Ministério da Cultura e Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo apresentam Flexões Performáticas: Gênero, Número e Grau

Imagens da performance “Flexões Performáticas”. Créditos: divulgação

Nos dias 16 e 17 de março o projeto receberá a performance e oficina de Jaqueline Vasconcelos (Jack Soul Revenge Girl)

Flexões Performáticas terá performances inéditas, apresentadas por artistas de diversas partes do Brasil, de modo a democratizar o conhecimento sobre as artes visuais, oferecendo ao público a possibilidade de interação e experimentação do projeto artístico.

O projeto atua em três eixos conceituais – Gênero, Número e Grau, que caracteriza o tipo de performance de cada mês. O eixo Gênero vai reunir trabalhos que problematizam as noções de gênero na atualidade: o feminino, o masculino, o LGBTQ+. O eixo Número pretende falar sobre as noções de corpo individual e corpo coletivo, trazendo à tona as ideias de público e privado, singular e plural. Já o eixo Grau tratará da noção de intensidade na performance, ou seja, pretende fazer um contraponto entre trabalhos extremamente sutis ou aqueles mais radicais.

O projeto tem o apoio do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo. Realização: Ministério da Cultura e Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo.

Agora em março haverá a participação de Jaqueline Vasconcellos a.k.a Jack Soul Revenge Girl no eixo Gênero.

Dessa vez a Jack Soul Revenge Girl trará à público a performance “Impróprio para consumo” que conta com a parceria em sua dramaturgia do performer capixaba Geovanni Lima.

A artista também ministrará uma oficina no dia 17 de março para mulheres sobre autoimagem e violência.

As vagas serão limitadas a 15 participantes. As inscrições devem ser realizadas previamente pelo: baeta@mareja.art.br.

Sobre a performance:
Impróprio pra consumo, novo trabalho da Jack Soul Revenge Girl, dialoga com o conceito de corpo viável na atual sociedade brasileira. Quais corpos merecem nossa atenção e são priorizados nas lutas contra as desigualdades? A empatia seletiva, mesmo dentre os que lutam contra sistemas opressores, invisibiliza corpos dissidentes e que estão fora do padrão, justificando a violência que sofrem em suas escolhas. Baseada em uma fala real de uma familiar evangélica pentecostal de um homossexual dissidente, “Impróprio pra consumo” traz a violência contra esses corpos à tona questionando quais mortes valem mais, quais corpos merecem atenção, quais não deveriam ser “consumidos”.

Criação e performance: Jaqueline Vasconcellos
Colaboração: Geovanni Lima
Classificação indicativa (+ tempo de duração):
18 ANOS
40 minutos

Serviço:
16/03 – Performance – “Impróprio pra consumo” às 17h – auditório do Centro Cultural banco do Brasil, SP.
17/03 – Oficina às 11h30, CCBB-SP.
As vagas serão limitadas a 15 participantes. As inscrições devem ser realizadas previamente pelo: baeta@mareja.art.br.
Grátis
Faixa Etária: 18 ANOS
Duração: 40 minutos
| Acessibilidade
A acessibilidade do projeto se dará com o auxílio da tecnologia do QR code. Este código estará no material de divulgação impresso e digital e, com uma simples leitura dele através do celular, o público terá acesso ao conteúdo audiodescritivo da performance, bem como a legenda de todo discurso falado (quando for o caso), tornando a apresentação acessível a deficientes visuais e auditivos.

Créditos: Leonardo Almeida

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