agência Lema
Leandro Matulja/Letícia Zioni
facebook.com/agencialema
Informações para Imprensa
Bianca Rodrigues (+55 11) 3871-0200 – ramal 215 – atendimento
bianca@agencialema.com.br
Fernanda Couto (+55 11) 3871-0200 – ramal 214 – coordenadora
fernanda@agencialema.com.br

Créditos: Fernanda Couto | Agência Lema

Marina Lima apresenta o álbum Novas Famílias no Sesc Santo Amaro

A cantora Marina Lima (e banda) se apresenta no Sesc Santo Amaro nos dias 17 e 18 de agosto. Foto: Rogério Cavalcanti

Cantora faz show com músicas no novo disco e toca sucessos da carreira

Nos dias 17 de agosto, sexta-feira, 21h, e 18 de agosto, sábado, 20h, a cantora e compositora Marina Lima apresenta o show do disco recém-lançado “Novas Famílias”, no Sesc Santo Amaro. Após passar por Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Miami, com casas lotadas e shows esgotados, a cantora mostra novas canções e sucessos da carreira ao lado dos músicos Arthur Kunz (bateria), Dustan Gallas (teclado e baixo) e Leo Chermont (guitarra).

Marina Lima acaba de lançar “Novas Famílias”, um álbum de composições inéditas. São duas parcerias novas com seu irmão Antônio Cicero, outras em parceria com Letícia Novaes, Silva, Dustan Gallas e duas canções de sua autoria. Há ainda uma regravação de um samba, ‘Climática”, da paulista Klébi Nori, que Marina considera uma ‘pérola’. O álbum ainda conta com as participações especiais de Marcelo Jeneci, Leo Gandelman e da própria Letícia. No show, Marina estará acompanhada de três músicos no palco: Arthur Kunz e Leo Chermont, que formam o duo eletrônico STROBO de Belém do Pará, e Dustan Gallas, músico piauiense, radicado há muitos anos em São Paulo e que também é produtor musical do disco, junto à Marina.

A cantora e compositora Marina Lima foi lançada em 1979 com o LP “Simples como Fogo” e desde então é trilha sonora dos brasileiros de várias gerações. Com influências que passam pelo pop, rock, blues, samba, bossa-nova e música eletrônica, Marina tem hits como “Pra Começar”, “À Francesa”, “Fullgás”, “Virgem”, “Uma Noite e ½”, “Pessoa”, “Me Chama”, entre tantos outros. Carioca, lançou seu CD “Clímax” em 2011, quando se mudou para São Paulo. Em 2012, publicou seu primeiro livro, “Maneira de Ser”. Em 2015, gravou o disco “No Osso”, ao vivo no Sesc Belenzinho, em São Paulo.

Marina diz que há muito não se sente tão ligada ao Brasil e à sonoridade brasileira, e que São Paulo, com toda a sua diversidade, lhe trouxe este presente. “Novas Famílias promete!”, arremata a cantora.

Mais informações nas redes sociais: http://www.facebook.com/marinalimaoficial
http://www.twitter.com/marinalimax
http://www.youtube.com/user/MarinaLimaVEVO
http://www.instagram.com/marinalimax1/
E no site: http://www.marinalima.com.br

Serviço
Marina Lima apresenta o álbum “Novas Famílias” no Sesc Santo Amaro
Quando: Dias 17 e 18/08
Horário: Sexta-feira, às 21h. Sábado, às 20h.
Local: Teatro (1º andar)
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (estudantes, +60 anos e aposentados, pessoas com deficiência e servidores da escola pública) e R$ 9,00 (Credencial Plena válida: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes).

Sesc Santo Amaro
Bilheteria e horário da unidade: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Endereço: Rua Amador Bueno, 505.
Acessibilidade: universal.
Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).
Preço único mediante apresentação de ingresso (a partir das 18h): R$ 7,50 (Credencial Plena) e R$ 15,00 (outros).
Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

Assessoria de imprensa Marina Lima
Paula Corrêa | paula@marinalima.com.br
11 2892-4867 | 11 9 8339-4867

Assessoria de imprensa Sesc Santo Amaro
imprensa@santoamaro.sescsp.org.br
Diego Oliveira | (11) 5541-4036 | diego@santoamaro.sescsp.org.br
Natália Pinheiro | (11) 5541-4036 | natalia@santoamaro.sescsp.org.br
Willian Yamamoto | (11) 5541-4016 | willian@santoamaro.sescsp.org.br

Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Zé Ramalho: 40 anos do primeiro trabalho solo

Capa do primeiro álbum solo de Zé Ramalho

Lançado há 40 anos, o primeiro disco solo do cantor e compositor Zé Ramalho projetou a carreira do paraibano natural de Brejo da Cruz. Gravado entre novembro e dezembro de 1977 nos Estúdios CBS, no Rio de Janeiro, o álbum foi produzido por Carlos Alberto Sion e saiu pelo selo Epic, da gravadora CBS. Com clássicos absolutos que definiram a sua estética musical, “Zé Ramalho”, o álbum traz em sua sonoridade uma mistura de folk, psicodelia, música nordestina conduzida pela voz cavernosa do nosso “Bob Dylan do sertão”.

Em 1977, Zé Ramalho já estava próximo dos 30 anos e, antes de gravar o seu trabalho solo, já carregava a experiência de cantor há pelo menos uma década. Nesse período, tocou na trilha sonora do filme “Nordeste: Cordel, Repente e Canção”, de Tânia Quaresma, em 1974. Nesse período, ele misturou suas influências que iam do Rock ‘N’ Roll de Bob Dylan ao forró de Luiz Gonzaga, algo mais próximo da linhagem de Raul Seixas.

Em 1975, realizou o seu primeiro registro fonográfico, porém, em duo. O álbum “Peâbirú” foi gravado com Lula Cortês e lançado pela gravadora Rozenblit. E, sem perceber, a dupla lançou um dos melhores discos progressivos oriundo do Brasil. Contudo, as cópias desse do álbum valem muito por serem raras. Aliás, “Peâbirú” ganhou fama internacional, com direito a reedição alemã e inglesa.

Contudo, apesar disso, o trabalho feito com Cortês não trouxe o sucesso almejado por Zé. Assim, em 1976, o paraibano fez o mesmo o que milhares de nordestinos fizeram: migrar para o eixo Rio-São Paulo em busca de maior visibilidade e oportunidade. E foi no estúdio da CBS carioca que Zé Ramalho lançou essa obra-prima.

O disco traz duas participações especialíssimas: Patrick Moraz, ex-tecladista do Yes, na faixa “Avôhai”, e de Sérgio Dias, dos Mutantes, que tocou guitarra no ‘debut’ do cantor paraibano.

O play começa com uma trinca de canções que se tornaram clássicos obrigatórios nos shows de Zé Ramalho. Primeiro aparece “Avôhai”, composta por ele em homenagem ao seu avô, que o adotou após a morte de seu pai por afogamento (na época do falecimento de seu pai, Zé Ramalho tinha apenas dois anos). A inspiração para a canção veio depois de uma experiência com cogumelos alucinógenos em uma fazenda de um amigo. O termo que dá nome à canção é a junção das palavras “avô” e “pai”. Esta foi a primeira de suas músicas que Zé ouviu no rádio e, na ocasião, estava em um táxi. Aliás, o sintetizador tocado por Patrick Moraz é de impressionar. A faixa seguinte, “Vila do Sossego”, mantém o ritmo “alucinógeno” do músico em alta. Posteriormente, a obra segue com a maravilhosa “Chão de Giz”, cuja letra menciona pela primeira vez na MPB à camisinha (“Quem sabe uma camisa de força ou de Vênus”) e, de acordo com o autor, foi inspirada no fim de um relacionamento que teve com uma mulher mais velha. Só essas três já valem a pena o álbum.

A quarta faixa do disco segue com “A Noite Preta”, composta em parceria com outro monstro sagrado da música nordestina, o pernambucano Alceu Valença. Não chegou a fazer o mesmo sucesso das anteriores, mas é uma boa música. O material segue com a excelente “A Dança das Borboletas”, também feita em parceria com Alceu, que mostra um desempenho assombroso de Sérgio Dias, solando de maneira absurda, que faz o seu solo rivalizar com “Ovelha Negra”, de Rita Lee, e com “Revelação”, de Raimundo Fagner, como os melhores já lançados em solo brasileiro. Aliás, vale a pena conferir a performance que Zé Ramalho fez com o pessoal do Sepultura na trilha sonora do filme “Lisbela e o Prisioneiro” (2003) e na apresentação feita no Rock In Rio V, em 2013.

O álbum ainda apresenta a instrumental “Bicho de 7 Cabeças”, composta por Zé Ramalho em parceira com Geraldo Azevedo. Nela, a dupla toca livremente por alucinantes dois minutos e meio. A parceria com o compositor de Petrolina é mantida na seresteira “Adeus Segunda-Feira Cinzenta”, capitaneada pelo violão de sete cordas e o flauteado à Altamiro Carrilho (1924-2012). Enquanto isso, em “Meninas de Albarã”, Zé Ramalho faz uma referência à maconha de forma sutil. E, para finalizar, pelo menos a versão do LP, o forró acelerado de “Voa, Voa”, que coroa de forma digna este excelente disco.

Em 2013, o álbum foi relançado com faixas bônus tocadas apenas no estilo voz e violão de “Avôhai”, “Chão de Giz”, “Vila do Sossego” e “Rato do Porto”, além de mais uma versão de “Bicho de 7 Cabeças”.

E, assim, 40 anos depois, Zé Ramalho presenteia a Música Popular Brasileira com este trabalho atemporal, contudo, que, infelizmente, nos tempos atuais não tem o devido tratamento. Discaço.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist (da versão relançada em 2003) da obra.

Álbum: Zé Ramalho
Intérprete: Zé Ramalho
Lançamento: 1978
Gravadora: Epic (CBS – Sony Music)
Produtor: Carlos Alberto Sion

Participações especiais:
Patrick Moraz:
sintetizador em “Avôhai
Sérgio Dias: guitarras
Chico Julien: baixo

1. Avôhai (Zé Ramalho)
2. Vila do Sossego (Zé Ramalho)
3. Chão de Giz (Zé Ramalho)
4. A Noite Preta (Zé Ramalho / Alceu Valença)
5. A Dança das Borboletas (Zé Ramalho / Alceu Valença)
6. Bicho de 7 Cabeças (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
7. Adeus Segunda-Feira Cinzenta (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
8. Meninas de Albarã (Zé Ramalho)
9. Voa, Voa (Zé Ramalho)
Faixas bônus:
10. Avôhai (Zé Ramalho)
11. Chão de Giz (Zé Ramalho)
12. Bicho de 7 Cabeças (Geraldo Azevedo / Zé Ramalho)
13. Vila do Sossego (Zé Ramalho)
14. Rato do Porto (Zé Ramalho)

Por Jorge Almeida

Arnaldo Antunes: 25 anos de “Nome”

“Nome”: o primeiro passo da carreira solo de Arnaldo Antunes completa 25 anos em 2018

Em 2018, o primeiro “voo solo” de Arnaldo Antunes completa 25 anos. Com um material que mistura música, poesia e artes plásticas, o ex-titã lançou “Nome”, em 1993, pela BMG. Produzido pelo próprio em conjunto com Paulo Tatit e Rodoelfo Stroeter, o combo (além do LP, a obra foi lançada em VHS e livro – relançado em 2005 nos formatos CD e DVD) foi gravado e mixado no Estúdio ArtMix, em São Paulo, exceto as faixas “Fênis” e “Agora”, que foram gravadas no Estúdio Salamandra, também na capital paulista.

Depois de dez anos sendo integrante dos Titãs, Arnaldo Antunes queria se diferenciar do trabalho que sua ex-banda fazia, ainda mais que o grupo estava investindo em uma sonoridade mais pesada, “crua” e com letras escatológicas, ou seja, indo ao contrário do que realmente ele queria fazer. Logo, o vocalista investiu em uma sonoridade que desse mais valor às letras e a produção visual nos shows do que a canção. E, assim, o multiartista partiu para a carreira solo e assim se mantém desde 1992. O primeiro passo foi dado com “Nome”.

A obra apresenta 23 poemas, que se transformaram em “poema-vídeo” e foram musicalizados. Contudo, nem todos os poemas lançados em “Nome” são inéditos. Três deles, por exemplo, saíram anteriormente em livros de Arnaldo Antunes, como “Água”, faixa 22 e que consta no livro “Psia” (1986), lançado quando o poeta era integrante dos Titãs; “Nome Não” (faixa 21), que saiu na publicação “Tudos” (1990); e “Cultura” (faixa 7), presente em “As Coisas” (1992), que lhe rendeu o Prêmio Jabuti em 1993. Além disso, a faixa “Alta Noite”, gravada em dueto com Marisa Monte, que regravou a canção para o álbum “Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão” (1994). Aliás, a cantora carioca participou em outras faixas do projeto (vide ficha técnica abaixo).

A capa e coordenação gráfica levam a assinatura de Arnaldo Antunes, Zaba Moreau, Celia Catunda e Kiko Mistrorigo (a partir de imagens de vídeo).

Arnaldo Antunes teve de começar do zero, artisticamente falando, pois o passo inicial foi dado com “Nome”, que apresentava uma sonoridade um pouco estranha e com suas letras tendo a poesia concreta como fonte de inspiração. Os fãs dos Titãs, à época, não assimilaram o recado de Antunes e que só começaram a entender o que Arnaldo quis transmitir a partir de “O Silêncio” (1996).

De fato, “Nome” não considero como o melhor trabalho da discografia de Arnaldo Antunes, mas ele tem a sua importância para carreira do cantor. Pois, o kit foi o pontapé inicial para uma consolidada e bem sucedida caminhada que chegou ao ápice com “Iê, Iê Iê” (2009).

E é sempre bom reforçar que, apesar de ter deixado os Titãs em um momento delicado da banda paulista perante à opinião pública, Arnaldo Antunes saiu amigavelmente, tanto que, passados mais de duas décadas fora do grupo que o consagrou nacionalmente, ele mantém a amizade com os demais membros (e ex-membros) dos Titãs, inclusive, colaborando em parcerias musicais e, uma vez ou outra, fazendo uma participação especial em algum show ou evento.

Sem querer desrespeitar ninguém, mas “Nome” é um projeto, digamos, democrático: tem rock, MPB e batidas eletrônicas, temas que é de interesse de crianças, jovens e adultos, e, até surdos-mudos podem apreciar a obra, com o livro e o DVD, claro.

Faixas que merecem destaques: “Cultura”, “Direitinho” e “Alta Noite”, todas com participação especial de Marisa Monte, e “Nome”, com direito a presença da guitarra marcante de Edgard Scandurra, que também toca o instrumento em “Se Não Se”.

A seguir, a ficha técnica da obra.

Álbum: Nome
Intérprete: Arnaldo Antunes
Lançamento: 1993
Gravadora: BMG/RCA
Produtores: Arnaldo Antunes, Paulo Tatit e Rodolfo Stroeter

Participações especiais:
Marisa Monte: voz em “Cultura“, “Carnaval“, “Direitinho” e “Alta Noite
Péricles Cavalcanti: voz e violão em “Entre” e “Imagem
Edgard Scandurra: guitarra em “Nome” e “Se Não Se
Arto Lindsay: guitarra e voz em “O Macaco“, “Não Tem Que“, “Armazém” e “Dentro
João Donato: piano em “Alta Noite

1. Fênis (Arnaldo Antunes)
2. Diferente (Arnaldo Antunes)
3. Nome (Arnaldo Antunes)
4. Tato (Arnaldo Antunes)
5. Cultura (Arnaldo Antunes)
6. Se Não Se (Arnaldo Antunes)
7. O Macaco (Arnaldo Antunes)
8. Carnaval (Arnaldo Antunes)
9. Campo (Arnaldo Antunes)
10. Entre (Arnaldo Antunes / Péricles Cavalcanti)
11. Luz (Arnaldo Antunes)
12. Direitinho (Arnaldo Antunes)
13. Não Tem Que (Arnaldo Antunes)
14. Dentro (Arnaldo Antunes)
15. Alta Noite (Arnaldo Antunes)
16. Pouco (Arnaldo Antunes)
17. Nome Não (Arnaldo Antunes)
18. Soneto (Arnaldo Antunes)
19. Imagem (Arnaldo Antunes / Péricles Cavalcanti)
20. Armazém (Arto Lindsay / Arnaldo Antunes)
21. Acordo (Arnaldo Antunes)
22. E Só (Arnaldo Antunes)
23. Agora (Arnaldo Antunes)

Por Jorge Almeida

Jorge Ben Jor lança música inédita em homenagem ao futebol

O cantor e compositor Jorge Ben Jor. Créditos: Deju Matos

Lançamento aconteceu no Facebook dia 26 de junho, em parceria exclusiva com a Claro, Mete Goal: uma homenagem à relação de amor e respeito do jogador pelo futebol.

Mete Goal é a segunda música inédita que Jorge Ben Jor lança em 2018, no Facebook e em parceria com a Claro Música. A estratégia de lançamento é digital, mobile, com conteúdos disponibilizados em um formato apelidado de “Hand Single” – um Canvas  que irá contar com a música, videoclipe, cifra, entre outros conteúdos, além de um link para o Claro Música, disponível para assinantes e não-assinantes com exclusividade.

Desta vez, a ação conta com o lançamento de um efeito inovador de câmera no Facebook que aplica no espectador uma máscara de torcedor e o convida a gritar Mete Goal. Alguns dos vídeos postados com a #metegoal farão parte de um videoclipe residual que será postado nas redes do artista em meados de julho. A ferramenta foi desenvolvida pela VZLab, o laboratório digital da Vetor Zero.“Essa é mais uma ação que a Claro faz pensando em levar conteúdo inovador para seus clientes”, afirma Márcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro. O serviço Claro Música oferece milhões de músicas para escutar no celular, tablet e computador, incluindo lançamentos da semana, playlists exclusivas e catálogo, além de rádios e outras funcionalidades. O serviço ainda permite baixar músicas para escutar mesmo sem internet, além de criação de listas e socialização com outros usuários. Isso tudo sem descontar da internet. A ação é conduzida por Steve ePonto, estrategista do Creative Shop, e Fernanda Curi, Lead Producer Latam do Facebook, junto com a ID/TBWA, agência de mídia digital da operadora.

100% digital

Após o bem sucedido lançamento de São Valentin, também em parceria com a Claro Música em 14 de fevereiro, que atingiu 40 milhões de pessoas primeira semana, a segunda música de 2018 irá ter o mesmo formato, com uma série de conteúdos disponíveis para os fãs. Na canção, Jorge retrata a tensão, a atração e os rituais dos segundos que antecedem uma falta, um pênalti versus a magia e os momentos de êxtase proporcionados pela celebração do gol. Com refrão forte e batida característica, a canção compõe, com bastante coerência, a obra do cantor e compositor carioca.

O vídeo clipe para a Mete Goal foi produzido pela Planalto Filmes, e dirigido por Deju Matos e Steve ePonto, explora a relação de respeito e desejo que existe entre o jogador e a bola. Jorge Ben Jor, bailarinos da Cia da Ideia, coreografados por Sueli Guerra, transmitem em cena a mesma relação. A captação das imagens aconteceu na Arena Corinthians, em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo e conta com a participação da jogadora Alline Calandrini.

Acima de tudo apaixonado futebol, ao longo de sua carreira Jorge Ben Jor dedicou inúmeras músicas ao esporte, entre elas: Ponta de Lança Africano ( Umbarabaúma – Homem Gol), Cadê o Pênalti, Zagueiro e Filho Maravilha. Em todas se percebe a genuína relação apaixonada do brasileiro pelos campos.

Ao ouvir, é inevitável ter vontade de torcer, ver o time do coração no estádio e celebrar com os amigos.

Link para acessar o Canvas* no FanPage no Facebook: https://www.facebook.com/oficialjorgebenjor/
Link para Máscara http://www.facebook.com/fbcameraeffects/tryit/603525333357674/
Link da nova música: https://www.claromusica.com/dl.sh/ct/br/artist/4093
Link do perfil do artista no Claro música: https://www.claromusica.com/album/5127449
(*canvas é um formato para o aplicativo mobile)
Contato: contato@jbjmusic.com

Créditos: Fabiana Villela / Talento Comunicação