Exposição “Eterna Trilogia” no MAB-FAAP

Exposição aborda os temas “Retrato”, “Paisagem” e “Natureza-morta” no MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) promove até o próximo domingo, 10 de dezembro, a exposição “Eterna Trilogia”, que apresenta 103 obras dos mais clássicos gêneros visuais da arte ocidental: retrato, paisagem e natureza-morta, além de um núcleo especial, intitulado “Obras-primas”, que é dedicado para celebrar os 70 anos da FAAP e que traz 18 obras que relembram os primeiros trabalhos adquiridos pelo museu.

No núcleo “Retratos”, o visitante poderá conferir obras de Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Brecheret, entre outros. Além de ver trabalhos que resumem as características físicas do retratado, é possível reparar o seu estado de ânimo, caráter, valores éticos, personalidade e história.

Enquanto isso, no núcleo “Paisagens”, o público aprecia obras que contemplam a representação de paisagens marítimas, históricas e rurais. Nele, há produções de artistas como Alfredo Volpi, Cícero Dias, Emiliano Di Cavalcanti, Nicolas Vlavianos e Johann Moritz Rugendas.

Já em “Natureza-morta”, o visitante poderá conferir obras de gente como Cícero Dias, Gilberto Vançan, Pedro Alexandrino, Maria Tereza Louro, Flávio Shiró, entre outros nomes.

E no núcleo especial, intitulado “Obras-primas”, as primeiras obras que integram o acervo do museu há 55 anos marcam presença, como uma pintura de Umberto Veruda, de 1903; a obra “Retrato de Homem”, de Anita Malfatti, datada entre 1912/13; “Alegoria à Música” (1910), de Benedito Calixto, entre outras.

A finalidade da curadoria é permitir que o público possa apreciar obras de disposições acadêmica e modernista, além de realizações e interpretações de formas artísticas e teores estéticos próprios do século XX e do início do século XXI. A partir dessas obras, o visitante poderá notar mudanças sobre um mesmo tema e assinalar afinidades, similaridades e abordagens extraordinárias.

Entre os destaques estão “Retrato de Pagu” (1933), de Candido Portinari; “Paisagem” (1980), de Claudio Tozzi; e “Natureza-morta” (1955), de Santa Rosa – todos em óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição:
Eterna Trilogia
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 10/12/2017; às segundas-feiras e de quarta a sexta-feira, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

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Exposição “Retrato – Território da Fotografia” no MAB-FAAP

Exposição traz cerca de 130 imagens do acervo do MAB-FAAP. Foto: Jorge Almeida19

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) exibe até o próximo domingo, 25 de junho, a exposição “Retrato – Território da Fotografia”, que traz cerca de 130 imagens de fotógrafos nacionais e internacionais. A mostra tem como intuito apreciar o retrato, a espécie mais conhecida da fotografia, partindo de uma seleção de registros que pertencem ao acervo da instituição. A curadoria é do professor Rubens Fernandes Junior.

A mostra inicia com um recorte histórico em que são lançados obras fotográficas do século XIX e início do século XX. E ela é apresentada em subtemas, como “Clássicos”, “Cultura Pop”, “Moda”, “Artes Visuais”, “O Corpo” e “Retratos em Grupos”.

Na área destinada aos “Clássicos”, por exemplo, há imagens dos franceses Pierre Verger e Jean Moral, do alemão Horst P. Horst, e do brasileiro German Lorca, considerado um dos pioneiros da fotografia moderna no Brasil. No espaço dedicado à “Moda” nomes como Erwin Blumenfeld, que já teve trabalhos exibidos no local em 2014, e Bob Wolfenson (que também já expôs no museu) marcam presença.

No setor de “Cultura Pop”, há registros feitos por Bob Gruen e Iolanda Huzak. Já em “O Corpo”, traz produções de J.R. Duran, Klaus Mittleldorf e Tripolli. Enquanto isso em “Artes Visuais”, trabalhos de Juan Esteves e de Miro podem ser conferidos. No subtema “Grupos”, os fotógrafos Pierre Verger e Mario Testino ganham destaque.

Entre os destaques estão as clássicas fotos de Bob Gruen – “John Lennon” (1974) – e de Iolanda Huzak – “Luiz Gongaza” (1972).

Além disso, a exposição traz quatro vitrines com retratos formais e com suportes históricos para fotografia, como os daguerreóticos.

SERVIÇO:
Exposição: Retrato – Território da Fotografia
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 25/06/2017; segunda e de quarta a sexta-feira, das 10h às 18h (com permanência até às 19h); sábados e domingos, das 10h às 17h (com permanência até às 18h); fechado às terças-feiras
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Elas – Mulheres Artistas no Acervo do MAB” no MAB-FAAP

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) exibe até o próximo domingo,m 18 de dezembro, a exposição “Elas – Mulheres Artistas no Acervo do MAB”, que traz mais de 80 obras de 64 artistas de representatividade, de acordo com os movimentos e tendências que marcaram todo o século XX até os dias de hoje.

Antes do Modernismo, a presença da mulher era praticamente ignorada por conta de determinismos biológicos, discriminações sociais de gênero e da carência de oportunidades e de prestígio por parte das instituições e seus métodos. Esse panorama mudou quando, a partir do movimento modernista, a sua participação na história da arte brasileira teve o merecido reconhecimento e também quando a mulher passou a fazer parte de espaços que eram majoritariamente dominados por artistas homens nas esferas artística, cultural e social.

A exposição é justamente para constatar a ascensão feminina na arte brasileira.

A mostra visa corroborar que nas artes não é o gênero que conceitua as qualidades artístico-estéticas dos trabalhos, mas sim a potencialidade criativa de quem as executa.

Ao visitar à exposição, o público poderá conferir as variadas técnicas de trabalhos, das mais expressivas linguagens formais e conceitos artísticos da época que a mostra aborda, como desenho, escultura, pintura, gravura, objeto, vídeo e fotografia.

A exposição apresenta obras de artistas como Anita Malfatti, Carmela Gross, Tomie Ohtake, Djanira, Tarsila do Amaral, Mira Schendel, Teresa Nazar, entre outras.

Em meio aos destaques estão “Caminhos” (1975), escultura de bronze, de Zélia Salgado; “Rosácea” (1984), obra feita com alumínio, latão, vidro, espelho e ferro, de Maria Bonomi; a série “Círculos Partidos” (1993), obras em têmpera sobre tela, de Sonia von Brusky; e “Cerâmicas” (1986), esculturas feitas em cerâmica, de Geórgia Kyriakakis.

SERVIÇO:
Exposição:
Elas – Mulheres Artistas no Acervo da FAAP
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 18/12/2016; de segunda, quarta à sexta, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h) – fechado às terças-feiras
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Marinella Pirelli: Retrospectiva” no MAB-FAAP

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) realiza até o próximo domingo, 13 de novembro, a mostra “Marinella Pirelli. Retrospectiva” que apresenta um recorte da produção da artista e cineasta italiana Marinella Pirelli (1925-2009), que desempenhou um notável papel na cena vanguardista da arte cinética e do cinema experimental entre as décadas de 1940 e 1970, na Itália.

Além das obras, a exposição traz ainda documentos históricos da artista, desenhos preliminares de suas instalações e fotos de arquivo.

A mostra aborda alguns dos temas mais salientes dos estudos de Marinella e enfoca o cuidado no procedimento de preparação poética e nos dois elementos fundamentais de sua produção: a natureza e o objeto luminoso.

Através da observação cuidadosa dos trabalhos de Norman McLaren, Marinella iniciou a pesquisar aspectos vinculados à construção do movimento e às transformações da luz própria da linguagem cinematográfica.

O curador da exposição, Giovanni Pirelli – neto da artista, destacou que, na seleção dos trabalhos expostos na mostra, se concentrou em um momento primordial da vida de Marinella Pirelli em que a imagem inerte abre espaço para o movimento.

O espaço dedicado à produção de cinema experimental há dois filmes que se destacam dentro da produção de Marinella: “Narciso” (1965) e “Doppio Autoritratto” (1974), em que a artística abdica dos estudos relacionados à luz e às cores para se concentrar na experiência criativa em si ao filmá-la a si mesma e na tentativa de captar a própria essência.

Outros destaques ficam por conta do vídeo “Meteora Doppion Tramonto” (1971) e as seis projeções sobre fios: “Da Neve a Rosa” (1966), “Luce Movimento” (1967), “Appropriazione” (1967), “Artificiale Naturale” (1968), “Inter-vento” (1969) e “Bruciare” (1971).

SERVIÇO:
Exposição: Marinella Pirelli. Retrospectiva
Onde: Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 13/11/2016; de segunda, quarta a sexta, das 10h às 19h (entrada até às 18h); sábados e domingos, das 10h às 18h (entrada até às 17h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Raimundo Cela: Um Mestre Brasileiro (1890-1954)” no MAB-FAAP

“Último Diálogo de Sócrates” (1917), óleo sobre tela, obra premiada no Salão Nacional de Belas Artes. Foto: Jorge Almeida
“Último Diálogo de Sócrates” (1917), óleo sobre tela, obra premiada no Salão Nacional de Belas Artes. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Brasileira da FAAP realiza até o próximo domingo, 18 de setembro, a exposição “Raimundo Cela: Um Mestre Brasileiro (1890-1954)”, que apresenta cerca de 120 obras do artista cearense. A mostra tem a curadoria de Denise Mattar e exibe obras de coleções públicas e privadas do Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo.

O objeto da retrospectiva é resgatar o legado de Cela, que ficou à margem da história oficial da arte brasileira. A exposição traz desenhos introdutórios e preparatórios, óleos e gravuras. Enfim, são apresentadas as produções de um realizador muito cultivado entre os estudiosos, mas meramente desconhecido do público em geral.

A exposição começa com seus trabalhos iniciais, caracterizados pela influência do academicismo. São obras motivadas pelo primoroso domínio da técnica clássica, no arranjo de telas figurativas, evocações à Antiguidade Clássica e à paisagem brasileira. Nessa parte, merece atenção obras como “Último Diálogo de Sócrates” (1917), premiada no Salão Nacional de Belas Artes, o que lhe garantiu uma viagem a Paris, na França, que só foi concretizada em 1920 por conta da I Guerra Mundial.

Na Cidade-luz, Cela empenhou-se em estudar a técnica da gravura em metal, onde também deu nova perspectiva à sua obra, inclusive na temática. Na capital francesa, por onde permaneceu por alguns anos, o artista retratou seus desenhos cenas da paisagem francesa, a realidade parisiense e estudos de nus, por exemplo.

Na mostra, o público poderá conferir também obras que mostram o ponto de vista de Raimundo Cela sobre o Ceará, assim como a paisagem nordestina, especialmente as figuras populares como pescadores, vaqueiros, rendeiras e jangadeiros, como podem ser vistas em uma série de obras produzidas entre 1940 e 1946.

Além das telas, a exposição apresenta quatro vídeos, doze fotografias relacionadas ao artista e “Cartas ao Pai” (1913/1922), seis cartas gravadas em áudio, que foram dramatizadas pelo ator Alan Santos.

Em meio aos destaques estão a já citada “Último Diálogo de Sócrates” (foto), “Abolição dos Escravos” (1938), ambos óleo sobre tela, e “Duas Épocas, Rio de Janeiro, RJ” (1954), um óleo sobre madeira.

A exposição tem o patrocínio da Minalba e, depois da temporada no MAB-FAAP, segue para o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

SERVIÇO:
Exposição:
Raimundo Cela: Um Mestre Brasileiro (1890-1954)
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 18/09/2016; de segunda a sexta, das 10h às 19h (última entrada às 18h); sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (última entrada às 17h); fechado às terças-feiras, mesmo quando feriados)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Volátil” no MAB (FAAP) Centro

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB – FAAP), unidade Centro, promove até o próximo sábado, 28 de novembro, a mostra “Volátil”, que reúne obras desenvolvidas por alunos formados pelo curso de artes visuais da FAAP no primeiro semestre de 2015.

O intuito da exposição é amparar na vida profissional desses novos artistas com uma mostra que possibilite mostrar o conhecimento adquirido no período de estudo na FAAP.

Cada um dos participantes procura, em suas investigações, procedimentos que lhes são característicos, dando continuidade àqueles desenvolvidos durante o curso, mesmo aqueles que podem ser considerados já tradicionais, como a pintura – a óleo ou têmpera – ou ainda processos híbridos em que se mesclam o texto, a fotografia, o vídeo e a imagem em movimento.

Os artistas participantes da mostra são: Altair de Pádua Siqueira, Karola Braga e Paula Scavazzini.

Os trabalhos apresentados na mostra foram: “Banheira” (2015), um óleo sobre tela, de Paula Scavazzini; “Ceifadas na Primavera” (2015), obra feita em eucástica sobre madeira, de Pádua Siqueira; e “Tentaremos Não Esquecer” (2015), de Karola Braga, composto por 71 vídeos, em que foram exibidos um por dia durante o período da exposição.

SERVIÇO:
Exposição: Volátil
Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) unidade Centro – Praça do Patriarca, 78 – Centro
Quando: até 28/11/2015; de terça a sábado, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Exposição “Século XX – Acervo MAB” no MAB-FAAP

O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) realiza até o próximo domingo, 24 de maio, a exposição “Século XX – Acervo MAB”, que apresenta 110 obras, entre pinturas, esculturas e gravuras, que vão desde o Modernismo até produções feitas nas duas últimas décadas.

Algumas obras expostas representam os artistas que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922, como os modernistas Anita Malfatti, Oswald Goeldi e Victor Brecheret e de outros que aderiram o movimento mais tarde, como Cândido Portinari.

Os trabalhos, datados a partir de 1915, ainda destacam as experiências com a figuração na década de 1940, a abstração geométrica e informal dos anos 1950 – que apresenta obras de gente como Aldo Bonadei, Rubens Gerchman, Almir Mavignier, entre outros – e também por uma nova geração de artistas, como são os casos de Luiz Hermano, Gilberto Vançan, Sandra Cinto, entre outros.

Entre os destaques estão “O Calvário” (1923/1924), de Victor Brecheret; “Subindo” (1962), do grego Nicolas Vlavianos; e as pinturas “Mulher Na Mesa” (1978), de Rubens Gerchman; e “Posto Petrobrás” (1977), de João Calixto.

SERVIÇO:
Exposição: Século XX – Acervo MAB
Onde: Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB-FAAP) – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Quando: até 24/05/2015; de terça a sexta-feira, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 13h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida