SÓ ATÉ DOMINGO: Exposição “Diálogos Transversais – Anos 70 e 80” no MIS

O Museu da Imagem e do Som (MIS) realiza até o próximo domingo, 2 de outubro, a exposição “Diálogos Transversais” que exibe vídeos, fotografias, arquivos sonoros, cartazes, filmes e depoimentos de artistas pertencentes ao acervo da instituição.

A exposição contém mais de 50 fotografias e mais de dez vídeos, além de projeções com trabalhos de artistas como Beto Brant, Tadeu Jungle, Walter Silveira, entre outros.

Entre os destaques estão as fotografias de “Paulo Goulart em Orquesta das Senhoritas” (1974), de Paulo Aronovich, e da atriz Laura Cardoso, retratada na década de 1970.

SERVIÇO:
Exposição: Diálogos Transversais – Anos 70 e 80
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 02/10/2011; de terça a sábado, das 12h às 19h; domingo, das 11h às 18h
Quanto: R$ 4,00; R$ 2,00 (estudantes); gratuita para maiores de 65 anos e para o público em geral aos domingos

Por Jorge Almeida

Os 35 anos de “Technical Ecstasy”, do Black Sabbath

Technical Ecstasy: o sétimo álbum de estúdio do Black Sabbath editado a 25 de setembro de 1976

Hoje, 25 de setembro, completam-se 35 anos do lançamento do sétimo álbum de estúdio do Black Sabbath, “Technical Ecstasy”, gravado no Criteria Studios, em Miami, Flórida, em junho de 1976. Para expandir o seu som, a banda adicionou o tecladista Gerry Woodruffe, que também tinha aparecido em “Sabotage”.

O disco foi recebido com críticas variadas e foi alvo de debates com os seus adeptos, devido a um som mais flexível e para a presença de maestro e sintetizadores musicais. Embora alguns considerem positivamente o disco como muito ambicioso e inovador, que ajudou a desiludir os fãs do estilo inicial do grupo.

As músicas de “Technical Ecstasy” abordaram outros assuntos como traficantes de drogas, prostituição e travestis, diferentemente dos habituais temas sombrios característicos do Black Sabbath. Faixas como “Rock And Roll Doctor” e “It’s Alright”, possuem, por exemplo, características muito diferentes das gravações anteriores do Black Sabbath.

As experimentações com teclados e sintetizadores estavam desagradando Ozzy Osbourne, que saiu brevemente após o lançamento do álbum, mas voltou para a gravação de “Never Say Die!”.

Apesar das críticas desfavoráveis, o disco tem boas canções como “Dirty Women”, “Gypsy” e “It’s Alright”, esta última cantada pelo baterista Bill Ward, que teve o aval de Ozzy Osbourne para cantarolá-la. E o Guns ‘N’ Roses costumava tocá-la ao vivo em seus concertos, conforme consta em “Live Era: ‘87-‘93”, uma copilação de apresentações da banda de Axl Rose.

A turnê de promoção do álbum começou em novembro de 1976 tendo como bandas de abertura o Boston e Ted Nugent, e foi concluída na Europa com o AC/DC em abril de 1977.

A arte da capa foi feita por Hipgnosis e foi concebida como a representação de dois robôs fazendo sexo (?). Porém, Ozzy descreveu a ilustração como “dois robôs enroscado em uma escada rolante”.

Mesmo que “Technical Ecstasy” não tenha a alcunha de clássico como “Paranoid”, “Vol. 4” ou “Sabbath Bloody Sabbath”, vale a pena adquiri-lo. Ou vai me dizer que você prefere o “Forbidden”, de 1995?

A seguir a ficha técnica e o tracklist do álbum.

Álbum: Technical Ecstasy
Intérprete: Black Sabbath
Gravadora: Vertigo / Warner Bros. (EUA / Canadá)
Produtor: Black Sabbath
Lançamento: 25 de setembro de 1976

Tony Iommi: guitarra
Geezer Butler: baixo
Ozzy Osbourne: vocais
Bill Ward: bateria e voz em “It’s Alright”

Gerry Woodruffe: teclados e arranjos

1. Back Street Kids (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
2. You Won’t Change Me (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
3. It’s Alright (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
4. Gypsy (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
5. All Moving Parts (Stand Still) (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
6. Rock ‘n’ Roll Doctor (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
7. She’s Gone (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)
8. Dirty Women (Iommi / Osbourne / Butler / Ward)

Por Jorge Almeida

Exposição “Apropriação – Meu Centro é o Skate” na Galeria Olido

A Galeria Olido apresenta até o próximo dia 2 de outubro a exposição “Apropriação – Meu Centro é o Skate” que conta com 52 fotografias, dois vídeos e duas instalações, além de dois painéis interativos.

Em um desses painéis, o público é convidado a criar um mosaico afixando sua própria foto de skatista.

A mostra explora os trabalhos de um grupo de fotógrafos que captaram os movimentos daqueles que desafiam a gravidade ao executarem suas manobras radicais pelo Centro de São Paulo.

Um dos destaques da mostra é uma fotografia de Alexandre Vianna retratada na Praça da Sé no dia do skate em que centenas de skatistas erguem suas “pranchas com rodas”.

SERVIÇO:
Exposição: Apropriação – Meu Centro é o Skate
Onde: Galeria Olido – Avenida São João, 473 – 1º andar – Centro
Quando: até 02/10/2011; de terça a domingo, das 13h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Ramos” no Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos exibe até o dia 2 de outubro próximo a exposição “Ramos”, que abusa do espaço com a utilização de folhagens de dez plantas nativas brasileiras.

Além disso, a mostra exibe um imenso painel multicolorido e uma cortina de acrílico, que sugere uma floresta de formas e cores, luz e alegria.

A artista justifica que o projeto “consiste em criar para toda a área de vidro um painel colorido de composição de quadrados e círculos, somados às silhuetas de diferentes folhas de plantas brasileiras”.

Pazé teve como referência o arquiteto americano Frank Lloyd Wright para as criações vitrais.

SERVIÇO:
Exposição: Ramos
Onde: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos – Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino
Quando: até 02/10/2011; diariamente
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Bom Retiro e Luz: um Roteiro 1979-2011” no Centro da Cultura Judaica

O Centro da Cultura Judaica promove até o próximo dia 2 de outubro a exposição “Bom Retiro e Luz: um Roteiro 1979-2011” que conta com cerca de 90 imagens dos fotógrafos da CIA de Foto, Marlene Bergamo, Bob Wolfenson e Cristiano Machado.

O nome da mostra é homônimo a uma série de fotografias que Cristiano Machado expôs na Pinacoteca do Estado de São Paulo em 1976 que trata da vida cotidiana do bairro paulistano conhecido como “bairro judeu”.

Já a CIA de Foto exibe imagens de retratos de família e da vida privada de fotografias doadas por famílias judias ao Arquivo Histórico Judaico Brasileiro.

Enquanto Bob Wolfenson registrou as suas primeiras imagens durante as décadas de 1970 e 1980 da sacada de seu apartamento à Rua Afonso Pena e, por conhecer bem o bairro, produziu em 2011 uma série de fotografias do Bom Retiro como uma que destaca a Rua Bandeirantes.

E Marlene Bergamo captou as imagens do bairro em uma única noite.

Além das imagens fotográficas, a mostra é complementada com o vídeo “Estação da Luz” (2011) que tem 6’01” de duração.

SERVIÇO:
Exposição: Bom Retiro e Luz: um Roteiro 1979-2011
Onde: Centro da Cultura Judaica – Rua Oscar Freire, 2.500 – Sumaré
Quando: até 02/10/2011; de terça a sábado, das 12h às 19h; domingo, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Itaú Cultural promove a 10ª edição do projeto Ocupação com Cildo Meireles

O Itaú Cultural exibe até o próximo dia 2 de outubro a 10ª edição do projeto Ocupação que aborda a obra do artista carioca Cildo Meireles, que consta a instalação “rio oir”, de 1976, e que foi apresentada só agora ao público.

A mostra refaz o trajeto do artista e sua equipe pelo interior do Brasil, tendo como ponto de partida o Parque Nacional das Águas Emendadas, no Planalto Central. O artista convida o público a escutar as águas ao captar o som dos principais rios brasileiros.

A mostra apresenta três vídeos, 30 fotografias e sete mapas cartográficos que documentam o espaço percurso percorrido por Cildo.

SERVIÇO:
Exposição: Ocupação – Cildo Meireles
Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Paraíso
Quando: até 02/10/2011; de terça a sexta-feira, das 9h às 20h; sábados e domingos, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Arte Contemporânea Brasileira” no MAC-USP

O Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP) apresenta até o dia 2 de outubro de 2011 a exposição “Arte Contemporânea Brasileira” que reúne cerca de 20 obras, entre fotos, instalações e pinturas de artistas como Elida Tessler, Emmanuel Nassar, Luiz Braga, Hudnilson Jr., Marcelo Silva, entre outros.

O conceito desta exposição nasceu quando o MAC selecionou obras de dez artistas brasileiros de várias gerações, além do eixo Rio-São Paulo. A instituição busca sinalizar para uma política de aquisições e também chamar a atenção para a potência criativa de outros centros artísticos do Brasil.

Em meio aos destaques estão: “Educação Para Adultos” (2010), fotografia, material gráfico e offset (com 60 itens) de Jonathas de Andrade; “Tudo ou Nada” (2005), uma instalação com madeira, vidro, tecido, acrílico, lâmpadas, fios de cobre, entre outras peças; “O Homem Sem Qualidades Caça Palavras” (2007), de Elida Tessler, feita com 134 telas de algodão-cru, caixas-estojos e livros rasurados.

SERVIÇO:
Exposição: Arte Contemporânea Brasileira
Onde: Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP) – Rua da Praça do Relógio (antiga Rua da Reitoria), 160 – Cidade Universitária
Quando: até 02/10/2011; de terça e quinta-feira, das 10h às 20h; quarta e sexta-feira, das 10h às 18h; sábados e domingos, das 10h às 16h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida