Gal Costa é homenageada em “Fruta Gogoia” por Jussara Silveira e Renato Braz

Projeto “Fruta Gogoia” traz 18 canções da carreira de Gal Costa. Créditos: divulgação

Lançamento do Selo Sesc, o projeto “Fruta Gogoia” traz 18 canções da carreira da artista baiana, com arranjos de Dori Caymmi e produção artística de Luiz Nogueira; pela primeira vez, o Selo Sesc disponibilizará o álbum nas plataformas de streaming, além do suporte físico que trará no encarte uma gravura inédita de Regina Silveira.

Homenagear uma cantora como Gal Costa não é tarefa das mais fáceis. Com 50 anos de carreira, a cantora faz parte da história de muita gente e dá voz a uma série de compositores que vão de Tom Jobim a Caetano Veloso, passando por Dorival Caymmi, Jards Macalé, Chico Buarque, Luiz Melodia entre muitos outros, conferindo sua visão pessoal aos mais diferentes estilos e ritmos, em mais de 40 discos de estúdio, outros tantos ao vivo e, ainda, com parceiros.

Luiz Nogueira topou o desafio e em junho chega à cena musical “Fruta Gogoia – Uma Homenagem a Gal Costa”. O projeto será lançado pelo Selo Sesc nas plataformas digitais de streaming em junho, e posteriormente também em CD, com encarte especial que traz uma gravura de Regina Silveira com a obra “Bicho Gal”, criada especialmente para este projeto. E em julho ganhará os palcos em dois shows no Sesc Vila Mariana, nos dias 8 e 9 de julho.

Para fazer jus à homenageada, Luiz Nogueira reuniu um verdadeiro time de mestres. A começar pelos cantores escolhidos: Jussara Silveira e Renato Braz. A direção musical e os arranjos ficaram a cargo de Dori Caymmi.

Foram selecionadas 18 canções das mais de 500 registradas pela Gal ao longo de seus 50 anos de carreira. Entre os compositores desta seleção, está um dos maiores parceiros da cantora: Caetano Veloso, de quem Gal gravou quase 100 canções até agora. Em “Fruta Gogoia” foram escolhidas para representar esta parceria com o compositor “Tigresa”, “Meu Bem, Meu Mal”, “Baby”, “Não identificado”, e “Força Estranha”.

“A escolha das músicas que integram o álbum foi afetiva. Das 540 canções, primeiro selecionei 80, lista que foi reduzida depois a 25, para chegar finalmente, às 18 que integram o projeto”, conta Luiz. “Além do filtro emotivo, consultei os parceiros deste projeto para, aí sim, chegar ao repertório”.

E a esta lista percorre muito dos 50 anos de carreira de Gal – desde o primeiro disco lançado, ao lado de Caetano Veloso, “Domingo”, de 1967, coincidentemente também com arranjos de Dori Caymmi –, até “Todas as Coisas e Eu”, de 2004.

Além das canções compostas por Caetano, fazem parte de “Fruta Gogoia” músicas emblemáticas como “Estrada do Sol”, de Tom Jobim e Dolores Duran; “Vapor Barato”, de Jards Macalé e Waly Salomão; “Folhetim”, de Chico Buarque; “Volta”, de Lupicínio Rodrigues; “Pérola Negra”, de Luiz Melodia; “Sorte”, de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos; “Só Louco”, de Dorival Caymmi, entre tantas outras. Também não ficaram de fora da homenagem “Modinha para Gabriela”, de Caymmi, composta para a novela “Gabriela”, exibida pela TV Globo em 1975, e “Tema para Gabriela”, em música composta por Tom Jobim para filme de Bruno Barreto, lançado em 1983. Ambas as obras baseadas no romance “Gabriela, Cravo e Canela”, de Jorge Amado. O próprio escritor declarou em entrevistas que Gal era a voz de todas as suas personagens femininas.

As obras não seguem nem uma ordem cronológica, nem uma concentração por discos – vai de “FA-TAL”, de 1971, a “Todas as Coisas e Eu”, de 2003.

Fechando o disco, com arranjo especial do acordeonista Toninho Ferragutti, está “Fruta Gogoia”, do cancioneiro popular pernambucano que, na voz de Jussara Silveira e nos vocalizes de Renato Braz, ganhou um tom agreste e delicado.

Os intérpretes
As duas vozes que interpretam as canções são reconhecidamente dois dos maiores intérpretes do país, que estão no auge de sua potência vocal, aos 50 anos, mas que nunca tinham se encontrado antes.

Além do timbres especiais, os dois são, assim como Gal, intérpretes puros, ou seja, não são compositores, emprestando sua voz a outros autores e personalizando cada uma das canções a sua maneira.

Em “Fruta Gogoia”, os artistas ora se revezam na interpretação das canções, ora dividem o microfone. A ideia não foi criar outras versões para músicas que já têm a sua própria ‘versão definitiva’ registradas pela Gal, mas, sim, trazer um outro registro para o público conhecer estas mesmas canções.

Assim como Gal, Jussara Silveira apresenta em seu canto uma versatilidade que é capaz de atravessar diferentes estilos de música brasileira com a mesma suavidade – a artista já gravou desde compositores mais ‘tradicionais’, como Dorival Caymmi, a contemporâneos como Romulo Fróes, José Miguel Wisnik e Itamar Assumpção. A mineira criada em Salvador, iniciou sua carreira nos anos 1990, na capital soteropolitana.

Também com início de carreira nos anos 1990, o cantor paulistano Renato Braz é reconhecido como uma das mais belas vozes masculinas brasileiras. Suas primeiras gravações conciliam o universo afetivo de sua formação (Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Jackson do Pandeiro) com as criações de Dori, Paulo César Pinheiro, Gilberto Gil, Chico Buarque, entre outros compositores.

Regina Silveira
Ao ser convidada por Nogueira para desenvolver a capa do disco, a artista Regina Silveira não só aceitou prontamente como criou uma obra exclusivamente para o projeto: “Bicho Gal”. A gravura é o ponto central de todo o projeto gráfico, além de se transformar em um pôster encartado no CD físico. Segundo a artista, esta é a primeira de uma série intitulada “Fauna Brasilis”.

Além disso, Regina está criando para o show baseado no repertório do disco um cenário especial em que todos os elementos da colorida obra ganharão vida no palco.

Os arranjos
Além da dedicação em tornar este projeto uma homenagem à altura da artista homenageada, um dos principais cuidados foi nos arranjos e na direção musical de “Fruta Gogoia”, a cargo de Dori Caymmi. Não por acaso, o primeiro disco de Gal, “Domingo”, gravado em 1967, também trazia os arranjos de Dori, para um cantor (Caetano) e uma cantora (Gal).

Em comum, todos os arranjos pensados para as canções do disco traduzem a elegância das composições, chamando um time de músicos conceituados para executar suas faixas. Na lista entraram nomes como o próprio Dori, que toca violão em algumas das faixas; Itamar Assiere, no piano; Celso de Almeida, na bateria; Teco Cardoso, nos sopros; Swami Júnior, no violão 7 cordas; Sizão Machado, no baixo; Bré Rosário, na percussão; e Toninho Ferragutti, no acordeom. Toninho é responsável também pelo arranjo da canção que dá título ao disco. Além disso, Mário Gil faz a produção musical e o violão na faixa “Meu bem, meu mal”.

Algumas canções são acompanhadas por um octeto de sopros, com a nata dos músicos de sua vertente, outras por um quarteto de cellos ou um conjuntos de cordas. Neste caso, a arregimentação ficou nas mãos do maestro Claudio Cruz.

Suporte
Pela primeira vez, o selo Sesc lançará um de seus produtos em plataformas digitais. O disco chegará ainda em junho aos principais serviços de streaming, como Spotify e Deezer.

Em julho, o CD físico chega às lojas das unidades do Sesc, com todo seu diferencial gráfico e musical.

O show
Para lançar o projeto oficialmente, acontecem dois shows no Sesc Vila Mariana, dias 8 e 9 de julho. Os ingressos estarão à venda pela rede Sesc em data a ser anunciada em breve.

Com cenário especialmente criado por Regina Silveira, em que a obra “Bicho Gal” ganhará desdobramentos e movimento.

No palco, Renato e Jussara estarão acompanhados por nove músicos para reproduzir, ao vivo, as músicas do disco. O show trará no setlist 16 das 18 canções do álbum.

Serviço
Fruta Gogoia
Com Jussara Silveira e Renato Braz
Dias 8 e 9 de julho, sábado, às 21h; domingo, às 18h
Local: Teatro (capacidade: 620 lugares)
Duração: 90 minutos
Não recomendado para menores de 12 anos
Venda de ingresso online a partir de 27/6, às 16h e nas bilheterias a partir de 28/6, às 17h30.  Limitado a quatro ingressos por pessoa.
Ingresso: R$ 25,00 (inteira) l R$ 12,50 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) l R$ 7,50 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena).
Bilheteria: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábado, das 10h às 21h; domingo e feriado, das 10h às 18h30 (ingressos à venda em todas as unidades do Sesc).
Horário de funcionamento da Unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.
Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A): Terça a sexta-feira, das 9h às 20h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30.
Estacionamento: R$ 5,50 a primeira hora + R$ 2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 12 a primeira hora + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 200 vagas.

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Por Márcia Marques | Canal Aberto

Exposição “Confluências – Transatlântica 10 Anos” no Sesc Vila Mariana

Uma das imagens da série “CEntro”, de Felipe Russo, em exposição no Sesc Vila Mariana. Créditos: divulgação

O Sesc Vila Mariana apresenta até o próximo dia 9 de julho, domingo, a exposição “Confluências – Transatlântica 10 Anos” que apresenta uma seleção de aproximadamente 90 fotografias de 22 autores de oito países entre todos os que participaram das leituras de portfólios durante essa década.

O projeto iniciou sua trajetória em 2008 como um fórum de fotografia e artes visuais lançado na Íbero-América. A concepção visava a importância de trabalhos de criadores  emergentes da América Latia e o seu encontro internacional, assim como a criação de redes de trabalho.

Ao longo desses dez anos, passaram pelo programa 2.240 pessoas, das quais 400 foram selecionadas para as leituras de portfólio e cem delas mostraram suas produções em Madrid nas edições do festival PHotoEspaña.

A exposição é uma mostra da grande variedade de temas, abordagens e interesses que movimentam os artistas e nos quais se amplia a criação fotográfica contemporânea. Se algo diferencia a fotografia atual é esse liga de olhares, temáticas e técnicas.

O público ao conferir as imagens da mostra, compreende porque a fotografia segue como uma importante ferramenta de denúncia – políticas, econômicas, sociais e afins – e também como um instrumento de importância de desejos de mundo possíveis, de questionamento e indagação sobre a memória.

A exposição também permite conferir fotografias de profissionais que abordam a violência e suas consequências, os problemas ambientais, a degradação das cidades, enquanto outros preferem uma linguagem mais lúdica e poética.

Entre os destaques estão “My Perro Rano. Crônicas da América Central” (2007-2010), conjunto de seis fotografias do mexicano Maurício Palos; “Centro” (foto), composta por quatro imagens do brasileiro Felipe Russo; e “A Vaca Atada” (2015-2015), constituída por quatro registros do argentino Santiago Hafford.

SERVIÇO:
Exposição:
Confluências – Transatlântica 10 Anos
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Quando: até 09/07/2017; de terça a sexta-feira, das 7h às 21h; sábados, das 9h às 21h; domingos, das 9h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Meus Caros Amigos – Augusto Boal – Cartas do Exílio” no Sesc Vila Mariana

Espaço expositivo da mostra sobre o dramaturgo Augusto Boel no Sesc Vila Mariana. Foto: Jorge Almeida

O Sesc Vila Mariana promove até o próximo domingo, 25 de junho, a exposição “Meus Caros Amigos – Augusto Boal – Cartas do Exílio”, que apresenta documentos, fotografias, correspondências e vídeos sobre o dramaturgo Augusto Boal (1931-2009), o criador do Teatro do Oprimido.

A mostra traz correspondências trocadas entre Augusto Boal e seus companheiros durante os anos de exílio político, de 1971 e 1986, como o cantor e compositor Chico Buarque de Holanda e a atriz Fernanda Montenegro.

Considerado uma das principais lideranças do Teatro de Arena de São Paulo, na década de 1960, Boal criou o Teatro do Oprimido, que ganhou notoriedade internacional ao conciliar arte e ação social. O dramaturgo foi preso e exilado pelo Regime Militar que imperava no Brasil em 1971. E é justamente essa época que a exposição retrata.

A exposição exibe ainda cerca de 60 fotografias de Augusto Boal, inclusive com amigos como o próprio Chico Buarque, documentos como passaportes, livros e vídeos, como os depoimentos feitos pela viúva Cecília Boral, o filho Fabian Boal e os amigos já citados.

A mostra traz o nome de um dos álbuns mais marcantes da MPB, o clássico “Meus Caros Amigos” (1976), de Chico Buarque. O título do álbum veio de uma canção inspirada do cantor para com o amigo intitulada “Meu Caro Amigo”, cujo áudio pode ser apreciado na exposição em uma versão gravada em fita cassete por Chico na companhia de Francis Hime no piano e que foi enviada a Boal.

Além disso, complementam a mostra sete cartazes e também alguns livros que podem ser conferidos. Mas o destaque da exposição é o espaço destinado às troca de correspondências entre Chico Buarque e Augusto Boal, incluindo o material relacionado ao álbum de 1976.

SERVIÇO:
Exposição: Meus Caros Amigos – Augusto Boal – Cartas do Exílio
Onde: Sesc Vila Mariana – atrium (1º andar) – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Quando: até 25/06/2017; de terça a sexta-feira, das 10h às 21h; sábados, das 10h às 20h30; domingos, das 10h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Corpo Como Evidência” no Sesc Vila Mariana

Um dos registros de  islandês Arno Rafael Minkknen em exibição no Sesc Vila Mariana
Um dos registros de islandês Arno Rafael Minkknen em exibição no Sesc Vila Mariana

Com cerca de 50 imagens, a exposição “Corpo Como Evidência” fica em cartaz até o próximo domingo, 18 de dezembro, no Sesc Vila Mariana. As fotografias são assinadas pelo fotógrafo islandês Arno Rafael Minkknen, que forma reflexões acerca do corpo desnudo e sua presença física e evidente enquanto retrato, autorretrato e escultura.

As imagens singulares cogitam determinadas indagações eficazes descobertas em seu trabalho desde a década de 1970, como a corporeidade, a paisagem, a cidade, o nu, o retrato e o autorretrato. Sem quaisquer manipulações, sobreposições ou recursos de pós-produção, o artista idealiza uma dramaturgia corporal, apoiando-se, de vez em quando, a uma autoencenação, quando se coloca diante da câmera e cria uma identidade fabulada. Como entidades esculturais, corpos em trânsito ocupam lacunas e ambientes variados, desenhando novos roteiros interpretativos.

Entre os destaques estão “Autrorretrato” (2010), em Nassau, nas Bahamas; “Autorretrato, olhando para o Leste a partir do Hotel Shelton” (2005), em Long Island City (EUA) e “Autorretrato com Laurance” (2002), em Gozo, Malta (foto).

Além das fotografias, a exposição é complementada por um vídeo homônimo ao título da mostra, de 2016, com nove minutos de duração.

SERVIÇO:
Exposição: Corpo Como Evidência
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141- Vila Mariana
Quando: até 18/12/2016; de terça a sexta-feira, das 7h às 21h30; sábados, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da Cidade” no Sesc Vila Mariana

Exposição apresenta através de maquetes a parte da hidrografia da cidade de São Paulo. Foto: Jorge Almeida
Exposição apresenta através de maquetes a parte da hidrografia da cidade de São Paulo. Foto: Jorge Almeida

O Sesc Vila Mariana promove até o próximo domingo, 18 de dezembro, a exposição “Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da Cidade”, que apresenta através de maquetes e totens a hidrografia da cidade de São Paulo, que atualmente estão encoberta por ruas e avenidas.

Uma projeção mapeada interativa é estruturada em camadas informativas proporcionando a experiência sensorial como instrumento lúdico para instigar os visitantes.

Paralelamente, a exposição contará com totens que transmitem de forma didática informações sobre o passado, presente e futuro dos rios, cursos e corpos d´água de São Paulo e mais especificamente sobre a Bacia do Sapateiro, que é o rio que passa pelas ruas da Vila Mariana até o Parque do Ibirapuera.

SERVIÇO:
Exposição: Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da Cidade
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141- Vila Mariana
Quando: até 18/12/2016; de terça a sexta-feira, das 7h às 21h30; sábados, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “Operações Fotográficas” no Sesc Vila Mariana

O Sesc Vila Mariana promove até o próximo domingo, 20 de julho, a exposição “Operações Fotográficas”, que reúne 11 obras oriundas de manipulação fotográficas de Lucas Simões, Regina Parra e Rafael Pagatini.

Na mostra, os artistas contemporâneos ultrapassam as probabilidades proporcionadas pela fotografia clássica e procuram profundamente as potencialidades do suporte artístico e cruzamento com outros e, consequentemente, variando experiências perceptivas.

Os trabalhos dos três têm em comum a proeminência nos procedimentos de preparação de imagens técnicas, “privilegiando as pesquisas sobre os temas abordados, o enfoque aos aspectos subjetivos envolvidos e a dedicação às experimentações em diferentes suportes”, como diz o texto da mostra.

Entre os destaques estão: “Eldorado, Acre” (2013), de Regina Parra, obra feita de óleo e cera sobre papel; e a série “Ficção” (2012), de Lucas Simões, representada por três trabalhos elaborados a partir de fotografias costuradas em madeira e tecido.

SERVIÇO:
Exposição: Operações Fotográficas
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Quando: até 20/07/2014; de terça a sexta-feira, das 7h às 21h; sábado e domingo, das 10h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “Futebol: O Jogo Só Acaba Quando Termina” no Sesc Vila Mariana

O Sesc Vila Mariana apresenta até o próximo domingo, 29 de junho, a exposição “Futebol: O Jogo Só Acaba Quando Termina” e exibe trabalhos de fotografia, arte sonora e vídeo-arte que tratam de implicações sociais e culturais do futebol.

A exposição é uma coletiva internacional com a participação dos brasileiros Marina Camargo, Pablo Lobato, Dias & Riedweg, dos sulafricanos Simon Gush e Mikhael Subotzky, dos alemães Michael Wesely e Lela Ahmadzai, Gianfranco Foschoni (Chile), Zhang Oing (China), Lukas Ligeti (Áustria), Fernando Gutiérrez (Espanha), Santiago Tavella (Uruguai) e Muu Blanco (Venezuela).

A exposição, que traz a curadoria de Alfons Hug, está instalada no Hall de Exposições da unidade.

Entre os destaques está o vídeo de Simon Gush, que mostra uma partida de futebol disputada nos trilhos ferroviários da cidade belga de Gent.

SERVIÇO:
Exposição: Futebol: O Jogo Só Acaba Quando Termina
Onde: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 – Vila Mariana
Quando: até 29/06/2014; de terça a sexta-feira, das 7h às 21h30; sábados, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida