SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “The Commons / Domínio Público” na Pinacoteca do Estado

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta até o próximo domingo, 4 de setembro, a exposição “The Commons / Domínio Público” para o Projeto Octógono, do artista hondurenho Paul Ramirez Jonas, que é formada por uma escultura equestre em cortiça, idealizada conformes as normas e costumes do renascimento italiano (séculos XIV e XV).

O título da mostra, segundo o artista, é afincar que a obra realça questionamentos sobre o papel do museu como um monumento, um lugar de encontros e trocas de ideias que, no caso, feito a partir das notas que público deixa na base da obra.

SERVIÇO:
Exposição: The Commons / Domínio Público
Onde: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 02
Quando: até 04/09/2011; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (estudantes e professores da rede privada); entrada gratuita para alunos e professores da rede pública (em excursão escolar); pessoas menores de 10 e maiores de 60 anos, a entrada é gratuita e para o público em geral, o acesso e gratuito aos sábados. O ingresso também dá direito à visitação à Estação Pinacoteca.

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “Ramos Arte Cibernética” no Itaú Cultural

O Itaú cultural realiza até o próximo domingo, 4 de setembro, a exposição “Rumos Arte Cibernética” que reúne dez obras (entre instalações, robôs e obras) que foram selecionadas por uma comissão autônoma de artistas. A mostra é realizada no primeiro e nos dois andares de subsolo da instituição.

Através do tema da exposição – no caso, a arte cibernética – exige-se a interação constante entre público e obra, assim como os sistemas que compõem um trabalho.

Entre os destaques da mostra estão: “I Dance – Pista Dança Interativa”, de Leandro Trindade que, como o nome sugere, é formada por uma pista de dança onde os movimentos dos ‘interadores’ alteram a obra em tempo real, fazendo-se uma sequência de efeitos, cores e formas, através de um software produzido pelo próprio artista; e “Campo Minado”, de Cláudio Bueno, composto de uma “game-performance” que é para ser jogado com smartphones e ambientes abertos, a obra está acessível ao lado do Parque Trianon, na própria Avenida Paulista.

SERVIÇO:
Exposição: Rumos Arte Cibernética
Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Paraíso
Quando: até 04/09/2011; de terça a sexta-feira, das 9h às 20h; sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “Cartas do Bom Jesus: Imagens e Memórias da Fé Sertaneja” na Caixa Cultural

A Caixa Cultural realiza até o próximo domingo, 4 de setembro, a exposição “Cartas do Bom Jesus: Imagens e Memórias da Fé Sertaneja”, que conta com registros de Marcelo Vitorino, Paulo Leite e Renato Suzuki que captaram 20 imagens cada.

A mostra documenta o cotidiano e a vivência da romaria que segue de Minas Gerais até a festa do Bom Jesus da Lapa, na Bahia, nas diversas narrativas do olhar formado por cada um dos fotógrafos.

Uma das partes mais enfáticas da exposição é a instalação “Sala dos Milagres”, que conta com fotos de Renato Suzuki, velas e ex-votos.

SERVIÇO:
Exposição: Cartas do Bom Jesus: Imagens e Memórias da Fé Sertaneja
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111
Quando: até 04/09/2011; de terça a domingo, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “A Cor do Corpo” na Caixa Cultural

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 4 de setembro, a exposição “A Cor do Corpo”, que reúne cerca de 50 obras do escultor baiano Israel Kislansky feitas em cerâmica: desde às queimas artesanais às de alta temperatura e esmaltações.

A mostra ainda conta com mais 16 fotografias do próprio Kislansky, que apresenta o ambiente de trabalho, os processos técnicos e a produção escultória do artista soteropolitano.

Em meio aos destaques estão “Cabeça” e “Torso nº 10”, ambas de 2011, feitas com argila farias branca, forno elétrico a 1000° C.

SERVIÇO:
Exposição: A Cor do Corpo
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111
Quando: até 04/09/2011; de terça a domingo, das 9h às 21h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Internacional: bi-campeão da Recopa Sulamericana

O Internacional conquista pela segunda vez a Recopa Sulamericana

O Sport Club Internacional conquistou pela segunda vez em sua história a Recopa Sulamericana ao derrotar o Independiente, da Argentina, por 3 a 1 (gols de Leandro Damião e Kleber para o Colorado, enquanto Maxi Velásquez descontou para os argentinos) na partida de volta (na ida, vitória do Independiente por 2 a 1 em Avellaneda).

Agora, o Colorado se igualou ao São Paulo, LDU (do Equador) e Olímpia (do Paraguai) em número de conquistas – duas -, além de passar o arquirrival Grêmio, que detém um título da competição, conquistado em 1996 justamente em cima do Independiente em que o Tricolor dos Pampas venceu por 4 a 1 em partida única disputada em campo neutro (o jogo foi disputado em Kobe, no Japão).

Nos primeiros quinze minutos, as duas equipes estavam se estudando e faziam um jogo chato. Até que aos 19, o artilheiro Leandro Damião marca um golaço. O volante Guiñazu abriu para o atacante na ponta, o camisa 9 passou no meio dos dois marcadores e chutou com categoria. Seis minutos depois, Leandro Damião vai às redes mais uma vez. O goleiro Muriel fez o lançamento, a defesa do time argentino vacilou e o jogador colorado trombou com o zagueiro e pegou de “prima” de esquerda, estufando as redes novamente. Aos 34, o ex-zagueiro do Barça, Gabriel Milito, deu uma “furada” no meio-campo e quase entregou o terceiro gol para Damião, que finalizou para fora. A melhor chance do Independiente na primeira etapa foi aos 44 com Parra, que chutou para a defesa segura de Muriel. Depois do segundo gol, o Internacional passou o restante do primeiro tempo administrando a vantagem adquirida nos primeiros 45 minutos. O Colorado quase marcou o terceiro no finalzinho com Dellattore: D’Alessandro cruzou da esquerda e o camisa 11 não conseguiu cabecear.

E, logo no início da etapa complementar, em jogada pela esquerda, Maxi Velásquez recebeu um passe pelo alto de Ferreyra e finalizou forte para diminuir o marcador e deixar o jogo emocionante. Nos primeiros dez minutos do segundo tempo, aparentemente, o Inter sentiu o gol dos hermanos. Tanto que no minuto seguinte, Muriel fez uma defesa à queima-roupa num chute de Velez, que entrou no intervalo. Aos 16, Oscar cobrou falta da direita, Índio cabeceou e a bola tirou tinta da trave. E a trave foi protagonista em outro lance no ataque do Inter aos 19 com Oscar, que bateu escanteio fechado e acertando a redonda no travessão. Dos 20 em diante, o time gaúcho atuou praticamente no campo de defesa do Independiente, que ficou recuado à espera de contra-golpes. Mas aos 37, Andrezinho deu um passe para o ex-corinthiano Jô que foi derrubado pelo arqueiro argentino. Aí não teve jeito: pênalti. Outro ex-jogador do Corinthians, Kleber, foi lá e mandou bola para um lado, goleiro de outro e, consequentemente, fez o gol do título. Daí em diante, o Inter só administrou o resultado à espera do apito final. E ainda deu tempo para Maxi Velásquez dar um susto aos 47, quando finalizou rente à meta de Muriel. Mas não teve jeito: Internacional é bicampeão da Recopa Sulamericana (2007 e 2011).

FICHA TÉCNICA: INTERNACIONAL (BRA) 3 X 1 INDEPENDIENTE (ARG)
Competição: segundo jogo da Recopa Sulamericana 2011
Local: Estádio Beira-Rio – Porto Alegre (RS)
Data: 24 de agosto de 2011 – 21h50 (horário de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño e Mauricio Espinosa (ambos do Uruguai)
Cartões Amarelos: Maximiliano Velásquez, Tuzzio, Ferreyra e Fredes (Independiente)
Gols: Leandro Damião, aos 19 e aos 25 do 1º tempo; Maxi Velásques, aos 3 do 2º tempo, e Kleber, de pênalti, aos 38 do 2º tempo.
INTERNACIONAL (BRA): 1.Muriel; 4.Nei, 2.Bolívar 3.Índio e 6.Kleber; 20.Elton, 5.Guiñazu 10.D’alessandro (17.Andrezinho) e 16.Oscar, 11.Dellattore (18.Jô) e 9.Leandro Damião. Técnico: Dorival Junior.
INDEPENDIENTE (ARG): 1.Navarro; 6.Tuzzio, 2.Julián Velázquez, 18.Gabriel Milito e 3.Maxi Velásquez; 8.Fredes (9.Nuñez), 7.Pellerano 22.Ivan Peres (13.Velez) e 11.Ferreyra (20.Defederico); 19.Marco Peres e 7.Parra. Técnico: Antonio Mohamed.

Parabéns ao Sport Club Internacional pelo título.

Por Jorge Almeida

MZA lança show do Ira! e Ultraje A Rigor no Rock In Rio III

"Ao Vivo Rock In Rio" mostra a apresentação conjunta de Ira! e Ultraje a Rigor no Rock In Rio III

A gravadora MZA, do produtor Marco Mazzola, lançou em CD e DVD o show das bandas paulistas Ira! e Ultraje a Rigor que foi realizado no dia 14 de janeiro de 2001 na Cidade do Rock (Rio de Janeiro) – também conhecido como sede da terceira edição do Rock In Rio.

O registro foi gravado quase na íntegra – ficaram de fora as performances do Ira! em “Telefone”, música da Gang 90 e que contou com a participação da vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai, e do Ultraje a Rigor que tocou um cover do Black Sabbath, “Paranoid” e algumas de suas músicas – “Filho da Puta”, “Inútil” e “Nós Vamos Invadir Sua Praia”.

Na ocasião, ambos os grupos estavam promovendo os seus respectivos trabalhos: o Ultraje divulgava o disco ao vivo, intitulado “18 Anos Sem Tirar”, enquanto o Ira! divulgava “Isso É Amor”, um álbum de covers em que a banda homenageou nomes da MPB e do BRock.

O álbum contém ao todo 13 faixas – seis de cada banda e uma com tocada pelas duas juntas. Então, o Ira! dá o pontapé inicial com os seus clássicos: “Dias de Luta”, “Núcleo Base”, a ótima “Vida Passageira”, “Flores em Você”, “Envelheço na Cidade” e uma cover da Legião Urbana, “Teorema”. Em seguida, Nasi chama ao Palco Mundo do Rock In Rio Roger para suas respectivas bandas tocarem juntos o clássico dos punks do The Clash – “Should I Stay Or Should I Go” -.

Logo após a execução do hit da banda de Joe Strummer, Roger Rocha Moreira e cia. dão continuidade ao “Recreio dos Bandeirantes” (um trocadilho com o nome de um bairro carioca que fica ali perto, já que os dois grupos são paulistas) e mandam bala em seus sucessos: “Ciúme”, “O Chiclete”, “Nada a Declarar” (a única criada na década de 1990 e que recebeu desde àquela época status de clássico), “Marylou”, “Sexo” e o encerramento com “Pelado”.

E por falar nisso, no final da apresentação, o Ultraje se despediu do público mostrando suas nádegas, um dos gestos que faz parte da marca registrada do grupo que é a irreverência.

Vale destacar que o headliner deste dia do festival era o Guns ‘N’ Roses e a presença do público foi estimada em 250 mil pessoas. E também foi nesta data que o público hostilizou Carlinhos Brown, atacando-lhe garrafas e gritando “queremos rock”. Talvez, a maior falha dos organizadores do evento: colocar um especialista em axé music em evento de rock.

A seguir, a ficha técnica e o tracklist de “Ao Vivo Rock In Rio”, do Ira! e Ultraje a Rigor

Álbum: Ao Vivo Rock In Rio
Intérprete(s): Ira! e Ultraje a Rigor
Gravadora: MZA Music
Direção Geral: Marco Mazzola
Lançado em 2011

Ira!:
Nasi – voz
Edgard Scandurra – guitarra
Ricardo Gaspa – baixo
André Jung – bateria

Ultraje a Rigor:
Roger – voz e guitarra
Heraldo Paarmann – guitarra
Mingau – baixo
Flávio Suete – bateria

1. Dias de Luta (Edgard Scandurra)
2. Núcleo Base (Edgard Scandurra)
3. Vida Passageira (Edgard Scandurra)
4. Flores Em Você (Edgard Scandurra)
5. Envelheço Na Cidade (Edgard Scandurra)
6. Teorema (Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá)
7. Should I Stay Or Should I Go (Joe Strummer / Mick Jones)
8. Ciúme (Roger Rocha Moreira)
9. O Chiclete (Edgard Scandurra)
10. Nada A Declarar (Roger Rocha Moreira)
11. Marylou (Edgard Scandurra / Maurício Defendi / Roger Rocha Moreira)
12. Sexo (Roger Rocha Moreira)
13. Pelado (Roger Rocha Moreira)

Por Jorge Almeida

Museu do Índio de Embu

O Museu do Índio de Embu ou Centro de Informação da Cultura Indígena (CICI) foi inaugurado em abril de 2005 e foi planejado pelo artista plástico e escritor Waldemar de Andrade e Silva. O escritor (e também pesquisador) viveu por vários anos entre os índios no Parque Nacional do Xingu, com o apoio dos irmãos Villas Boas.

No museu, o visitante verá armas, utensílios da cozinha indígena como: tigelas e potes. Além de cocares, colares, pingentes, tangas, flautas, tacapes, arcos e flechas, instrumentos musicais e de utilização sagrada. Enfim, o destaque principal do espaço é mesmo a precisão que os indígenas faziam na confecção desses objetos.

Há também pinturas dos índios Anacula (da tribo Meinako), Amati (da tribo Trumae), Megaron (da nação Kaiapó), além de 25 ilustrações e pinturas corporais feitas por mulheres da nação Kaiapó do Baixo Xingu.

SERVIÇO:
Museu do Índio – Centro de Informação da Cultura Indígena (CICI)
Onde: Rua da Matiz, 54 – Centro – Embu das Artes
Quando: de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: R$ 3,00

Por Jorge Almeida