Corinthians: campeão paulista de 2019

Jogadores do Corinthians comemoram o tricampeonato paulista cercados por filhos e integrantes da comissão técnica. Foto: Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians

Com gol de Vagner Love nos momentos finais do segundo tempo, o Corinthians derrotou o São Paulo por 2 a 1 na segunda partida da final do Campeonato Paulista 2019 na tarde deste domingo (21), na Arena Corinthians, em São Paulo. O Timão saiu na frente com Danilo Avelar, mas o Tricolor empatou com Anthony ainda no primeiro tempo. O resultado culminou com o tricampeonato consecutivo da equipe de Parque São Jorge, feito que o clube havia conseguido há 80 anos.

O Majestoso começou disputado, truncado e com muitos passes errados. A primeira investiga ao ataque foi do São Paulo com Jucilei aos 10 minutos, que pegou o rebote, mas isolou. A partida deu uma esfriada, com os dois times encontrando problemas na criação de jogadas. O Corinthians, no entanto, diferentemente da postura dos últimos jogos, ficou mais com a bola e tentou investir em triangulações entre Fagner e Pedrinho.

No entanto, aos 23, a defesa tricolor deu mole, Gustavo ficou com a bola, que sobrou para Clayson, que por pouco não concluiu. A equipe do Morumbi deu o troco aos 27. Reinaldo roubou a bola de Pedrinho e Everton partiu no contragolpe pela esquerda, entrou na área e chutou cruzado pelas redes do lado de fora. Três minutos depois, o alvinegro levou perigo com Henrique. Ramiro cruzou,

Hudson afastou e, na sobra, o zagueiro arrematou, mas a bola desviou em Bruno Alves e saiu.
Na sequência, Sornoza cobrou o escanteio da direita, bem aberto, Ralf ganhou no alto de cabeça e ajeitou para Danilo Avelar dentro da pequena área e o lateral-esquerdo (nunca criticado) para desviar, também de cabeça, para o gol. Delírio do bando de loucos em Itaquera: 1 a 0 para o Corinthians.

Após o gol, os comandados de Fábio Carille tentou manter o ímpeto e administrar o resultado parcial para o intervalo e esteve perto de ampliar o score aos 42. Pedrinho se deslocou e notou a infiltração de Fagner, que recebeu, ajeitou o corpo e bateu no canto, mas Tiago Volpi fez grande defesa. Todavia, apesar de ter encontrado muitas dificuldades na criação de jogadas, o São Paulo conseguiu chegar ao empate ainda no primeiro tempo. Aos 47, Everton tentou o meio para Igor Gomes, a bola desviou em Ralf e sobrou para Antony, que ajeitou para a canhota e, com um chute preciso, colocou a redonda no cantinho, fora do alcance de Cássio, igualando o placar: 1 a 1. E, assim, o clássico terminou empatado na etapa inicial.

Para o segundo tempo, Cuca colocou Hernanes no lugar de Everton Felipe para suprir o problema na criação e também para atuar mais adiantado, como um “falso 9”. E, com o Profeta em campo, o Tricolor passou a superar ligeiramente o rival na posse de bola nos momentos iniciais da etapa final. Já o Corinthians, aos poucos, foi recuperando terreno e compactando as investidas sãopaulinas. E, aos 19, Gustagol arriscou de fora da área para defesa firme de Volpi.

O jogo deu uma esfriada depois das entradas de Vágner Love, pelo Corinthians, e do lateral-esquerdo Léo, pelo São Paulo (com a alteração, Reinaldo foi deslocado para o meio-de-campo no lugar do substituído Jucilei). Aos 26, Everton levou a melhor sobre Manoel, a bola sobrou para Léo, que avançou e mandou para as redes do lado de fora. Depois desse lance, o clássico seguiu truncado, sem chances para os dois lados, tudo levando a acreditar de que o título seria decidido nos pênaltis, até que o “artilheiro do amor” apareceu na partida nos minutos finais.

Aos 43, Boselli matou no peito, passou para Sornoza, que fez um belo lançamento para Vagner Love, que pegou de primeira, com o pé direito, e mandou no canto de Tiago Volpi – a bola chegou a tocar na trave – para colocar o Timão na frente novamente e a poucos minutos do título. Aliás, o tento do camisa 9 foi muito semelhante ao gol que Elias fez contra o próprio São Paulo na Libertadores de 2015, porém, o “lançador” daquela partida foi Jadson. Incrível semelhança.

Com o resultado, a torcida corinthiana já estava soltando os gritos de “tricampeão” pela Arena. Aos 46, a bola ficou viva na área do Timão após cobrança de Reinaldo, ninguém aproveitou e, na sequência, Boselli puxou um contra-ataque, com chances de matar o jogo, mas não conseguiu a finalização. O Majestoso foi até os 50 minutos, mas o placar terminou com vitória corinthiana em Itaquera. Fim de jogo na Arena Corinthians: Corinthians 2, São Paulo 1. O Timão conquista o tricampeonato paulista, o 30º caneco do Estadual de sua história.

Corinthians e São Paulo fizeram um jogo bem equilibrado, bem truculento, com muita marcação e poucas finalizações a gol. O alvinegro, ao contrário dos últimos jogos, não ficou tão recuado e tratou de atacar mais e, consequentemente, conseguiu abrir o placar com aquele que nunca foi criticado: Danilo Avelar. A molecada de Cotia não se abateu e conseguiu o empatar no último lance da etapa inicial. No segundo tempo, Cuca colocou Hernanes mais à frente, pois o Tricolor estava sem um centroavante de ofício. Já Fábio Carille acreditou na estrela e experiência de Vagner Love e deu certo: quando tudo levava a crer que haveria mais uma disputa por pênaltis na trajetória do alvinegro, o camisa 9 fez um belo gol nos minutos finais da partida e levou o Timão á vitória. Mas um fato precisa ser dito: embora tenha travado bons duelos pelo alto com Gustagol, Arboleda falhou nos dois gols do Corinthians: no primeiro, deixou Avelar em condição legal e sozinho para cabecear para o gol e, no segundo tento corinthiano, permitiu que Vagner Love passasse às suas costas.

Apesar da conquista, o Corinthians ainda terá uma nova decisão pela frente já na próxima quarta-feira (24), às 21h30: receberá a Chapecoense pelo segundo jogo da quarta fase da Copa do Brasil e precisará reverter a vantagem da equipe catarinense, que venceu o jogo de ida por 1 a 0. O São Paulo, por sua vez, estreará no Campeonato Brasileiro no próximo sábado (27), contra o Botafogo, às 16h, no Morumbi.

A seguir, o resumo da campanha do campeão e a ficha técnica da final.

Data – Jogo – Local:
Primeira Fase (Grupo C):
20/01 – Corinthians 1×1 São Caetano – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
23/01 – Guarani 2×1 Corinthians – Brinco de Ouro, Campinas (SP)
26/01 – Corinthians 1×0 Ponte Preta – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
30/01 – Corinthians 0x2 Red Bull Brasil – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
02/02 – Palmeiras 0x1 Corinthians – Allianz Parque, São Paulo (SP)
10/02 – Novorizontino 1×0 Corinthians – Jorge Ismael de Biasi, Novo Horizonte (SP)
17/02 – Corinthians 2×1 São Paulo – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
24/02 – Botafogo (SP) 0x1 Corinthians – Santa Cruz, Ribeirão Preto (SP)
02/03 – São Bento 1×1 Corinthians – Walter Ribeiro, Sorocaba (SP)
10/03 – Corinthians 0x0 Santos – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
17/03 – Corinthians 1×0 Oeste – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
20/03 – Ituano 0x1 Corinthians – Novelli Júnior, Itu (SP)
Quartas-de-final:
24/03 – Ferroviária 1×1 Corinthians – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
27/03 – Corinthians (4)1×1(3) Ferroviária – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
Semifinais:
31/03 – Corinthians 2×1 Santos – Arena Corinthians, São Paulo (SP)
08/04 – Santos (6)1×0(7) Corinthians – Pacaembu, São Paulo (SP)
Final:
14/04 – São Paulo 0x0 Corinthians – Morumbi, São Paulo (SP)
21/04 – Corinthians 2×1 São Paulo – Arena Corinthians, São Paulo (SP)

FICHA TÉCNICA: CORINTHIANS 2×1 SÃO PAULO
Competição/Fase: Campeonato Paulista Série A1 2019 – final (2º jogo)
Local: Arena Corinthians, São Paulo (SP)
Data: 21 de abril de 2019, domingo – 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Rafael Claus
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Marcelo Carvalho Van Gasse
Cartões Amarelos: Fagner e Clayson (Corinthians); Reinaldo (São Paulo)
Gols: Danilo Avelar, aos 31 min (1-0) e Antony, aos 47 min do 1º tempo (1-1); e Vagner Love, aos 43 min do 2º tempo (2-1)
CORINTHIANS: 12.Cássio; 23.Fagner, 3.Manoel, 4.Henrique (34.Pedro Henrique) e 35.Danilo Avelar; 15.Ralf, 28.Ramiro e 7.Sornoza; 38.Pedrinho (9.Vagner Love) 25.Cleyson e 19.Gustavo (17.Boselli). Técnico: Fábio Carille
SÃO PAULO: 23.Thiago Volpi; 25.Hudson, 3.B. alves, 5.Arboleda e 6.Reinaldo; 13.Luan, 8.Jucilei (16.Léo), 39.Antony e 26.Igor Gomes; 18.Everton Felipe (15.Hernanes) e 22.Everton (17.Willian Farias). Técnico: Cuca

Parabéns ao Sport Club Corinthians Paulista pelo tricampeonato.

Por Jorge Almeida

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São Paulo: campeão da Copa São Paulo de Futebol Jr. 2019

Jogadores do sub20 do São Paulo comemoram o título da Copinha juntamente com a pequena torcedora Larissa no Pacaembu.
Foto: Renato Pizzutto/BP Filmes

O São Paulo Futebol Clube conquistou na tarde desta sexta-feira (25), data do 465º aniversário da cidade de São Paulo, a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2019 ao derrotar o Vasco por 3 a 1 nos pênaltis, após empate em 2 a 2 no tempo normal. O Tricolor abriu 2 a 0, com gols de Gabriel Neves e Antony, mas cedeu o empate no tempo normal com Lucas Santos e Tiago Reis anotando os tentos cruzmaltinos. Nos tiros penais, destaque para o goleiro Thiago Couto, que defendeu duas cobranças. Os sãopaulinos converteram suas cobranças com Ed Carlos, Morato e Tuta, enquanto Lucas Santos anotou pelo Vasco. Tiago Reis, Gabriel Norões e Riquelme desperdiçaram suas cobranças, enquanto Marcos Júnior foi o único sãopaulino que não marcou na cobrança. Com o título, o São Paulo se iguala ao Internacional em número de conquistas da Copinha: quatro taças. O clube abocanhou os troféus das edições de 1993, 2000 e 2010.

Antes de a bola rolar, os jogadores do São Paulo fizeram uma homenagem a uma torcedora: Larissa, uma criança de seis anos que luta contra o câncer no cérebro. Os atletas rasparam a cabeça e prometeram o título para a pequena torcedora, que eles conheceram na partida contra o Mirassol, nas oitavas-de-final do torneio. Uma baita atitude, diga-se de passagem.

A final, que teve a torcida sãopaulina em sua maioria, começou com o Tricolor indo para cima. Logo, aos quatro minutos, Fabinho recebeu por cima pelo lado esquerdo, entrou na área, chegou ao fundo e rolou para trás, mas a defesa vascaína afastou o perigo. Nos minutos seguintes, os meninos de Cotia manteve a pressão e dificultou as ações dos garotos da Colina. Aproveitando-se do bom momento, o Tricolor quase abriu o placar aos 16 com Gabriel Novaes.O atacante recebeu passe de Paulinho, enfrentou e superou os marcadores e mandou por cima do gol, seria um golaço se atingisse o alvo.

E, à medida que o jogo rolava, o tempo fechava, mantendo a tradição da final da Copinha: futebol e chuva. Mas o São Paulo manteve a superioridade na partida. Aos 27, Antony dominou pelo meio e tentou acionar Gabriel Novaes, mas o goleiro Alexander deu um tapinha na bola para ficar com ela em seguida. Seis minutos depois, o time do Morumbi quase aproveitou o erro na saída de bola do cruzmaltino através de Gabriel Novaes.

O gol do São Paulo era uma questão de tempo e ele veio aos 38. Mesmo cercado por dois jogadores vascaíno na direita, Antony conseguiu encontrar uma brecha para mandar a bola na área na medida para Gabriel Novaes cabecear para o gol e tirar o zero do placar e fazer o seu décimo tento na Copinha. E, assim, o primeiro tempo terminou aos 47 com vitória parcial sãopaulina.

No segundo tempo, quem deu as caras na partida foi o vento e a chuva, e com eles o segundo gol do São Paulo aos sete minutos. Antony foi lançado em profundidade, levou a melhor na corrida com Gabriel Norões, puxou para a esquerda e bateu para o gol, ampliando a vantagem sãopaulina: 2 a 0. No lance seguinte, após a saída de bola, aos oito, o Vasco perdeu um gol incrível com Linnick. Tiago Reis fez jogada pela direita e serviu Linnick, que bateu fraco e permitiu a defesa do goleiro tricolor.

Apático durante boa parte do jogo, o Vasco, aos poucos, começou a entrar na partida. Aos onze, a bola foi alçada na área, sobrou para Caio Lopes que, na cara do goleiro, perdeu o gol. Três minutos mais tarde, Tiago Reis recebeu em condições legais e mandou por cima. Foi a terceira chance vascaína em menos de dez minutos.

O clube carioca estava disposto a amenizar o prejuízo e, aos 26, quase ganhou um presente de Thiago Couto, goleiro do São Paulo, que soltou a bola, mas o Vasco não tirou proveito. Mas, o time cruzmaltino conseguiu descontar aos 30 minutos. Lucas Santos cobrou falta com categoria, a bola bateu no travessão e entrou. O Vasco estava vivo na decisão.

O tento deu um ânimo nos vascaínos, que passaram a acreditar no empate, e ele veio aos 38. A defesa tricolor afastou a bola, o Vasco ficou com a redonda, que foi levantada na área e, livre na área, Tiago Reis, dominou no peito e, na frente do goleiro, bateu firme e empatou a partida: 2 a 2.

Nos últimos quinze minutos, o Vasco tirou bastante proveito do comodismo sãopaulino e arrancou o empate. Se o time de são Januário tivesse atuado com a mesma intensidade ao longo de todo o jogo, talvez, o resultado da final teria sido definida no tempo normal. O empate vascaíno assustou o São Paulo, que se segurou até o final da partida para não sofrer a virada e, assim, aos 48, o duelo terminou empatado. O campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2019 ficou definido nos pênaltis.

Nos tiros penais, as duas equipes converteram: Ed Carlos abriu para o Tricolor e Lucas Santos empatou para o Vasco. Morato bateu forte e pôs o São Paulo na frente. Tiago Reis teve sua cobrança defendida por Thiago Couto. Tuta ampliou a vantagem tricolor: 3 a 1. Gabriel Norões parou no travessão. Mas, Marcos Júnior chutou para fora e manteve as esperanças do Vasco, que sucumbiu com Riquelme, que teve sua cobrança defendida por Thiago Couto. Final da disputa de pênaltis da 50ª Copa São Paulo de Futebol Júnior: São Paulo 3, Vasco da Gama 1. Com isso, o clube do Morumbi conquistou a sua quarta taça da Copinha e, de quebra, vingou-se da derrota sofrida da edição de 1992 para o Vasco.

Atual campeão da Copa do Brasil Sub20 e da Supercopa do Brasil da categoria, o São Paulo entrou em campo com um leve favoritismo diante de um valente Vasco da Gama. Apesar de desfalcado de alguns de seus principais jogadores, que estão servindo a Seleção Brasileira no Sulamericano Sub20, no Chile, o Tricolor começou a decisão superior aos cruzmaltinos, que sofreu bastante com a forte marcação sãopaulina em cima de seus principais destaques, Lucas Santos e João Pedro, que, anulados, não conseguiram acionar o artilheiro Tiago Reis. E, perdido em campo, viu o Tricolor fazer um a zero no primeiro tempo e a situação poderia ter complicado com o segundo gol do clube paulista logo no início da etapa final. Mas, foi a partir daí, que a molecada da Colina acordou na partida e, de forma incrível, chegou ao empate nos últimos 15 minutos da decisão e, se tivesse mais cinco minutos de jogo, não teria sido nenhum absurdo uma eventual virada vascaína, porém, a equipe carioca reagiu tardiamente, mas o suficiente para levar a disputa para os pênaltis. Nas cobranças, destaque para o arqueiro Thiago Couto, que pegou dois penais e colaborou para que o São Paulo ficasse com o título, depois de ter “batido na trave” no ano passado ao perder a competição para o Flamengo. Curiosamente, o tetra da Copinha do São Paulo veio diante do mesmo adversário do quarto título do rival Corinthians conquistado há 20 anos: o Vasco. E, evidentemente, que os jogadores comemoraram junto com a sua torcedora especial: Larissa.

Em suma, o vencedor do Prêmio Dener, dado para o autor do gol mais bonito da Copinha, ficou para João Paulo, do Jacobina (BA), que marcou um belo gol contra o Aquidauanense (MS) em partida válida pela primeira fase do torneio.

A seguir, o resumo da campanha do campeão e a ficha técnica da decisão.

Data – Jogo – Local:
Primeira Fase (Grupo 7 – Araraquara):
03/01 – São Paulo (SP) 7×2 Holanda (AM) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
06/01 – Serra (ES) 0x3 São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
09/01 – Ferroviária (SP) 2×2 São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Segunda Fase:
11/01 – Rio Claro (SP) 0x3 São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Terceira Fase:
13/01 – Ferroviária (SP) 0x2 São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Oitavas-de-final:
15/01 – Mirassol (SP) 0x3 São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Quartas-de-final:
17/01 – Cruzeiro (MG) (5)1×1(6) São Paulo (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Semifinal:
22/01 – São Paulo (SP) 5×2 Guarani (SP) – Arena Fonte Luminosa, Araraquara (SP)
Final:
25/01 – São Paulo (SP) (3)2×2(1) Vasco (RJ) – Pacaembu, São Paulo (SP)

FICHA TÉCNICA: SÃO PAULO (SP) (3)2×2(1) VASCO DA GAMA (RJ)
Competição/Fase: Copa São Paulo de Futebol Júnior 2019 – final (jogo único)
Data: 25 de janeiro de 2019, sexta-feira -15h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) – São Paulo (SP)
Público Total: 37.316 pessoas
Público Pagante: 33.199 pessoas
Renda: R$ 874 mil
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Auxiliares: Tatiane Saciotti dos Santos Camargo e Fabrini Bevilacqua Costa
Cartões Amarelos: Welington e Tuta (São Paulo); Coutinho e Ulisses (Vasco)
Gols: Gabriel Novaes, aos 39 min do 1º tempo (1-0); Antony, aos 7 min (2-0), Lucas Santos, aos 30 min (2-1) e Tiago Reis, aos 38 min do 2º tempo (2-2)
Pênaltis convertidos: Ed Carlos, Morato e Tuta (São Paulo); Lucas Santos (Vasco)
Pênaltis desperdiçados: Marcos Júnior (São Paulo); Tiago Reis, Gabriel Norões e Riquelme (Vasco)
SÃO PAULO (SP): 1.Thiago Couto; 2.Caio, 3.Tuta, 4.Morato e 6.Welington (23.Sena); 5.Diego, 8.Rodrigo Nestor (19.Vitinho) e 20.Paulinho (16.Marcos Junior); 7.Antony (25.Fasson), 9.Gabriel Novaes (14.Ed Carlos) e 11.Fabinho (13.Weverton). Técnico: Orlando Ribeiro
VASCO (RJ): 1.Alexander; 2.Tenório, 3.Ulisses, 21.Gabriel Norões e 6.Coutinho (16.Riquelme); 15.Bruno Gomes (18.Laranjeira), 5.Caio Lopes, 8.Lennick (7.Alexandre Melo) e 11.João Pedro (20.Talles); 10.Lucas Santos e 9.Tiago Reis. Técnico: Marcos Valadares

Parabéns ao São Paulo Futebol Clube pelo título.

Por Jorge Almeida