Soul e Rock Nacional entram em cena no Shopping Penha

Raul Seixas cover. Créditos: divulgação

Setembro tem Tim Maia e Raul Seixas no Festival de Bandas Cover

O Shopping Penha preparou uma programação musical recheada dando continuidade ao Festival de Bandas Cover e separou para este mês dois grandes ícones da música nacional: Tim Maia e Raul Seixas.

O famoso “Toca Raul” agita a terça feira (10) e faz parte da programação do empreendimento à Semana do Brasil. No Show, clássicos no Rock Nacional como “Metamorfose Ambulante” e “Cowboy Fora da Lei” estão na lista das músicas que não faltarão ao repertório.

O Soul e a levada dançante de Tim Maia acontecem no dia 24. “Primavera”, “Gostava Tanto de Você” e “Você” são os clássicos do cantor que introduziu a pegada funk no cenário nacional.

As atrações são gratuitas e acontecem no palco da Praça de Alimentação.

Festival de Bandas Cover – Shopping Penha
Programação:
10/09 – Raul Seixas às 19h30
24/09 – Tim Maia às 19h30
Local: Praça de Alimentação
Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304, Penha – São Paulo – SP
Mais informações: (11) 2095-8240 – www.shoppingpenha.com.br

Créditos: Daniele Mendonça

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Zé Ramalho: 40 anos de “A Peleja do Diabo com o Dono do Céu”

“A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu”: segundo disco de Zé Ramalho completa 40 anos em 2019

Um verdadeiro clássico da música brasileira chega a quatro décadas em 2019. A obra-prima em questão é “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu“, também conhecido como “Zé Ramalho 2“, e que, como o nome sugere, é o segundo disco da carreira do cantor e compositor paraibano de Brejo da Cruz. Gravado em um estúdio de oito canais da CBS, no Rio de Janeiro, em junho de 1979, o álbum foi produzido por Carlos Alberto Sion e saiu pela Epic (CBS / Sony Music).

Após ter lançado o primeiro solo, em 1978, Zé Ramalho tocava em seu repertório uma música que não fazia parte daquele trabalho, mas sim naquele que foi o seu segundo álbum: “Admirável Gado Novo“, que, com o seu conteúdo político-social, transformara-se em sucesso antes mesmo de ter sido oficialmente lançada no segundo disco. Ainda o Brasil vivia os tempos da Ditadura Militar e, com uma letra que poderia incomodar os generais, a música não sofreu censura. Das duas uma: ou o poder de persuasão de Zé foi algo estratosfericamente convincente ou a música é tão boa que os “homens” não tiveram coragem de solicitar alguma alteração na letra? E, quem sabe, também gostaram dessa canção que tornou-se um hino popular?

Com sua voz inconfundível, Zé Ramalho recheou o seu segundo trabalho com letras místicas, repletas de metáforas e, ao mesmo tempo, mesclou frevo, baião, sonoridade sombria, e que, anos depois, lhe rendera o primeiro disco de ouro da carreira.

A obra é recheada de faixas emblemáticas da carreira do compositor. Para começar, a faixa-título é um baião bem conduzido e que deixa bem convidativa para “ralar o bucho com a muié”. Na sequência, o hino “Admirável Gado Novo“, que cita algumas ideias presentes nos livros “Admirável Mundo Novo“, de Aldous Huxley, e “1984“, de George Orwell. Foi tocada e regravada por uma quantidade infindável de artistas, entre eles Cássia Eller em seu disco “Música Urbana” (1997). Já em “Falas do Povo“, Zé interage com a cena política e dedica a música a Geraldo Vandré, autor de uma das principais músicas de protesto contra a Ditadura Militar: “Caminhando (Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores)“, gravada por Vandré em 1968, e que o próprio Zé Ramalho também a “coverizou”.em “Nação Nordestina” (2000). O quarto tema é outro clássico: “Beira-Mar“, em que o protagonismo fica por conta de Geraldo Azevedo, que tocou muito o violão de 12 cordas presente na música. A metade da obra chega com “Garoto de Aluguel (Taxi Boy)“, Zé Ramalho mostra o seu “lado canalha” ao abordar na letra ter iludido uma mulher e que o interlocutor marginal só queria ter grana e prazer.

O outro lado do vinil se inicia com “Pelo Vinho e Pelo Pão“, que é a faixa menos inspirada, digamos assim, pois ela destoa das demais. Posteriormente, em “Mote das Amplidões“, Zé nos brinda com um baião cadenciado e um discurso místico característico. A antepenúltima faixa do álbum considero uma das melhores músicas do cantor: “Jardim das Acácias“, que tem a participação de Pepeu Gomes na guitarra e fazendo um ótimo trabalho, fazendo jus ao status de um dos melhores guitarristas do Brasil, e sem deixar passar despercebido os arranjos de cordas e metais de Paulo Machado que deixou o diálogo entre o erudito e o popular na música. Enquanto isso, na instrumental “Agônico“, que teve seu título batizado por Jorge Mautner, Zé Ramalho toca todos os instrumentos. E, para encerrar a obra, “Frevo Mulher“, um clássico da música nordestina conduzida por um bloco de metais, mas a versão que ganhou popularidade não foi essa do álbum, mas sim a releitura “arrasta-pé” dessa música feita por Amelinha que, por acaso, foi mulher de Zé Ramalho.

A concepção da capa foi do próprio Zé Ramalho e instiga o imaginário do título do disco. A gravadora investiu pesado na produção do disco, porém, recusou a financiar a capa projetada pelo cantor. Então, ele mesmo tirou do próprio bolso e bancou a capa, que teve a participação do lendário José Mujica Marins, o Zé do Caixão, além do artista plástico Hélio Oitica e da atriz Xuxa Lopes. A sessão de fotos foi feita em uma feira de São Cristóvão. Aliás, Zé Remalho costuma se envolver pessoalmente nos projetos gráficos de seus discos.

E, convenhamos, gostando ou não do impacto da capa e do nome do disco, “A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu” é um clássico que deve ser conferido de cabo a rabo.

E, para finalizar, o álbum foi relançado em 2003 com faixas bônus.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist da obra.

Álbum: A Peleja do Diabo com o Dono do Céu
Intérprete: Zé Ramalho
Lançamento: 1979
Gravadora: Epic (CBS / Sony Music)
Produtor: Carlos Alberto Sion

1. A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu (Zé Ramalho)
2. Admirável Gado Novo (Zé Ramalho)
3. Falas do Povo (Zé Ramalho)
4. Beira-Mar (Zé Ramalho)
5. Garoto de Aluguel (Taxi Boy) (Zé Ramalho)
6. Pelo Vinho e Pelo Pão (Zé Ramalho)
7. Mote das Amplidões (Zé Ramalho)
8. Agônico (Zé Ramalho)
9. Frevo (Zé Ramalho)
Faixas bônus:
10. Admirável Gado Novo (Instrumental) (Zé Ramalho)
11. Mr. Tambourine Man (Bob Dylan)
12. Hino Amizade (Zé Ramalho)
13. O Desafio do Século (Zé Ramalho)

Por Jorge Almeida

Nando Reis e Os Infernais: 15 anos de “MTV Ao Vivo”

“MTV Ao Vivo”: o primeiro disco ao vivo da carreira solo de Nando Reis

Neste segundo semestre de 2019, o álbum “MTV Ao Vivo”, de Nando Reis e Os Infernais, completam 15 anos de seu lançamento. Produzido pelo cantor em conjunto com Carlo Bartolini, o registro saiu em CD e DVD pela Universal, e foi gravado nos dias 19, 20 e 21 de junho de 2004 no Bar Opinião, em Porto Alegre (RS). Esse foi o quinto trabalho da carreira solo do ex-titã.

A escolha de ter escolhido a capital gaúcha para a gravação do disco ao vivo foi por conta da estrutura que o Bar Opinião permite aos músicos, uma vez que no palco, os integrantes ficam mais próximos entre si, praticamente colado com o público, e, por conta dessa atmosfera mais “intimista” a captação de som e imagem atendeu a expectativa do cantor e de sua banda de apoio. Pois, apesar da grande quantidade de fãs em POA, Nando Reis não optou em gravar por lá por conta da receptividade dos gaúchos. Uma vez que, logisticamente falando, a cidade de São Paulo (onde o músico mora e também local em que a antiga sede da MTV ficava) seria mais fácil.

Ao contrário de “A Letra A”, que fora conduzido por uma sonoridade mais folk capitaneada pelo violão de Nando, esse registro tem um pegada mais roqueira do músico. O CD apresenta 18 faixas, sendo 16 do show (as outras são uma introdução e uma de estúdio), com quatro temas inéditos. Mas, os pontos altos da apresentação ficaram por conta das canções de Nando Reis consagradas na voz de Cássia Eller e os seus sucessos dos tempos de Titãs.

Os Infernais para a gravação do álbum teve em sua line-up: Carlos Pontual nas guitarras, Alex Veley nos teclados, Felipe Cambraia no baixo e João Viana na bateria, mas que se despedia d’Os Infernais para voltar a tocar com seu pai, que é “ninguém-mais-ninguém-menos” que Djavan. O seu substituto foi Diogo Gameiro, que participou nesse disco como convidado na música “Quase Que Dezoito”. Enquanto isso, à frente Nando Reis na voz e violão conduziu o show.

Na parte dos convidados especiais, destaque para o grupo de Hare Krishnas, que fizeram o coro em “Mantra” e também a Banda Ultramen que tocaram na divertida “Pomar”.

O álbum abre com uma ‘intro’ da música “O Mundo É Bão, Sebastião”, que é tocada na sequência. Nela, Nando Reis trocou o termo “Titãs” por “Infernais” (a canção foi tocada originalmente pela banda que o cantor fizera parte até 2002). A terceira faixa é a melosa “A Letra A”, que no show teve uma pegada mais rock. Em seguida, a clássica “O Segundo Sol”, sucesso consagrado com Cássia Eller e que levou o público ao delírio, que fez um barulho ensurdecedor. Posteriormente, Nando Reis apresentou a inédita “Mantra”. A música, de sua autoria em parceria com Arnaldo Antunes, apesar de toda sua atmosfera mística, não tem nenhum vínculo com religião, a presença dos Hare Krishnas foi inspirada em “My Sweet Lord”, de George Harrison. A sexta faixa é a intensa, longa e bela balada “Luz dos Olhos”. Na sequência, a também inédita “Por Onde Andei”, uma bonita música romântica típica de Nando Reis e que, ao longo dos anos, tratou-se de um de seus hits quase permanente no repertório. O álbum dá continuidade com “Marvin (Patches)”, que é daquelas músicas que “não tinha como deixar de gravar”. O play chega à metade com “No Recreio”, do álbum “Para Quando O Arco-Íris Encontrar O Pote de Ouro” (2000), mas que fez muito sucesso na voz de Cássia Eller.

A segunda metade da obra dá o pontapé com “Quase Que Dezoito”, que tem uma melodia grudenta e fácil de cantar. Já em “Não Vou Me Adaptar”, composta e cantada por Arnaldo Antunes quando ambos eram dos Titãs, é quase que cantada à capella por Nando e pelo público. A versão executada aqui é mais semelhante à do disco “Volume Dois” (1998), dos Titãs, em que o então titã Nando Reis gravou os vocais. Depois, vem mais sucessos composto pelo músico para a amiga Cássia: “All Star” e “Relicário”, mas com “Meu Aniversário” no meio delas. Essa música, Nando fez em homenagem à sua mãe no começo dos anos 1990, mas fora rejeitada pelos Titãs. Ela pode ser conferida nos álbuns “Infernal” (2001) e na coletânea “e-Collection” (2000), dos Titãs, mas em versões diferentes. O show termina com “Os Cegos do Castelo”, sucesso de Nando com os Titãs. No entanto, ao voltar para o bis, Nando Reis sobe ao palco com a banda gaúcha Ultramen para tocarem a divertida “Pomar” e o ‘gran finale’ aparece com “Do Seu Lado”, que fez sucesso também com o Jota Quest. O registro ainda traz a versão de estúdio da música “Mantra”.

Todavia, no DVD que foi lançado, além dos extras com o making-off do show e uma entrevista com Nando Reis, há também duas músicas exclusivas – “Dessa Vez” e “Me Diga”, além dos covers de “Sangue Latino”, dos Secos & Molhados, e “My Pledge Of Love”, de Joe Stafford Jr., com direito a um incidental de “Fogo e Paixão”, hit-mor do cantor Wando.

Em “MTV Ao Vivo”, Nando Reis apresenta toda a sua sonoridade, que ficou “oculta” por causa dos Titãs, mas que deixa bem nítido a maturidade e a capacidade de ser um ótimo compositor e intérprete. Um excelente registro para quem gosta da carreira do ruivo. Ah, e vale a pena conferir também “MTV Ao Vivo – Bailão do Ruivão”.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist da obra.

Álbum: MTV Ao Vivo
Intérprete: Nando Reis e Os Infernais
Lançamento: 2004
Gravadora: Universal
Produtores: Nando Reis e Carlo Bartolini

Nando Reis: voz e violão
Felipe Cambraia: baixo e vocais
Carlos Pontual: guitarra e vocais
João Viana: bateria
Alex Veley: teclados

Diogo Gameiro: bateria em “Quase Que Dezoito
Banda Ultramen em “Pomar
Tonho Crocco: voz
Pedro Porto: baixo
Júlio Porto: guitarra
Zé Darcy: bateria
Leonardo Boff: teclados
Marcito e Malásia: percussão
Anderson: DJ

1. Abertura (O Mundo É Bão, Sebastião) (Nando Reis)
2. O Mundo É Bão, Sebastião (Nando Reis)
3. A Letra A (Nando Reis)
4. O Segundo Sol (Nando Reis)
5. Mantra (Nando Reis / Arnaldo Antunes)
6. Luz dos Olhos (Nando Reis)
7. Por Onde Andei (Nando Reis)
8. Marvin (Patches) (Johnson / Dunbar / Versão: Sérgio Britto / Nando Reis)
9. No Recreio (Nando Reis)
10. Quase Que Dezoito (Nando Reis)
11. Não Vou Me Adaptar (Arnaldo Antunes)
12. All Star (Nando Reis)
13. Meu Aniversário (Nando Reis)
14. Relicário (Nando Reis)
15. Os Cegos do Castelo (Nando Reis)
16. Pomar (Nando Reis / Paulo Monteiro)
17. Do Seu Lado (Nando Reis)
18. Mantra (versão estúdio) (Nando Reis / Arnaldo Antunes)

Por Jorge Almeida

 

21 de junho: 100 anos do Rei do Rádio, Nelson Gonçalves

O inesquecível Nelson Gonçalves. Créditos: divulgação

Destaque na história da música brasileira, Com mais de 80 milhões de cópias vendidas, o cantor e compositor

No próximo dia 21 de junho, o país brindará o Centenário de Nelson Gonçalves, um dos principais cantores e compositores da história da música brasileira. O artista que somou 81 milhões de discos vendidos no Brasil. Além da música, ele foi jornaleiro, mecânico, polidor, tamanqueiro, engraxate e garçom, além de lutador de boxe.

Nelson nasceu como Antônio Gonçalves Sobral, em 21 de junho de 1919, na pequena cidade de Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. Seus pais, imigrantes portugueses, tinham acabado de chegar ao País. Durante a infância — já vivendo no bairro do Brás, em São Paulo, Nelson acompanhava o pai nas feiras livres e praças. Enquanto seu Manuel tocava violão, o menino cantava em cima de um caixote. Em dias mais difíceis, seu Manuel chegava a se fingir de cego para comover as pessoas. Na infância tinha dois apelidos. Na escola era chamado de Carusinho, por sua voz excepcional. Como gaguejava, passou a ser também chamado de Metralha, já que falava cuspindo as palavras. Mesmo com a disfunção fonética, decidiu ser cantor.

Antes de chegar ao seu objetivo passou pelas diversas profissões citadas acima. Intempestivo e brigão, canalizou sua impetuosidade para o boxe. Com 17 anos, recebeu a faixa de Campeão Paulista dos Meio-Médios, após vencer 24 lutadores por nocaute e ter perdido apenas duas vezes, por pontos.

Nelson estudou canto acadêmico, por seis anos, com o maestro Bellardi. Aprendeu que não era gago, mas taquilárico (do grego takimós: respiração curta, acelerada). Dentre os tantos conselhos do maestro ouviu um conselho que mudaria sua vida: deveria ser cantor popular. Como Antônio não era sonoro, adotou o nome Nelson, que considerava mais melódico.

Em 1941, consegue finalmente gravar seu disco de estreia, um 78 RPM contendo o samba “Sinto-Me Bem”, de Ataulfo Alves. Com a boa recepção do público é contratado pela gravadora RCA Victor, da qual jamais sairia, e pela rádio Mayrink Veiga, levado pelo cantor Carlos Galhardo. A voz de Nelson torna-se rapidamente conhecida. Logo é eleito o Rei do Rádio, em concurso promovido pela Revista do Rádio. Sua vida melhora consideravelmente em 1943, quando consegue um emprego como crooner do Cassino do Copacabana Palace Hotel.

Nelson Gonçalves faz grande sucesso nas décadas de 1940 e 1950. Alguns de seus grandes sucessos dos anos 40 foram “Maria Bethânia” (Capiba), “Normalista” (Benedito Lacerda/ Davi Nasser); “Caminhemos” (Herivelto Martins) e “Renúncia” (Roberto Martins/Mário Rossi).

Em 1952, passa a viver com Lourdinha Bittencourt, substituta de Dalva de Oliveira, no Trio de Ouro, com quem tem três filhos (sendo dois adotivos). É uma das melhores fases da vida do artista. No mesmo ano conhece aquele que seria seu melhor parceiro e grande amigo: Adelino Moreira, um dos maiores letristas e compositores do gênero samba-canção, que compôs para Nelson mais de 370 músicas (algumas feitas em parceria com o próprio Nelson Gonçalves, como “Fica comigo esta noite”.

Da parceria, nasceram alguns dos maiores sucessos do cantor, como “A volta do boêmio”, “Deusa do asfalto”, “Êxtase e Escultura”. As músicas tinham, sempre, temas românticos, em geral arrebatadores, repletos de histórias de amores perdidos e imortais apropriadas à voz de grande extensão de Nelson Gonçalves que, aliás, se gabava por usar apenas um terço de sua capacidade.

Chegou a gravar músicas de diversos nomes da nova geração da música brasileira e com grandes nomes do rock nacional, como Ângela Rô Rô (Simples Carinho), Kid Abelha (Nada por Mim) e Lulu Santos (Como uma Onda). Em 1984 lançou Eu e Elas, em duetos com Alcione, Ângela Maria, Beth Carvalho e outras divas da música brasileira; Em 1985 lançou Eu e Eles, com duetos com Caetano Veloso, Fagner, Luiz Gonzaga, Tim Maia e outros grandes cantores da MPB.

Nelson Gonçalves se dedicou durante mais de 60 anos à sua grande paixão: a música. Durante sua carreira, gravou mais de 2.700 canções, 183 discos em 78 rpm, 128 LPs e 300 compactos. Vendeu mais de 81 milhões de discos. Ganhou 38 discos de ouro e 20 de platina. Também foi agraciado pela RCA com o Prêmio Nipper, recebido apenas por ele e por ninguém menos que Elvis Presley. Por seu último disco, Ainda é Cedo (1997), Nelson iria receber o disco de ouro.

Nelson Gonçalves morreu em 18 de abril de 1998. Durante os anos que precederam sua morte, se definia como o “último dos moicanos”, referindo-se ao seu estilo de cantar, que empregava o vozeirão, do qual dizia nunca ter cuidado, citando como exemplo o fato de ter fumado durante 60 anos, até 1995. No plano pessoal, além dos casamentos com Elvira Molla, Lourdinha Bittencout e Maria Luíza da Silva Ramos, teve muitos casos, alguns rumorosos e até escandalosos para os padrões da época, como os vividos com Bette White e a vedete Nanci Montez.

De seu relacionamento, com Maria (ex-cozinheira do presidente Juscelino Kubitschek), nasceu Lilian Gonçalves, que teve sua história de vida contada na minissérie JK da Rede Globo, interpretada pela atriz Mariana Ximenez. Lilian Gonçalves já era conhecida como a Rainha da Noite de São Paulo, quando se aproximou do seu pai. Guardou por muitos anos a informação de quem era o verdadeiro pai, revelando somente quando Nelson já estava mal de saúde.

Na década de 90 foi encenado nas principais capitais do país o musical “Metralha”, uma versão dramatizada de sua biografia, Em 2001 foi lançado o documentário “Nelson Gonçalves”, que contou sua trajetória, protagonizado por Alexandre Borges e Julia Lemmertz, com direção de Elizeu Ewald e produção executiva de Margareth Gonçalves, caçula de seu casamento com Lourdinha Bittencourt.

Créditos: Davi Brandão

Com prêmios e indicações, musical “Elza” faz nova temporada no Teatro Sérgio Cardoso

Visto por 65 mil espectadores, espetáculo teve a aprovação irrestrita da homenageada; ELZA: 20 DE JUNHO A 14 DE JULHO – TEATRO SÉRGIO CARDOSO – Não haverá apresentações nos dias 04 e 05 de julho

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras cidades fará nova temporada capital paulista, no Teatro Sérgio Cardoso, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. A partir de 20 de junho, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas em uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, o recém conquistado Prêmio Shell de Melhor Música, os dois prêmios CESGRANRIO (Melhor Direção – Duda Maia e Categoria Especial pelo Elenco), quatro troféus do Prêmio Reverência (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e o Prêmio da APCA de Melhor Dramaturgia.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

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Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

SOBRE A EQUIPE DE CRIAÇÃO E PRODUÇÃO

A estreia de Elza marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e os diretores musicais Pedro Luís, Larissa Luz (esta também em cena) e Antonia Adnet foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau, produtora capitaneada por Andrea Alves.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável montagens tais como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partidos, e Gota D’Água [a seco], dirigida por Rafael Gomes e protagonizada por Laila Garin. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival Villa-Lobos e do Toca, evento que teve a primeira edição neste ano e trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

SINOPSE

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. O elenco sobe ao palco em nova temporada na capital paulista para celebrar o trabalho e os recém conquistados Prêmios Shell (Melhor Música), CESGRANRIO (Melhor Direção e Categoria Especial pelo Elenco), Reverência (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e APCA (Melhor Dramaturgia). Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso e Garrincha. Canções como “Lama”, “O Meu Guri”, “A Carne”, “Se Acaso Você Chegasse”, entre outras, fazem parte do repertório.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.
Direção: Duda Maia
Texto: Vinícius Calderoni
Direção Musical: Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet
Arranjos: Letieres Leite
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

SERVIÇO
Elza, de Vinícius Calderoni, com direção e Duda Maia
Teatro Sergio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista
Temporada: 20 de junho a 14 de julho 2019 (exceto nos dias 04 e 05 de julho)
Quinta a sábado, às 20h; e domingos, às 17h
Ingressos:
Quinta-feira (sessões populares)
Plateia VIP: R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)
Plateia: R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia)
Balcão: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)

Informações para a imprensa i4u Agency
Tatê Dantas e Mel Sayon
tate@i4uagency.com.br
mel@i4uagency.com.br
(11) 2309-8700
Créditos: Tatê Dantas ! i4u Agency

Central Plaza Music promove shows gratuitos no mês de abril, com diversos estilos musicais

Créditos: divulgação

A programação está imperdível, a partir de um repertório exclusivo de canções que marcaram época, da MPB aos clássicos da música internacional

O Central Plaza Shopping começa o mês de abril com muita diversão e música, embalada pela programação do Central Plaza Music. Os visitantes poderão acompanhar diversas apresentações no imperdível happy hour, com o melhor repertório musical. Todos os shows são gratuitos e prometem animar o público, de quarta a sexta-feira, das 19h às 21h, na Praça de Alimentação do Shopping.

Nos dias 3, 10, 17 e 25 de abril, a banda Keity Acoustic Trio, ao som de voz, saxofone e teclado, homenageia os principais ícones da música, como Kell Smith, Carole King, The Cover Girls, O Rappa, Hyldon, Cassiano, Tim Maia, entre outras referências nacionais e internacionais.

Será possível conferir nos dias 4 e 26 de abril a dupla Duo’s Clássicos, que será responsável por trazer os clássicos da MPB e do Pop Nacional e Internacional. Com o melhor da Música Popular Brasileira e do Blues & Rock Ballads, a banda Blue Two agitará o palco do Central Plaza Music nos dias 5, 19 e 24 de abril.

Já o artista Jazz Antony tocará em 11 e 18 de abril, com um super repertório do MPB e POP nacional e internacional. E a programação não para por aí: em 12 de abril, o conjunto projeto V’S apresenta canções que marcaram época da MPB e do POP nacional.

Confira a programação completa do Central Plaza Music:

Apresentações

Estilos
Datas e Horários
Local

Keity Acoustic Trio
Clássicos da Música
3, 10, 17 e 25 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Dou’s Clássicos
MPB/Pop Nacional
4 e 26 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Blue Two
MPB e Blues & Rock Ballads
5, 19 e 24 de abril, das 19 às 21h
Praça de Alimentação

Jazz Antony
MPB, POP nacional e internacional
11 e 18 de abril, das 19h às 21h
Praça de Alimentação

Projeto V’S
Pop/Rock Internacional
12 de abril, das 19 às 21h
Praça de Alimentação

Serviço:
Happy Hour – Central Plaza Shopping
Endereço: Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 – Vila Prudente.
Data: de quarta a sexta-feira.
Horário: das 19h às 21h.
Estacionamento gratuito por 2 horas.

Sobre o Central Plaza Shopping
O Central Plaza Shopping está localizado na Zona Leste de São Paulo, em ponto que interliga importantes bairros, como Vila Prudente, Ipiranga, Cambuci e Mooca, e as cidades de São Caetano e Santo André. Ao lado do Shopping, está o Metrô Tamanduateí – Linha Verde e CPTM – Linha Turquesa, facilitando o acesso. Possui estacionamento amplo e coberto, gratuito nas duas primeiras horas, oferecendo uma das ancoragens mais completas da cidade e ainda bancos, drogaria, espaço família, entre outras opções de serviços. Dispõe de 10 salas de cinema, entre elas a maior tela da América Latina, com exibições XD. O destaque do projeto arquitetônico, moderno e arrojado, fica por conta de seus amplos corredores, que possuem 80% de luz natural. Preocupado com a comunidade, o Central Plaza Shopping promove o Projeto Exercício do Vizinho, para oferecer mais qualidade de vida para as pessoas acima de 50 anos, incluindo atividades físicas e aulas de artesanato. Para mais informações, acesse: http://www.centralplazashopping.com.br.

Créditos: Victor Tavares

Shopping Interlagos recebe shows gratuitos durante o horário do almoço e Happy Hour

Créditos: Divulgação

As apresentações ocorrem na Praça de Alimentação, com o melhor repertório da MPB, do Blues, do POP, além de outros estilos musicais

O Shopping Interlagos inicia o mês de abril com entretenimento de qualidade, a partir de programação musical gratuita. Ao longo do mês, de segunda a sexta-feira, os visitantes poderão acompanhar diversas apresentações, embaladas por grandes artistas. No horário do almoço, no Piano ao Ponto, os pocket shows são realizados das 12h30 às 15h, enquanto o Happy Hour acontece das 19h às 21h30.

Os artistas apresentam-se em formato solo, duo ou trio, contemplando o melhor repertório para todos os gostos e públicos nos dois períodos. Será possível acompanhar sons atuais e que marcaram época, nos estilos MPB, Chorinho, POP, Samba, Bossa Nova, World Music e Blues. Há ainda os shows com músicas temáticas, sucessos em novelas e filmes.

Confira a programação completa:

Piano ao Ponto – das 12h30 às 15h

Datas
Artistas
Estilos

1/4
Luiz Alfredo e Sumé
Bossa Nova e MPB

2/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas temáticas

3/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

4/4
Rob Morales
MPB

5/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

8/4
Rob Morales
MPB

9/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

10/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

11/4
Livio Macedo
Samba e MPB

12/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

15/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

16/4
Samuel Costa
POP

17/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

18/4
Keity Carolin Duo, formado por Keity Carolin e Luiz Alfredo
World Music

19/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

22/4
Livio Macedo
Samba e MPB

23/4
Alexandre Britto
POP e MPB

24/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

25/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

26/4
Marco Gomes
Músicas Temáticas

29/4
Luiz Alfredo
Chorinho e Bossa Nova

30/4
Luiz Alfredo e Marcos Gomes
Músicas Temáticas

Happy Hour – das 19h às 21h30

Datas
Artistas
Estilos

1º/4
Feel Good, formado por Jack Muller e Leandro Ramajo
POP Rock e Clássicos

2/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

3/4
Rominho Cruz
MPB

4/4
Alexandre Britto
POP e MPB

5/4
Livio Macedo
Samba e MPB

8/4
Rominho Cruz
MPB

9/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

10/4
Projeto o Brasil e o Samba, formado Lennon e Fábio Cardoso
Samba

11/4
Blue Two Solo, formado por Gabriel Delfino
Blues

12/4
Rob Morales
MPB

15/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

16/4
Luiz Alfredo e Junior Conceição
Jazz e R&B

17/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

18/4
Samuel e Luiz Alfredo
Músicas Temáticas

19/4
Alexandre Britto
POP e MPB

22/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

23/4
Rominho Cruz
MPB

24/4
Rob Morales
MPB

25/4
Diogo Santos
Bossa Nova, MPB e Samba

26/4
Projeto V’S, formado por Marcio Riberio
MPB

29/4
Rominho Cruz
MPB

30/4
Keity Carolin Trio, formado por Keity Carolin, Luiz Alfredo e Marcos Gomes
World Music

Serviço:
Programação Musical – Shopping Interlagos
Endereço: Avenida Interlagos, 2.255
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 12h30 às 15h, e das 19h às 21h30.
Estacionamento gratuito.

Sobre o Complexo Comercial Shopping Interlagos
Formado pelos Shoppings Interlagos e Interlar Interlagos, Hipermercado Carrefour, Atacadista Makro, Leroy Merlin (primeira loja do país), Hotel Íbis e Cobasi, é um dos maiores centros de compras, serviços e lazer de São Paulo, recebendo mensalmente 3,5 milhões de pessoas. Com estacionamento gratuito, conta com 400 lojas, dispostas em uma área de 280 mil m². No espaço reservado ao lazer, dispõe de 10 salas de cinema Cinemark, com exibições em 3D, Playland, Boliche, Piano ao Ponto (música ao vivo na Praça de Alimentação durante o almoço, de segunda a sexta-feira) e Happy Hour (música no fim da tarde na Praça de Alimentação, de segunda a sexta-feira). Para mais informações, acesse: http://www.interlagos.com.br.

Créditos: Victor Tavares