Exposição “Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca” na Estação Pinacoteca

A Estação Pinacoteca realiza até a próxima segunda-feira, 27 de junho, a exposição “Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca”, que traz 106 obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas e gravações, que refletem a importância da presença de trabalhos assinados por artistas brasileiros afrodescendentes na coleção da Pinacoteca do Estado.

Com a curadoria de Tadeu Chiarelli, a exposição, conforme a sua proposta, é retomar as amplas contribuições da Pinacoteca para a historiografia da arte brasileira colocada na gestão de Emanoel Araújo (1992 – 2002), primeiro diretor negro da Pinacoteca do Estado.

Os trabalhos estão datados desde o século XIX até os dias atuais, assim apresentando itens da essência de artistas afrodescendentes da Pinacoteca, acrescido de aquisições recentes.

A mostra, que faz parte das celebrações dos 110 anos da instituição, está dividida em três núcleos: Matrizes Ocidentais, Matrizes Africanas e Matrizes Contemporâneas.

Entre os trabalhos em exibição estão “Estrutura Dissipativa” (2013), uma obra feita em cerâmica, ferro, lâminas de vidro, pintura automotiva sobre aglomerado, de Rommulo Vieira Conceição, que foi adquirida em novembro de 2015 pelo Programa de Patronos da Pinacoteca; a escultura de bronze “Ninfa Eco” (1785), de Mestre Valentim; e o “Autorretrato” (1908), de Arthur Timótheo da Costa, que foi doado 51 anos após a inauguração da Pinacoteca, em 1956, e, consequentemente, a primeira obra de um artista negro do acervo.

SERVIÇO:
Exposição: Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – Luz
Quando: até 27/06/2016; de quarta a segunda-feira, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “Gravura e Modernidade: A Gravura Brasileira dos Anos 1920 aos Anos 1960” na Estação Pinacoteca

Exposição reúne cerca de 200 obras do acervo da Pinacoteca. Foto: Jorge Almeida
Exposição reúne cerca de 200 obras do acervo da Pinacoteca. Foto: Jorge Almeida

A mostra “Gravura e Modernidade: A Gravura Brasileira dos Anos 1920 aos Anos 1960” está em cartaz na Estação Pinacoteca até a próxima segunda-feira, 14 de março, e apresenta 201 obras do acervo da Pinacoteca da produção de gravuras produzidas nos primeiros anos da modernidade no Brasil (de 1920 a 1960).

O universo levantado permitiu uma preferência proporcionada em discernimentos mais analógicos que cronológicos, compreendendo a produção dos anos 1920 até os anos 1960, quando os novos rumos do país, representados pela inauguração de Brasília, e os vários caminhos que a arte agora se sugeria provocavam choques muito além daqueles entre figuração e abstração.

O modernismo dos anos 1920 e seus póstumos incrementos incitaram a produção de gravuras, que passara a ser uma prática corrente na arte brasileira. Gravar uma matriz, seja de madeira, metal ou pedra, e imprimir a imagem obtida tornou-se uma alternativa de linguagem que veio contribuir grandemente não só para a ampliação do repertório já existente, mas também para colaborar com a difusão das artes visuais. E isso se fez oportuno diante das profundas mudanças que passam a ocorrer no país, que se urbanizava com a crescente industrialização. A gravura como expressão artística está definitivamente atrelada à modernidade no Brasil.

Em meio aos destaques estão a série de 14 xilogravuras sobre papel de José Costa Leite intitulada como “Ilustrações Para Passos da Paixão”, da década de 1960; “Enterro de Camponês” (1953), uma xilogravura de Abelardo da Hora; e “Barcos” (1955), obra de Rossini Perez.

SERVIÇO:
Exposição: Gravura e Modernidade: A Gravura Brasileira dos Anos 1920 aos Anos 1960
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – Luz
Quando: até 14/03/2016; de quarta a segunda-feira, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “A Gravura de Arthur Luiz Piza” na Estação Pinacoteca

O artista paulistano Arthur Luiz Piza, o homenageado pela Estação Pinacoteca. Crédito: divulgação
O artista paulistano Arthur Luiz Piza, o homenageado pela Estação Pinacoteca. Crédito: divulgação

A Estação Pinacoteca promove até a próxima segunda-feira, 14 de março, a exposição “A Gravura de Arthur Luiz Piza”, que traz um panorama composto por cerca de 140 trabalhos do artista paulistano, que vão desde as suas primeiras experimentações, na década de 1950, aos trabalhos mais recentes.

As obras de Piza, em especial às de início de sua carreira, exploram a água forte, água tinta e a ação dos ácidos sobre matriz de cobre, e são apresentadas pela primeira vez um conjunto de gravuras do artista e que foram cedidas à Pinacoteca.

Os trabalhos de Arthur Luiz Piza trazem algumas referências ao surrealismo e figuração, assim, combinando linhas e formas abstratas. Em uma segunda sala da mostra, há obras que miram as formas geométricas reconhecíveis, lembrança das incitações que os novos rumos da arte adequavam.

Entre os destaques estão: “Mulher Deitada” (1955) e “Metade do Sol” (1965), além do vídeo editado em 2015 que leva o título da mostra com 11’10” de duração.

SERVIÇO:
Exposição: A Gravura de Arthur Luiz Piza
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – Luz
Quando: até 14/03/2016; de quarta a segunda-feira, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz” na Estação Pinacoteca

A Estação Pinacoteca realiza até o próximo domingo, 6 de dezembro, a exposição “Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz”, que traz cerca de 60 obras, entre pinturas e esculturas, de grandes nomes da arte moderna no Brasil, como Candido Portinari, Lasar Segall, Alfredo Volpi, entre outros.

Sediada em Fortaleza, a Fundação Edson Queiroz, ao longo das últimas três décadas,  vem compondo uma admirável coleção de arte que percorre a história da arte desde seus primórdios até a atualidade, do século XVII ao XXI

A mostra constitui um diálogo direto com a mostra de longa duração Arte no Brasil: uma história do Modernismo, inaugurada em 2013 na Pinacoteca.

Chamam atenção obras como “Duas Amigas” (1913), de Lasar Segall; “Mulher Em Pé” (1937), escultura de bronze de Ernesto de Fiori; e “Retrato de Berta Singerman” (1955), de Flavio de Carvalho.

SERVIÇO:
Exposição: Arte Moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – Luz
Quando: até 06/12/2015; de terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “Houyhnhms” na Estação Pinacoteca

A Estação Pinacoteca está com a mostra “Houynhnms” em cartaz até o próximo domingo, 15 de novembro, e reúne aproximadamente 20 obras do artista paulistano Nuno Ramos. As obras dessa exposição, que traz pinturas, desenhos, relevos e esculturas de grandes dimensões, foram trabalhadas ao longo de nove meses entre 2014 e 2015, sendo que “Cavaloporpierrô” foi a única já exposta anteriormente, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre (RS), em 2014.

As obras foram concentradas em quatro grupos: “Desenhos”, “Relevos”, “Dádivas” e “Vaselinas” e, nelas, Nuno retrocede pontos já trabalhados em sua direção artística, como as pinturas em vaselina e relevos, assim como faz novas abordagens, como no caso das Dádivas, em que o artista se utiliza objetos prontos.

O nome da exposição, que é praticamente uma palavra impronunciável, faz referência ao relincho de um cavalo e também à quarta viagem de Gulliver no livro “As Viagens de Gulliver”, do escritor irlandês Jonathan Swift.

Em meio aos destaques estão “Ensaio sobre a dádiva: Casaporarroz” (2015), um vídeo com 13’03” de duração; “Ensaio sobre a dádiva: Glicosepormorfina (2014-2015); e “Serpente” (2015), feito com carimbo, carvão, cera de abelha, pigmento, tinta óleo e vaselina sobre papel.

SERVIÇO:
Exposição: Houyhnhnms
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – Luz
Quando: até 15/11/2015; de terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “Nelson Felix: Ooco” na Estação Pinacoteca

"Malha" (2015), escultura de Nelson Felix feita com mármore e ferro. Foto: Jorge Almeida
“Malha” (2015), escultura de Nelson Felix feita com mármore e ferro. Foto: Jorge Almeida

A Estação Pinacoteca promove até o próximo domingo, 19 de julho, a mostra “Nelson Felix: Ooco”, que exibe aproximadamente 20 obras do artista carioca Nelson Felix (1954-), que faz a sua primeira retrospectiva.

Com curadoria de Rodrigo Naves, a exposição exibe desenhos, vídeos, fotografias, instalações e esculturas produzidas entre 1987 e 2014.

Formado em arquitetura, a carreira artística de Nelson Felix teve início nos anos 1980.

Em meio aos destaques estão: “Malha” (foto), de 2015, escultura feita de mármore e ferro; “Vazio Coração”, produzida entre 1999 e 2004, que utiliza fotografia, grafite, mármore e prata; “Beijo em Madalena” (1998), obra constituída por azeite, bronze e madeira; e “Eu Vi a América Com os Olhos d’Dele”, obra iniciada em 2001 e que está em exibição pela primeira vez.

SERVIÇO:
Exposição: Nelson Felix: Ooco
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66
Quando: até 19/07/2015; de terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

Exposição “Arte Construtiva na Pinacoteca de São Paulo” na Estação Pinacoteca

Com 64 obras em exposição, entre pinturas, objetos e fotografias, a Estação Pinacoteca promove até o próximo domingo, 26 de abril, a mostra “Arte Construtiva na Pinacoteca de São Paulo”, que reúne um conjunto de trabalhos de artistas brasileiros criadores da tradição da arte abstrata, construtiva e geométrica no País, entre as décadas de 1950 e 1960.

A exposição é o resultado do comprometimento da Pinacoteca em estabelecer um núcleo sólido e representativo de um momento de renovação da visualidade no Brasil. Além disso, a mostra recupera também a história da própria instituição, o que faz ela ter um significado muito especial.

Com curadoria de Regina Teixeira de Barros, a mostra apresenta trabalhos de artistas como Abraham Palatnik, Alfredo Volpi, Arthur Luiz Piza, Geraldo de Barros, German Lorca, Hélio Oiticica, Hércules Barsotti, Ivan Serpa, Judith Lauand, Lothar Charoux, Luiz Sacilotto, Lygia Clark, Mira Schendel, Samson Flexor, Sergio Camargo, Waldemar Cordeiro, Willys de Castro, entre outros.

Entre os destaques estão: “Relevo Especial V1” (1990), um acrílico sobre madeira, de Helio Oiticica; e “Bicho: Caranguejo Duplo” (1961), uma obra feita em alumínio por Lygia Clark.

A mostra está associada à exposição “Arte No Brasil: Uma História do Modernismo na Pinacoteca de São Paulo”, que está em cartaz no mesmo andar.

SERVIÇO:
Exposição: Arte Construtiva na Pinacoteca de São Paulo
Onde: Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66
Quando: até 26/04/2015; de terça a domingo, das 10h às 17h30 (permanência até 18h)
Quanto: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada): ingresso combinado Estação Pinacoteca e Pinacoteca do Estado; Pessoas menores de 10 anos e maiores de 60 anos não pagam; entrada gratuita aos sábados

 

Por Jorge Almeida