Exposição “Museu e Territórios” na Pinacoteca do Estado

Vista panorâmica da exposição "Museu e Territórios" na Pinacoteca. Foto: Jorge Almeida
Vista panorâmica da exposição “Museu e Territórios” na Pinacoteca. Foto: Jorge Almeida

A Pinacoteca do Estado de São Paulo realiza até o dia 26 de janeiro de 2014 a exposição “Museus e Territórios”, que reúne fotos, textos, vídeos, mapas, propostas de atividades e até vasos de plantas, que promovem os processos educativos e colaborativos entre o Museu de Antioquia, de Medelín (Colômbia), e as comunidades da região.

Através desses intercâmbios culturais, as memórias dos moradores e a apropriação de seus patrimônios e de suas relações com o território são fortalecidas.

Além disso, a exposição é integrada com uma seleção de áudios com curtos relatos de pessoas da comunidade e de outros municípios do estado de Antioquia.

A mostra marca a parceria entre a Pinacoteca e o Museu de Antioquia. Entre as ações dessa parceria, por exemplo, está prevista uma exposição das ações educativas da Pinacoteca no Museu de Antioquia, Colômbia, em 2014.

SERVIÇO:
Exposição: Museu e Territórios
Onde: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 02 – Luz
Quando: até 26/01/2014; de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h); as quintas até às 22h.
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (estudantes e professores da rede privada); entrada gratuita para alunos e professores da rede pública (em excursão escolar); pessoas menores de 10 e maiores de 60 anos, a entrada é gratuita e para o público em geral, o acesso é gratuito aos sábados e a partir das 17h nas quintas. O ingresso também dá direito à visitação à Estação Pinacoteca

Exposição “Memorial Luiz Gama” na Caixa Cultural

A Caixa Cultural promove até o dia 20 de janeiro de 2014 a mostra “Memorial Luiz Gama”, que reúne 12 painéis com fotografias e textos do poeta e advogado Luiz Gonzaga Pinto da Gama (1830 – 1882), que lutou pelo fim da escravidão negra no Brasil.

Nas artes literárias, Luiz Gama publicou a primeira poesia no Brasil sobre a beleza da mulher negra, entre outras obras. Além disso, contribuiu efusivamente com a imprensa local ao fundar o primeiro jornal ilustrado e humorístico da cidade.

As imagens exibidas na mostra são dos fotógrafos Walter Firmo, Eustáquio Neves, Eduardo Firmo e Denise Camargo.

Entre os destaques estão uma foto intitulada “Mulher” (2013), de Denise Camargo, protagonizada por Paula Lima, e a reprodução de uma carta de Luiz Gama a seu filho.

SERVIÇO:
Exposição: Memorial Luiz Gama
Local: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 20/01/2014; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Grandes Mestres da Arte Popular Ibero-Americana” no Centro Cultural FIESP

O Centro Cultural FIESP apresenta na Galeria de Arte do SESI a mostra “Grandes Mestres da Arte Popular Ibero-Americana” até o dia 19 de janeiro de 2014. A exposição traz cerca de 1.330 obras de aproximadamente 600 artistas de 22 países, entre os quais 79 são brasileiros.

A mostra já passou pelo México, Espanha e Colômbia e é resultado do trabalho do Formento Cultural Banamex, do México.

No espaço expositivo são apresentadas uma grande variedade de obras de arte popular, feitas com muita técnica e perfeição pelos mais renomados artesãos ibero-americanos.

Entre as obras de arte popular expostas na galeria, temos esculturas, ourivesaria, retábulos, adornos, joias, oratórios, esporas, sinos, castiçais, utensílios domésticos, pinturas, imagens sacras, vestimentas, têxteis, toalhas, bolsas, esculturas e bonecos de barro, móveis, potes, panelas, sopeiras, vasos, instrumentos musicais, redes, selas, balaios, cestos em fibras vegetais, entre outros.

Enfim, as peças se destacam tanto pela parte cultural como pela beleza de si próprios.

SERVIÇO:
Exposição: Grandes Mestres da Arte Popular Ibero-Americana
Onde: Centro Cultural FIESP – Galeria de Arte do SESI – Avenida Paulista, 1313
Quando: até 19/01/2014; segunda-feira, das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Os 30 anos de “Raul Seixas”, o álbum

"Raul Seixas", o álbum: vendas expressivas por conta da presença da canção "O Carimbador Maluco"
“Raul Seixas”, o álbum: vendas expressivas por conta da presença da canção “O Carimbador Maluco”

O ano de 2013 marca o 30º aniversário do auto-intitulado álbum de Raul Seixas, o décimo primeiro registro de estúdio do cantor baiano. Popularmente, o disco é conhecido como “Carimbador Maluco”. Produzido pelo velho companheiro Miguel Cidras, o trabalho foi lançado pela Gravadora Eldorado, após o compositor ter passado um hiato de três anos sem gravadora.

Depois de ter lançado o excelente “Abre-te Sésamo” pela CBS, em 1980, o contrato de Raul é rescindido. No ano seguinte, nasce a sua terceira filha – Vivian. Em 1982, ainda sem gravadora, fez um show na praia do Gonzaga, em Santos, para um público estimado em 150 mil pessoas, o que prova a popularidade de Raul Seixas, apesar dos problemas ligados ao alcoolismo e às drogas. Ainda no mesmo ano, o compositor entrou em cana por apresentar-se bêbado em um show em Caieiras (SP). Segundo boatos da época, Raul foi acusado de ser, pasmem, impostor de si mesmo e quase foi linchado pela plateia. O imbróglio só ocorreu também porque ele não portava documentos que comprovara a sua identidade.

E quando tudo parecia perdido para Raul Seixas, que estava em depressão, afogado nas drogas e no álcool – o que agravara ainda mais a sua pancreatite que o acompanhou desde 1978 até a sua morte, em 1989 – o diretor-executivo da recém-fundada Gravadora Eldorado o convidou para a gravação de um novo disco, o que foi obviamente aceito pelo compositor.

E, dessa forma, Raul Seixas gravou o disco que leva apenas o seu nome. Nele, é nítido notarmos os sinais de desgaste da voz de Raulzito, parte disso pode ser creditada à saúde debilitada em função da pancreatite. Apesar disso, o Raul fez um excelente álbum e, claro, caiu no gosto dos fãs e rendeu ao músico mais um disco de ouro, em especial por trazer a faixa “O Carimbador Maluco”, que foi composta e gravada para o especial “Plunt-Plact-Zuuum!”, da TV Globo, e que, inicialmente, não constava nas primeiras prensagens do LP.

O legal de “Raul Seixas”, o álbum, é que nele, o compositor pode trabalhar do jeito que mais gostava: misturar ritmos regionais brasileiros com rock, em especial, o norte-americano.

Na parte mais “rocker”, digamos assim, do disco temos a excelente “D.D.I. (Discagem Direta Interestelar)”, que Raul compôs junto com a sua esposa da época, Kika Seixas, e também as versões que ele fez de “Bop-A-Lena”, de Gene Vincent, e “Slipin’ And Slidin’”, de Little Richard, que viraram “Babilina” e “Não Fosse o Cabral”, respectivamente.

E como Raul sempre deixou claro ao longo de sua carreira, a música nordestina é uma de suas principais influências, e ela marca presença em dois temas: “Quero Mais”, um xaxado feito em dueto com a eterna “ternurinha” Wanderléa, em que eles simulam um lúbrico duelo entre marido e mulher, e “Capim Guiné”, feita em parceria com Wilson Aragão, que tem uma moda sertaneja e é uma das melhores faixas do álbum.

O disco também apresenta verdadeiras (e injustiçadas) obras-primas de Raul Seixas, como as belas “Lua Cheia”, “Coisas do Coração” e “Aquela Coisa”, que sintetizam uma situação oposta aos problemas de saúde de Raul: a família. O Maluco Beleza estava “in love” com Kika e a filha Vivian. Além disso, há a presença da mística “Segredo da Luz” e a que, particularmente considero a melhor música do álbum, “Coração Noturno”, um tributo que o compositor prestar à natureza.

E Raul aproveitou para fazer uma releitura de “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo”, música que ele havia composto e inscrito para o Festival Internacional da Canção de 1972, mas que foi defendida por Lena Rios & Os Lobos.

Para completar o play, foi inserida “So Glad You’re Mine”, de Arthur “Big Boy” Crudup”, gravada ao vivo em concerto realizado no dia 26 de fevereiro de 1983 no ginásio do Palmeiras e que, no ano seguinte, foi lançada no álbum “Ao Vivo, Único e Exclusivo”.

E é evidente que não poderia de destacar “O Carimbador Maluco”, música que ficou popular no cancioneiro infantil. Quando foi lançada, muita gente acusou Raul de “ter se vendido” ao sistema por conta de uma música considerada até mesmo como “imbecil”. Contudo, os fãs mais esclarecidos perceberam, na letra do tema, a mensagem anárquica que continha no enredo e interpretaram como uma crítica à burocracia imposta pelos órgãos governamentais em todo tipo de atividade (entendeu agora o “tem que ser selado, registrado, carimbado, avaliado, rotulado se quiser voar…”?). Sim, também considero que essa não é uma das melhores do mestre, mas não sou hipócrita em não reconhecê-la que a faixa foi o carro-chefe do álbum e que contribuiu bastante para alavancar as vendagens do disco.

Apesar das adversidades enfrentadas por Raul, o seu legado na Eldorado foi deixado e, até hoje, “Raul Seixas” é considerado um dos trabalhos mais apreciados pelos fãs até hoje, passados 30 anos de seu lançamento e 24 anos da morte de seu protagonista. Um clássico.

Abaixo, a ficha técnica* e o tracklist do álbum.

Álbum: Raul Seixas
Intérprete: Raul Seixas
Lançamento: 1983
Gravadora: Eldorado
Produtor: Miguel Cidras

Raul Seixas: voz e guitarra
Rick: guitarra, steel guitar em “Coisas do Coração” e “Capim Guiné”, ovation de nylon em “Coisas do Coração”, “Capim Guiné”, “Quero Mais” e “Lua Cheia”, piano base em “Babilina” e “Não Fosse o Cabral
Paulo César Barros: baixo
Teófilo Lima (Téo): bateria
Elias Slon, Caetano Finelle, Audino Nuñez, Jorge Salim Filho, Germano, Ricardo Moreto, Antônio Ferrer e Jorge Gisbert: violinos em “Coração Noturno” e “Lua Cheia
Michael Verebes, George Kiszbely, Loriano Rabarchi e Alwin E. Johannes Ochsner: violas em “Coração Noturno” e “Lua Cheia
Paulo D. Taccetti e Maria Cecília L. Brucoli: violoncelos em “Coração Noturno” e “Lua Cheia
Silvinha Araújo, Cidinha, Rita, Carlinhos, Ralf e Luiz Bastos: coro em “Aquela Coisa”, “Coração Noturno” e “Segredo da Luz”, e palmas em “Não Fosse o Cabral
Cacá: sax-alto em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo
Pick: sax-tenor em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo
Baldo: sax-barítono em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo
Tenisson e Gil: trompetes em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo” e “Aquela Coisa
François: trombone em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo” e “Aquela Coisa
Oldimar Cáceres: bandoneon em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo
Sérgio Porto: congas em “Quero Mais” e agogô em “Capim Guiné
Maurão: triângulo em “Quero Mais” e “Capim Guiné”, e congas em “Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo
Armandinho: Polysix em “D.D.I. (Discagem Direta Interestelar)” e “Segredo da Luz
Miguel Cidras: piano, Boogie Woogie em “Não Fosse O Cabral
Chiquinho do Acordeon: acordeão em “Quero Mais”, “Capim Guiné” e “Lua Cheia”
Wanderléa: voz em “Quero Mais
Tony Osanah: guitarra em “So Glad You’re Mine
Pedrão: baixo em “So Glad You’re Mine
Albino: bateria em “So Glad You’re Mine

1. D.D.I. (Discagem Direta Interestelar) (Raul Seixas / Kika Seixas)
2. Coisas do Coração (Raul Seixas / Cláudio Roberto / Kika Seixas)
3. Coração Noturno (Raul Seixas / Kika Seixas / Raul Varella Seixas)
4. Não Fosse O Cabral (Lewis / Versão: Raul Seixas)
5. Quero Mais (Raul Seixas / Cláudio Roberto / Kika Seixas)
6. Lua Cheia (Raul Seixas)
7. O Carimbador Maluco (Raul Seixas)
8. Segredo da Luz (Raul Seixas / Kika Seixas)
9. Aquela Coisa (Raul Seixas / Cláudio Roberto / Kika Seixas)
10. Eu Sou Eu, Nicuri É O Diabo (Raul Seixas)
11. Capim Guiné (Raul Seixas / Wilson Aragão)
12. Babilina (Davis / Vincent / Versão: Raul Seixas)
13. So Glad You’re Mine (Arthur Crudup)

* Informações extraídas do encarte do CD.

Por Jorge Almeida

Exposição “Brasília no Tempo da Ditadura” no Centro Cultural Correios

Ziraldo na Câmara dos Deputados denunciando a censura aos jornais e às obras de arte
Ziraldo na Câmara dos Deputados denunciando a censura aos jornais e às obras de arte. Foto: Orlando Brito

A mostra “Brasília no Tempo da Ditadura” está em exibição até o dia 6 de janeiro de 2014 no Centro Cultural Correios, na capital paulista. A exposição apresenta 34 registros de parte do acervo dos fotojornalistas Luís Humberto e Orlando Brito, que registraram o período da ditadura militar (1964-1985).

No espaço são apresentadas imagens que captaram o cotidiano da atividade política de Brasília na época. Alguns desses registros foram impedidos de serem publicados por conta da censura e que ficaram conhecidos anos mais tarde, outros não foram escolhidos pelos editores na edição final dos jornais e periódicos.

Alguns dos registros dos dois fotojornalistas (que ainda continuam na ativa) são caracterizados como imagens fortes e ácidas, mas também irônicas e bem-humoradas.

Um registro que exemplifica bem o período é uma imagem de Orlando Brito que mostra o cartunista Ziraldo que foi à Câmara dos Deputados denunciar a censura aos jornais e às obras de arte.

A mostra é uma extensão da exposição “Resistir É Preciso”, que está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

SERVIÇO:
Exposição: Brasília no Tempo da Ditadura
Onde: Centro Cultural Correios – Avenida São João, s/nº – Vale do Anhangabaú, Centro
Quando: até 06/01/2014; de terça a domingo, das 11h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Presépios: Um Olhar, Uma História” no Museu de Arte Sacra

Um dos presépios expostos no Museu de Arte Sacra. Foto: Jorge Almeida
Um dos presépios expostos no Museu de Arte Sacra. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte Sacra realiza até o dia 6 de janeiro de 2014 a mostra “Presépios: Um Olhar, Uma História”, que apresenta 35 montagens de presépios natalinos que pertencem ao próprio acervo da instituição, mas que cerca de 50 convidados, como artistas, designers, arquitetos, entre outros ficaram encarregados em decorarem os presépios.

Cada convidado apresentou sua versão com os mais variados tipos de materiais de decoração: argila, aniagem, barro cozido, papel, tecido, areia, madeira, etc. Entre os ilustres estavam Irene Ravache e Brunete Fraccaroli.

O interessante da mostra é que os presépios são oriundos de diversos lugares, que vão desde o Japão, passando por Polônia, Aparecida do Norte e, claro, o napolitano.

Além disso, o espaço tem um lugar especial à Edith Landmann, que foi homenageada pelo MAS, com uma sala que apresenta itens da coleção de arte barroca e de presépios da matriarca da família Landmann. Ou seja, o lugar onde está exposta a coleção de Edith Landmann nos faz remeter que se trata de uma “exposição dentro de uma exposição”.

E não é à toa que a mostra vai até o dia 6 de janeiro. Pois, nesta data, segundo a tradição católica, encerram-se os festejos natalícios, ou seja, é o dia em que os presépios e os enfeites natalinos são desmontados.

SERVIÇO:
Exposição: Presépios, Um Olhar, Uma História
Onde: Museu de Arte Sacra (MAS) – Avenida Tiradentes, 676 (estacionamento gratuito à Rua Jorge Miranda, 43) – Luz
Quando: até 06/01/2014; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria fecha às 17h30)
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (estudantes); pessoas menores de 7 e maiores de 60 anos têm entrada gratuita; entrada franca para o público em geral aos sábados

Por Jorge Almeida

Exposição “Por Trás da Aparência – As Ilustrações de Darel” na Caixa Cultural

A Caixa Cultural promove até o próximo dia 5 de janeiro a exposição “Por Trás da Aparência – As Ilustrações de Darel”, que reúne cerca de 90 obras do artista pernambucano Darel Valença Martins, que foram produzidas da década de 1950 até os dias atuais.

O artista teve sua iniciação artística quando ingressou na escola de Belas Artes do Recife, mas desistiu e seguiu para o Rio de Janeiro, onde entrou para o Liceu de Artes e Ofícios, e estudou gravura em metal com Henrique Oswald. Posteriormente, foi integrante de grupo de artistas e escritores cariocas, entre eles, Nelson Rodrigues.

O prestígio de Darel no meio artístico na época era tanto que, conforme consta no texto da mostra, Vinícius de Moraes (em julho de 1967) e Clarice Lispector (em 12 de julho de1969) dispararam elogios ao pernambucano.

Além disso, Darel já ilustrou publicações de gente como Graciliano Ramos, Dostoievski, Lúcio Cardoso, Jack London, entre outros.

Entre os destaques estão: “Máquina e Pássaro” (1967) e “Chuva em Botafogo” (1955).

SERVIÇO:
Exposição: Por Trás da Aparência – As Ilustrações de Darel
Local: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 05/01/2014; de terça a domingo, das 9h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida