Exposição “Playgrounds 2016” no MASP

“Conversation Piece”, de Céline Condorelli, em exibição no MASP. Foto: Jorge Almeida
“Conversation Piece”, de Céline Condorelli, em exibição no MASP. Foto: Jorge Almeida

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) realiza até o próximo domingo, 24 de julho, a exposição “Playgrounds 2016”, que retoma a proposta expositiva e educativa apresentada na inauguração do museu em 1969 por Nelson Leirner e ocupa o 2º subsolo, o mezanino e o Vão Livre do museu. A mostra apresenta seis novos trabalhos de artistas que ressaltam o engajamento público no museu e em seu entorno.

Na mostra de Leirner, de 1969, ano em que o MASP foi aberto ao público na Avenida Paulista, o artista ocupou o Vão Livre, esse espaço híbrido, de transição, fronteiriço, pois, ao mesmo tempo em que ele está sob o edifício do museu, é administrado pela Prefeitura da cidade. Playgrounds (1969) incluía uma série de obras participativas dispostas ao ar livre, ativando a rua e o espaço urbano e misturando os limites entre a arte e a vida, o museu e seu exterior.

Em “Playgrounds 2016” são apresentados obras de Céline Condorelli (França/Reino Unido), Ernesto Neto (Brasil), Grupo Contrafilé (Brasil), O Grupo Inteiro (Brasil), Rasheed Araeen (Paquistão/ Reino Unido) e Yto Barrada (Marrocos) são artistas cujas práticas envolvem o jogo, a participação, a esfera pública e a convivência coletiva, e por isso foram convidados a conceber propostas retomando o espírito de Playgrounds, uma exposição individual do artista Nelson Leirner realizada no MASP.

No uso em português, playground é o espaço na cidade, na escola ou no edifício dedicado ao lazer, com brinquedos e equipamentos para isso. Play, em inglês, é o agir, o jogar, o brincar e o tocar (a música, o vídeo); ground é o terreno, a terra, o chão.

Playgrounds 2016 ocupa o Vão Livre, o 2o subsolo e o mezanino do 1o subsolo  do MASP, unindo os programas de mediação e de exposições do museu e em diálogo com a exposição Histórias da infância, a partir de 7 de abril. Por meio da arte, do lúdico e do jogo, é possível imaginar novas maneiras de conviver e aprender. A educação se difunde em todo o museu, entendido também como um ambiente de troca e transformação de todos os envolvidos: artistas, obras, museu e seus públicos.

O público poderá conferir obras como “Conversation Piece” (foto), de 2016, uma obra de madeira, metal e tinta, de Céline Condorelli; e “Condutores” (2016), obra elaborada com metal, madeira, autopeças e acrílico, de O Grupo Inteiro, que remete ao interior de um ônibus “pelado”, ou seja, sem a carroceria, apenas os balaústres.

SERVIÇO:
Exposição: Playgrounds 2016
Onde: Museu de Arte de São Paulo (MASP) – Avenida Paulista, 1578 – Cerqueira César
Quando: até 24/07/2016; de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até às 17h30); quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria aberta até às 19h30)
Quanto: R$ 25,00 (inteira); R$ 12,00 (meia-entrada/estudantes/professores e maiores de 60 anos); menores de 10 anos não pagam ingresso; entrada gratuita às terças-feiras
Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h. É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

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