Exposição “A Cor Não Tem Fim: Pinturas e Tapeçarias de Jacques Douchez” no MAB-FAAP

A obra “Fez”, de Jacques Douchez, em exibição no Museu MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira FAAP (MAB-FAAP) exibe até o próximo domingo, 16 de dezembro, a exposição “A Cor Não Tem Fim: Pinturas e Tapeçarias de Jacques Douchez”, que traz aproximadamente 35 obras do artista e tapeceiro francês radicado no Brasil em 1947.

Considerado um dos mais notórios tapeceiros da segunda metade do século XX, devido ao fato de ter suas ideias e realizações distinguir a tapeçaria produzida no Brasil de forma artística, Douchez dominava perfeitamente os materiais, assim como os meios dos processos técnicos da sua área, inserindo audácia da tridimensionalidade que levam o público a agraciar suas obras como esculturas em fibras.

Com curadoria de Antonio Carlos Suster Abdalla, a exposição é um modelo de primazia na perspectiva de cores, seja pela abundância e diversidade nas suas atribuições, nas inúmeras combinações e contrastes que permitem a criação de áreas, volumes, efeitos visuais, entre outras características.

Assim como a exposição “P/B – Acervo MAB” quanto essa ocupam o mesmo espaço expositivo por estarem vinculadas devido às condições curatoriais que se deparam à cor.

Vale a pena conferir obras como “Fez” (foto) e “Cathay” (1985), ambas produzidas com lã em tear manual; além de “Cluny” (2006), um óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
A Cor Não Tem Fim: Pinturas e Tapeçarias de Jacques Douchez
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 16/12/2018; segunda, de quarta a sexta-feira, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

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Exposição “P/B – Acervo MAB” no Museu MAB-FAAP

 

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) promove até o próximo domingo, 16 de dezembro, a exposição “P/B – Acervo MAB”, que apresenta cerca de 70 obras dominadas exclusivamente dominadas pelos pigmentos preto, branco e as gamas intermediárias de tons cinza que há entre eles e estão disponibilizadas pelas paredes laterais do espaço expositivo.

A mostra está organizada em duas partes: em uma exibe, em ordem cronológica, desenhos feitos por nomes como Candido Portinari, Cícero Dias e Di Cavalcanti; enquanto isso, a outra parte é preenchida com trabalhos tendencialmente expressionistas, como os retratos de mulheres de Flávio de Carvalho e os vivos desenhos em nanquim de Marina Caran.

A exposição reforça a importância do preto e branco na história da arte brasileira, do modernismo até os tempos atuais. Tanto essa mostra quanto a exposição “A Cor Não Tem Fim: Pinturas e Tapeçarias de Jacques Douchez” estão atreladas por conta das condições curatoriais que se deparam à cor.

Entre os destaques estão “Estudo Para a Bola” (1916), um carvão sobre papel de Anita Malfati; “Menina Pobre, Menina Rica” (1954), um nanquim sobre papel de Marina Caran; e o “Retrato de Zélia Salgado, RJ” (1924), de Candido Portinari, retratado em carvão e giz sobre papel.

SERVIÇO:
Exposição:
P/B – Acervo MAB
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 16/12/2018; segunda, de quarta a sexta-feira, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Toyota – O Ritmo do Espaço” no MAB-FAAP

A escultura “Espaço Cósmico” em exibição no MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) promove até o próximo dia 2 de setembro, domingo, a exposição “Toyota – O Ritmo do Espaço”, que apresenta cerca de 80 obras do artista japonês naturalizado brasileiro Yutaka Toyota. Com curadoria de Denise Mattar, a mostra traz o percurso do artista por meio de obras que pertencem a acervos de instituições como MAM-RJ, MAC Niterói, Coleção Roberto Marinho, Palácio Itamaraty e outras importantes coleções particulares.

O público pode ainda conferir painéis de obras públicas de autoria do artista, realizadas entre as décadas de 1980 e 2010, no Brasil e no Japão, além de esculturas, de grandes dimensões, feitas recentemente e arquitetadas por Toyota especialmente para a exposição.

Nascido no Japão em 1931, Toyota chegou ao Brasil no final da década de 1950 e naturalizou-se brasileiro em 1971. Dois anos antes, em 1969, apresentou na X Bienal Internacional de São Paulo, uma das mais comentadas e premiadas participações da mostra: um conjunto de obras que convocava o espectador a interagir e uma instalação que hoje seria chamada de “imersiva”.

Aos 86, Toyota segue em pleno vigor criativo e, ao longo de mais de sessenta anos de carreira, criou inúmeras obras, entre desenhos, pinturas, instalações, painéis escultóricos, gravuras e esculturas de variados tamanhos, que vão desde pequenos múltiplos a monumentos imensos.

Entre os destaques estão a recriação de “Quarto Escuro”, instalação imersiva que o artista expôs na X Bienal, a escultura “Positiva e Negativa” (1969), “Espaço Cósmico” (foto), composta por aço inox.

A mostra é complementada por uma cronologia, vitrine com convites, catálogos, recortes e afins, além de um ensaio fotográfico com cerca de 40 imagens  realizado pelo fotógrafo Alair Gomes em 1972.

SERVIÇO:
Exposição:
Toyota – O Ritmo do Espaço
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Pacaembu
Quando: até 02/09/2018; segunda-feira e de quarta a sexta-feira, das 10h às 19h (entrada permitida até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 17h (entrada permitida até às 16h). Fechado às terças
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “É Um Solo Que Os Outros Acompanham” no MAB-FAAP Centro

A obra “Receptáculo”, de Natasha Barricelli, em exposição no Edifício Lutetia, no Centro. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) apresenta no Edifício Lutetia até o próximo domingo, 18 de março, a exposição “É Um Solo Que Os Outros Acompanham” que exibe dez obras que são o resultado de dois anos de intenso procedimento de troca e mergulho da investigação e da experimentação em artes, que induziu ao desenvolvimento de ensaios visuais.

A mostra traz trabalhos e pesquisas dos estudantes da primeira turma do Curso de Pós-Graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas da FAAP presentificam a multiplicidade de seus conhecimentos com autores, artistas, professores, livros, produções artísticas; e a cadência dos engajamentos de um grupo em ocasiões em que as singularidades das poéticas de cada um tornavam-se objeto compartilhado, sempre especificado, fragmentado, posto à prova.

Participam da exposição Carolina Velasquez, Sofia Saleme, Roberto Vietri, Duxo Durazzo, Júlia Milaré, Pedro Guedes, Natasha Barricelli, Malka Borenstein, Miram Bratfisch e Marietta Toledo.

De acordo com Galciani Neves, que assina o texto da exposição, o título da mostra “trata-se de uma apropriação de um trecho de uma entrevista com o filósofo Gilles Deleuze”. E que a escolha do nome foi decidido e debatido de forma coletiva.

Entre os destaques estão “Performances Fabulosas” (2017), de Roberto Vietri; “41,5 Quilos de Fio de Malha” (2017), de Carolina Velasquez; e a interativa Receptáculo (foto), de Natasha Barricelli.

SERVIÇO:
Exposição: É Um Solo Que Os Outros Acompanham
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP – Edifício Lutetia – Praça do Patriarca, 78 – Centro
Quando: até 18/03/2018; de quinta a sábado, das 10h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Eterna Trilogia” no MAB-FAAP

Exposição aborda os temas “Retrato”, “Paisagem” e “Natureza-morta” no MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) promove até o próximo domingo, 10 de dezembro, a exposição “Eterna Trilogia”, que apresenta 103 obras dos mais clássicos gêneros visuais da arte ocidental: retrato, paisagem e natureza-morta, além de um núcleo especial, intitulado “Obras-primas”, que é dedicado para celebrar os 70 anos da FAAP e que traz 18 obras que relembram os primeiros trabalhos adquiridos pelo museu.

No núcleo “Retratos”, o visitante poderá conferir obras de Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Brecheret, entre outros. Além de ver trabalhos que resumem as características físicas do retratado, é possível reparar o seu estado de ânimo, caráter, valores éticos, personalidade e história.

Enquanto isso, no núcleo “Paisagens”, o público aprecia obras que contemplam a representação de paisagens marítimas, históricas e rurais. Nele, há produções de artistas como Alfredo Volpi, Cícero Dias, Emiliano Di Cavalcanti, Nicolas Vlavianos e Johann Moritz Rugendas.

Já em “Natureza-morta”, o visitante poderá conferir obras de gente como Cícero Dias, Gilberto Vançan, Pedro Alexandrino, Maria Tereza Louro, Flávio Shiró, entre outros nomes.

E no núcleo especial, intitulado “Obras-primas”, as primeiras obras que integram o acervo do museu há 55 anos marcam presença, como uma pintura de Umberto Veruda, de 1903; a obra “Retrato de Homem”, de Anita Malfatti, datada entre 1912/13; “Alegoria à Música” (1910), de Benedito Calixto, entre outras.

A finalidade da curadoria é permitir que o público possa apreciar obras de disposições acadêmica e modernista, além de realizações e interpretações de formas artísticas e teores estéticos próprios do século XX e do início do século XXI. A partir dessas obras, o visitante poderá notar mudanças sobre um mesmo tema e assinalar afinidades, similaridades e abordagens extraordinárias.

Entre os destaques estão “Retrato de Pagu” (1933), de Candido Portinari; “Paisagem” (1980), de Claudio Tozzi; e “Natureza-morta” (1955), de Santa Rosa – todos em óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Eterna Trilogia
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 10/12/2017; às segundas-feiras e de quarta a sexta-feira, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Retrato – Território da Fotografia” no MAB-FAAP

Exposição traz cerca de 130 imagens do acervo do MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida19

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) exibe até o próximo domingo, 25 de junho, a exposição “Retrato – Território da Fotografia”, que traz cerca de 130 imagens de fotógrafos nacionais e internacionais. A mostra tem como intuito apreciar o retrato, a espécie mais conhecida da fotografia, partindo de uma seleção de registros que pertencem ao acervo da instituição. A curadoria é do professor Rubens Fernandes Junior.

A mostra inicia com um recorte histórico em que são lançados obras fotográficas do século XIX e início do século XX. E ela é apresentada em subtemas, como “Clássicos”, “Cultura Pop”, “Moda”, “Artes Visuais”, “O Corpo” e “Retratos em Grupos”.

Na área destinada aos “Clássicos”, por exemplo, há imagens dos franceses Pierre Verger e Jean Moral, do alemão Horst P. Horst, e do brasileiro German Lorca, considerado um dos pioneiros da fotografia moderna no Brasil. No espaço dedicado à “Moda” nomes como Erwin Blumenfeld, que já teve trabalhos exibidos no local em 2014, e Bob Wolfenson (que também já expôs no museu) marcam presença.

No setor de “Cultura Pop”, há registros feitos por Bob Gruen e Iolanda Huzak. Já em “O Corpo”, traz produções de J.R. Duran, Klaus Mittleldorf e Tripolli. Enquanto isso em “Artes Visuais”, trabalhos de Juan Esteves e de Miro podem ser conferidos. No subtema “Grupos”, os fotógrafos Pierre Verger e Mario Testino ganham destaque.

Entre os destaques estão as clássicas fotos de Bob Gruen – “John Lennon” (1974) – e de Iolanda Huzak – “Luiz Gongaza” (1972).

Além disso, a exposição traz quatro vitrines com retratos formais e com suportes históricos para fotografia, como os daguerreóticos.

SERVIÇO:
Exposição: Retrato – Território da Fotografia
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 25/06/2017; segunda e de quarta a sexta-feira, das 10h às 18h (com permanência até às 19h); sábados e domingos, das 10h às 17h (com permanência até às 18h); fechado às terças-feiras
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Elas – Mulheres Artistas no Acervo do MAB” no MAB-FAAP

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) exibe até o próximo domingo,m 18 de dezembro, a exposição “Elas – Mulheres Artistas no Acervo do MAB”, que traz mais de 80 obras de 64 artistas de representatividade, de acordo com os movimentos e tendências que marcaram todo o século XX até os dias de hoje.

Antes do Modernismo, a presença da mulher era praticamente ignorada por conta de determinismos biológicos, discriminações sociais de gênero e da carência de oportunidades e de prestígio por parte das instituições e seus métodos. Esse panorama mudou quando, a partir do movimento modernista, a sua participação na história da arte brasileira teve o merecido reconhecimento e também quando a mulher passou a fazer parte de espaços que eram majoritariamente dominados por artistas homens nas esferas artística, cultural e social.

A exposição é justamente para constatar a ascensão feminina na arte brasileira.

A mostra visa corroborar que nas artes não é o gênero que conceitua as qualidades artístico-estéticas dos trabalhos, mas sim a potencialidade criativa de quem as executa.

Ao visitar à exposição, o público poderá conferir as variadas técnicas de trabalhos, das mais expressivas linguagens formais e conceitos artísticos da época que a mostra aborda, como desenho, escultura, pintura, gravura, objeto, vídeo e fotografia.

A exposição apresenta obras de artistas como Anita Malfatti, Carmela Gross, Tomie Ohtake, Djanira, Tarsila do Amaral, Mira Schendel, Teresa Nazar, entre outras.

Em meio aos destaques estão “Caminhos” (1975), escultura de bronze, de Zélia Salgado; “Rosácea” (1984), obra feita com alumínio, latão, vidro, espelho e ferro, de Maria Bonomi; a série “Círculos Partidos” (1993), obras em têmpera sobre tela, de Sonia von Brusky; e “Cerâmicas” (1986), esculturas feitas em cerâmica, de Geórgia Kyriakakis.

SERVIÇO:
Exposição:
Elas – Mulheres Artistas no Acervo da FAAP
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 18/12/2016; de segunda, quarta à sexta, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h) – fechado às terças-feiras
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida