SÓ ATÉ SÁBADO: Mostra coletiva na Galeria Virgílio

A Galeria Virgílio exibe até o próximo sábado, 5 de março de 2011, uma mostra coletiva que reúne cerca de 40 obras de 32 artistas representados pela galeria.

A exposição conta com desenhos, esculturas, fotografias, instalações, pinturas, vídeos e suportes diversos.

Entre esses artistas, está Ana Paula Oliveira, que é representada pela obra “Contrapássaro” (2009) uma instalação feita com chapas de ferro, cabo de aço, chumbo, borracha e latão.

SERVIÇO:
Exposição: Mostra coletiva de artistas representados pela galeria
Onde: Galeria Virgílio – Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros
Quando: até 05/03/2011; de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

ÚLTIMOS DIAS: Exposição “O Sonho de Marte” na Galeria Nuvem Arte Contemporânea

A Galeria Nuvem Arte Contemporânea apresenta só até o próximo sábado, 5 de março de 2011, a exposição “O Sonho de Marte”, uma obra em site specific do artista Claudio Matsuno.

O trabalho, instalado no mezanino da galeria, é constituído com diversos materiais e aborda a questão de extraterrestre. Com sua visão peculiar, algumas ilustrações lembram desenhos infantis.

E o visitante que não se engane: apesar de a produção de Matsuno ficar instalada nas três salas no mezanino, o conjunto faz parte de apenas uma obra, exatamente a que dá o nome à mostra.

Além dessa, o público pode verificar alguns trabalhos de outros artistas que fazem parte do acervo da galeria que estão à mostra no térreo.

SERVIÇO:
Exposição:
O Sonho de Marte
Onde: Galeria Nuvem Arte Contemporânea – Rua Mateus Grou, 355 – Pinheiros
Quando: até 05/03/2011; de terça a sexta-feira, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 17h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Há 15 anos era lançado o primeiro disco de Steve Morse no Deep Purple

Purpendicular: considerado um dos melhores álbuns da longa discografia do Deep Purple

Em 1984, depois de oito anos inativo, o Deep Purple volta à ativa com a sua mais lendária formação, o MKII (Gillan, Glover, Blackmore, Lord e Paice) e lançaram o ótimo “Perfect Strangers”, ainda em 1984. Desde então, a crise de egos entre o guitarrista Ritchie Blackmore e o vocalista Ian Gillan se inflamou cada vez mais ao longo dos anos. Tanto que entre 1989 e 1992, Gillan saiu e, por pressão de Glover, Lord e Paice, obrigou Blackmore a “engolir” o sapo para ter o vocalista de volta. Mesmo com esse afastamento temporário, as desavenças entre ambos não diminuíram e, de saco cheio, o autor do riff de “Smoke On The Water” caiu fora de vez do Deep Purple. A banda tentou Joe Satriani nas guitarras, porém, o substituto escolhido para o lugar de Blackmore foi outro: Steve Morse (ex-Kansas e Dixie Dregs).

Com o novo guitarrista, o Deep Purple ficou quase todo o ano de 1995 (entre fevereiro e outubro) trancado nos estúdios Greg Rike Productions, em Orlando, Flórida (EUA) para a gravação de seu décimo quinto álbum de estúdio, “Purpendicular”, que foi lançado em fevereiro de 1996 no Reino Unido e em abril nos Estados Unidos.

O disco é considerado um dos melhores que a banda lançou sem Ritchie Blackmore (particularmente considero este e “Come Taste The Band”, como os melhores álbuns do Deep Purple sem Ritchie), há faixas com toque experimental como a empolgante “The Aviator”, pequenas partes de teclado em torno das partes da guitarra como a música de abertura do álbum, “Vavoom: Ted The Mecanic”, que inicia com o excelente riff de Morse, constatando que a sua escolha foi bastante válida, além da ótima “Sometimes I Feel Like Screaming” – este merece a alcunha de “clássico” além de ser uma das melhores baladas do Deep Purple (acredito que é a melhor desde “Soldier Of Fortune”, de Stormbringer, de 1974). É claro que o grupo não abandonou o lado “rocker”, vide “Somebody Stole My Guitar” e “Hey Cisco”. E, para não passar despercebido, a gaita de boca aparece em “The Purpendicular Waltz”, a última faixa do disco. As demais é aquele hard rock/heavy metal tradicional do Deep Purple.

Como você percebeu, o nome do álbum – “Purpendicular” – é um trocadilho, neste caso, com base no nome da banda e a palavra “perpendicular”.

E o Deep Purple, com essa formação: Gillan, Glover, Lord, Paice e Morse, se revitalizou e foi muito feliz com a escolha de Steve Morse, que foi considerado o principal responsável em resgatar a auto estima da banda.

A seguir a ficha técnica e o tracklist de “Purpendicular”:

Álbum: Purpendicular
Intérprete: Deep Purple
Gravadora: BMG (Reino Unido) / CMC International / Prominent Records (EUA)
Produtor: Deep Purple
Lançamento: fevereiro de 1996 (Reino Unido) / abril de 1996 (EUA)

Ian Gillan: voz e harmônica
Ian Paice: bateria
Jon Lord: órgão e teclados
Roger Glover: baixo
Steve Morse: guitarra

1. Vavoom: Ted the Mechanic (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
2. Loosen My Strings (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
3. Soon Forgotten (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
4. Sometimes I Feel Like Screaming (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
5. Cascades: I’m Not Your Lover (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
6. The Aviator (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
7. Rosa’s Cantina (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
8. A Castle Full of Rascals (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
9. A Touch Away (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
10. Hey Cisco (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
11. Somebody Stole My Guitar (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
12. The Purpendicular Waltz (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)
Bônus track (disponível nas versões norte-americana e japonesa do álbum):
13. Don’t Hold Your Breath (Gillan / Morse / Glover / Lord / Paice)

Por Jorge Almeida

Exposição “Miragens” no Instituto Tomie Ohtake

O Instituto Tomie Ohtake exibe até o próximo dia 3 de abril a exposição “Miragens” que apresenta 58 obras de 17 artistas que tratam a cultura oriental. As obras reúnem coleções européias e norte-americanas, inclusive com alguns trabalhos dos acervos de Paris e Istambul (Turquia).

Alguns deles se destacam pela, o que aparenta ser, ironia como “Supermuçulmano” (2003), do turco Sener Ozmen, que através de uma série com doze fotografias, satiriza o super-herói ianque Superman, em que após um dia de batalha, ele se concentra na sua fé; o vídeo, com 3’35” de duração, “Projeto A477A sobre Presidentes e Super-heróis”, do egípcio Khaled Hafez; e uma escultura de aço do marroquino, Mouni Fatmi, intitulado “Entre Linhas”, feita em 2010.

SERVIÇO:
Exposição:
Miragens
Onde: Instituto Tomie Ohtake – Av. Brig. Faria Lima, 201 (entrada pela R. Coropés) – Pinheiros
Quando: até 10/04/2011; de terça a domingo, das 11h às 20h
Quanto: entrada gratuita.

Por Jorge Almeida

Exposição reúne obras do acervo do MAM

O Museu de Arte Moderna (MAM) está com a exposição “Ordem e Progresso: Vontade Construtiva na Arte Brasileira” em cartaz até o próximo dia 3 de abril e conta com cerca de 90 obras que pertencem ao acervo do próprio MAM.

Com curadoria de Felipe Chaimovich, a mostra está centrada no legado concretista na arte brasileira desde a década de 1950 até os dias atuais. Entre os artistas com trabalhos expostos na mostra estão Hélio Oiticica, Lygia Clark, Ernesto Neto, Lothar Charoux, entre outros.

Das produções apresentadas, uma em particular chama a atenção: “Bandeiras” (1998), de Emanuel Nassar, formada com 37 bandeiras de municípios do Pará.

SERVIÇO:
Exposição:
Ordem e Progresso: Vontade Construtiva na Arte Brasileira
Onde: Museu de Arte Moderna (MAM) – Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3 – Parque do Ibirapuera
Quando: até 3/04/2011; de terça a domingo, das 10h às 18h
Quanto: R$ 5,50; R$ 2,75 (meia-entrada); entrada gratuita para menores de 10 e maiores de 65 anos; entrada gratuita para o público em geral aos domingos

Por Jorge Almeida

Exposição fotográfica sobre São Paulo no MIS

O Museu da Imagem e do Som (MIS) apresenta até o próximo dia 20 de março a exposição “São Paulo Blues”, do fotógrafo Klaus Mitteldorf, que conta com um grupo seleto de imagens do livro que dá nome à mostra.

A mostra exibe 29 fotografias que Mitteldorf retratou nos últimos dez anos na cidade de São Paulo.

Dos registros, merecem atenção a série “Fios do Capão”, de 2001, que mostra “gatos” na rede elétrica no bairro Capão Redondo, na Zona Sul da cidade; “Avenida Santo Amaro”, de 2009, que focaliza uma estação de ônibus em uma das principais avenidas da Zona Sul; e “Fusca”, 2008, da série “Os últimos dias da cracolândia”.

SERVIÇO:
Exposição:
São Paulo Blues
Onde: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Avenida Europa, 158
Quando: até 20/03/2011; de terça a sábado, das 12h às 19h; aos domingos, das 11h às 18h
Quanto: R$ 4,00; R$ 2,00 (estudantes); entrada gratuita para maiores de 65 anos e para o público em geral aos domingos

Por Jorge Almeida

Exposição “Noites Alvas” no MuBE

O Museu Brasileiro de Escultura (MuBE) apresenta até o dia 21 de março de 2011 a exposição “Noites Alvas” que conta com cerca de 50 trabalhos da dupla suíça Pierre Zufferey e André Raboud.

Enquanto as telas de Pierre Zufferey impressionam pelo apontamento robusto do sinal e da ação humana, como na série “Liens et nuit”, de 2010, as esculturas de Raboud são referentes a diversas fontes culturais e transmite a sensação de diálogo com grandes escultores do século XX, como Max Bill. Das esculturas, destaque para “Eternite 2”, de 2008, feita com bronze.

SERVIÇO:
Exposição:
Noites Alvas
Onde: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) – Avenida Europa, 218 (entrada pela Rua Alemanha, 221)
Quando: até 20/3/2011; de terça a domingo, das 10h às 19h
Quanto: entrada gratuita

Por Jorge Almeida

Resenhas e sinopses de exposições, livros, álbuns, rock, museus e, claro, futebol escrito por dois apaixonados pelo assunto.

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