SÓ ATÉ DOMINGO: “32º Panorama de Arte Brasileira” no MAM

O Museu de Arte Moderna (MAM) promove até o próximo domingo, 18 de dezembro, o “32º Panorama de Arte Brasileira”, que leva o subtítulo “Itinerários, Itinerâncias”, e retrata o atual cenário da arte do Brasil representado por 38 artistas.

Esse subtítulo faz referência exata do momento atual do mundo contemporâneo: “o circular intensamente, mas sempre em contato com as pessoas”, como diz o texto da exposição.

Há obras de gente como Alberto Bitar, Chiara Banfi, Virgínia Medeiros e outros. Em meio aos destaques está “Kits ambulantes para espaços vagos” (2009), da dupla Breno Silva e Louise Ganz.

O Panorama da Arte Brasileira é promovido pelo MAM desde 1969 e foi realizado anualmente até 1993, quando passou, a partir daí, a ser realizado por biênio e contando com um curador externo. Curiosamente, a edição 2009, intitulada “Mamõyguara opá mamõ pupé”, título em tupi antigo, não apresentou obras de artista brasileiro.

SERVIÇO:
Exposição: 32º Panorama da Arte Brasileira (“Itinerários, Itinerância”)
Onde: Museu de Arte Moderna (MAM) – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3 – Parque do Ibirapuera
Quando: até 18/12/2011; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: R$ 5,50; R$ 2,75 (meia-entrada); entrada gratuita para menores de 10 e maiores de 65 anos; entrada gratuita para o público em geral aos domingos

Por Jorge Almeida

Exposição “Da Terra ao Povo” no Metrô Tiradentes

O Metrô promove até o próximo dia 31 de dezembro a exposição “Da Terra ao Povo”, que conta com nove obras produzidas por operários da construção civil.

Eles participaram de um programa de arte-educação, que tem como intuito integrar as mais diversas culturas oriundas de todo o território nacional à realidade da metrópole, como São Paulo, que as aspira e consolida o lado humano e a qualidade de vida desses trabalhadores.

Em meio aos trabalhos, destaque para as esculturas que levam os nomes mais comuns do povo brasileiro “José” e “Maria”, ambas criadas com arame, vergalhão e madeira.

SERVIÇO:
Exposição: Da Terra ao Povo
Onde: Estação Tiradentes do Metrô
Quando: até 31 de dezembro de 2011

Por Jorge Almeida

Universidad de Chile, campeã da Copa Sulamericana 2011

Com dois gols de Vargas e um de Lorenzetti, a Universidad de Chile é campeã da Copa Sulamericana 2011 ao derrotar a LDU de Quito por 3 a 0 e, consequentemente, fazendo 4 a 0 no resultado agregado (o time chileno venceu o rival fora de casa pelo placar mínimo na quinta-feira passada). Este é o primeiro título internacional da La U em seus 84 anos de existência e conquistado de forma invicta.

Os chilenos praticamente liquidaram a fatura no primeiro ataque aos três minutos do primeiro tempo com Vargas, que aproveitou a sobra e soltou a bomba no canto inferior de Dominguez. Daí em diante, o jogo foi corrido com os anfitriões sufocando o adversário, que só não terminou o primeiro tempo com um placar elástico graças às intervenções do arqueiro da LDU. O time equatoriano timidamente incomodou a meta do ex-corinthiano Johnny Herrera. E assim foi todo a primeira parte do embate.

Diferentemente do primeiro tempo, a segunda etapa foi mais truncada com muita disputa no meio campo e poucas chances de gol. Para piorar a situação da LDU, Guagua foi expulso aos 22 ao dar uma cotovelada em Lorenzetti. Seis minutos depois, Canales perdeu a oportunidade de ampliar o placar ao tentar driblar o goleiro Dominguez, que tirou a bola do atacante. Aos 34, Lorenzetti aproveitou o rebote de Dominguez, que não conseguiu segurar a finalização de Vargas, e ampliou a vantagem do time da casa. E Vargas, trazendo a bola do meio campo deixando os adversários para trás, finalizou com categoria fazendo o seu segundo gol na partida, aos 41. Como o resultado já estava definido, o árbitro brasileiro Wilson Luís Semene não deu um minuto de acréscimo e decretou o final do jogo. Universidad de Chile é campeã com uma campanha incontestável: 10 jogos, oito vitórias e dois empates.

E Vargas terminou a competição como artilheiro, ao anotar 11 gols.

A seguir a campanha e a ficha técnica da partida final.

Data / Jogo / Local:
Primeira fase (Chave C):
09/08 – Universidad de Chile (CHI) 1 x 0 Fénix (URU) – Santiago
18/08 – Fénix (URU) 0 x 0 Universidad de Chile (CHI) – Montevidéu
Segunda fase (Chave O2):
13/09 – Universidad de Chile (CHI) 1 x 0 Nacional (URU) – Santiago
21/09 – Nacional (URU) 0 x 2 Universidad de Chile (CHI) – Montevidéu
Oitavas-de-final:
19/10 – Flamengo (BRA) 0 x 4 Universidad de Chile (CHI) – Rio de Janeiro
26/10 – Universidad de Chile (CHI) 1 x 0 Flamengo (BRA) – Santiago
Quartas-de-final:
03/11 – Arsenal de Sarandi (ARG) 1 x 2 Universidad de Chile (CHI) – Buenos Aires
17/11 – Universidad de Chile (CHI) 3 x 0 Arsenal de Sarandi (ARG) – Santiago
Semifinais:
23/11 – Vasco da Gama (BRA) 1 x 1 Universidad de Chile (CHI) – Rio de Janeiro
29/11 – Universidad de Chile (CHI) 2 x 0 Vasco da Gama (BRA) – Santiago
Final:
08/12 – LDU de Quito (EQU) 0 x 1 Universidad de Chile (CHI) – Quito
14/12 – Universidad de Chile (CHI) 3 x 0 LDU de Quito (EQU) – Santiago

FICHA TÉCNICA: UNIVERSIDAD DE CHILE (CHI) 3 X 0 LDU (EQU)
Fase / Competição: 2º jogo da final da Copa Sulamericana 2011
Local: Estádio Nacional, em Santiago (Chile)
Data: 14 de dezembro de 2011, quarta-feira
Horário: 22h15 (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luís Seneme (Brasil)
Auxiliares: Alessandro Rocha e Emerson de Carvalho (ambos do Brasil)
Cartões Amarelos: Osvaldo Gonzáles, Rodríguez, Vargas e Díaz (Universidad); Hidalgo, Equi González, Barcos
Cartões Vermelhos: Rodríguez (Universidad); Guagua (LDU)
Gols: Vargas, aos 3 minutos do primeiro tempo e aos 42 do segundo tempo, e Lorenzetti, aos 34 do segundo tempo
UNIVERSIDAD DE CHILE: 25.Johnny Herrera; 6.Matías Rodríguez, 4.Osvaldo González, 2.Marcos González e 13.Rojas; 20.Aránguiz, 21.Marcelo Díaz, 3.Mena e 16.Castro (22.Lorenzetti); 17.Eduardo Vargas, 19.Canales (7.Rivarola). Técnico: Jorge Sampaoli
LDU: 22.Alexander Domínguez; 13.Reasco (17.Gámez), 6.Guaguá, 2.Norberto Araújo e 14.Calderón; 21.Acosta, 5.Ambrosi, 18.Hidalgo e 11.Equi Gonzáles; 10.Bolaños e 16.Barcos. Técnico: Edgardo Bauza.

Parabéns para a Universidad de Chile.

Por Jorge Almeida

Exposição “Artes Mubako da África” na Estação Luz

O Metrô exibe até o dia 31 de dezembro de 2011 na Estação da Luz a exposição “Artes Mubako da África” que apresenta 16 obras de Bantu Tabasisa.

O artista exibe em suas telas diferentes etnias africanas e suas peculiaridades históricas.

Podemos exemplificar trabalhos como “Mulher da Tribo Werere”, do Quênia; “Mulher Zulu”, da África do Sul; e o “Mapa da África”, que Tabasisa registrou em sua tela com os 53 países do continente.

SERVIÇO:
Exposição: Artes do Mubako da África
Onde: Estação Luz do Metrô
Quando: até 31 de dezembro de 2011

Por Jorge Almeida

Os 35 anos de “A Day At The Races”, do Queen

A Day At The Races, nome do álbum foi retirado de um dos filmes dos irmãos Marx

Neste último sábado, 10 de dezembro, completaram-se 35 anos do lançamento do quinto álbum de estúdio dos britânicos do Queen, “A Day At The Races”. Gravado entre julho e novembro de 1976, o álbum foi o primeiro da banda a não contar com o produtor Roy Thomas Baker e, assim como seu antecessor, “A Night At The Opera” (1975), teve seu nome retirado de um filme dos irmãos Marx.

O álbum alcançou o primeiro lugar das paradas do Reino Unido, Japão e Holanda e a quinta posição na Billboard, nos EUA, e, posteriormente, alcançou a venda de um milhão de cópias na terra do Tio Sam.

O disco começa com “Tie Your Mother Down”, de Brian May, cujo o enredo é o depoimento de um rapaz que não é aceito pela família de sua namorada. Uma de suas principais características é o seu “riff” marcante que influenciou gente como Slash, ex-guitarrista do Guns ‘N’ Roses.

Em seguida, vem “You Take My Breath Away”, de Freddie Mercury, que fez todos os vocais e tocou piano. Em seu final, o vocalista faz uma espécie de interlúdio entre esta e a próxima faixa ao repetir as palavras “take my breath” criando ecos até a próxima canção, “Long Away”, que traz uma tonalidade triste e tem os vocais de Brian May, que utilizou um Burns (violão de 12 cordas) para as partes de guitarra rítmicas, em vez de utilizar a sua tradicional Red Special. Roger Taylor canta as partes mais altas da música e Mercury apenas faz os backing vocals.

Já a quarta faixa, “The Waltz Millionaire”, Freddie Mercury faz uma referência a John Reid, na época, gerente do Queen e de Elton John. E conta com uma mudança abrupta em seu arranjo, claro que não chega ao nível de “Bohemiam Rhapsody”.

E a metade de “A Day At The Races” chega com “You And I”, de John Deacon que toca guitarra acústica. Essa música nunca foi tocada ao vivo pela banda.

A segunda metade do álbum começa com um dos maiores clássicos do Queen, trata-se de “Somebody To Love”, que Freddie Mercury se inspirou na música gospel. Assim como em “Bohemiam Rhapsody”, a música tem um complexo de camadas vocais de Mercury, Brian May e Roger Taylor, como um arranjo coral gospel.

Já “White Man”, a sétima música do disco, foi escrita por May que aborda o sofrimento dos índios americanos nas mãos de imigrantes europeus. É uma das músicas mais pesadas da Rainha, tematicamente falando.

A antepenúltima faixa é “Lover Boy Good Old-Fashioned”, que começa com um piano e um vocal de introdução de Mercury, e, em seguida, entram o baixo e a bateria no início do refrão. Mike Stone, que trabalhou na produção do álbum, fez a voz adicional na música.

A nona música é “Drowse” que traz os vocais de Roger Taylor. Não chega a ser considerada um “clássico”.

E disco termina com “Teo Torriatte (Let Us Cling Together)”, música que Brian May faz um tributo aos fãs japoneses da banda (entendeu agora porque o disco chegou ao primeiro lugar das paradas japonesas?). A música apresenta dois coros cantados em japonês e é uma das únicas três músicas do Queen a ter um verso ou refrão cantados em outro idioma – as outras duas são “Las Palabras de Amor” e “Mustapha”, faixas de “Hot Space” (1982) e “Jazz” (1978), respectivamente.

O álbum não é só um dos maiores clássicos do Queen, mas também do rock. Mais que recomendado.

A seguir a ficha técnica e o tracklist do disco.

Álbum: A Day At The Races
Intérprete: Queen
Lançamento: 10 de dezembro de 1976
Gravadora: EMI/ Parlophone (Europa) / Elektra Records (EUA)
Produtor: Queen

Freddie Mercury: voz, backing vocal e piano
Brian May: guitarra, slide guitar, violões, backing vocal, voz em “Long Away
Roger Taylor: bateria, percussão, backing vocal, voz e guitarra rítmica em “Drowse
John Deacon: baixo, guitarra em “You And I

Mike Stone: voz adicional em “Lover Boy Good Old-Fashioned

1. Tie Your Mother Down (May)
2. You Take My Breath Away (Mercury)
3. Long Away (May)
4. The Millionaire Waltz (Mercury)
5. You And I (Deacon)
6. Somebody To Love (Mercury)
7. White Man (May)
8. Good Old-Fashioned Lover Boy (Mercury)
9. Drowse (Taylor)
10. Teo Torriatte (Let Us Cling Together) (May)

Por Jorge Almeida

Exposição “Tudo Vem do Papel” no Metrô São Bento

A Estação São Bento do Metrô exibe até o próximo dia 31 de dezembro a exposição “Tudo Vem do Papel” do artista Sérgio Esteves.

A produção do artista consiste na fusão do kirigami, de procedência oriental, e a “escultura” francesa, como técnicas artesanais em seus trabalhos.

Tal combinação resulta em trabalhos minuciosos que atribui a ilusão de profundidade.

Exemplos disso estão em obras como “São Jorge” e “Santa Ceia” feitos com cortes, dobras e colagem em papéis diversos.

SERVIÇO:
Exposição: Tudo Vem do Papel
Onde: Estação São Bento do Metrô (Vitrine São Bento)
Quando: até 31 de dezembro de 2011

Por Jorge Almeida

SÓ ATÉ SÁBADO: Exposição “2º Andar à Direita” no Museu de Arte da FAAP (Centro)

O Museu de Arte da FAAP, unidade Centro, apresenta a exposição “2º Andar à Direita”, que reúne aproximadamente dez trabalhos de alunos formados no primeiro semestre de 2011 na Faculdade de Artes Plásticas da instituição.

O objetivo da mostra, segundo o coordenador do Curso de Educação Artística Marcos Moraes, é “buscar apresentar a diversidade de criações estéticas oriundas dos processos experimentais do corpo discente”. O evento chega a sua décima edição.

Em meio aos destaques está a produção de Luisa Doria intitulada “The Ultimate Prime Student” (2011), feito com carteira de estudante com pernas de patins movida a extintor de incêndio.

SERVIÇO:
Exposição: 2º Andar à Direita
Onde: Museu de Arte da FAAP – Edifício Lutetia – Praça da Patriarca, 78 – Centro
Quando: de terça a sábado, das 10h às 18h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida