SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição de obras de Manabu Mabe na Caixa Cultural

A Caixa Cultural promove até o próximo domingo, 7 de julho, a exposição “Chove no Cafezal – Mabe, da Figura à Abstração”, que exibe 35 obras do artista japonês Manabu Mabe (Kumamoto, Japão, 1924 – São Paulo, Brasil, 1997).

A mostra exibe 30 pinturas e cinco desenhos realizados pelo artista entre 1945 e 1959, ano em que Mabe conquistou o Prêmio de Melhor Pintor Nacional, na V Bienal de São Paulo.

De acordo com o curador da mostra, Enock Nascimento, “a exposição documenta o período de transformação da linguagem pictórica de Manabu Mabe, da figura em direção à abstração, tendência que marcou a arte brasileira no final dos anos 1950, e que teve na obra do pintor sua representação mais consistente”.

As obras expostas despontam a progresso de Mabe para um abstracionismo gestual, que harmoniza vigor e delicadeza, oriente e ocidente.

A exposição é complementada por mais 15 fotografias.

Em meio aos destaques estão: “Ternura” (1955), “Autorretrato” (1955), “Natureza Morta” (1948) e “Colônia” (1948), todas em óleo sobre tela.

SERVIÇO:
Exposição: Chove no Cafezal – Mabe, da Figura à Abstração
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 07/07/2013; de terça a domingo, das 9h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Brasil dá um passeio na Espanha e é tetra da Copa das Confederações

Jogadores da Seleção Brasileira comemoram a conquista da Copa das Confederações no Maracanã. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Jogadores da Seleção Brasileira comemoram a conquista da Copa das Confederações no Maracanã. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

E justamente na mesma data em que o Brasil celebrou os 11 anos do pentacampeonato da Copa do Mundo, 30 de junho, a Seleção Brasileira derrotou a Espanha por 3 a 0 na final da Copa das Confederações 2013 neste domingo no Estádio do Maracanã e sagrou-se campeã da competição pela quarta vez em sua história, sendo a terceira de forma consecutiva. Com dois gols de Fred e um de Neymar, os comandados de Luiz Felipe Scolari nem tomaram conhecimento da seleção número 1 do ranking da FIFA, atual campeã do mundo e detentora das duas últimas Eurocopas.

Surpreendentemente o primeiro tempo nem havia começado direito e os donos da casa tiraram o zero do placar logo aos dois minutos. Hulk cruzou da direita, Neymar e Fred trombam com a zaga espanhola e o atacante do Fluminense, mesmo caído, chutou por cima de Casillas. A Espanha sentiu o baque. Pois, a partir daí, a Fúria não foi nem de longe a temida seleção dos últimos anos. Os espanhóis foram facilmente envolvidos pelos comandados de Felipão, mesmo apresentando mais posse de bola. Porém, não conseguiram levar perigo ao gol de Julio César até os 37 minutos, quando Pedro recebeu na direita, finalizou e, se não fosse um carrinho salvador de David Luiz, a Espanha teria empatado. Era gol certo. Contudo, antes da ida para o vestiário, o Brasil foi às redes espanholas mais uma vez aos 44: Neymar tabelou com Oscar e recebeu do lado esquerdo e, com um chute forte, estufou a meta de Iker Casillas que nada pode fazer.

Para a etapa complementar, Vicente Del Bosque substituiu o pendurado Aberloa por Azpilicuelta. De nada adiantou a troca, pois a seleção Canarinho chegou ao terceiro gol aos dois minutos do segundo tempo novamente com Fred. Hulk tocou para Neymar, que deixou a bola passar, e o camisa 9 dominou do lado esquerdo e finalizou para aumentar a vantagem: 3 a 0.

A Espanha até teve oportunidades para diminuir o marcador aos 8 minutos em um pênalti cometido por Marcelo. Mas Sergio Ramos desperdiçou ao mandar a bola para fora. Além dessa chance, os atuais campeões mundiais tiveram mais duas grandes chances: aos 34 com Pedro e aos 41 com Villa, porém, em ambos os lances, o goleiro Julio César fez ótimas interceptações. Enquanto isso, a Seleção Brasileira ficou trocando passes – enquanto a torcida gritava “olé” – e estava à espera de um contragolpe, que chegou até a acontecer aos 22 com Neymar, mas ao tentar passar por Piqué, o atacante foi derrubado pelo zagueiro e futuro companheiro de Barcelona. E o árbitro holandês não titubeou e deu cartão vermelho ao namorado de Shakira.

E, assim como a população brasileira acordou, a Seleção Brasileira, o gigante do futebol mundial, também acordou. E, definitivamente, o Maracanã não traz boas recordações aos espanhóis. Além do “chocolate” aplicado hoje, a Espanha sofreu uma goleada de 6 a 1 para o Brasil no mesmo estádio durante a Copa do Mundo de 1950. Vale reforçar que pela primeira vez na história do futebol, um país conquista por três vezes consecutivas uma competição organizada pela FIFA.

Lembrando que na decisão do terceiro lugar, que foi disputada na Arena Fonte Nova, em Salvador, a Itália derrotou o Uruguai por 3 a 2 nos pênaltis depois de empatarem em 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação.

E que venha a Copa do Mundo.

A seguir o resumo da campanha e a ficha técnica da final.

Primeira fase (Grupo A):
15/06/2013 – Brasil 3 x 0 Japão – Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília – DF)
19/06/2013 – Brasil 2 x 0 México – Estádio Castelão (Fortaleza – CE)
22/06/2013 – Itália 2 x 4 Brasil – Arena Fonte Nova (Salvador – BA)
Semifinais:
26/06/2013 – Brasil 2 x 1 Uruguai – Estádio Mineirão (Belo Horizonte – MG)
Final:
30/06/2013 – Brasil 3 x 0 Espanha – Estádio Maracanã (Rio de Janeiro – RJ)

FICHA TÉCNICA: BRASIL 3X0 ESPANHA
Competição/fase: final da Copa das Confederações 2013
Data: 30 de junho de 2013 – 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio do Maracanã – Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Bjorn Kuipers (Holanda)
Auxiliares: Sander van Roekel e Erwin Zeinstra, ambos da Holanda
Cartões Amarelos: Aberloa e Sergio Ramos (Espanha)
Cartão Vermelho: Piqué
Gols: Fred, aos 2’ do 1º tempo e aos 2’ do 2º tempo; e Neymar, aos 44’ do 1º tempo
BRASIL: 12.Júlio César; 2.Daniel Alves, 3.Thiago Silva, 4.David Luiz e 6.Marcelo; 17.Luis Gustavo, 18.Paulinho (8.Hernanes), 11.Oscar e 19.Hulk (23.Jadson); 11.Neymar e 9.Fred (21.Jô). Técnico: Luiz Felipe Scolari
ESPANHA: 1.Casillas; 17.Aberloa (5.Azpilicuelta), 15.Sergio Ramos, 3.Piqué e 18.Jordi Alba; 16.Busquets, 8.Xavi e 6.Iniesta; 13.Mata (22.Jesús Navas), 11.Pedro e 9.Fernando Torres (7.David Villa). Técnico: Vicente del Bosque

Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Por Jorge Almeida

Ozzy Osbourne: 20 anos de “Live & Loud”

"Live & Loud": registro ao vivo de Ozzy Osbourne durante em sua  (falsa) "turnê de despedida"
“Live & Loud”: registro ao vivo de Ozzy Osbourne gravado durante em sua (falsa) “turnê de despedida”

Na última sexta-feira, 28 de junho, o álbum “Live & Loud”, de Ozzy Osbourne chegou ao seu 20º aniversário de lançamento. O disco era para ser considerado o último a ser lançado pelo Madman, uma vez que Ozzy estava planejando em aposentar-se. Aliás, o registro, lançado ao vivo, fazia foi gravado durante a “No More Tours”, um trocadilho com o título do último trabalho de estúdio do vocalista (“No More Tears”, de 1991).

Mixado pelo veterano produtor Michael Waneger, “Live & Loud” não traz gravações de apenas um único show, e sim de diversas apresentações de Ozzy Osbourne durante a turnê. O álbum ocupou a décima posição na Billboard daquele ano e ganhou disco de platina por quatro vezes.

Os boatos de que a turnê seria a de “despedida” de Ozzy dos palcos se deve pela expressão de cansaço com a maratona de shows que o Madman estava enfrentando nos últimos anos. Aliás, para a turnê, Mike Inez assumiu o baixo e Kevin Jones os teclados, já que ele substituiu John Sinclair (que tocou no álbum “No More Tears”), que entrou em turnê com o The Cult.

Além do álbum, “Live & Loud” também foi lançado em VHS (e nos tempos atuais em DVD). Porém, os vídeos foram copilados em imagens ao vivo de vários concertos em vez de um único show. E isso é evidente, por exemplo, Ozzy Osbourne pode ser visto tanto sem camisa quanto com roupas diferentes na mesma música, enquanto o guitarrista Zakk Wylde pode ser visto tocando com até três guitarras durante a execução do mesmo tema.

Aliás, todo o catálogo da discografia de Ozzy Osbourne foi remasterizado e relançado em 1995 e também em 2002. Porém, no processo que foi feito em 2002 na discografia de Osbourne, tanto o álbum “Live & Loud” quanto o disco “The Ultimate Sin” (1986) e o EP “Just Say Ozzy” (1991) não foram remasterizados e nem relançados por conta da canção “Shot In The Dark”. Isso se deve por conta a um processo judicial envolvendo Phil Soussan, ex-baixista da banda de Ozzy, acerca dessa música em relação à autoria da mesma, que por conta de sua inclusão no tracklist dos três trabalhos, eles não tiveram o mesmo procedimento dos demais discos.

Quanto às faixas desse álbum (duplo) ao vivo, um repertório de clássicos: além das músicas de seu recente trabalho na época, canções que marcaram a carreira do Madman, inclusive com temas de sua ex-banda, o Black Sabbath.

Aliás, duas faixas chamam mais atenção: “I Don’t Want To Change The World”, que rendeu a Ozzy Osbourne o Grammy de “Melhor Performance de Metal”, em 1994; e também “Black Sabbath”, que foi tocada juntamente com os eternos companheiros do grupo de Birmingham: Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, em um concerto em Costa Mesa, na Califórnia. Sim, foi no mesmo show em que Dio, então vocalista do Black Sabbath, se recusou a abrir o evento para o seu desafeto.

Ainda bem que esse negócio de “turnê de despedida” não passou de uma promessa. Afinal, Ozzy Osbourne não pode parar. Depois de ter usado drogas por mais de 40 anos, arrancar a cabeça de um morcego, cair de um quadriciclo que o deixou em coma por alguns dias, não seria uma sequência de shows que iria parar uma das maiores lendas do Heavy Metal, não é mesmo? Pois seria uma tremenda sacanagem dos deuses do Metal em não deixarmos assistir Ozzy Osbourne e seus camaradas do Black Sabbath aqui no Brasil. Vida longa ao eterno Madman.

Abaixo, a ficha técnica e o tracklist de “Live & Loud”.

Álbum: Live & Loud
Intérprete: Ozzy Osbourne
Lançamento: 28 de junho de 1993
Gravadora: Epic
Produtor: Michael Wagener

Ozzy Osbourne: voz
Zakk Wylde: guitarra e piano em “Changes
Mike Inez: baixo
Randy Castillo: bateria
Kevin Jones: teclados

Tony Iommi: guitarra em “Black Sabbath
Geezer Butler: baixo em “Black Sabbath
Bill Ward: bateria em “Black Sabbath

CD1:
1. Intro
2. Paranoid (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
3. I Don’t Want To Change The World (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
4. Desire (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
5. Mr. Crowley (Osbourne / Rhoads / Daisley)
6. I Don’t Know (Osbourne / Rhoads / Daisley)
7. Road To Nowhere (Osbourne / Wylde / Castillo)
8. Flying High Again (Osbourne / Rhoads / Daisley / Kerslake)
9. Guitar Solo (Wylde)
10. Suicide Solution (Osbourne / Rhoads / Daisley)
11. Goodbye To Romance (Osbourne / Rhoads / Daisley)
CD2:
1. Shot In The Dark (Osbourne / Soussan)
2. No More Tears (Osbourne / Wylde / Inez / Castillo / Purdell)
3. Miracle Man (Osbourne / Wylde / Daisley)
4. Drum Solo (Castillo)
5. War Pigs (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
6. Bark At The Moon (Osbourne)
7. Mama, I’m Coming Home (Osbourne / Wylde / Kilmister)
8. Crazy Train (Osbourne / Rhoads / Daisley)
9. Black Sabbath (Osbourne / Iommi / Bluter / Ward)
10. Changes (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição homenageia Glauco Villas Boas na Caixa Cultural

A Caixa Cultural realiza até o próximo domingo, 30 de junho, a exposição “Abobrinhas da Brasilônia”, que reúne cerca de 200 obras, entre desenhos originais, cartuns e charges, feitos pelo cartunista Glauco Villas Boas (1957-2010).

A ideia da mostra, além do tributo ao desenhista, é fazer uma viagem nos últimos 30 anos em que Glauco, com o seu olhar aguçado, retratou a história política, social e cultural do Brasil.

Dividida em três partes – apresentação, charge política e homenagem ao artista -, a exposição traz uma linha do tempo com a trajetória de Glauco juntamente com 30 desenhos originais do acervo da família. Enquanto a segunda parte traz cerca de 100 charges políticas – as “Abobrinhas da Brasilônia” – que cobriram os governos Sarney, Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma. E, na parte final, painéis que foram criados por nomes como Angeli, Adão, Laerte, Rodrigo Chã, entre outros, para preitear o chargista.

SERVIÇO:
Exposição: Abobrinhas da Brasilônia
Onde: Caixa Cultural – Praça da Sé, 111 – Centro
Quando: até 30/06/2013; de terça a domingo, das 9h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Projeto Parede, de Rodrigo Oliveira, no MAM

O Museu de Arte Moderna (MAM) realiza até o próximo domingo, 30 de junho, a exposição “Boa Vizinha (Aquarela do Brasil) 2011-2013” como o primeiro Projeto Parede de 2013. A obra, na verdade, trata-se de uma pintura no mural feita com aquarelas em godês incrustados no teto e água de chuva assinada pelo artista português Rodrigo Oliveira.

Ao amoldar o muralismo e a arquitetura em sua constituição, o trabalho tem como ponto de partida a música “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, tanto em sua execução quanto em sua temática. Logo, do mesmo modo que a canção foi composta, em dia de chuva, a pintura é constituída por água pluvial e por aquarela.

A música, que dá também título à obra de Rodrigo, serviu de tema ao desenho “Alô, Amigos” (1942), dos estúdios Walt Disney, gerando grande sucesso e foi “usada” como intuito de aproximar as culturas norte-americana e latina ou, como preferir, a um ato de “política de boa vizinhança”.

Aliás, o que claramente é uma pintura delicada e colorida expede a assuntos políticos que atribuem um caráter melancólico à obra.

Rodrigo Oliveira retomou o título dessa canção para desenvolver um mural feito com tinta aquarela escorrida. O artista molhou tabletes de aquarela, mas criou sulcos na parede para guiar as linhas do escorrimento.

SERVIÇO:
Exposição: Boa Vizinha (Aquarela do Brasil) 2011-2013 (Projeto Parede)
Onde: Museu de Arte Moderna (MAM) – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3 – Parque do Ibirapuera
Quando: até 30/06/2013; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: até R$ 5,50; R$ 2,75 (meia entrada); entrada gratuita para menores de 10, maiores de 65 anos e para o público em geral aos domingos

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição faz retrospectiva de Angelo Venosa na Estação Pinacoteca

A Estação Pinacoteca promove até o próximo domingo, 30 de junho, uma exposição que faz retrospectiva da carreira do artista paulistano Angelo Venosa em mais de 30 anos de atuação, com participações em bienais como a de São Paulo (1987), Veneza (1993) e do Mercosul (2005).

A mostra apresentada sintetiza o percurso desenvolvido pelo artista desde os anos 1980 até os dias atuais e exibe um repertório seleto de trabalhos que sujeitam o “percurso do método e suas questões fundamentais, com as formulações primordiais e os saltos poéticos operados ao longo do tempo”.

A exposição não se norteia pela cronologia das obras, mas sim pela mistura de peças de diferentes datas e técnicas, com o intuito de provocar a compreensão de uma linguagem global, onde, segundo a curadora Ligia Canongia, “os processos e os conceitos se unem e se reclamam necessária e mutuamente”.

SERVIÇO:
Exposição: Angelo Venosa
Onde: Estação Pinacoteca – Largo Gal. Osório, 66
Quando: até 30/06/2013; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (estudantes e professores da rede privada); entrada gratuita para alunos e professores da rede pública (em excursão escolar); pessoas menores de 10 e maiores de 60 anos, a entrada é gratuita e para o público em geral, o acesso e gratuito aos sábados. O ingresso também dá direito à visitação à Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ DOMIMGO: Exposição sobre tribos indígenas da capital paulista no Sesc Pinheiros

O Sesc Pinheiros realiza até o próximo domingo, 30 de junho, a exposição “Tão Perto Tão Longe – Guarani MByá da Cidade de São Paulo”, que reúne 12 registros da fotógrafa Rosa Gauditano e uma série de desenhos e pinturas de 90 crianças e jovens das tribos Tekoa Pyau, Tenonde, Krukutu e Tekoa Ytu, situadas no bairro Barragem, extremo sul da cidade de São Paulo, e também no Jaraguá (Zona Norte). A mostra ocupa o hall do auditório da instituição, situado no terceiro andar.

Os trabalhos foram guiados pela fotógrafa que, assim, compartilhou os pontos de vistas indígenas (ou não indígenas) para com essas comunidades.

Complementa a mostra quatro vídeos, dentre eles está “Kiringue: a criança guarani da cidade de São Paulo”, com 18 minutos de duração, de Alcides Kuaray Mirim e Leandro Augusto Karaiju.

SERVIÇO:
Exposição: Tão Perto Tão Longe – Guarani MByá da Cidade de São Paulo
Onde: Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros
Quando: até 30/06/2013; de terça a sexta-feira, das 13h às 22h; sábado, das 10h às 21h; domingo, das 10h às 18h30
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida