Exposição “Esquina que Me Atravessam” no Centro Cultural Banco do Brasil

A instalação “Corpo Acomodado” (2018) no antigo cofre do CCBB. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) promove até a próxima segunda-feira, 22 de outubro, a exposição “Esquinas que Me Atravessam”, que apresenta cerca de 20 obras inéditas feitas pelo artista Rodrigo Sassi entre 2016 e 2018. O conjunto reunido no subsolo do prédio, o antigo cofre, reafirma referências da obra do artista formuladas nos territórios da cidade e da arquitetura.

O conjunto de obras reafirma referências plásticas e conceituais da produção do artista, estabelecidos nos territórios da cidade e da arquitetura. A partir de elementos usados e rejeitados da construção civil, Sassi inventa sua particular linguagem formal e poética, como na grande instalação “Corpo Acomodado” (foto), de 2018, peça central da exposição, composta de madeira e concreto, construída a partir dos moldes das fôrmas de concreto armado.

No percurso circular do espaço, o público pode conferir esculturas de parede em tamanhos menores, em madeira, concreto e metal, além de uma série de cinco xilogravuras sobre papel, feita a partir de matrizes igualmente originárias dos vestígios de edificações urbanas.

Entre os outros destaques estão “Qualquer Dia de Semana É Primavera” (2018), de metal e madeira; e as sete esculturas da série “Walk The Line” (2016).

SERVIÇO:
Exposição:
Esquinas que Me Atravessam
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 22/10/2018; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita; Visitação com hora agendada pelo site http://www.ingressorapido.com.br, pelo aplicativo da Ingresso Rápido (IOS ou Android) ou na bilheteria. http://www.bb.com.br/cultura

Por Jorge Almeida

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Exposição “100 Anos de Athos Bulcão” no Centro Cultural Banco do Brasil

Reprodução do célebre “Painel de Azulejos”, de Athos Bulcão, no CCBB São Paulo. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta até a próxima segunda-feira, 15 de outubro, a exposição “100 Anos de Athos Bulcão” que, como o título indica, celebra o centenário do carioca Athos Bulcão (1918-2008). A mostra apresenta mais de 300 obras, sendo algumas inéditas, entre desenhos, pinturas, azulejos, cenários e figurinos produzidos entre as décadas de 1940 e 1950, e uma das marcas registradas da arquitetura de Brasília.

Instalada em quatro andares do prédio do CCBB, as obras apresentam a diversidade e a importância histórica e cultural protagonizado por Athos, que se inspirou inicialmente na azulejaria portuguesa, o aprendizado sobre o uso das cores quando fora assistente de Portinari e, claro, as parcerias fantásticas com Oscar Niemeyer e João Filgueiras.

Com curadoria de Marília Panitz e André Severo, a mostra apresenta no térreo obras de artistas mais jovens influenciados por Athos Bulcão.

A exposição se destaca pela interatividade. Inspirados pelo caráter urbano e democrático das obras de Athos Bulcão, o público pode baixar um aplicativo criado especialmente para a exposição e interagir e apropriar-se de projetos do artista. Isso sem contar com o grande cubo que deve ficar na parte de fora do museu, convidando os passantes para selfies a frente dos mais diversos painéis de azulejo do artista.

Em meio aos destaques estão: “Lula” (1997), um relevo em madeira pintada; a obra interativa “Reinventar Athos”; a reprodução da série “Vida de Nossa Senhora” (os originais são em acrílica sobre mármore, de 1970); e a parte do “Painel em Azulejos” (foto), dos edifícios Niemeyer e Shopping Del Rey, ambos em Belo Horizonte.

Além das obras, a exposição apresenta outros objetos, como oito capas da revista Módulo, além de livros e croquis.

Após o término da mostra na capital paulista, ela seguirá para o CCBB Rio de Janeiro, onde fará a sua última escala.

SERVIÇO:
Exposição: 100 Anos de Athos Bulcão
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 15/10/2018; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita; Visitação com hora agendada pelo site http://www.ingressorapido.com.br, pelo aplicativo da Ingresso Rápido (IOS ou Android) ou na bilheteria. www.bb.com.br/cultura

Por Jorge Almeida

Exposição “Ex-Africa” no Centro Cultural Banco do Brasil

Vista parcial da instalação “Paraíso Perdido Não Orientável”, do ganês Ibrahim Mahama. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta até o próximo dia 16 de julho, segunda-feira, a exposição “Ex Africa”, que reúne mais de 80 obras, entre instalações, música, performance, fotografias, videoarte e pinturas, que revelam a diversidade contemporânea africana por meio de trabalhos de 18 artistas sul africanos, angolanos, nigerianos e afrobrasileiros. A curadoria é do músico nigeriano-alemão Ade Bantu e de Alfons Hug.

A mostra apresenta obras de dezoito artistas da geração jovem e intermediária, vindo de oito países africanos que causam atenção no cenário internacional, mas não são muito conhecidos no Brasil. Além deles, os artistas afrobrasileiros, Arjan Martins e Dalton Paulo, que recentemente fizeram pesquisas e organizaram uma exposição no Brazilian Quarter de Lagos (Nigéria), bairro construído por antigos escravos retornados à África.

Além disso, a exposição contém uma sala exclusiva dedicada ao Afrobeat, a música popular de Lagos, como os vídeos com músicas do Club Lagos (Naijapop), que abordam temas como dinheiro, poder, deus pessoal e sexo.

Entre os destaques estão a instalação “Maqan” (2017), do egípcio Youssef Limoud; as 758 esculturas de madeira do nigeriano Abdulrazaq Awofeso na obra “Mil Homens Não Conseguem Construir Uma Cidade”; a instalação “Alaagba” (2014-2017), do nigeriano Jelili Atiku; “Paraíso Perdido Não Orientável” (1667-2017), a instalação com mídias variadas (foto) do ganês Ibrahim Mahama, que ocupa o vão central do edifício; e “Carregando o Celular” (2011), fotografia do sulafricano Andrew Ishabangu.

SERVIÇO:
Exposição:
Ex Africa
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Estacionamento conveniado: Rua Santo Amaro, 272, com traslado gratuito até o CCBB, com parada no Metrô República no trajeto de volta
Quando: até 16/07/2018; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h

Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Jean-Michel Basquiat: Obras da Coleção Mugrabi” no CCBB

“Carro Vermelho Enferrujando em Kudu”, obra de Jean-Michel Basquiat de 1984. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta até o próximo sábado, 7 de abril, a mostra “Jean-Michel Basquiat: Obras da Coleção Mugrabi”, que faz uma retrospectiva do artista nova-iorquino de ascedência afro-caribenha Jean-Michel Basquiat (1960-1988). Ao longo do espaço, desde o quarto andar até o subsolo, o público poderá conferir desenhos, quadros, gravuras e pratos pintados da coleção da família Mugrabi, uma das maiores coleções de Basquiat no mundo.

A produção de Basquiat personifica o estilo de Nova York nas décadas de 1970 e 1980, uma combinação de empolgação e declínio que designou um empíreo de criatividade. A reprodução de letras e de expressões cogita ritmos, sons e a vida na metrópole.

As figuras poderosas que debelam a cena na obra do artista induzem os críticos a classificá-lo como um Neoexpressionista, ao mesmo tempo em que está mergulhado na cultura pop. Suas pinturas subvertem hierarquias artísticas convencionais ao combinar imagens da cultura erudita e da popular.

Basquiat era um dos poucos afro-americanos num mundo artístico majoritariamente branco. Sua obra ligeiramente evoluiu de uma evocação das ruas a uma intensa narrativa sobre a experiência de ser negro e as conquistas culturais dos negros.

No térreo do CCBB, ainda contém onze obras que homenageiam Jean-Michel Bastiat.

Entre os destaques estão: “Crise X” (1982), acrílica, óleo e tinta a óleo em bastão sobre tela, montagem sobre suporte de madeira amarrados; “Quatro Grandes” (1982), acrílica e colagem sobre tela; “O Campo Está Próximo à Outra Estrada” (1981), acrílica, tinta esmalte em spray, tinta à óleo em bastão; tinta metálica e tinta sobre tela; “Marcadores Permanentes sobre 45 Pratos de Cerâmica” (1983-84); “Carro Vermelho Enferrujando em Kudu” (foto), de 1984, tinta a óleo em bastão e óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição: Jean-Michel Basquiat: Obras da Coleção Mugrabi
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 07/04/2018; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h; Visitação com hora agendada pelo site http://www.ingressorapido.com.br, pelo aplicativo da Ingresso Rápido (IOS ou Android) ou na bilheteria
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição homenageia Cícero Dias no Centro Cultural Banco do Brasil

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) promove até a próxima segunda-feira, 3 de julho, a exposição “Cícero Dias | Um Percurso Poético 1907-2003”, que homenageia o pintor pernambucano Cícero Dias (1907-2003). A mostra, que é itinerante, apresenta cerca de 120 obras de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX.

Com uma trajetória reconhecida internacionalmente, Antônio Cícero apareceu no cenário artístico nacional, em 1928, até o seu falecimento em 2003. E, desde sempre, em sua longa e produtiva carreira, manteve-se fiel ao seu próprio estilo, ousando sempre que lhe fosse possível, sem medo das críticas. Ainda em 1937, mudou-se para Paris, onde viveu até o fim de sua vida. E, na Cidade-luz, integrou a vanguarda artística europeia. Não foi à toa que o crítico de arte francês André Salmon o chamou de “selvagem esplendidamente civilizado” quando Cícero realizou a sua primeira exposição na capital francesa em 1938.

Além das pinturas e desenhos, a mostra também contextualiza a história do artista evidenciando sua relação com poetas e intelectuais brasileiros, e sua participação no circuito de arte europeu, através de fac-símiles de cartas, textos, documentos (como certidão de nascimento, por exemplo) e fotos trocadas com Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso, Alexander Calder, entre outros.

Com curadoria de Denise Mattar, a mostra está instalada em quatro andares do edifício (do terceiro ao subsolo) e organizada em três núcleos: Brasil, Europa e Paris, cada um deles dividido em segmentos.

Entre os destaques estão “Bagunça” (1928), uma aquarela sobre papel; uma obra “Sem Título”, um óleo sobre tela da década de 1970; “Multiplicidade” (1944), um óleo sobre placa de madeira aglomerada; e a reprodução do “Mural para a sede do Conselho Econômico do Estado de Pernambuco” (1948).

SERVIÇO:
Exposição:
Cícero Dias | Um Percurso Poético 1907-2003
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 03/07/2017; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita. Visitação com hora agendada pelo site http://www.ingressorapido.com.br, pelo aplicativo da Ingresso Rápido (IOS ou Android) ou na bilheteria. www.bb.com.br/cultura

Por Jorge Almeida

Exposição “Mondrian e o Movimento De Stijl” no CCBB

Obra da exposição "Mondrian e o Movimento De Stijl” instalada no hall do CCBB. Foto: Jorge Almeida
Obra da exposição “Mondrian e o Movimento De Stijl” instalada no hall do CCBB. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) apresenta até a próxima segunda-feira, 4 de abril, a mostra “Mondrian e o Movimento De Stijl”, que apresenta mais de 70 obras, sendo 30 do pintor holandês Piet Mondrian (1872-1944), além de uma seleção de várias manifestações do movimento “De Stijl (1917-1928), baseado nos conceitos apresentados na revista “De Stijl”.

A exposição traz pinturas, maquetes, mobiliário, desenhos de arquitetura, documentários, publicações da época e registros fotográficos de artistas da vanguarda moderna holandesa, que dá nome à mostra e que, em português, seria algo equivalente a “O Estilo”, que iniciou através da revista holandesa e que teve em Piet Mondrian o seu maior ícone.

Os artistas que fizeram parte desse movimento artístico criavam uma espécie de “arte total”, em que cores primárias eram utilizadas nas suas produções, sem restrições, claras e limpas, como eles imaginavam o futuro. A mostra exibe também o percurso de Mondrian da figuração à abstração. A maior aprte do acervo é do Museu Municipal de Haia, na Holanda, que detém a maior coleção do mundo das obras de Mondrian.

Entre os destaques estão uma foto de Piet Mondrian (1909), de Alfred Waldenburg; e outra do Estúdio de Piet Mondrian, à Rue du Départ (1926); o “Campanário em Zeeland” (1911), óleo sobre tela; e a cadeira vermelha e azul de Gevrit Rietvald, versão gigante, que permite o visitante sentar-se, além da câmera e jogo de Mondrian, ambos interativos.

SERVIÇO:
Exposição: Mondrian e o Movimento De Stijl
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 04/04/2016; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h. Visitação é feita com hora marcada através do site www.ingressorapido.com.br, pelo aplicativo do Ingresso Rápido (IOS ou Android ou na bilheteria do CCBB (com retirada de senhas a partir das 14h)
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ SEGUNDA: Exposição dedicada à Iberê Camargo no CCBB

 

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) realiza até a próxima segunda-feira, 7 de julho, a exposição “Iberê Camargo: Um Trágico nos Tópicos”, que apresenta 145 obras que fazem uma retrospectiva comemorativa ao centenário do nascimento do pintor, gravador, escritor, desenhista e professor gaúcho Iberê Camargo (1914-1994) e que abordam a questão do Homem, seu corpo e sua existência.

Além de pinturas, a mostra exibe desenhos, gravuras, fotos e documentos pertencentes a colecionadores e à fundação que leva seu nome, sediada em Porto Alegre.

A exposição, instalada entre o subsolo e o quarto andar, tem justamente o pavimento mais alto do espaço como ponto de partida, ou seja, na verdade, faz uma micro retrospectiva da carreira do artista, iniciada nos anos 1940, que mostra as pequenas paisagens às enormes telas. No terceiro andar, a sala é dedicada à última fase da trajetória de Iberê, as telas trágicas. No segundo, são exibidos os trabalhos que mostram o amadurecimento do artista, dos carretéis até o reaparecimento da figura humana, presentes nas telas dos anos 1980. No primeiro andar, são exibidos livros e um vídeo que explica o processo de criação de Iberê Camargo, que propicia melhor compreensão de sua trajetória e relevância, além de monóculos com fotos da paisagem do pampa gaúcho, onde ele viveu. E, finalmente, no subsolo, alguns trabalhos do artista feitos em gravura e matrizes em metal.

Entre os inúmeros destaques, podemos mencionar: “A Idiota” (1991), “No Vento da Terra” (1991) e “Signo Branco I” (1976), todos em óleo sobre tela, além de “Ciclista” (1989), criada com água-forte, água-tinta (processo do açúcar), ponta-seca e maneira-negra.

SERVIÇO:
Exposição: Iberê Camargo: Um Trágico nos Tópicos
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Quando: até 07/07/2014; de quarta a segunda-feira, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida