21 de junho: 100 anos do Rei do Rádio, Nelson Gonçalves

O inesquecível Nelson Gonçalves. Créditos: divulgação

Destaque na história da música brasileira, Com mais de 80 milhões de cópias vendidas, o cantor e compositor

No próximo dia 21 de junho, o país brindará o Centenário de Nelson Gonçalves, um dos principais cantores e compositores da história da música brasileira. O artista que somou 81 milhões de discos vendidos no Brasil. Além da música, ele foi jornaleiro, mecânico, polidor, tamanqueiro, engraxate e garçom, além de lutador de boxe.

Nelson nasceu como Antônio Gonçalves Sobral, em 21 de junho de 1919, na pequena cidade de Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. Seus pais, imigrantes portugueses, tinham acabado de chegar ao País. Durante a infância — já vivendo no bairro do Brás, em São Paulo, Nelson acompanhava o pai nas feiras livres e praças. Enquanto seu Manuel tocava violão, o menino cantava em cima de um caixote. Em dias mais difíceis, seu Manuel chegava a se fingir de cego para comover as pessoas. Na infância tinha dois apelidos. Na escola era chamado de Carusinho, por sua voz excepcional. Como gaguejava, passou a ser também chamado de Metralha, já que falava cuspindo as palavras. Mesmo com a disfunção fonética, decidiu ser cantor.

Antes de chegar ao seu objetivo passou pelas diversas profissões citadas acima. Intempestivo e brigão, canalizou sua impetuosidade para o boxe. Com 17 anos, recebeu a faixa de Campeão Paulista dos Meio-Médios, após vencer 24 lutadores por nocaute e ter perdido apenas duas vezes, por pontos.

Nelson estudou canto acadêmico, por seis anos, com o maestro Bellardi. Aprendeu que não era gago, mas taquilárico (do grego takimós: respiração curta, acelerada). Dentre os tantos conselhos do maestro ouviu um conselho que mudaria sua vida: deveria ser cantor popular. Como Antônio não era sonoro, adotou o nome Nelson, que considerava mais melódico.

Em 1941, consegue finalmente gravar seu disco de estreia, um 78 RPM contendo o samba “Sinto-Me Bem”, de Ataulfo Alves. Com a boa recepção do público é contratado pela gravadora RCA Victor, da qual jamais sairia, e pela rádio Mayrink Veiga, levado pelo cantor Carlos Galhardo. A voz de Nelson torna-se rapidamente conhecida. Logo é eleito o Rei do Rádio, em concurso promovido pela Revista do Rádio. Sua vida melhora consideravelmente em 1943, quando consegue um emprego como crooner do Cassino do Copacabana Palace Hotel.

Nelson Gonçalves faz grande sucesso nas décadas de 1940 e 1950. Alguns de seus grandes sucessos dos anos 40 foram “Maria Bethânia” (Capiba), “Normalista” (Benedito Lacerda/ Davi Nasser); “Caminhemos” (Herivelto Martins) e “Renúncia” (Roberto Martins/Mário Rossi).

Em 1952, passa a viver com Lourdinha Bittencourt, substituta de Dalva de Oliveira, no Trio de Ouro, com quem tem três filhos (sendo dois adotivos). É uma das melhores fases da vida do artista. No mesmo ano conhece aquele que seria seu melhor parceiro e grande amigo: Adelino Moreira, um dos maiores letristas e compositores do gênero samba-canção, que compôs para Nelson mais de 370 músicas (algumas feitas em parceria com o próprio Nelson Gonçalves, como “Fica comigo esta noite”.

Da parceria, nasceram alguns dos maiores sucessos do cantor, como “A volta do boêmio”, “Deusa do asfalto”, “Êxtase e Escultura”. As músicas tinham, sempre, temas românticos, em geral arrebatadores, repletos de histórias de amores perdidos e imortais apropriadas à voz de grande extensão de Nelson Gonçalves que, aliás, se gabava por usar apenas um terço de sua capacidade.

Chegou a gravar músicas de diversos nomes da nova geração da música brasileira e com grandes nomes do rock nacional, como Ângela Rô Rô (Simples Carinho), Kid Abelha (Nada por Mim) e Lulu Santos (Como uma Onda). Em 1984 lançou Eu e Elas, em duetos com Alcione, Ângela Maria, Beth Carvalho e outras divas da música brasileira; Em 1985 lançou Eu e Eles, com duetos com Caetano Veloso, Fagner, Luiz Gonzaga, Tim Maia e outros grandes cantores da MPB.

Nelson Gonçalves se dedicou durante mais de 60 anos à sua grande paixão: a música. Durante sua carreira, gravou mais de 2.700 canções, 183 discos em 78 rpm, 128 LPs e 300 compactos. Vendeu mais de 81 milhões de discos. Ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Também foi agraciado pela RCA com o Prêmio Nipper, recebido apenas por ele e por ninguém menos que Elvis Presley. Por seu último disco, Ainda é Cedo (1997), Nelson iria receber o disco de ouro.

Nelson Gonçalves morreu em 18 de abril de 1998. Durante os anos que precederam sua morte, se definia como o “último dos moicanos”, referindo-se ao seu estilo de cantar, que empregava o vozeirão, do qual dizia nunca ter cuidado, citando como exemplo o fato de ter fumado durante 60 anos, até 1995. No plano pessoal, além dos casamentos com Elvira Molla, Lourdinha Bittencout e Maria Luíza da Silva Ramos, teve muitos casos, alguns rumorosos e até escandalosos para os padrões da época, como os vividos com Bette White e a vedete Nanci Montez.

De seu relacionamento, com Maria (ex-cozinheira do presidente Juscelino Kubitschek), nasceu Lilian Gonçalves, que teve sua história de vida contada na minissérie JK da Rede Globo, interpretada pela atriz Mariana Ximenez. Lilian Gonçalves já era conhecida como a Rainha da Noite de São Paulo, quando se aproximou do seu pai. Guardou por muitos anos a informação de quem era o verdadeiro pai, revelando somente quando Nelson já estava mal de saúde.

Na década de 90 foi encenado nas principais capitais do país o musical “Metralha”, uma versão dramatizada de sua biografia, Em 2001 foi lançado o documentário “Nelson Gonçalves”, que contou sua trajetória, protagonizado por Alexandre Borges e Julia Lemmertz, com direção de Elizeu Ewald e produção executiva de Margareth Gonçalves, caçula de seu casamento com Lourdinha Bittencourt.

Créditos: Davi Brandão

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Com prêmios e indicações, musical “Elza” faz nova temporada no Teatro Sérgio Cardoso

Visto por 65 mil espectadores, espetáculo teve a aprovação irrestrita da homenageada; ELZA: 20 DE JUNHO A 14 DE JULHO – TEATRO SÉRGIO CARDOSO – Não haverá apresentações nos dias 04 e 05 de julho

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras cidades fará nova temporada capital paulista, no Teatro Sérgio Cardoso, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. A partir de 20 de junho, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas em uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, o recém conquistado Prêmio Shell de Melhor Música, os dois prêmios CESGRANRIO (Melhor Direção – Duda Maia e Categoria Especial pelo Elenco), quatro troféus do Prêmio Reverência (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e o Prêmio da APCA de Melhor Dramaturgia.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

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Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

SOBRE A EQUIPE DE CRIAÇÃO E PRODUÇÃO

A estreia de Elza marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e os diretores musicais Pedro Luís, Larissa Luz (esta também em cena) e Antonia Adnet foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau, produtora capitaneada por Andrea Alves.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável montagens tais como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partidos, e Gota D’Água [a seco], dirigida por Rafael Gomes e protagonizada por Laila Garin. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival Villa-Lobos e do Toca, evento que teve a primeira edição neste ano e trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

SINOPSE

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. O elenco sobe ao palco em nova temporada na capital paulista para celebrar o trabalho e os recém conquistados Prêmios Shell (Melhor Música), CESGRANRIO (Melhor Direção e Categoria Especial pelo Elenco), Reverência (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e APCA (Melhor Dramaturgia). Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso e Garrincha. Canções como “Lama”, “O Meu Guri”, “A Carne”, “Se Acaso Você Chegasse”, entre outras, fazem parte do repertório.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.
Direção: Duda Maia
Texto: Vinícius Calderoni
Direção Musical: Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet
Arranjos: Letieres Leite
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

SERVIÇO
Elza, de Vinícius Calderoni, com direção e Duda Maia
Teatro Sergio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista
Temporada: 20 de junho a 14 de julho 2019 (exceto nos dias 04 e 05 de julho)
Quinta a sábado, às 20h; e domingos, às 17h
Ingressos:
Quinta-feira (sessões populares)
Plateia VIP: R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)
Plateia: R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia)
Balcão: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)

Informações para a imprensa i4u Agency
Tatê Dantas e Mel Sayon
tate@i4uagency.com.br
mel@i4uagency.com.br
(11) 2309-8700
Créditos: Tatê Dantas ! i4u Agency

Central Plaza Music promove shows gratuitos no mês de abril, com diversos estilos musicais

Créditos: divulgação

A programação está imperdível, a partir de um repertório exclusivo de canções que marcaram época, da MPB aos clássicos da música internacional

O Central Plaza Shopping começa o mês de abril com muita diversão e música, embalada pela programação do Central Plaza Music. Os visitantes poderão acompanhar diversas apresentações no imperdível happy hour, com o melhor repertório musical. Todos os shows são gratuitos e prometem animar o público, de quarta a sexta-feira, das 19h às 21h, na Praça de Alimentação do Shopping.

Nos dias 3, 10, 17 e 25 de abril, a banda Keity Acoustic Trio, ao som de voz, saxofone e teclado, homenageia os principais ícones da música, como Kell Smith, Carole King, The Cover Girls, O Rappa, Hyldon, Cassiano, Tim Maia, entre outras referências nacionais e internacionais.

Será possível conferir nos dias 4 e 26 de abril a dupla Duo’s Clássicos, que será responsável por trazer os clássicos da MPB e do Pop Nacional e Internacional. Com o melhor da Música Popular Brasileira e do Blues & Rock Ballads, a banda Blue Two agitará o palco do Central Plaza Music nos dias 5, 19 e 24 de abril.

Já o artista Jazz Antony tocará em 11 e 18 de abril, com um super repertório do MPB e POP nacional e internacional. E a programação não para por aí: em 12 de abril, o conjunto projeto V’S apresenta canções que marcaram época da MPB e do POP nacional.

Confira a programação completa do Central Plaza Music:

Apresentações

Estilos
Datas e Horários
Local

Keity Acoustic Trio
Clássicos da Música
3, 10, 17 e 25 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Dou’s Clássicos
MPB/Pop Nacional
4 e 26 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Blue Two
MPB e Blues & Rock Ballads
5, 19 e 24 de abril, das 19 às 21h
Praça de Alimentação

Jazz Antony
MPB, POP nacional e internacional
11 e 18 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Projeto V’S
Pop/Rock Internacional
12 de abril, das 19 às 21h
Praça de Alimentação

Serviço:
Happy Hour – Central Plaza Shopping
Endereço: Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 – Vila Prudente.
Data: de quarta a sexta-feira.
Horário: das 19h às 21h.
Estacionamento gratuito por 2 horas.

Sobre o Central Plaza Shopping
O Central Plaza Shopping está localizado na Zona Leste de São Paulo, em ponto que interliga importantes bairros, como Vila Prudente, Ipiranga, Cambuci e Mooca, e as cidades de São Caetano e Santo André. Ao lado do Shopping, está o Metrô Tamanduateí – Linha Verde e CPTM – Linha Turquesa, facilitando o acesso. Possui estacionamento amplo e coberto, gratuito nas duas primeiras horas, oferecendo uma das ancoragens mais completas da cidade e ainda bancos, drogaria, espaço família, entre outras opções de serviços. Dispõe de 10 salas de cinema, entre elas a maior tela da América Latina, com exibições XD. O destaque do projeto arquitetônico, moderno e arrojado, fica por conta de seus amplos corredores, que possuem 80% de luz natural. Preocupado com a comunidade, o Central Plaza Shopping promove o Projeto Exercício do Vizinho, para oferecer mais qualidade de vida para as pessoas acima de 50 anos, incluindo atividades físicas e aulas de artesanato. Para mais informações, acesse: http://www.centralplazashopping.com.br.

Créditos: Victor Tavares

Shopping Interlagos recebe shows gratuitos durante o horário do almoço e Happy Hour

Créditos: Divulgação

As apresentações ocorrem na Praça de Alimentação, com o melhor repertório da MPB, do Blues, do POP, além de outros estilos musicais

O Shopping Interlagos inicia o mês de abril com entretenimento de qualidade, a partir de programação musical gratuita. Ao longo do mês, de segunda a sexta-feira, os visitantes poderão acompanhar diversas apresentações, embaladas por grandes artistas. No horário do almoço, no Piano ao Ponto, os pocket shows são realizados das 12h30 às 15h, enquanto o Happy Hour acontece das 19h às 21h30.

Os artistas apresentam-se em formato solo, duo ou trio, contemplando o melhor repertório para todos os gostos e públicos nos dois períodos. Será possível acompanhar sons atuais e que marcaram época, nos estilos MPB, Chorinho, POP, Samba, Bossa Nova, World Music e Blues. Há ainda os shows com músicas temáticas, sucessos em novelas e filmes.

Confira a programação completa:

Piano ao Ponto – das 12h30 às 15h

Datas
Artistas
Estilos

1/4
Luiz Alfredo e Sumé
Bossa Nova e MPB

2/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas temáticas

3/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

4/4
Rob Morales
MPB

5/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

8/4
Rob Morales
MPB

9/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

10/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

11/4
Livio Macedo
Samba e MPB

12/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

15/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

16/4
Samuel Costa
POP

17/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

18/4
Keity Carolin Duo, formado por Keity Carolin e Luiz Alfredo
World Music

19/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

22/4
Livio Macedo
Samba e MPB

23/4
Alexandre Britto
POP e MPB

24/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

25/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

26/4
Marco Gomes
Músicas Temáticas

29/4
Luiz Alfredo
Chorinho e Bossa Nova

30/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

Happy Hour – das 19h às 21h30

Datas
Artistas
Estilos

1º/4
Feel Good, formado por Jack Muller e Leandro Ramajo
POP Rock e Clássicos

2/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

3/4
Rominho Cruz
MPB

4/4
Alexandre Britto
POP e MPB

5/4
Livio Macedo
Samba e MPB

8/4
Rominho Cruz
MPB

9/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

10/4
Projeto o Brasil e o Samba, formado Lennon e Fábio Cardoso
Samba

11/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

12/4
Rob Morales
MPB

15/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

16/4
Luiz Alfredo e Junior Conceição
Jazz e R&B

17/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

18/4
Samuel e Luiz Alfredo
Músicas Temáticas

19/4
Alexandre Britto
POP e MPB

22/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

23/4
Rominho Cruz
MPB

24/4
Rob Morales
MPB

25/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

26/4
Projeto V’S, formado por Marcio Riberio
MPB

29/4
Rominho Cruz
MPB

30/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

Serviço:
Programação Musical – Shopping Interlagos
Endereço: Avenida Interlagos, 2.255
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 12h30 às 15h, e das 19h às 21h30.
Estacionamento gratuito.

Sobre o Complexo Comercial Shopping Interlagos
Formado pelos Shoppings Interlagos e Interlar Interlagos, Hipermercado Carrefour, Atacadista Makro, Leroy Merlin (primeira loja do país), Hotel Íbis e Cobasi, é um dos maiores centros de compras, serviços e lazer de São Paulo, recebendo mensalmente 3,5 milhões de pessoas. Com estacionamento gratuito, conta com 400 lojas, dispostas em uma área de 280 mil m². No espaço reservado ao lazer, dispõe de 10 salas de cinema Cinemark, com exibições em 3D, Playland, Boliche, Piano ao Ponto (música ao vivo na Praça de Alimentação durante o almoço, de segunda a sexta-feira) e Happy Hour (música no fim da tarde na Praça de Alimentação, de segunda a sexta-feira). Para mais informações, acesse: http://www.interlagos.com.br.

Créditos: Victor Tavares

Mario Ghanna apresenta releitura de “Esquinas” em homenagem a turnê de Djavan

O cantor e compositor Mario Ghana. Créditos: divulgação

Canção lançada em 1984 e integrante do álbum Lilás, ganha versão com arranjos de blues e jazz

O cantor e compositor Mario Ghanna apresentou uma versão da canção “Esquinas”, de autoria de Djavan, em homenagem a nova turnê do compositor. Ghanna reafirma sua veia “blueseira” com a regravação da música. A canção ganhou um charme todo especial, que trouxe arranjo apenas em guitarra e voz.

“Gravei a música em um formato bem minimalista, só com guitarra e voz. Apostei menos nas evidências dos timbres da guitarra semi-acústica e da voz. Também coloquei a marcante tristeza do blues, que combina muito com a mensagem da canção, que fala sobre desigualdade social e outros temas”, diz Mario.

Mario consegue intercalar um riff blueseiro de sua guitarra com lindas melodias, mantendo as características de seu som que já é conhecido pelos fãs ao longo dos anos.

O vídeo mostra imagens de Mario executando a música sozinho em uma sala, com sua Gibson ES 335.

A mixagem, masterização e o vídeo são de Menderson Madruga.

Acesse em streaming: http://bit.ly/Esquinas_OucaAgora
Assista ao vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=7CLqRRRt9OA

Sobre Mario Ghanna
É Procurador da República, músico e compositor. Concorreu ao Grammy Latino, Prêmio Multishow de Música, Prêmio de Música Catarinense e conquistou a estatueta de “Melhor Álbum Latino” e ‘Melhor Artista Latino”, no The Akademia Music Awards, prêmio americano voltado à música independente.

Créditos: Marcelo B. Santos

Celso Sim apresenta canções de “O Amor Entrou Como um Raio” na Comedoria do Sesc Pompeia

O cantor e compositor Celso Sim. Créditos: divulgação

Em show no dia 21 de fevereiro, artista paulista apresenta músicas de álbum tributo ao sambista Batatinha; Fabiana Cozza faz participação especial

O cantor, compositor premiado, cineasta e ator Celso Sim apresenta seu mais recente álbum O Amor Entrou Como Um Raio em show na Comedoria do Sesc Pompeia no dia 21 de fevereiro, quinta-feira, às 21h30. A cantora Fabiana Cozza faz participação especial.

O disco faz a leitura da obra de Batatinha, considerado um dos maiores compositores de samba do Brasil. No além das canções do sambista carioca, serão apresentadas canções de Zé Miguel Wisnik sobre poemas de Fernando Pessoa, além de sambas de D. Ivone Lara e Nelson Cavaquinho. Desde 2003, ao trabalharem juntos no musical Canto da Guerreira – em homenagem aos 20 anos da morte de Clara Nunes – Celso Sim e Fabiana Cozza não se apresentavam juntos.

Para Celso, Batatinha é um dos gênios da canção brasileira. “O repertório gravado faz uma fenomenologia do carnaval através da polaridade prazer-sofrimento, dádiva-dívida, íntimo-público, confissão-expiação, labuta-festa, onde o carnaval é uma perspectiva de fuga e acesso à uma humanidade perdida e/ou esquecida para o poeta que sabe e canta o desencanto sem drama, o sofrimento sem tristeza e até mesmo com altivez e elegância. Sofrimento tão extenso que mesmo a possibilidade de superação, transcendência e/ou suspensão dessa dor traz dúvidas como em “se eu deixar de sofrer, como é que vai ser para me acostumar”, e o que emerge desse mergulho é o seu contrário, o alento, nesta singularidade do samba e do blues”, conta o artista.

O Amor Entrou Como Um Raio foi lançado em 2017 e traz 11 canções de Batatinha com uma formação musical contemporânea e arranjos tropicalistas para os sambas.

O disco sucede os elogiados Tremor Essencial (2014) e Elza Soares, A mulher do fim do mundo (2015), do qual Celso é diretor artístico, compositor e cantor, e que ganhou o Grammy Latino 2016 de melhor disco de música brasileira, entre outros importantes prêmios nacionais e internacionais.

SERVIÇO:
Celso Sim
Dia 21 de fevereiro de 2019, quinta-feira, às 21h30
Comedoria
*A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados. A compra do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da casa com 90 minutos de antecedência ao início do show.
Ingressos: R$9 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$15 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$30 (inteira).
Venda online a partir de 12 de fevereiro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 13 de fevereiro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia
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Assessoria de Imprensa
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Créditos: Daniele Valério | Canal Aberto

Arnaldo Antunes: 15 anos de “Saiba”

“Saiba”, o sexto disco da carreira solo de Arnaldo Antunes completa 15 anos em 2019

Neste ano de 2019, o sexto trabalho de estúdio de Arnaldo Antunes, “Saiba“, chega aos seus 15 anos de existência. Gravado entre outubro e dezembro de 2003 no Estúdio 304, no Rio de Janeiro, o disco tem a produção assinada pelo próprio Arnaldo em parceria com Chico Neves e foi lançado pela BMG.

Depois do estrondoso sucesso de “Tribalistas” (2002), lançado em parceria com Carlinhos Brown e Marisa Monte, mas sem turnê de divulgação, Arnaldo Antunes manteve a parceria com os dois para composição de algumas das novas músicas para o seu novo disco. A sonoridade pop e palpável iniciada em “Paradeiro” (2001) se consolidou de vez com “Saiba“, o disco.

A obra começa justamente com a ótima faixa-título, em que Arnaldo dá uma aula de interpretação. A música ganhou uma versão gravada por Adriana Calcanhoto em seu projeto “Adriana Partipim” dedicada ao público infantil. Em seguida, a igualmente excepcional “Pedido de Casamento“, que fez parte da trilha sonora da novela “Uma Rosa com Amor” (2010), da TV Globo, e regravada por Karla Sabah no álbum “Cala a Boca e Me Beija” (2009). O disco apresenta também outras faixas de destaque como a ‘tribalística’ “Grão de Amor“, composta por Marisa Monte e Carlinhos Brown, mas que, aqui, traz um belo dueto entre Arnaldo e Marisa. A canção foi outra que fez parte de trilha sonora de novela global (“Como Uma Onda“, de 2004/2005). Enquanto isso, “Elizabete no Chuí“, parceria de Antunes e Carlinhos Brown, é um verdadeiro drum ‘n’ bass desenfreado. Já “A Nossa Casa” é, digamos, a faixa “família” do disco, e não é à toa, pois, além de Arnaldo, os seus filhos – Rosa, Celeste e Brás fazem o vocal, além de sua ex-mulher, Zaba Moreau, nos teclados. E ganhou uma releitura primorosa com Maria Bethânia no CD/DVD “Carta de Amor – Ato 1 e 2” (2003). E, para finalizar os principais destaques da obra, “Consumado“, que ao longo desses 15 anos, tornou-se um clássico nos shows de Arnaldo Antunes, com direito ao cantor, em diversas oportunidades, descer do palco e cantarolá-la no meio do público. E o disco finaliza com um bom cover de “A Razão Dá-se a Quem Tem“, consagrada por Noel Rosa.

E, para título de curiosidade, os pés que aparecem na capa do álbum é do próprio Arnaldo Antunes, que foi tirado do famoso “teste do pézinho”, que é o primeiro documento que todos nós tiramos ao nascer, e, na contra-capa, o pé do mesmo Arnaldo, mas com os seus 40 e tantos, na época.

Esse é um grande trabalho de Arnaldo Antunes, mas o melhor ainda estava por vir. Para quem curte a fase “mpbística” do cantor, é um prato cheio. Vale a aquisição.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist da obra.

Álbum: Saiba
Intérprete: Arnaldo Antunes
Lançamento: 2004
Gravadora: BMG
Produtores: Chico Neves e Arnaldo Antunes

Arnaldo Antunes: voz
Zaba Moreau: teclados
Edgard Scandurra: guitarra, violão e backing vocal
Paulo Tatit: baixo e backing vocal
Participações especiais:
Carlinhos Brown e Marisa Monte

1. Saiba (Arnaldo Antunes)
2. Pedido de Casamento (Arnaldo Antunes)
3. Cachimbo (Edvaldo Santana / Osnofa)
4. Imaginou (Arnaldo Antunes / Davi Moraes)
5. Cabimento (Arnaldo Antunes / Paulo Tatit)
6. Grão de Amor (Marisa Monte / Carlinhos Brown)
7. Se Assim Quiser (Arnaldo Antunes / Dadi)
8. Elizabete No Chuí (Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown)
9. Onde Estavas, Lugar? (Arnaldo Antunes)
10. A Nossa Casa (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz/Paulo Tatit/João Bandeira/Celeste Moreau Antunes/Edith Derdik/Sueli Galdino)
11. Consumado (Arnaldo Antunes / Marisa Monte / Carlinhos Brown)
12. Itapuana (Arnaldo Antunes / Cézar Mendes)
13. Areia (Arnaldo Antunes / Marisa Monte)
14. A Razao Dá-se A Quem Tem (Noel Rosa / Ismael Silva / Francisco Alves)

Por Jorge Almeida