Exposição “6ª Edição do Prêmio CNI-SESI-Senai Marcantonio Vilaça” no MuBE

Obra de Suzana Queiroga em exibição no MuBE. Foto: Jorge Almeida

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) realiza até o próximo domingo, 1º de outubro, a exposição que reúne obras dos 20 finalistas da “6ª Edição do Prêmio CNI-SESI-SENAI Marcantonio Vilaça”.

O prêmio contempla a cada edição cinco artistas que recebem bolsa para o desenvolvimento de projetos e têm a produção acompanhada por um crítico ou curador de arte.

Ao fim dessa etapa, as obras criadas são aglomeradas em exposições itinerantes em algumas capitais estaduais, de diferentes regiões do país e, posteriormente, dadas ao acervo de instituições culturais.

A partir da 5ª edição (2015-2016), também foram premiados curadores, que receberam bolsa para organizarem uma exposição.

O prêmio sugere a integração das artes em suas diversas manifestações e promove o fortalecimento dos acervos públicos brasileiros. Também estimula a diversidade e a compreensão de valores éticos e estéticos por meio de iniciativas de arte-educação.

Para os artistas, a iniciativa apoia a produção do trabalho e também o estudo crítico das obras, a divulgação em mostras e a documentação por meio de catálogos.

Entre os participantes estão: Alice Miceli, Tony Camargo, Bruno Vilela, Thiago Martins de Mello, Camila Soato, Suzana Queiroga, Dalton Paula, Rodrigo Sassi, Daniel Lannes, Rochelle Costi, Eder Oliveira, Pedro Motta, Edith Derdyk, Fernando Lindote, Jaime Lauriano, João Angelini, João Loureiro, Marcelo Moscheta, Mariana Manhães. Os premiados desta edição são: Os artistas premiados foram Daniel Lannes (RJ), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), Pedro Motta (MG) e Rochelle Costi (SP), enquanto o curador escolhido foi Josué Mattos (Criciúma, SC).

Além do prêmio, a exposição também dá continuidade do Projeto Arte e Indústria, que homenageia artistas cujos processos de criação estão relacionados à produção industrial. Desta vez o destaque será o escultor, gravador, ilustrador e pintor Sérvulo Esmeraldo. A mostra “Intenção e Gesto” que traz obras de Sérvulo, como “Crônicas – Côncavos e Conversas” (2001-2012), material feito com aço inox polido e escovado, e de mais 10 artistas contemporâneos: Almandrade, Ana Maria Tavares, Angelo Venosa, Arthur Lescher, Delson Uchôa, Hildebrando de Castro, Guto Lacaz, Iran do Espírito Santo, Jaildo Marinho, Raul Córdula, Paulo Pereira.

Entre os destaques estão: “Topos” (foto), uma obra de técnica mista feita por Suzana Queiroga; e “O Barqueiro” (2013), um óleo e folha de ouro sobre tela, de Bruno Vilela.

SERVIÇO:
Exposição:
6ª Edição do Prêmio CNI-SESI-Senai Marcantonio Vilaça
Onde: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia – Avenida Europa, 218 – Jardim Europa
Quando: até 1º/10/2017; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

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Exposição “Pedra no Céu: Arte e Arquitetura” no MuBE

Vista parcial da mostra em exibição no MuBE. Foto: Isis Naura

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) realiza até o próximo domingo, 2 de julho, a exposição “Pedra no Céu: Arte e Arquitetura” que contém cerca de 60 obras que traçam um paralelo entre arte e arquitetura proposta no projeto do museu de autoria do premiado arquiteto Paulo Mendes da Rocha.

Com curadoria de Cauê Alves e Guilherme Wisnik, a mostra exibe fotos, instalações, intervenções e esculturas que dialogam com a estrutura do prédio, incluindo maquete do MuBE pertencente ao MoMA, de Nova York.

O termo que dá título à mostra – “Pedra no Céu” – é uma referência ao que o arquiteto Paulo Mendes da Rocha faz sobre o plano horizontal, de concreto armado, da marquise que pousa sobre dois apoios e faz parecer flutuar o vão de 60 x 12 metros.

Um dos propósitos da mostra é marcar os vínculos entre arte e o legado da arquitetura bruta de São Paulo, além de explorar a relação entre o museu e a produção contemporânea, seja a partir de afrontes ou de conformidades.

Na área externa do museu estão expostas cinco obras, entre elas, “Terra”, de Carmela Gross, que está escrita em cima da marquise do museu e que só pode ser vista de cima, no ar, uma vez que dela, em terra, só podemos identificá-la por uma intensa luz azul que sai da marquise. A obra faz referência à célebre frase do astronauta Yuri Gagarin: “a Terra é azul”.

No espaço interno, destaques para “Espelho Cego” (1970/2008), obra composta de madeira, massa de calafate e letras de metal em relevo, de Cildo Meireles; e “El Avion” (2011), composta por fibra de vidro, estrutura de metal e vídeo, de Leandro Erlich.

SERVIÇO:
Exposição:
Pedra No Céu: Arte e Arquitetura
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: até 02/07/2017; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Paisagens Invisíveis” no MuBE

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) apresenta até o próximo dia 29 de janeiro a exposição “Paisagens Invisíveis”, que traz os trabalhos de 11 artistas que ativam os espaços expositivos com ondas sonoras na área expositiva interna completamente vazia de objetos.

A mostra chama atenção porque vai além da visibilidade, uma vez que o espaço expositivo não tem objetos, mas é ocupada por sons.

A exposição é estruturada em três núcleos: “Ruídos e Natureza”, que traz sons criados a partir de elementos naturais e vibrações irregulares; “Paisagens narrativas”, com monólogos e diálogos captados na urbe; e “Paisagens eletrônicas”, que traz sons de amplitudes e frequências diversas produzidos digitalmente por computadores ou traquitanas artificiais.

As ondas sonoras que ressoam no concreto e exploram sensações de volume e localização especial. A arte sonora se constitui e expande o campo de possibilidade de autuação do artista.

Assim, o público é convocado a trafegar pelo museu seguindo luzes e sons que sugerem o percurso. O aparelho auditivo é o protagonista da experiência.

Aliás, a exposição contrasta com a nomenclatura do museu, ou seja, não há escultura ou obra de arte visível, mas sim apenas as “obras auditivas”.

Entre os destaques estão “A Ilha” (2015), de Luiza Schulz; e “Alvorecer” (2015), de Luísa Lemgruber.

SERVIÇO:
Exposição:
Paisagens Invisíveis
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: até 29/01/2016; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Instalação na área externa do MuBE

Imagem parcial da instalação na área externa do MuBE. Foto: Jorge Almeida
Imagem parcial da instalação na área externa do MuBE. Foto: Jorge Almeida

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) realiza até o próximo dia 29 de janeiro a mostra “Já Você Também Quer Sair Dessa Vida Sem Sentido?” que, na verdade, trata-se de uma instalação composta por peças de Antônio Ewbank, Edu Marin e Chico Togni, que ocupam a parte da área expositiva externa do MuBE. A obra é uma grande pedra, feita majoritariamente de materiais orgânicos, madeira e papel.

Em um local de descanso e repouso, a obra tridimensional chegasse próximo ao clássico jardim de pedras japonês. Na obra, no topo da pedra, está contida a água que vai para os chuveiros sobre os deques, que podem ser refrescados pelos visitantes para refrescarem e relaxarem seus corpos em pleno verão.

Completa a instalação quatro arquibancas que está destinada para o público se acomodar e assistir algum evento.

Segundo o curador Cauê Alves, “ao incorporar a funcionalidade, as peças tencionam a relação entre arte e design”.

SERVIÇO:
Exposição:
Já Você Também Quer Sair Dessa Vida Sem Sentido?
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: até 29/01/2017; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Transparência e Reflexo” no MuBE

Vista parcial da exposição "Transparência e Reflexo" em exibição no MuBE. Foto: Jorge Almeida
Vista parcial da exposição “Transparência e Reflexo” em exibição no MuBE. Foto: Jorge Almeida

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) realiza até o próximo domingo, 30 de outubro, a exposição “Transparência e Reflexo”, que apresenta 26 trabalhos, alguns de grande porte, que dialogam com a arquitetura do museu. Com curadoria de Cauê Alves, a mostra apresenta trabalhos de nomes como Arnaldo Antunes, Amélia Toledo, Iran do Espírito Santo, Laura Belém, Márcia Xavier, entre outros.

Os trabalhos expostos formam uma relação aberta e direta com o ar, o ambiente e o espaço ao redor delas. E, segundo palavras do curador Cauê Alves, “é como se a transparência nos permitisse perceber o lado de dentro da matéria, enquanto o reflexo o lado de dentro de nós observadores”.

Nas obras que compõem a exposição, sempre haverá um item que continuará invisível, inalcançável, apesar de diante de um olhar direto, haverá algo de impenetrável.

As obras estão espalhadas por todo o museu, inclusive na área externa.

Entre os destaques estão “Dome” (2008), uma estrutura de aço, madeira, gesso e chumbo de pesca, de Damián Ortega; “South’s Gate” (2012), constituída por uma porta de alumínio, energia elétrica, lâmpada fluorescente, vidro espelhado e vidro; “1/2” (foto), de 2016, composta por uma cantoneira de aço, pintura eletrostática, compensado de madeira, e objetos adquiridos em feira-livre; e a instalação sonora “Dois ou + Corpos no Mesmo Espaço”, de Arnaldo Antunes.

SERVIÇO:
Exposição: Transparência e Reflexo
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: até 30/10/2016; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Em Estado de Suspensão” no MuBE

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) apresenta até o próximo domingo, 31 de julho, a mostra ”Em Estado de Suspensão”, do artista Albano Afonso, que exibe cinco trabalhos constituídos de uma instalação composta por móbiles, vasos, objetos de bronze e cristais suspensos que, na área externa, provocam uma imagem cinética acolhida pelos próprios toques entre essas peças e suas refrações por pontos de luz.

De acordo com o curador Cauê Alves, os trabalhos de Afonso “é como se ocorresse uma interrupção do fluxo do tempo, um equilíbrio instável entre elementos materiais e aqueles que não possuem massa”, e complementa: os “cristais que pendem do teto se fundem com as luzes, provocando uma pausa contemplativa”.

As obras presentes na exposição são: “Natureza-morta com vasos e cabeça” (2016), “Natureza-morta com vasos e cristal” (2015), “Natureza-morta com vasos, cristal e cabeça” (2016), “Anatomia da Luz” (2014) e “O corredor após Edweard Muybridge” (2014).

SERVIÇO:
Exposição:
Em Estado de Suspensão
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: 31/07/2016; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Você Está Aqui” no MuBE

Algumas obras de Raul Mourão espalhadas pelo MuBE. Foto: Jorge Almeida
Algumas obras de Raul Mourão espalhadas pelo MuBE. Foto: Jorge Almeida

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) realiza até o próximo domingo, 31 de julho, a exposição “Você Está Aqui”, do artista Raul Mourão, que propõe um contraponto da frase costumeiramente presente em mapas e sistemas de localização, que fora de sua referência atribui um outro sentido de ocupação ou instante.

A mostra dialoga com a arquitetura do museu e seus espaços, como a rampa e os diferentes níveis de piso da sala expositiva e a marquise da área externa.

Todos os trabalhos, composto por cinco obras, são constituídos por tubos, braçadeiras e um pensamento elementar.

As estruturas modelares, geralmente usadas em grandes projetos de engenharia, poderiam indicar a um visitante mais “distraído” de que o museu passe por uma reforma. Mas, por incrível que pareça, essa indicação está parcialmente correta: uma vez que o MuBE está com um novo projeto curatorial e de gestão em fase de implantação e a mostra de Raul Mourão faz parte desse processo.

SERVIÇO:
Exposição:
Você Está Aqui
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa
Quando: até 31/07/2016; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida