Sesc Pinheiros recebe o show “Gil 70”, com Lucas Santtana e Bixiga 70

Artistas homenageiam obra de Gilberto Gil apresentando músicas de seu repertório setentista. Fotos: Loiro Cunha/Leco de Souza
Artistas homenageiam obra de Gilberto Gil apresentando músicas de seu repertório setentista. Fotos: Loiro Cunha/Leco de Souza

O palco do Teatro Paulo Autran, do Sesc Pinheiros, recebe o show “Gil 70”, com o cantor Lucas Santtana e a banda Bixiga 70.  A apresentação ocorre no dia 24 de outubro (sábado), às 21h. Os ingressos vão de R$ 12 (credencial plena) a R$ 40 (inteira).

A homenagem é composta por músicas do repertório de Gilberto Gil gravadas ao longo dos anos 1970, período no qual o compositor se alimentou de várias referências e ritmos, como africanos, jamaicanos e latinos. No show, essas canções ganham novas versões impulsionadas pelo swing afro­pop dançante da Bixiga 70 e pelo vocal marcante de Lucas Santtana. Dentre as canções selecionadas, estão “Refazenda”, “Realce”, “Abalapalá” e “Ela”, além de canções do Bixiga 70 e de Lucas Santtana.

Nos anos 60, Gil e seus colegas de movimento Tropicalista criaram não somente um material artístico de alto nível, como também conduziram grandes transformações na sociedade, inspiradas pelos questionamentos da contra cultura. Obrigado a deixar o país, Gil foi exilado em Londres, onde gravou um disco ao vivo, em inglês: “Gilberto Gil ­1971”.

No ano seguinte, voltou ao Brasil e gravou “Barra 69”, com Caetano Veloso, e seu antológico ”Expresso 2222”.  Ainda no início dessa década, lançou “Gil e Jorge”, com Jorge Ben Jor, “Os Doces Bárbaros”, com Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia, e a trilogia conceitual: “Refazenda” ­ “Refavela” ­ “Realce”, na qual ele mostra sua abertura estética e sua atenciosa pesquisa de ritmos e ambientes.

Sobre Lucas Santana

Lucas Santtana tocou flauta na banda de Gilberto Gil por 3 anos e com ele gravou o antológico disco “Gilberto Gil Acústico MTV” em 1994.  Como compositor, teve suas músicas gravadas por Marisa Monte, Fernanda Abreu, Arto Lindsay, Adriana Calcanhoto, dentre outros. Como cantor, tem 6 discos gravados. O primeiro, “Eletro Ben Dodô”, entrou na lista dos 10 melhores discos de 2000 pelo jornal The New York Times. Já o seu “Sem Nostalgia” (2006), entrou na lista dos 10 melhores discos do ano na Folha de São Paulo, Estadão, Jornal O Globo e Rolling Stone. O disco foi lançado na Europa em 2011 e eleito o melhor disco estrangeiro pelo jornal Liberation. Foi eleito também o 6º melhor disco do ano pela revista francesa de música Le Inkorruptibles. Seu 5º disco, “O Deus Que Devassa Mas Também Cura” (2012), foi eleito melhor disco independente pelo Prêmio Contigo­MPB FM de Música e indicado no VMB MTV como melhor Artista Masculino e melhor capa.

Sobre Bixiga 70

A banda nasceu da junção de dez músicos conhecidos da cena paulistana que têm em comum trabalhos desenvolvidos no estúdio Traquitana, localizado no número 70 da Rua Treze de Maio, no coração boêmio do centro de São Paulo. Os integrantes do Bixiga70 colaboram com diversas bandas e artistas como Junio Barreto, Rockers Control, Anelis Assumpção, Projeto Coisa Fina, ProjetoNave, Leo Cavalcanti, Funk Como Le Gusta e Banda Black Rio. Exploram elementos das músicas brasileira, latina e africana para criar temas dançantes e inspirados. Considerado por muitos o berço do samba paulistano, o bairro do Bixiga também hospeda e alimenta a imaginação desses dez músicos que buscam estreitar laços entre passado e futuro por meio de uma leitura da música cosmopolita de países como Gana e Nigéria, dos tambores dos terreiros e do samba, da música malinké e de uma atitude despretensiosa e sem limites para o improviso e a dança. A versatilidade do Bixiga70 conta com os ritmos africanos da bateria de Décio 7 e dos percussistas Rômulo Nardes e Gustávo Cék, riffs suingados de  Marcelo Dworecki (baixo) e Cris Scabello (guitarra); teclados psicodélicos de Maurício Fleury (piano e guitarra); além do improviso do quarteto de metais, imerso no universo do jazz e do funk – Cuca Ferreira (sax barítono e flautim), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha trompete).

No final de 2011 o grupo lançou seu primeiro disco, homônimo, pelo selo ÁguaForte, com co­produção de Victor Rice. “Bixiga 70” está disponível na íntegra para download no site da banda e tem versões em vinil e CD. O disco figurou nas listas de melhores do ano das publicações Rolling Stone Brasil, Estado de São Paulo, Revista Brasileiros, O Globo, dos sites UOL, Vírgula, MTV, Território Eldorado, Mix TV e dos blogs URBe, Trabalho Sujo, Meio Desligado, Miojo Indie, Embrulhador, La Cumbuca, entre outros. A faixa “Tema di Malaika” e sua versão dub foram lançadas também em edição especial limitada em vinil compacto 7″. No início de 2012 o Bixiga 70 recebeu uma recomendação no jornal inglês The Guardian além de ter sido considerado o grande destaque dos festivais Rec­Beat (Recife­PE), Nova Consciência (Campina Grande­PB) e Conexão Vivo (Belo Horizonte­MG). Considerado pela crítica “O show mais quente da cidade”, o grupo acumula outras inúmeras apresentações de sucesso em casas de espetáculos de São Paulo, Osasco, Araraquara e São Carlos, com destaque para shows no Auditório Ibirapuera, no Festival Contato, no Cine Jóia com Antibalas (EUA), nos projetos Prata da Casa do SESC Pompéia, São Paulistas, Instrumental SESC Brasil e nas companhias de Ray Lema (Congo), Seun Kuti (Nigéria), Lazzo Matumbi e Gilberto Gil.

SERVIÇO:
“Gil 70” – com Lucas Santtana e Bixiga 70
Onde: Sesc Pinheiros – Teatro Paulo Autran (1.010 lugares) – Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros
Quando: 24 de outubro, sábado, às 21h
Duração: 90 minutos
Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos.
Ingressos: R$ 40,00 (inteira). R$ 20,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 12,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal http://www.sescsp.org.br a partir de 13/10 (terça-feira), às 16h30, e nas bilheterias do SescSP a partir de 14/10 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.
Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.
Tel.: 11 3095.9400.
Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h. Taxas / veículos e motos: para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 6,00.

Por Canal Aberto | Márcia Marques | Fernanda Araujo com Poliana Queiroz | Érica Georgino | Isabela Lisboa

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Tupi (MG), Londrina, Brasil de Pelotas e Vila Nova (GO) garantem acesso à Série B

Assim como a Série D, o Campeonato Brasileiro da Série C teve o seu último classificado para as semifinais definido nesta segunda-feira (19). O Tupi (MG), que derrotou o ASA de Arapiraca fora de casa por 2 a 1 subiu para a Série B juntamente com Londrina, Brasil de Pelotas e Vila Nova. Já Icasa (CE), Caxias (RS), Madureira (RJ) e Águia de Marabá (PA) foram rebaixados ainda em setembro e disputarão a Série D em 2016.

No sábado (16), o Brasil de Pelotas segurou o Fortaleza ao empatar em 0 a 0 no lotado Castelão, na capital cearense, e, por ter vencido o jogo de ida por 1 a 0, os xavantes sacramentaram a classificação para a Série B do ano que vem.

No mesmo dia, a Portuguesa foi surpreendida pelo Vila Nova e foi derrotada no Canindé por 2 a 1. A equipe goiana, que vencera o compromisso de ida por 1 a 0 no Serra Dourada, complicou a Lusa em menos de 15 minutos de partida quando fez os dois gols que ajudaram a equipe rubra a derrotar o rival.

Depois de um empate sem gols em Aracaju diante do Confiança na primeira partida da segunda fase, o Londrina passou para as semifinais ao bater o clube sergipano por 1 a 0 no Estádio do Café em jogo realizado no domingo.

E, como foi dito no início, o Tupi não tomou conhecimento do ASA e derrotou o time alagoano por 2 a 1 fora de casa, ampliando ainda mais a sua já confortável situação, quando, antes do duelo do Fantasma em Arapiraca, havia saído de Juiz de Fora com dois gols de vantagem.

Com os semifinalistas definidos, os confrontos ficaram assim: o Tupi receberá o Londrina em Juiz de Fora no dia 24 de outubro, e irá até o Estádio do Café sete dias depois decidir a vaga para a finalíssima. Do outro lado, o Brasil de Pelotas encara o Vila Nova em casa no próximo dia 26 e definirá sua sorte no dia 2 de novembro, feriado de finados, no Serra Dourada, em Goiânia.

A seguir, as datas e os horários das semifinais do Campeonato Brasileiro da Série C.

Jogos de ida:
24/10/2015 – 19h30* – Tupi (MG) x Londrina (PR) – Estádio Helenão, Juiz de Fora (MG)
26/10/2015 – 19h* – Brasil (RS) x Vila Nova (GO) – Estádio Bento Freitas, Pelotas (RS)

Jogos de volta:
31/10/2015 – 19h30* – Londrina (PR) x Tupi (MG) – Estádio do Café, Londrina (PR)
02/11/2015 – 19h* Vila Nova (GO) x Brasil (RS) – Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)

* Horário de Brasília

Por Jorge Almeida

Ríver (PI), Ypiranga, Botafogo de Ribeirão Preto e Remo sobem para a Série C

Assim como as demais divisões do Campeonato Brasileiro nessa época do ano, a Série D também está em sua reta final e, nesta segunda-feira (19), a quarta (e última) equipe do certame garantiu o acesso à Série C em 2016. O Ríver (PI) se juntará a Ypiranga (RS), Botafogo (SP) e Remo (PA). As quatro equipes disputarão as semifinais entre os dias 24 de outubro e 1º de novembro.

O primeiro a classificar-se para a terceira divisão do futebol nacional foi o Botafogo de Ribeirão Preto, que eliminou o São Caetano nas quartas-de-final. No jogo de ida, a Pantera da Mogiana bateu o Azulão em casa por 2 a 1 e, na volta, em partida disputada fora de casa na sexta (16), o time riopretano segurou um empate sem gols.

O adversário do Botafogo será o tradicional Clube do Remo, que derrotou o Operário (PR) nas duas partidas das quartas-de-final – vitórias por 1 a 0 fora de casa e por 3 a 1 em Belém.

Os confrontos entre a Pantera da Mogiana e o Leão Azul acontecerão nos dias 25 de outubro e 1º de novembro, com a equipe paulista mandando o primeiro jogo e a vaga para a finalíssima será definida em Belém.

A outra semifinal será entre o Ríver (PI) e os gaúchos do Ypiranga. O Galo Carijó levou a melhor contra a Lajeadense ao golear no primeiro jogo da fase anterior por 3 a 0 e ter empatado na casa do rival na última segunda-feira (19).

Já o adversário dos piauienses na semifinal só conseguiu o acesso depois de derrotar a Caldense por 4 a 3 depois de empate em 2 a 2 no placar agregado (os dois jogos ficaram em 1 a 1).

Os jogos da semifinal entre Ríver e Ypiranga serão disputados nos dias 24 e 31 de outubro, com o Tricolor Mafrense recebendo a equipe Canarinho no Albertão para, depois, ir até o norte gaúcho decidir quem irá para a decisão.

Assim como nas fases eliminatórias anteriores, em caso de empate em número de pontos, os critérios de desempate são: maior saldo de gols, maior número de gols marcados no campo do adversário e cobranças de pênaltis.

Abaixo, as datas e os locais das semifinais do Campeonato Brasileiro da Série D.

Jogos de ida:
24/10/2015 – 19h30* – Ríver (PI) x Ypiranga (RS) – Estádio Albertão, Teresina (PI)
25/10/2015 – 19h* – Botafogo (SP) x Remo (PA) – Estádio Santa Cruz, Ribeirão Preto (SP)

Jogos de volta:
31/10/2015 – 17h* – Ypiranga (RS) x Ríver (PI) – Estádio Colosso da Lagoa, Erechim (RS)
1º/11/2015 – 20h* – Remo (PA) x Botafogo (SP) – Estádio Mangueirão, Belém (PA)

* Horário de Brasília

Por Jorge Almeida

Exposição “Mundo à Parte” no MIS

"Zebras, poeira e luz vermelha", de Janaína Matarazzo, no MIS. Créditos: divulgação
“Zebras, poeira e luz vermelha”, de Janaína Matarazzo, no MIS. Créditos: divulgação

O Museu da Imagem e do Som (MIS) realiza até o próximo domingo, 25 de outubro, a exposição “Mundo à Parte”, que é composta por uma série de 19 fotografias produzidas por Janaína Matarazzo. As imagens foram realizadas em reservas e parques nacionais, em Botsuana, no Sul do continente africano, em um período de sete anos, período em que a fotógrafa morou naquele país.

Os registros mostram momentos como zebras fugindo de uma leoa, enquanto os urubus espiam nos galhos das árvores, que, de acordo com a fotógrafa, foi uma das imagens mais fortes e selvagens testemunhada por ela.

Durante o tempo em que residiu em Botsuana, Janaína conheceu diversas locações, aperfeiçoou a técnica de fotografar animais em situações diversas e aprendeu a venerar cada vez mais a natureza selvagem.

Vale conferir também as “Zebras selvagens” (julho de 2014), “Leão observador” (abril de 2014) e “Zebras, poeira e luz vermelha” (foto), de agosto de 2011.

SERVIÇO:
Exposição: Mundo à Parte
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Quando: até 25/10/2015; de terça a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 11h às 19h
Quanto: entrada gratuita (espaço expositivo térreo)

Por Jorge Almeida

Mostra Rumos 2013-2014 no Itaú Cultural

Itaú Cultural promove a Mostra Rumos 2013-2014 até o próximo domingo. Foto: Jorge Almeida/Arquivo
Itaú Cultural promove a Mostra Rumos 2013-2014 até o próximo domingo. Foto: Jorge Almeida/Arquivo

O Itaú Cultural promove até o próximo domingo, 25 de outubro, a “Mostra Rumos 2013-2014”, que exibe 14 obras que compõem uma espécie de instantâneo da atual produção artística e cultural do Brasil.

A atual mostra deixa o formato anterior e apresenta agora um híbrido de artes visuais, dança, teatro, circo, música, performance e seminário.

Quando o instantâneo em questão foi disparado em 2013, época em que o Rumos Itaú Cultural iniciou as inscrições para que artistas e pesquisadores de todo o Brasil apresentassem suas produções – sem limitações relacionados ao tema, formato, suporte, mídia, enfim, livre -, aproximadamente 15 mil projetos foram enviados e 101 deles foram selecionados por uma comissão interdisciplinar.

Em meio aos destaques está “Voz/Voice” (2015), de Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, uma escultura cinética composta por dois microfones, 28 lâminas de alto brilho, 56 autuadores lineares, 56 motores, um laptop e software customizado

SERVIÇO:
Exposição: Mostra Rumos 2013-2014
Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149 – Paraíso
Quando: até 25/10/2015; de terça a sexta-feira, das 9h às20h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Exposição “Mulheres Artistas: As Pioneiras (1880-1930)” na Pinacoteca do Estado

A mostra “Mulheres Artistas: As Pioneiras (1880-1930)” está em exibição na Pinacoteca do Estado de São Paulo até o próximo dia 25 de outubro, domingo, e exibe cerca de 40 obras, que trazem um recorte temporal significante das produções criadas entre 1880 e 1930, que visam mostrar a inclusão da mulher e os processos de formação a que tiveram acesso e sua afirmação como artistas profissionais. As obras estão expostas em duas salas.

Na primeira, métodos acadêmicos que ajeitaram o seu desenvolvimento artístico, entre as quais o estudo do desenho, a imitação do modelo antigo e dos mestres em desenhos e pinturas. Na segunda sala são mostradas as multiplicidades de gêneros artísticos a que as mulheres se dedicaram ao longo do século XIX e inícios do XX.

As obras expostas contrariam os discursos do período, que visavam limitar a mulher à atmosfera doméstica e também a reduzi-las à categoria de “naturalmente amadoras”, com produções de diversas pintoras e escultoras realizaram obras de importância histórica, inclusive, algumas jamais vistas por públicos expandidos ou que não tenham analogias umas com as outras.

Entre os destaques estão as pinturas: “Estudo de Nu” (1921), de Tarsila do Amaral; “Mulher Dormindo (cópia da pintura de Charles Joshua Chaptain)” (1939), de Helena Pereira da Silva Ohashi; “Estendendo a Roupa” (1888), de Abigail de Andrade; além de uma paleta de Lucília Braga, os cadernos de estudos de Anita Malfatti, com três desenhos, e a escultura de mármore – “Chiquita” -, de Juliana de França.

SERVIÇO:
Exposição: Mulheres Artistas: As Pioneiras (1880-1930)
Onde: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, s/nº – Luz
Quando: até 25/10/2015 de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h); as quintas até às 22h.
Quanto: R$ 6,00; R$ 3,00 (estudantes e professores da rede privada); entrada gratuita para alunos e professores da rede pública (em excursão escolar); pessoas menores de 10 e maiores de 60 anos, a entrada é gratuita e para o público em geral, o acesso é gratuito aos sábados e a partir das 17h nas quintas. O ingresso também dá direito à visitação à Estação Pinacoteca

Por Jorge Almeida

 

II Mostra do Programa de Exposições 2015 no Centro Cultural São Paulo

"Palavra e Água" (2009), obra de Danielle Fonseca, na II Mostra do Programa de Exposições do CCSP. Foto: Jorge Almeida
“Palavra e Água” (2009), obra de Danielle Fonseca, na II Mostra do Programa de Exposições do CCSP. Foto: Jorge Almeida

O Centro Cultural São Paulo (CCSP) realiza até o próximo domingo, 25 de outubro, a “II Mostra do Programa de Exposições 2015” que traz obras individuais simultâneas dos artistas selecionados: Danielle Fonseca, Vijai Patchineelam, Romy Pocztaruk e Renato Valle, paralelamente aos projetos de Wagner Malta Tavares, artista convidado pela Curadoria de Artes Visuais do CCSP.

Romy Pocztaruk apresenta um conjunto de oito obras, com destaque para a fotografia digital intitulada “Relicário II” (2014); enquanto isso, Vijai Patchineelam exibe sua produção, entre elas, “Arrependimento barato não muda de direção” (2015), constituída por carimbo sobre parede; já Renato Valle, por sua vez, mostra a sua obra “Diário de Votos e ex-votos” (2003/2015), composto por cinco mil desenhos em 5x5cm feitos em grafite sobre papel; Danielle Fonseca traz a série “A corda e o martelo: uma canção contemporânea”, e exibe também “Palavra e água” (foto), de 2009, que é uma caixa de correspondência de aço e alumínio.

Artista convidado para a segunda mostra do programa, Wagner Malta Tavares é o autor de “No calor da hora” (2015), obra feita com escultura e resistências elétricas.

Para a edição 2015 (que completa 25 anos), a comissão julgadora é formada pelos curadores Júlia Rebouças (curadora do Centro de Arte do Inhotim e da 32ª Bienal Internacional de São Paulo) e Tobi Maier (curador independente e da 30ª Bienal Internacional de São Paulo, 2012) e pelo artista e professor Sérgio Romagnolo (docente do Instituto de Artes da Unesp). A comissão selecionou 16 projetos artísticos em meio a 542 inscrições para as três mostras do programa que acontecem em 2015.

SERVIÇO:
Exposição: II Mostra do Programa de Exposições 2015
Onde: Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
Quando: de terça a sexta-feira, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida